Empreendedorismo para visionários - 2ª. edição

Autor(es): DORNELAS, José
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Empreendedorismo para Visionários – Desenvolvendo Negócios Inovadores para um Mundo em Transformação (2a. edição) é uma obra inédita que apresenta uma perspectiva contemporânea do mundo dos negócios. O livro oferece ao leitor as ferramentas para seu desenvolvimento como empreendedor e para que realize o sonho de iniciar o próprio negócio. O conteúdo está sistematizado para os mais variados propósitos de leitura: sequencial ou fragmentada; como livro de apoio para disciplinas universitárias e cursos técnicos; e também como guia de estudo individual aos interessados em descobrir e desenvolver habilidades empreendedoras. Há questões e exercícios em cada capítulo – inclusive durante a apresentação de conceitos-chave –, exemplos de planos de negócios discutidos e analisados, além de dinâmicas e atividades lúdicas que reproduzem situações cotidianas. Como apoio ao livro, o site do autor (www.josedornelas.com.br) traz diversos materiais para o aprofundamento de discussões, assim como conteúdos especiais para professores que adotarem esta obra em disciplinas da área de empreendedorismo e planejamento de negócios. Com todos esses recursos, Empreendedorismo para Visionários – Desenvolvendo Negócios Inovadores para um Mundo em Transformação é leitura indispensável para pessoas com grandes ideias e disciplina para torná-las realidade.

8 capítulos

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1. Empreendedorismo em uma era de transformação e mudanças

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Empreendedorismo em uma era de transformação e mudanças

Capítulo 1

1.1 Empreender nos dias atuais

é um pouco diferente

Empreendedorismo já não é uma palavra desconhecida no vocabulário do brasileiro há algum tempo. Jovens e adultos, homens e mulheres, e até crianças, já ouviram falar, leram ou de alguma forma empreendem no seu dia a dia. Empreender é a realização máxima dos sonhadores que almejam ver seus sonhos concretizados.

Alguns empreendem por meio do próprio negócio; outros, em grandes empresas.

Há aqueles que empreendem coletivamente, outros, sozinhos, e há ainda os que participam de organizações não governamentais. Empreender pode estar relacionado com o fazer acontecer em várias fases da vida do ser humano.

No mundo atual, empreender continua tendo o mesmo significado que no passado. Quem empreende está sempre visando ao futuro e à construção de algo novo que vai melhorar a vida das pessoas, de preferência com soluções criativas, inovadoras e sustentáveis. O resultado maior da atividade empreendedora leva

 

2. Diferentes maneiras de empreender

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Diferentes maneiras de empreender

Capítulo 2

2.1 Empreender não é sinônimo de criar empresa

Empreender não se resume à criação do próprio negócio. Mas a maneira mais conhecida de se tornar um empreendedor é criando uma empresa. Por outro lado, com a disseminação do conceito de empreendedorismo na sociedade, o comportamento empreendedor passou a ser observado com mais atenção em ambientes nos quais antes não se pensava haver empreendedores.

Um ator, ao encenar uma peça, pode agir como empreendedor. Na verdade, ele pode agir como empreendedor desde a concepção da peça, no seu planejamento, na preparação para o papel, na execução (atuação) e na entrega do produto ao cliente final (proporcionar felicidade, alegria, satisfação, relaxamento, prazer etc. aos espectadores).

Um funcionário público pode ser um empreendedor ao propor maneiras de otimizar os recursos disponíveis para que o serviço prestado à população seja de excelência, com o menor investimento possível, e trabalhar para que sua proposta seja implementada.

 

3. Quem é o empreendedor do próprio negócio

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Quem é o empreendedor do próprio negócio

Capítulo 3

3.1 Conhecendo o perfil do empreendedor

A tentativa de rotular o perfil do empreendedor e definir os traços comuns àqueles que empreendem não é recente. Há décadas os pesquisadores se debruçam sobre dados das mais variadas fontes com o objetivo de identificar o que pensa e como age o empreendedor. Alguns dos estudos mais conhecidos e disseminados no Brasil pelo SEBRAE é o conjunto de características comportamentais empreendedoras, definidas por David McClelland nas décadas de 1960 e 1970.20

Nos livros Empreendedorismo, Transformando Ideias em Negócios21 e Empreendedorismo na Prática22 também são apresentados estudos e uma relação de características empreendedoras, de maneira a ratificar que o rótulo de empreendedor é um dos mais difíceis de definir, já que a própria definição de empreender, como apresentada no Capítulo 1, permite interpretações subjetivas.

De todo modo, algumas características ou traços empreendedores quase sempre são citados pelos pesquisadores como bastante comuns aos empreendedores do próprio negócio. Assumir riscos calculados é uma delas e que acaba por contrariar o mito de que os empreendedores são loucos pelo risco. Na verdade, os empreendedores sabem que, se não arriscarem, dificilmente conseguirão grandes resultados. Por isso, buscam definir estratégias para calcular e minimizar o risco, mesmo sabendo que eliminá-lo é tarefa impossível.

 

4. O processo empreendedor revisitado

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O processo empreendedor revisitado

Capítulo 4

4.1 Onde tudo começa

O início do processo empreendedor ocorre quando a decisão de empreender é tomada pelo empreendedor. O que leva a essa decisão não depende de uma única variável, como já foi apresentado no Capítulo 2. Na Figura 4.1, esse momento

é representado pelos quadros com setas direcionadas ao círculo “Decisão de empreender”. Nos quadros constam representações de motivações empreendedoras, como vontade, desejo, busca, descoberta, sonho, missão, fazer acontecer, autonomia, ganhar dinheiro, pós-carreira, negócio familiar, convite etc. A partir da decisão tomada, as ideias devem ser analisadas pelo empreendedor de maneira que sejam consideradas ou descartadas na próxima etapa do processo empreendedor. É o que se recomenda para evitar cair na tentação comum quando se tem uma ideia aparentemente infalível. Essas ideias cegam o empreendedor que, sem qualquer análise mais criteriosa, muitas vezes cria o negócio e, com isso, corre grandes riscos de quebrar a empresa.

 

5. Avaliando oportunidades

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Avaliando oportunidades

Capítulo 5

Como foi discutido no Capítulo 4, a análise de oportunidades ocorre a partir das ideias que o empreendedor considera para a criação da empresa. Muitos empreendedores em potencial têm várias ideias de negócios para criar, outros se sentem frustrados por querer empreender, mas acham que não têm ideias interessantes para colocar em prática.

A ideia criativa, genial, singular, sem precedentes, é rara e privilégio de poucos.

Esses poucos empreendedores acabam por mudar o rumo da história com suas criações e invenções. Exemplos recentes e que impactam a vida da maioria das pessoas são os empreendedores da tecnologia da informação e suas ideias que mudaram a maneira como as pessoas se comportam, se relacionam e consomem mídia. Google, Facebook, Twitter, Instagram e similares encaixam-se muito bem nesses casos.

Mas há também empreendedores muito bem-sucedidos que não tiveram ideias

únicas, geniais, espetaculares e, mesmo assim, fizeram acontecer. Esses são a maioria e, caso você não se encaixe no grupo dos privilegiados com ideias geniais, pode ser seu caso daqui a algum tempo, quando estiver à frente da própria empresa (se essa for a sua escolha).

 

6. O plano de negócios

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O plano de negócios

Capítulo 6

Ao concluir a análise de oportunidade, o empreendedor tomará a decisão de levar a frente ou não sua ideia de negócio. Se houver uma desistência por considerar que a ideia não é uma boa oportunidade de negócio, sugere-se que reinicie o ciclo do processo empreendedor, reveja suas ideias e analise novas oportunidades em potencial até selecionar aquela que, em princípio, parece ser a base de um bom negócio.

Como já discutido, a partir da oportunidade identificada, o empreendedor tem duas possibilidades: partir para o desenvolvimento de um plano de negócios tradicional ou desenvolver um plano de negócios efectual. Na verdade, há empreendedores que não desenvolvem nenhuma das duas opções de planejamento e já criam a empresa. Os riscos dessa alternativa já foram tratados nos capítulos anteriores.

O plano de negócios popularizou-se nos últimos anos como uma das principais ferramentas de gestão dos empreendedores, principalmente dos interessados em iniciar uma empresa. Por meio do plano de negócios, o empreendedor consegue ter uma visão mais clara do que será a empresa, do mercado e simular projeções de crescimento do negócio, bem como custos, despesas e potencial de lucratividade.

 

7. Desenvolvendo seu potencial empreendedor

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Desenvolvendo seu potencial empreendedor

Capítulo 7

7.1 Convencendo os outros

A persuasão é uma habilidade comum a muitos empreendedores, e um dos momentos nos quais o empreendedor mais precisa praticá-la é quando deseja convencer as pessoas de seu modelo de negócio e de que sua visão de crescimento

é factível.

Ao concluir o plano de negócios, o empreendedor tem em mãos um cenário ainda teórico para ser provado na prática. O próximo passo é buscar conquistar investidores que aloquem recursos na empresa. Ou ainda, convencer parceiros, amigos, familiares, entre outros a se tornarem investidores-anjo do negócio.

Apesar de parecer intuitivo, há como preparar um discurso de venda afinado com os objetivos do negócio e os do interlocutor. Muitos empreendedores partem para esta fase do negócio com afinco e entusiasmo, e são justamente essas características que acabam ajudando a convencer outras pessoas de que vale a pena dar um voto de confiança ao empreendedor. Porém, nem sempre isso acontece, e, se o empreendedor não estiver preparado, pode ficar sem respostas para perguntas simples, como:

 

8. Fazendo acontecer

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Fazendo acontecer

Capítulo 9

Ao analisar o processo empreendedor, nota-se a ênfase dada às fases iniciais: da concepção da ideia ao desenvolvimento do plano de negócios. É importante ter essas etapas bem desenvolvidas para garantir mais chances de sucesso na tão esperada etapa pelos empreendedores: colocar a empresa em funcionamento, ou seja, fazer acontecer!

Porém, antes de fazer acontecer, o empreendedor precisa ficar atento a diversos aspectos relevantes de seu ambiente de negócio e internos à sua empresa.

Questões relacionadas com legislação, obtenção e gestão de recursos financeiros, contratos, relacionamento com fornecedores, contratação e retenção de funcionários, participação em entidades representativas do setor, entre outros, fazem parte do dia a dia do empreendedor.

Muitas dessas atividades devem ser feitas diretamente pelo empreendedor, outras podem ser delegadas. O importante é conhecer quais são as principais

áreas e atividades que devem ser consideradas desde a criação da empresa e definir a melhor estratégia para considerá-las no negócio. O erro que muitos empreendedores cometem é imaginar que atividades periféricas não são importantes e que, por isso, não precisam de atenção. Muitas vezes, um negócio vai

 



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