Curso de Administração Financeira

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Este livro apresenta conteúdo atualizado que permite fundamentar uma boa tomada de decisão financeira. O texto explica os fundamentos de Finanças Corporativas inseridas no ambiente econômico, cobrindo as decisões financeiras da empresa moderna.

Além disso, aborda decisões financeiras, sustentabilidade e responsabilidade social, objetivos da empresa, mercados financeiros, formação dos juros, avaliação de ações e títulos de renda fixa, como as empresas decidem seus investimentos, estratégias e direcionadores de valor, análise do endividamento das empresas, riscos de mercado, uso de derivativos na gestão de risco, avaliação de empresas e medidas de valor, entre outros temas atuais e fundamentais das Finanças Corporativas.

Os instrumentos financeiros são amplamente ilustrados por meio de exercícios e casos práticos, bem como descrições de situações reais. Uma preocupação dos autores ao elaborar esta obra foi simplificar as explicações, procurando sempre a forma mais fácil, desmistificada e prática de apresentar o assunto, priorizando a qualidade e profundidade necessárias à matéria. A tônica adotada foi traduzir em linguagem totalmente prática e de fácil compreensão os conteúdos técnicos vivenciados no cotidiano do administrador financeiro de uma empresa, que poderá ser reiterado nos boxes incorporados ao longo dos capítulos.

APLICAÇÃO

Livro-texto para as disciplinas Introdução à Administração Financeira, Administração Financeira, Estrutura e Orçamento Empresarial, Mercado Financeiro e Mercado de Capitais dos cursos de graduação e pós-graduação (lato sensu) em Economia, Administração e Ciências Contábeis. Leitura complementar para as disciplinas Mercado Financeiro e Derivativos, Contabilidade Avançada e Matemática Financeira.

Obra recomendada para reciclagem a todos que estudaram o assunto e necessitam de revisão e atualização de seus principais conceitos e técnicas, bem como para profissionais de diferentes áreas que desejam iniciar seus estudos em Finanças Corporativas.

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31 capítulos

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1 Introdução às Finanças Corporativas

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Objetivos do capítulo

1. Abordar toda a trajetória de evolução das finanças de empresas, direcionada para o estudo conceitual das finanças corporativas.

2. Identificar os objetivos e as responsabilidades atuais da administração financeira.

3. Descrever as funções da administração financeira e também compreender a abrangência das duas grandes decisões financeiras: decisão de investimento e decisão de financiamento.

4. Compreender o impacto que o fenômeno da inflação causa nas decisões financeiras, sua influência e aspectos marcantes.

5. Tratar a relação da administração financeira com o objetivo da empresa, e descrever as formas de mensuração deste objetivo.

6. Abordar a dinâmica das decisões financeiras de acordo com a realidade brasileira.

Para ser um bom administrador financeiro de uma empresa, é preciso conhecer a fundo os fundamentos das finanças de empresas – também chamadas de corporate finance ou finanças corporativas. O que é a administração financeira? Qual sua importância para as empresas? Como são tomadas as decisões financeiras? Como as características da economia brasileira podem limitar os instrumentos financeiros mais tradicionais? A resposta a essas e a outras questões pertinentes constitui a preocupação central deste capítulo introdutório ao estudo das finanças corporativas.

 

2 Ambiente Financeiro Brasileiro

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Objetivos do capítulo

1. Descrever, de modo geral, a estrutura do Sistema Financeiro Nacional e das principais instituições que o compõem.

2. Identificar os tipos de ativos financeiros existentes no mercado, bem como sua classificação no que diz respeito à emissão, renda e prazo destes.

3. Entender como funcionam o mercado de ações, a Bolsa de Valores e compreender também os tipos de ações existentes, suas formas de emissão e rendimentos.

4. Expor os grandes segmentos do mercado financeiro (mercado monetário, mercado de crédito, mercado de capitais e mercado cambial).

5. Abordar a formação das taxas de juros no Brasil e introduzir o conceito de taxa livre de risco.

A atuação das finanças corporativas desenvolve-se dentro de um ambiente financeiro de mercado complexo e cada vez mais influente. Nesse contexto, o administrador financeiro deve identificar as melhores oportunidades de aplicação disponíveis e formar uma equilibrada posição de risco nas diversas decisões financeiras tomadas pela empresa.

 

3 Cálculo Financeiro

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Objetivos do capítulo

1. Conhecer os critérios do cálculo financeiro, através dos dois tipos de capitalização de juros: simples (linear) e compostos (exponencial).

2. Saber diferenciar, identificar e converter taxas de juros nominais, efetivas e equivalentes.

3. Abordar os conceitos de valor presente e valor futuro, através de séries de pagamentos ou recebimentos.

4. Entender a metodologia de cálculo da Taxa Interna de Retorno (IRR) e o seu significado para análise e decisão de investimento.

O cálculo financeiro é aplicado na solução de diversas questões financeiras relevantes, como comprar a vista ou a prazo, cálculo do custo efetivo de um financiamento, decisões: alugar × comprar, formação dos juros, como escolher entre as alternativas de investimentos mais atraentes, formação de preços de venda, e assim por diante.

De forma bastante objetiva, o juro pode ser entendido como o custo do dinheiro. É o preço que se cobra para emprestar dinheiro, ou o retorno que se espera ganhar em operações de investimento.

 

4 Cálculo Financeiro em Contexto Inflacionário

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Objetivos do capítulo

1. Compreender a influência da inflação dentro do ramo de atuação do cálculo financeiro, que é imprescindível para o processo de tomada de decisões financeiras.

2. Descrever os indicadores de inflação brasileiros: IGP-DI, IGP-M, INPC, IPCA e variação cambial.

3. Abordar o método de cálculo para determinação da taxa de inflação; da taxa de desvalorização da moeda e também para cálculo da taxa real.

O processo inflacionário presente numa economia pode ser explicado, segundo uma abordagem mais simplista, pelo incremento generalizado dos preços dos vários bens e serviços transacionados. Em sentido oposto, ou seja, quando ocorre baixa generalizada de preços no mercado de fatores de produção e de mercadorias, tem-se o fenômeno definido por deflação.

Tanto a inflação como a deflação são eventos bastante importantes para as finanças das empresas, exigindo maior atenção e conhecimento do gestor. É importante sempre que o administrador financeiro conheça os resultados reais da empresa, e possa avaliar também os ganhos e perdas produzidos pelas alterações nos índices de preços.

 

5 Produtos Financeiros

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Objetivos do capítulo

1. Descrever as características dos principais ativos e demais produtos negociados no mercado financeiro e identificar as peculiaridades de cada um destes ativos no que se refere a emissão, prazos e rendimentos.

2. Explicar os componentes básicos do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), abordando a taxa over de juros – medida de ampla utilização no mercado financeiro brasileiro.

3. Definir o sistema de crédito rotativo, como é utilizado no Brasil, suas vantagens e desvantagens.

4. Definir os principais sistemas de amortização existentes em prática atualmente no mercado, mostrando suas características e técnicas de operacionalização.

Os investimentos em forma de capitalização, fundos, previdência, aquisição de bens, crédito pessoal, crédito consignado, seguros, cartão de crédito entre outros fazem parte do mix de serviços oferecidos pelos bancos. Em outras palavras, são os produtos mais divulgados e oferecidos no mercado financeiro.

 

6 Avaliação de Renda Fixa

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Objetivos do capítulo

1. Demonstrar os principais cálculos de medidas de desempenho utilizadas nos títulos de renda fixa.

2. Compreender os conceitos de Yield to Maturity e Current Yield.

3. Demonstrar a formulação do Duration de Macaulay, suas propriedades e conceitos de volatilidade.

Um título no mercado é chamado de renda fixa quando todos os rendimentos oferecidos ao seu titular são conhecidos previamente, ou seja, no momento da aplicação.

Os investimentos em renda fixa podem ser ainda prefixados, quando os juros totais são definidos por todo o período da operação independentemente do comportamento da economia, ou pós-fixados, quando somente uma parcela dos juros é fixa (taxa real de juros), sendo a outra parte definida com base num indexador de preços contratado (IGP-M, IPCA, TR etc.).

Conforme já definidos nos capítulos anteriores, os principais produtos de renda fixa negociados no Brasil são os certificados (e recibos) de depósito bancário, as debêntures, a caderneta de poupança, os fundos de investimentos em renda fixa, as letras de câmbio e letras hipotecárias.

 

7 Avaliação de Renda Variável

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Objetivos do capítulo

1. Definir e elencar os diversos critérios de análise de ativos de renda variável.

2. Descrever os principais indicadores de renda variável.

3. Identificar os métodos de mensuração do valor das ações, sendo elas de prazo determinado ou indeterminado, compreendendo também a taxa de retorno do investimento.

Um título é chamado de renda variável quando os seus rendimentos são formados com base no desempenho apresentado pela instituição emitente. Um ativo de renda variável não garante remuneração ao investidor. O portador de uma ação é considerado como coproprietário da empresa.

Por exemplo, uma ação é classificada como de renda variável em razão de seus rendimentos terem relação com os resultados auferidos pela empresa emissora. O retorno de uma ação decorre do sucesso ou insucesso da empresa.

As ações possuem geralmente alta liquidez, ou seja, conseguem se converter em dinheiro facilmente. Quanto maior a aceitação de uma ação no mercado, mais rápida a sua conversão, isto é, sua liquidez.

 

8 Entendendo as Demonstrações Contábeis Brasileiras

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Objetivos do capítulo

1. Descrever os tipos de demonstrações contábeis brasileiras existentes e entender como elas se estruturam.

2. Expor o conceito de balanço patrimonial e seus componentes.

3. Entender a demonstração do resultado do exercício e demonstrar seu método de cálculo.

4. Expor o sistema de demonstração das origens e aplicação de recursos (DOAR), destacando as contas que aumentam e as que diminuem o capital circulante líquido da empresa (CCL).

5. Conhecer o método de demonstração dos fluxos de caixa (DFC) e como ele é calculado.

6. Abordar de modo integrado as diversas demonstrações contábeis, proporcionando ao leitor uma ampla visão de como tais demonstrações se inter-relacionam.

7. Expor outros itens importantes que compõem as demonstrações financeiras, tais como: notas explicativas e parecer de auditores independentes.

As demonstrações contábeis brasileiras são basicamente regidas pela Lei no 6.404/76, e complementos. A Lei no 11.638, promulgada em dezembro de 2007, a Lei no 11.941/2009 e a Lei no 12.973/2014, com o estabelecimento de regras definitivas, aplicadas às empresas de grande porte, trouxeram importantes atualizações na forma de registrar as informações financeiras. Atualmente, a Contabilidade no Brasil caminha para tornar os balanços das empresas bem mais transparentes, fornecendo detalhes das informações relevantes aos investidores para adequar sua estrutura aos padrões contábeis internacionais.

 

9 Como Analisar as Demonstrações Financeiras

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Objetivos do capítulo

1. Fornecer o instrumental básico para análise das demonstrações financeiras voltadas para o administrador interno da organização, e também para o analista externo.

2. Descrever os procedimentos da análise horizontal e vertical, que são técnicas mais simplistas, porém não menos importantes.

3. Abordar os conceitos, cálculos e aplicações dos indicadores econômico-financeiros, divididos em quatro grupos: atividade; endividamento e estrutura; rentabilidade; e análise de ações.

4. Explicar a construção de diagramas de indicadores de desempenho, que permitem descobrir as causas que determinaram as variações ocorridas.

A análise das demonstrações financeiras constitui um dos estudos mais importantes das Finanças Corporativas, despertando enorme interesse tanto para os administradores internos da empresa como para os diversos segmentos de analistas externos.

Para o administrador interno da empresa, a análise visa basicamente a uma avaliação de seu desempenho geral, notadamente como forma de identificar os resultados (consequências) retrospectivos e prospectivos das diversas decisões financeiras tomadas.

 

10 Análise das Demonstrações Financeiras – Aplicações Práticas

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Objetivos do capítulo

1. Desenvolver aplicações práticas para análise econômico-financeira, com base em demonstrativos financeiros publicados pelas empresas. Tal aplicação terá enfoque na estrutura e evolução patrimonial; estrutura de resultados; liquidez; endividamento, retorno do investimento e lucratividade.

2. Fornecer conclusões de cada item analisado, permitindo maior entendimento e clareza aos leitores no que se refere à situação econômico-financeira da empresa.

São consideradas as demonstrações contábeis publicadas por uma companhia de capital aberto (empresa industrial do setor de produtos eletrônicos) referentes aos dois últimos exercícios sociais.

Todos os ajustes dos efetivos valores publicados pela imprensa nacional foram efetuados com o único propósito de simplificar as operações numéricas, e em nada modificaram a estrutura das demonstrações contábeis publicadas, assim como as conclusões extraídas com relação ao desempenho apresentado pela empresa.

 

11 Análise Custo – Volume – Lucro e Alavancagem Operacional

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Objetivos do capítulo

1. Descrever as características da análise custo – volume – lucro, enfocando e diferenciando os pontos de equilíbrio contábil, econômico e financeiro.

2. Abordar a formação do resultado operacional no Brasil e propor métodos de ajuste no resultado operacional, adequando-o às características do ambiente econômico do Brasil.

3. Explicar o significado de alavancagem operacional e sua formulação.

Alavancagem é o resultado do uso de recursos operacionais e financeiros que tenham um custo fixo para aumentar o retorno dos proprietários de uma empresa. A alavancagem pode ser operacional, financeira e total.

Alavancagem operacional é determinada pela relação existente entre as receitas operacionais da empresa e o seu LAJIR (Lucro Antes dos Juros e do Imposto de Renda), ou seja, lucro operacional antes do IR.

Alavancagem financeira é determinada pela relação entre esse LAJIR e o lucro líquido da empresa pelo uso dos encargos financeiros fixos.

 

12 Alavancagem Financeira

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Objetivos do capítulo

1. Entender os conceitos básicos e aplicações da alavancagem financeira como um dos instrumentos mais importantes na avaliação do desempenho das empresas.

2. Expor a formulação do grau de alavancagem financeira (GAF).

3. Abordar o efeito que o Imposto de Renda provoca na alavancagem financeira.

4. Relacionar o GAF com os prazos de amortização de passivos.

5. Mostrar como funciona a alavancagem financeira no Brasil no que se refere a passivos exigíveis, reciprocidade bancária, duplicatas descontadas, entre outros aspectos.

Alavancagem Financeira é o efeito causado por se tomar recursos de terceiros emprestados a determinado custo, aplicando-os em ativos a outra taxa de retorno: a diferença vai para os proprietários e altera, para mais ou para menos, o seu retorno sobre o patrimônio líquido. Em outras palavras, pela utilização de recursos de terceiros em sua estrutura de capital uma empresa pode modificar a rentabilidade do capital próprio.

 

13 Medidas de Criação de Valor

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Objetivos do capítulo

1. Entender os conceitos fundamentais do modelo de gestão baseada no valor, abordando custo de oportunidade do acionista, criação de valor, estratégias financeiras, entre outros.

2. Dimensionar os principais indicadores econômicos de uma gestão baseada em valor.

3. Demonstrar o cálculo do Valor Econômico Agregado (EVA).

4. Discutir o conflito valor versus lucro.

Uma empresa será considerada como criadora de valor quando for capaz de oferecer a seus proprietários de capital (credores e acionistas) uma remuneração acima de suas expectativas mínimas de ganhos. Em outras palavras, quando o resultado gerado pelos negócios superar a taxa de remuneração exigida pelos proprietários de capital (credores e acionistas) ao financiarem as decisões de investimento.

A criação de valor se reflete no preço de mercado das ações da empresa, apresentando uma valorização decorrente de sua capacidade em melhor remunerar o custo de oportunidade de seus proprietários.

 

14 Decisões de Investimentos

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Objetivos do capítulo

1. Apresentar os diferentes tipos de investimentos e a natureza das propostas financeiras para avaliação de investimentos.

2. Descrever as principais teorias dos juros e os critérios de decisão a serem seguidos pelos agentes econômicos

3. Ilustrar a importância da utilização e do dimensionamento dos fluxos de caixa na análise de investimentos.

As decisões de investimento envolvem a elaboração, avaliação e seleção de propostas de aplicações de capital efetuadas com o objetivo, normalmente de médio e longo prazos, de produzir determinado retorno aos proprietários de ativos.

O processo de alocação de capital (investimento) é uma das três decisões financeiras (investimento, financiamento e dividendos) que devem tomar a atenção do administrador financeiro de uma empresa, considerada talvez, pela sua complexidade e abrangência, como a mais importante das Finanças Corporativas.

Em verdade, são os investimentos fixos nas operações que definem o futuro de uma empresa, sua viabilidade e competitividade. São aplicações geralmente de longo prazo e, uma vez realizado o investimento, torna-se difícil reverter a decisão. O objetivo é selecionar, entre as oportunidades disponíveis de investimentos, aquelas que mostram viabilidade econômica, que agregam valor aos acionistas.

 

15 Avaliação Econômica de Investimentos

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Objetivos do capítulo

1. Apresentar os métodos de avaliação econômica aplicados às decisões de investimentos.

2. Ilustrar o cálculo de cada um dos métodos com seus pressupostos necessários para análise da viabilidade de investimentos.

3. Abordar as decisões de investimentos em condições especiais: projetos com diferentes distribuições dos fluxos de caixa no tempo e em condições de restrição orçamentária.

Outra fase das decisões de investimento de longo prazo consiste na utilização de métodos de avaliação econômica, com o objetivo de se apurar os resultados e atratividade das aplicações de capital.

As propostas de investimentos, para serem aceitas, devem oferecer um retorno mínimo definido pela empresa. A abordagem aceitar – rejeitar consiste em selecionar propostas que atendam ao critério mínimo de retorno estabelecido.

As propostas de investimentos aceitáveis podem ser classificadas ainda segundo alguma medida estabelecida pela empresa, como rentabilidade, riqueza criada etc. A de melhor resultado é classificada em primeiro lugar,

 

16 Entendendo as Estatísticas de Risco

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Objetivos do capítulo

1. Entender o conceito de eficiência de mercado e sua importância na análise de risco.

2. Explicar as principais medidas estatísticas de risco e descrever suas aplicações em finanças.

3. Expor as definições e propriedades do retorno esperado, risco e volatilidade.

4. Entender a teoria das probabilidades aplicada a análise de risco, relacionando essa teoria com as operações do mercado financeiro.

5. Abordar a definição de risco no contexto de um portfólio de investimento, destacando a gestão do risco para cada classe de ativos.

O risco pode ser entendido pela capacidade de se mensurar o estado de incerteza de uma decisão mediante o conhecimento das probabilidades associadas à ocorrência de determinados resultados ou valores.

A ideia de risco, de forma mais específica, está diretamente associada às probabilidades de ocorrência de determinados resultados em relação a um valor médio esperado. É um conceito voltado para o futuro, que revela uma possibilidade de perda.

 

17 Decisões de Investimentos em Condições de Risco

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Objetivos do capítulo

1. Mostrar como se calcula o risco associado e um fluxo de caixa de um investimento.

2. Explicar a diferença entre análise de sensibilidade e análise de cenários identificando os conceitos de value at risk e ponto de equilíbrio.

3. Definir fluxos de caixa independentes e dependentes e aplicar a teoria das probabilidades à análise das condições de risco.

4. Mostrar as aplicações das árvores de decisões na análise de risco.

5. Introduzir os fundamentos da decisão em risco no contexto de uma carteira de investimentos.

Nas decisões de investimento, o risco pode ser considerado de forma explícita em seus fluxos de caixa esperados. Nesse caso, a taxa de desconto utilizada para a avaliação é considerada como sem risco. De outra maneira, o risco pode ser inserido de forma implícita na taxa de desconto selecio- nada, sendo definido um prêmio pelo risco assumido.

 

18 Teoria do Portfólio, Retorno e Custo de Oportunidade

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Objetivos do capítulo

1. Mostrar o processo de cálculo de retorno e risco na seleção de ativos no contexto de carteiras de investimentos;

2. Expor o conceito de investimentos no contexto da teoria do portfólio;

3. Desenvolver o modelo de precificação de ativos de capital e aplicar seus conceitos no cálculo do custo de oportunidade.

O risco de uma carteira depende não somente do risco de cada elemento que a compõe e de sua participação no investimento total, mas também da forma como seus componentes se relacionam (covariam) entre si.

O modelo do CAPM é bastante utilizado nas operações de investimentos, permitindo que se apure a o custo de oportunidade em condições de risco. O coeficiente beta, medida de risco do modelo, indica o incremento necessário no retorno de um ativo de forma a remunerar adequadamente o seu risco. É uma medida de risco sistemático.

 

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