Materiais de Construção - Vol. 1

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Uma referência em materiais de construção. Com 40 anos de sucesso, Materiais de Construção, volumes 1 e 2, chega à 6ª edição totalmente revisado. Seus volumes trazem novas técnicas, capítulos, tecnologias e normatização em Engenharia Civil e Arquitetura.

Com linguagem clara e acessível, Materiais de Construção facilita a compreensão e a aplicação dos conhecimentos com uma abordagem técnica e prática, além de inúmeros exemplos e figuras que ilustram os conceitos. Ao final da leitura, os estudantes serão capazes de entender como a solidez, a durabilidade, o custo e o acabamento de uma obra dependem diretamente da qualidade dos materiais empregados.

Novidades da 6ª edição:

Capítulos totalmente revisados.
Normas atualizadas a janeiro de 2018.
Implementação de novos materiais.
Novas técnicas, inclusive de execução, e tecnologias.
Inclusão do novo capítulo “Microscopia do Concreto”, além de dois capítulos totalmente reescritos, “Cal e Gesso para a Construção” (antigo “Aglomerantes”) e “Agregados”.

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16 capítulos

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1 Introdução ao Estudo dos Materiais de Construção

ePub Criptografado

Prof. Arq. Enio José Verçosa • Prof. Dr. João Fernando Dias • Prof.a Dr.a Leila Aparecida de Castro Motta

1.1 Importância e História dos Materiais de Construção

1.1.1 Importância da Disciplina “Materiais de Construção”

1.1.2 Evolução Histórica dos Materiais de Construção

1.2 Sustentabilidade na Construção Civil

1.2.1 Materiais de Construção e Sustentabilidade

1.3 Noções Básicas para Estudo dos Materiais

1.3.1 Requisitos para Aplicação dos Materiais

1.3.2 Constituição da Matéria

1.3.3 Organização Atômica

1.3.4 Definição e Classificação dos Materiais

1.4 Especificações e Ensaios dos Materiais

 

2 Cal e Gesso para a Construção Civil

ePub Criptografado

Prof. Dr. Valdecir Angelo Quarcioni

2.1 Introdução

2.2 Cal – Um Ligante para a Construção Civil

2.2.1 Natureza e Obtenção da Cal

2.2.2 Etapa de Consolidação da Cal

2.2.3 Propriedades da Cal Hidratada para a Construção Civil

2.2.4 Massa Unitária e Massa Específica da Cal

2.2.5 Requisitos da Normalização Técnica da Cal

2.2.6 Mercado da Cal

2.2.7 Influência da Cal nas Propriedades das Argamassas

2.2.8 Cal Hidráulica – Um Produto para Fins Específicos

2.2.9 Programas para Qualificação da Cal

2.2.10 Orientações Gerais para Aquisição e Uso da Cal

2.3 Gesso – Um Ligante para a Construção Civil

 

3 Cimento Portland

ePub Criptografado

Eng.o Hélio Martins de Oliveira • Prof. Dr. Leonardo Fagundes Rosemback Miranda

3.1 Definição

3.2 Constituintes

3.3 Propriedades Físicas

3.3.1 Massa Específica

3.3.2 Exsudação

3.3.3 Finura

3.3.4 Pasta de Consistência Normal

3.3.5 Tempo de Pega

3.3.6 Resistência

3.4 Propriedades Químicas

3.4.1 Estabilidade

3.4.2 Calor de Hidratação

3.4.3 Resistência aos Agentes Agressivos

3.4.4 Reação Álcali-Agregado

3.5 Classificação

3.6 Fabricação

 

4 Agregados

ePub Criptografado

Prof. Dr. Sérgio Cirelli Angulo

4.1 Contextualização

4.2 Tipos de Agregados e Usos

4.3 Manuseio e Amostragem

4.4 Caracterização

4.4.1 Distribuição Granulométrica

4.4.2 Forma

4.4.3 Porosidade Intergranular (Volume de Vazios)

4.4.4 Área Superficial Específica

4.4.5 Umidade e Inchamento (Volume Úmido/Volume Seco)

4.4.6 Porosidade Intragranular (Absorção de Água)

4.4.7 Massa Específica

4.5 Considerações Finais

Agregados são matérias-primas minerais de grande importância para a sociedade. São materiais granulares, com faixas de tamanho estabelecidas (agregados graúdos, de 4,75 a 75 mm; agregados miúdos, de 0,075 a 4,75 mm), utilizados na pavimentação, em lastros de ferrovias, obras geotécnicas, concretos, argamassas e em construções em geral.

 

5 Agressividade da Água no Concreto

ePub Criptografado

Eng.o Luiz Ferreira e Silva • Prof.a Dr.a Maryangela Geimba de Lima

5.1 Introdução

5.2 Substâncias que Atacam o Concreto e Seus Efeitos

5.2.1 Noção Geral

5.2.2 Lixiviação da Matriz Cimentícia

5.2.3 Expansão

5.3 Determinação do Grau de Agressividade do Meio com Presença de Água em Contato com as Estruturas

5.3.1 Análise de Agressividade de Águas

5.3.2 Análise de Agressividade de Solos

5.3.3 Amostragem do Concreto de Estruturas Degradadas

5.4 Gases

5.5 Considerações Finais

A questão da classificação da agressividade da água, que pode estar em contato com as estruturas de concreto, é um assunto que não recebe a atenção necessária nas publicações de normas e especificações, tanto nacionais quanto internacionais.

 

6 Aditivos e Adições

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Eng.a M. A. Azevedo Noronha • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Eng.o Shingiro Tokudome

6.1 Introdução

6.2 Definição e Normas Técnicas

6.3 Classificação

6.4 Redutores de Água/Plastificantes (P)

6.4.1 Efeitos dos Aditivos “P” sobre o Concreto

6.5 Superplastificantes (SP I)

6.5.1 Efeitos dos Aditivos “SP I” sobre o Concreto

6.6 Superplastificantes (SP II)

6.6.1 Efeitos dos Aditivos “SP II” sobre o Concreto

6.7 Compatibilidade entre Aditivos “P”, “SP I” e “SP II”

6.8 Fatores que Afetam o Desempenho dos Aditivos “P”, “SP I” e “SP II”

 

7 Dosagem do Concreto

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Eng.a M. A. Azevedo Noronha • Prof. Dr. Turibio José da Silva

7.1 Desenvolvimento de Pesquisas sobre o Concreto

7.1.1 Pesquisas de Préaudeau e Alexandre

7.1.2 Pesquisas de Feret

7.1.3 Pesquisas de Fuller

7.1.4 Pesquisas de Abrams

7.1.5 Pesquisas de Bolomey

7.1.6 Pesquisas de Leclerc du Sablon

7.1.7 Pesquisas de Lyse

7.1.8 Pesquisas de Vallette

7.2 Critérios Práticos de Dosagem

7.2.1 Resistência de Dosagem

7.2.2 Água de Molhagem dos Agregados

7.2.3 Método de Dosagem do SNCF

7.2.4 Dosagem Preconizada por Vallette

7.2.5 Método de Dosagem do ACI

 

8 Concreto no Estado Fresco

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Ernani Sávio Sobral • Prof. Dr. Antônio de Paulo Peruzzi • Prof. Dr. Fernando Menezes de Almeida Filho

8.1 Introdução

8.2 Generalidades

8.3 Misturas

8.3.1 Misturas de Agregado e Água

8.3.2 Misturas de Cimento, Agregado e Água

8.3.3 Transição do Estado Não Plástico para o Plástico

8.4 Preparo do Concreto

8.4.1 Normas para Avaliação da Eficiência

8.4.2 Mistura Manual

8.4.3 Mistura Mecânica

8.5 Trabalhabilidade dos Concretos

8.5.1 Conceituação e Importância

8.5.2 Fatores que Afetam a Trabalhabilidade

 

9 Propriedades do Concreto Endurecido

ePub Criptografado

Eng.o Hélio Martins de Oliveira • Prof. Dr. João Adriano Rossignolo

9.1 Generalidades

9.2 Características e Propriedades

9.3 Densidade

9.4 Atrito

9.5 Resistência à Abrasão

9.6 Condutibilidade Elétrica

9.7 Propriedades Térmicas

9.7.1 Condutibilidade

9.7.2 Calor Específico

9.7.3 Dilatação Térmica

9.7.4 Resistência ao Fogo

9.8 Propriedades Radioativas

9.9 Adesão

9.10 Propriedades Acústicas

9.11 Durabilidade

 

10 Microscopia do Concreto

ePub Criptografado

Prof. Dr. Vladimir Antonio Paulon

10.1 Introdução

10.2 Micro e Macroestrutura do Concreto

10.2.1 Fase Agregado

10.2.2 Fase Pasta de Cimento Hidratada

10.2.3 Fase Interface Pasta-Agregado (Zona de Transição)

10.3 Aplicações das Técnicas de Microscopia

10.3.1 Generalidades

10.3.2 Aplicações da Microscopia

10.3.3 Deteriorações do Concreto

O concreto moderno, executado com cimento Portland — patenteado por Joseph Aspdin, em 1824 —, teve várias fases distintas ao longo de sua evolução técnica. Sua primeira utilização como estrutura foi na construção de barcos por Joseph-Louis Lambot, em 1860. A partir daí e com a descoberta de que, com inclusão de barras de aço na massa, haveria a possibilidade de uma boa resistência à tração, teve início a utilização do material concreto armado para a execução de estruturas como pontes, edifícios e outras obras que exigiam resistências à compressão e tração. No fim do século XVIII e início do século XX, foram executadas várias obras em concreto armado, geralmente prédios e pontes. O material também começou a ser utilizado para a execução de barragens na forma de concreto de massa ciclópico.

 

11 Ensaios Não Destrutivos do Concreto

ePub Criptografado

Prof. Eng.o Claudio M. Wolle • Eng.o Dirceu Franco de Almeida • Prof. Dr. Antonio Alberto Nepomuceno

11.1 Introdução

11.2 Métodos de Ensaio

11.2.1 Método da Medição da Dureza Superficial

11.2.2 Métodos de Propagação de Ondas de Tensão

11.2.3 Método de Penetração de Pinos

11.2.4 Métodos de Inspeção por Imagens

11.2.5 Método Eletromagnético

11.2.6 Método do Comportamento de Peças Estruturais por Meio da Medição das Deformações

Dentro da construção civil, com a utilização do concreto em larga escala, surgiram projetos e soluções estruturais baseadas nas características desse material, as quais permitem cada vez mais a exequibilidade de estruturas arrojadas, dando maior liberdade aos arquitetos e engenheiros.

 

12 Ensaios Acelerados para Previsão da Resistência do Concreto

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Eng.a Lucy I. Olivan Birindelli • Prof. Dr. Bruno Luís Damineli

12.1 Introdução

12.2 Evolução Histórica

12.3 Experiência Brasileira

12.4 Método Adotado

12.4.1 Escolha do Método

12.4.2 Descrição do Método Adotado

12.4.3 Considerações sobre o Procedimento Adotado

12.5 Aplicação Típica

12.6 Limitações

12.7 Considerações Finais

Anexo A Equipamentos de Laboratório

Anexo B Equipamentos para o Canteiro de Obra

A origem dos ensaios de resistência à compressão é remota. A medição da resistência à compressão em concretos sempre esteve relacionada com a idade de 28 dias. Isto porque, embora o crescimento da resistência seja observado claramente até os 360 dias, a resistência obtida aos 28 dias já é, para a maioria dos cimentos mais comuns, a maior parte da resistência final obtida (a partir desta idade, a taxa de crescimento é muito menor), sendo suficiente para a manutenção da estrutura. Portanto, a mensuração aos 28 dias permitiu a criação de um parâmetro de controle relativamente rápido e confiável para as idades de trabalho do concreto, usualmente períodos acima de um ano.

 

13 Controle Tecnológico do Concreto

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof.a Dr.a Juliana de Carvalho

13.1 Generalidades

13.2 Desenvolvimento Tecnológico

13.3 Premissas para a Qualidade do Concreto

13.4 Materiais Disponíveis e Suas Características

13.4.1 Controle Tecnológico de Materiais Componentes do Concreto – Procedimento

13.5 Plano de Concretagem

13.5.1 Mistura do Concreto

13.5.2 Transporte

13.5.3 Lançamento

13.5.4 Adensamento

13.5.5 Cura

13.6 Preparo, Transporte e Recebimento do Concreto

13.6.1 Etapas de Execução do Concreto

 

14 O Concreto em Situação de Incêndio

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Dr. Armando Lopes Moreno Junior

14.1 Introdução

14.2 Resistência Mecânica do Concreto sob Temperaturas Elevadas

14.3 Lascamento do Concreto

14.4 Mudança de Cor no Concreto

14.5 Reforço/Recuperação de Estruturas de Concreto após Incêndio

14.6 Estruturas de Concreto Reforçadas com Fibra de Carbono em Situação de Incêndio

14.7 Considerações Finais

Um incêndio é uma força destrutiva que causa milhares de mortos todos os anos e com prejuízos financeiros que não passam despercebidos. As perdas por incêndios custaram aos países europeus centenas de milhões de dólares durante o ano de 1914. As perdas mais elevadas ocorreram na Alemanha (RFA), Reino Unido e França, alcançando um total de 370 milhares de dólares. Na Suécia e Holanda, o custo dos incêndios foi de 25 milhões de dólares em cada país. Na Noruega, Grécia e Dinamarca, 15 milhões de dólares em cada um. Na Itália e na Espanha, as perdas foram de 27 milhões e 14 milhões de dólares, respectivamente.

 

15 Pa tologia, Terapia e Durabilidade das Estruturas de Concreto

ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof.a Dr.a Maryangela Geimba de Lima

15.1 Introdução

15.2 Referências Históricas

15.3 Deterioração ou Degradação das Estruturas de Concreto

15.3.1 Grupo I — Erros de Projeto Estrutural

15.3.2 Grupo II — Emprego de Materiais Inadequados

15.3.3 Grupo III — Erros de Execução

15.3.4 Grupo IV — Agressividade do Meio Ambiente

15.4 Ação do Meio Ambiente sobre as Estruturas de Concreto

15.4.1 Dimensões do Clima nos Estudos de Durabilidade

15.4.2 Caracterização dos Diferentes Ambientes em Contato com as Estruturas de Concreto

15.5 Corrosão das Armaduras

 

16 Concepção e Durabilidade das Pontes de Concreto Protendido

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Eng.o José Marecos • Prof. Dr. Arquimedes Diógenes Ciloni

16.1 Introdução

16.2 Revisão Bibliográfica

16.3 Durabilidade das Pontes Existentes

16.3.1 Pontes em Alvenaria

16.3.2 Pontes Metálicas

16.3.3 Pontes em Concreto Armado

16.3.4 Pontes em Concreto Protendido

16.3.5 Posição Atual do Problema

16.4 Concepção e Durabilidade das Pontes de Concreto Protendido

16.4.1 Durabilidade do Concreto Protendido à Luz de Novos Materiais

16.4.2 Disposições Construtivas que Contribuem para a Durabilidade das Pontes de Concreto Protendido

16.4.3 Disposições Construtivas que Permitam e Facilitem as Ações de Inspeção, Manutenção e Conservação

 

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