A Engenharia e as Novas DCNs - Oportunidades para Formar Mais e Melhores Engenheiros

Visualizações: 81
Classificação: (0)

As novas DCNs sob o olhar de especialistas em educação em Engenharia. A Engenharia e as Novas DCNs – Oportunidades para Formar Mais e Melhores Engenheiros discute sobre as novas diretrizes que abrem perspectivas para influenciar a formação de engenheiros.Publicado em parceria com a ABENGE, este livro trata das novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Engenharia (DCNs), construídas a partir de interações com diversos segmentos relacionados com a formação e o exercício profissional em Engenharia, com intenção de abrir novos horizontes para que as Escolas voltem a impregnar os cursos com uma formação de engenheiros e engenheiras voltada tanto para a geração de empregos, como para a ocupação de cargos de liderança no país, em vez de apenas para preencher postos de trabalho.Dessa forma, o objetivo principal do livro é contribuir para a implantação das novas DCNs nos cursos de Engenharia no Brasil, assim como compartilhar com todos os interessados um estudo sobre os principais norteadores dessas novas diretrizes e, ainda, disponibilizar experiências de implementação de diversos aspectos que estão postos nestas.Por que ler A Engenharia e as Novas DCNs?O reconhecimento da formação do engenheiro e da engenheira para inovar, empreender e exercer atividades nas áreas de tecnologia e Engenharia significa admitir que esses atores também podem ter um perfil profissional para além do suposto nos objetivos enunciados nos projetos atuais dos cursos.Além disso, ao defender a adoção de metodologias ativas de aprendizagem, as novas diretrizes colocam os estudantes como agentes ativos no processo de ensino e aprendizagem e viabiliza a formação por competências.

FORMATOS DISPONíVEIS

Impresso
eBook

14 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Evolução da organização do curso de Engenharia no Brasil

ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é apresentar um breve retrospecto sobre a organização do curso de Engenharia no país, considerando as alterações gerais que ocorreram desde a criação da primeira escola de Engenharia no Rio de Janeiro, em 1792, até os dias atuais. Para tanto, foi consultada a bibliografia disponível, principalmente as publicações dos Professores Silva Telles (1994a, b) e Pardal (1985), além de documentos históricos e da legislação pertinente, que culmina com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do Curso de Graduação em Engenharia, que constam da Resolução no 2 da Comissão de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE/CES), publicada em 24 de abril de 2019 (BRASIL, 2019a, 2019b).

Para melhor orientar este estudo é necessário caracterizar o que é Engenharia. Uma das definições mais antigas é a do inglês Thomas Tredgold (1788-1829): “Engenharia é a arte de dirigir as grandes fontes de energia da natureza para o uso e conveniência do homem”. Esta definição foi usada pelo citado autor em 1828, na elaboração dos estatutos do Institution of Civil Engineers (ICE), em Londres.

 

A mobilização empresarial pela inovação (MEI) e a defesa da modernização do ensino de Engenharia

ePub Criptografado

As tecnologias que estão conquistando o mercado – como inteligência artificial, big data, machine learning – prometem acarretar mudanças profundas na economia e na sociedade. Batizada pelos alemães de quarta revolução industrial (ARBIX ET AL., 2017), a nova onda tecnológica não deixa dúvidas quanto ao papel de destaque que cabe à educação nesse processo. Recursos humanos qualificados, flexíveis e inovadores serão cada vez mais necessários nessa corrida tecnológica. E, aqui, compete aos profissionais de Engenharia um papel especial, por sua capacidade de desenvolver soluções para termos um planeta melhor, com maior bem-estar para a humanidade.

Mas como preparar a mão de obra e os empreendedores para liderar esses processos?

A resposta não é simples, pois não há uma receita a seguir. Ao contrário, vemos diversas universidades ao redor do mundo buscando maneiras de se reinventar a fim de atender aos desafios do século XXI, a exemplo do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

 

Aspectos relevantes em cursos considerados de ponta no exterior e as novas DCNs

ePub Criptografado

Neste capítulo, será feita uma abordagem do ensino, principalmente relacionando-se aspectos da Aprendizagem Baseada em Problemas, Projetos PBL (Problem-Based Learning e Project-Based Learning) e Aprendizagem Ativa (Active Learning) de uma maneira geral, com base na experiência de professores da Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo (EEL-USP) e Faculdade de Engenharia do campus de Guaratinguetá da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FEG-Unesp). Esta experiência resultou de uma série de prospecções feitas por esses professores em universidades de ponta como Harvard University, Massachusetts Institute of Technology (MIT), Olin College, Northeastern University, Stanford University, California Polytechnic University (Cal Poly), San Jose University, Minerva University, 42 University, nos Estados Unidos, e Aalborg University, Maastricht University e University of Twente na Europa (Dinamarca e Holanda).

Direcionadas pela Associação Brasileira de Educação em Engenharia (ABENGE), as discussões sobre a necessidade de melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão em busca de um padrão classe mundial são muito oportunas, no Brasil, e tem norteado a condução de debates nacionais e em importantes universidades de pesquisa com liderança internacional, como é o caso da Unesp-Guaratinguetá e USP-Lorena, cujas experiências serão aqui compartilhadas.

 

As inovações nas atuais diretrizes para a Engenharia: estudo comparativo com as anteriores

ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é apresentar as principais inovações contidas nas atuais Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do Curso de Graduação em Engenharia (BRASIL, 2019b), a partir de um estudo comparativo com as que vigoraram até 24 de abril de 2019. As DCNs anteriores eram regidas pela Resolução CNE/CES no 11, de 11 de março de 2002 (BRASIL, 2002), e a atual é a que consta da Resolução CNE/CES no 2, de 24 de abril de 2019 (ver o Anexo deste livro). Espera-se com isso apresentar uma contribuição para aqueles que pretendem atualizar e promover melhorias nos projetos pedagógicos de seus cursos (PPC).

Para realizar este estudo, foi feita uma análise artigo a artigo, comparando cada dispositivo da nova resolução com o correspondente encontrado na resolução anterior. Ao final, organizou-se uma síntese, ressaltando-se os aspectos principais da comparação realizada e, ainda, considerações gerais sobre as inovações encontradas e a implantação destas novas diretrizes.

 

O projeto pedagógico para as novas diretrizes curriculares de Engenharia

ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é apresentar um caminho para a elaboração do Projeto Pedagógico a partir da discussão dos principais aspectos das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de Engenharia. Partimos do entendimento de que as mudanças propostas pretendem estimular um (re)desenho de currículo organizado para o desenvolvimento das competências previstas para os egressos, assim como a implantação de um processo que garanta o acompanhamento contínuo dos dados relativos aos resultados da aprendizagem dos estudantes e a consequente intervenção no processo em face dos resultados indesejados.

É bastante razoável presumir que a definição e publicação de novas diretrizes curriculares em qualquer área gere grande expectativa nos atores educacionais que serão por elas impactados. Um dos primeiros questionamentos que surge pode ser traduzido de forma sintética – e, em alguma medida, simplificadora, dada a complexidade do processo educativo –, pela seguinte sentença: o que há de novo?

 

Visão, protagonismo e domínio do processo inovador como forças motrizes do processo de aprendizado

ePub Criptografado

O presente capítulo discute, à luz dos movimentos de modernização das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) dos cursos de Engenharia, os potenciais benefícios de um posicionamento dos cursos de graduação e de ensino-aprendizagem pautado por uma agenda de futuro, na qual o desenvolvimento de visões, combinadas ao domínio do processo inovador e exposição a problemas complexos, mal-estruturados, podem propiciar aos estudantes de Engenharia maior autonomia de aprendizado, pertencimento ao processo e protagonismo profissional. Discute, também, como este itinerário inovador voltado aos grandes temas e tendências do amanhã pode coexistir, de forma sinérgica, com uma sólida formação técnica e humanista.

O domínio dos campos da Engenharia ocupa, sabidamente, posição central para o desenvolvimento econômico, social, produtividade e competitividade das nações e, naturalmente, tal cenário é um resultado direto das políticas de formação na área. Um interessante estudo da Royal Academy of Engineering (RAE) apresentado no final de 2016 detectou evidências quantitativas, de alcance global, da relação entre os investimentos na área de Engenharia e o crescimento econômico das nações (RAE, 2016). Por meio da análise de 99 países de variados continentes, o estudo demonstrou que os investimentos em Engenharia proporcionam melhores infraestruturas físicas (como de transporte, energia e água) e digitais (como de comunicação e navegação), além da agregação de valor aos produtos e serviços exportados, desencadeando um duradouro e sinérgico impacto nas cadeias produtivas, o que resulta em correlação positiva com crescimento de PIB, competitividade e renda per capita. É, também, destacada no estudo a importância do investimento em pesquisa de qualidade na área de Engenharia, o que pressupõe sólida formação e qualidade dos recursos humanos.

 

As competências profissionais do engenheiro nas situações de trabalho e os modelos organizacionais

ePub Criptografado

Nos dias atuais, o termo “competências” passou a ocupar um papel de destaque nos estudos sobre o perfil do engenheiro contemporâneo. Segundo Veraszto et al. (2003, p. 5), “novas habilidades e competências (não técnicas) têm sido exigidas tanto pela sociedade como pelo mercado de trabalho, para que um engenheiro possa exercer sua profissão”.

Nesse sentido, Resende (2000) abre um leque maior ao conceituar competência, a partir de uma interpretação diferenciada do termo qualificação:

O significado de competência que tem adquirido forças nos últimos tempos está relacionado com uma condição diferenciada de qualificação e capacitação das pessoas para executar seu trabalho, desempenhar suas atividades. Inicialmente mais aplicado a pessoas, num segundo momento passou a ser usado também como requisitos de bom desempenho de equipes, unidades e da empresa (RESENDE, 2000, p. 33).

Durante décadas, os programas de formação e os processos de seleção e de recrutamento de pessoal nas empresas foram pautados pela noção de “qualificação” profissional. No entanto, no entendimento de alguns, sobretudo dos empresários, a qualificação não se mostra mais suficientemente adequada às atuais transformações do mundo do trabalho, exigindo-se dos trabalhadores um novo perfil profissional.

 

Criatividade e inovação em makerspaces

ePub Criptografado

Every maker of video games knows something that the
makers of curriculum don’t seem to understand. You’ll
never see a video game being advertised as being easy. Kids
who do not like school will tell you it’s not because it’s too
hard. It’s because it’s boring.

(Seymour Papert).

A arte e a ciência, o artesanato e a engenharia, o pensamento analítico e a expressão pessoal coexistiram desde os primórdios da humanidade nas comunidades, na academia, no comércio, na cultura, na indústria, assim como nas cabeças das pessoas criativas. Ao longo da história houve uma aceitação popular, ainda que intuitiva, de que o ápice do aprendizado resulta da experiência direta (MARTINEZ; STAGER, 2013). Leonardo da Vinci (1452-1519), por exemplo, foi um inventor criativo, artista, escultor, arquiteto, engenheiro, músico, matemático e anatomista que se interessou brilhantemente em dezenas de outros campos. Introduzindo-se no Renascimento Científico, da Vinci usou seus poderes de observação e experimentação, em vez da prática predominante medieval de usar a Bíblia e os escritos gregos clássicos como base para a ciência.

 

Aprendizagem ativa na educação em Engenharia em tempos de indústria 4.0

ePub Criptografado

No capítulo das novas DCNs, que trata da organização do curso de graduação em Engenharia, é estabelecido que deve ser estimulado o uso de metodologias para aprendizagem ativa, como forma de promover uma educação mais centrada no estudante. Por sua vez, no capítulo sobre o corpo docente, sugerimos que os cursos de graduação em Engenharia devem manter permanente Programa de Formação e Desenvolvimento de seu corpo docente, com vistas à valorização da atividade de ensino, ao maior envolvimento dos professores com o Projeto Pedagógico do Curso e ao seu aprimoramento em relação à proposta formativa contida no mesmo. O domínio conceitual e pedagógico, imprescindível aos professores, revela-se no conhecimento e na aplicação de estratégias e métodos de aprendizagem ativa, pautadas em práticas interdisciplinares, além da demonstração de compromisso com o desenvolvimento das competências desejadas nos egressos.

Nesse cenário, aqui são apresentadas considerações sobre o atual contexto, sobre os estudantes que estamos recebendo nas universidades, sobre os fundamentos da aprendizagem ativa e sobre estratégias e métodos de aprendizagem ativa, que podem ser aplicados para promover uma educação mais centrada no aluno, tanto no ensino presencial quanto no ensino híbrido, a saber: Peer Instruction, Just-in-time Teaching, Desafio em Grupos, Jigsaw, In-class Exercises, Casos de Ensino, Problem-based Learning (PBL), Project-based Learning (PjBL), entre outros.

 

Acolhimento do aluno ingressante nos cursos de Engenharia

ePub Criptografado

Novos tempos, novas demandas. Os alunos que chegam, hoje, ao ensino superior têm um perfil muito peculiar. Conectados às redes sociais, com alguma dificuldade para se fixar em exposições prolongadas, apresentam heterogeneidade, tanto cultural quanto de formação prévia, enfim, chegam ao ensino superior alunos que, muitas vezes, encontrarão dificuldades de permanência. O problema acentua-se nos cursos de Engenharia, que trazem uma carga de exigência em conhecimentos específicos que, pela linguagem matemática envolvida, representa uma dificuldade adicional para muitos estudantes. A passagem do ensino médio para o ensino superior acarreta a dificuldade de adaptação, muitas vezes pela distância do espaço familiar, pela liberdade que esse novo espaço de convívio escolar representa e, também, pela forma como é conduzido o processo de ensino aprendizagem. Tal passagem exige mudanças no padrão de comportamento do estudante que não são alcançadas somente com o trabalho docente, havendo a necessidade de se ter um apoio ao estudante, que o estimule a mudar, a ter um comportamento diferente do que viveu na etapa pré-universitária. Tudo isso implica a necessidade de uma adaptação do aluno a esse novo espaço. Em suma: acolhimento.

 

Avaliação dos estudantes: o que muda e como se adequar às novas diretrizes?

ePub Criptografado

Neste capítulo discute-se o processo de avaliação da aprendizagem, considerando a forma como tem ocorrido nos cursos de Engenharia no Brasil, os pressupostos sobre avaliação das atividades dos estudantes no contexto das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e as possibilidades para um processo avaliativo que esteja integrado com o processo de ensino e aprendizagem e com o desenvolvimento das competências propostas. Inicialmente, será feita uma breve revisão dos conceitos ligados a competências e avaliações. Em seguida, serão apresentados os requisitos das novas diretrizes curriculares nacionais no que se refere à avaliação dos estudantes. Por fim, será detalhada uma proposta de sistema de avaliação e apresentadas algumas ferramentas e orientações para apoiar as instituições de ensino e os professores a planejar e aplicar avaliações.

Para falar de avaliação, antes, porém, é preciso comentar sobre uma nova abordagem de ensino e aprendizagem. Entende-se que a avaliação é parte fundamental neste processo e a forma como se avalia deve estar em sintonia com a forma como se ensina. Cabe à avaliação ampliar o olhar do professor e do aluno sobre esta dinâmica e, assim, analisar os resultados e definir novas arquiteturas para o processo de construção do conhecimento.

 

Novas DCNs dos cursos de graduação em Engenharia e a perspectiva da avaliação centrada em competências

ePub Criptografado

Neste capítulo, vamos discutir as premissas e as práticas de avaliação de cursos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e propor medidas para o aprimoramento do sistema, especialmente no que diz respeito à avaliação dos cursos de Engenharia.

A história da avaliação da educação superior no Brasil é relativamente curta (FRAUCHES, 2014), tendo começado apenas na década de 1980 com o Programa de Avaliação da Reforma Universitária (PARU), seguido pelo Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras (Paiub), no início da década de 1990 (BRASIL, 1994).

O Paiub era um programa de adesão voluntária aberto às instituições de educação superior públicas e comunitárias e parcialmente financiado pelo Ministério da Educação (MEC). Contendo componentes de avaliação interna e externa, era um processo participativo, contínuo e sistemático que procurava levar em conta as diferenças regionais e o histórico e a missão de cada instituição. O objetivo do Programa consistia em instituir uma cultura permanente de avaliação que indicasse a cada instituição, e ao sistema de educação superior como um todo, os melhores caminhos a seguir para a realização de sua vocação e para a identificação dos obstáculos para alcançar seus objetivos.

 

Formação de professores de Engenharia para além da sala de aula

ePub Criptografado

Durante muito tempo o processo formativo do professor de Engenharia esteve apoiado apenas na formação dos aspectos técnicos da Engenharia. O profissional graduado, eventualmente, se tornava professor e, a partir de sua experiência como aluno, passava a exercer a docência. Mais recentemente, alguns alunos de pós-graduação têm se aproximado de temas relacionados com o processo de ensino-aprendizagem, sendo até mesmo possível encontrar professores e pesquisadores preocupados com os aspectos epistemológicos do ensino de Engenharia, ou com temas que envolvem questões sociais ou psicológicas dos estudantes de Engenharia.

Além de ser uma preocupação no momento da formação em cursos de pós-graduação, diversas escolas estão promovendo uma reflexão sobre esses temas junto ao seu corpo docente. Motivadas pelas mudanças no cenário educacional, disseminadas pelo acesso à informação e pela tecnologia disponível, as Instituições de Ensino Superior (IES) passaram a oferecer, de forma mais organizada, programas de capacitação docente aos seus professores.

 

Anexo

ePub Criptografado

 

 

PARECER HOMOLOGADO

Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 23/4/2019, Seção 1, Pág. 109.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior

UF: DF

ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia

COMISSÃO: Luiz Roberto Liza Curi (Presidente) Antonio de Araujo Freitas Júnior (Relator), Antonio Carbonari Netto, Francisco César de Sá Barreto e Paulo Monteiro Vieira Braga Barone (Membros)

PROCESSO No: 23001.000141/2015-11

PARECER CNE/CES No:
1/2019

COLEGIADO:
CES

APROVADO EM:
23/1/2019

A relevância da aprovação destas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (DCNs de Engenharia) coincide com a expectativa de parte da comunidade acadêmica, das empresas empregadoras desta mão de obra qualificada e dos setores que representam a atuação profissional da área, bem como com a necessidade de atualizar a formação em Engenharia no país, visando atender as demandas futuras por mais e melhores engenheiros.

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
Book
Capítulos

Formato
ePub
Criptografado
Sim
SKU
BPE0000270893
ISBN
9788521636762
Tamanho do arquivo
7,1 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
ePub
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados