História Global da Arquitetura

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Este guia único cobre mais de 5 mil anos de evolução do ambiente construído. Organizado ao longo de uma linha do tempo, o livro discute os movimentos arquitetônicos marcantes que caracterizaram cada período. Escrito por especialistas que enfatizam as conexões, os contrastes e as influências dos movimentos de arquitetura ao longo da história e de todas as partes do mundo, a obra está totalmente atualizada e expandida, englobando os estudos mais recentes.

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Centros Rituais

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3500 a .C.

CENTROS RITUAIS

6

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Linha de visão

No ambiente agropastoril, os seres humanos passaram a pensar e a agir de modo diferente daquele de seus ancestrais da primeira sociedade. As florestas tinham de ser derrubadas; a argila precisava ser recolhida para a produção de potes, que, então, eram cozidos em fornos; os celeiros deviam ser construídos; os animais exigiam cuidados; a lã precisava ser colhida e transformada em tecido; as plantas, que outrora eram consideradas como alimentos, agora eram vistas como ervas daninhas que tinham de ser retiradas dos jardins e dos campos de cultivo.

As prioridades precisavam ser estabelecidas; as crianças deviam aprender os papéis que futuramente lhes caberiam, como adultas; e os sacerdotes tinham de garantir a boa-vontade dos deuses. Os costumes tinham de ser respeitados quando se tratava de posição social, encontrar um companheiro e construir uma casa. Os rebanhos eram ameaçados pelas doenças e pelos predadores, e as plantações podiam ser perdidas por uma peste ou pela falta de cuidado. Os grãos podiam apodrecer, e as tribos vizinhas às vezes atacavam. A sincronização de esforços que uma aldeia exigia, a estratificação das atividades de cada gênero humano e a criação de um novo conjunto de deuses poderosos que mantinham uma comunicação privilegiada com as elites produziu um tipo de revolução cognitiva. A coesão que isso exigiu é impressionante, e, em muitas partes do globo, a vida das aldeias ainda é o amálgama que mantém uma sociedade unida.

 

Os Primórdios da Civilização Chinesa

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3500 a .C.

OS PRIMÓRDIOS DA

CIVILIZAÇÃO CHINESA

Na China, a passagem para o mundo agrícola ou aldeão ocorreu por volta de 9000 a.C. No entanto, não se pode dizer que tenha havido uma “origem” única da civilização chinesa. Na verdade, o que ocorreu foi um desenvolvimento multinuclear e gradual que, no início, surgiu de modo um tanto independente, com a ênfase, no

Sul, sendo dada ao cultivo de arroz, e, no Norte, ao painço e à criação de porcos. O arroz selvagem foi domesticado nas margens pantanosas e no delta do Rio Yangtze. O painço, que prefere um clima mais frio, cresce naturalmente nas encostas de colinas, onde, com o passar do tempo, também foi domesticado. Os porcos desempenharam um papel importante nas aldeias desde os primórdios dessa civilização, e, junto com as ovelhas, já haviam sido introduzidos nas culturas do norte da China em cerca de 5000 a.C., senão antes disso. Por volta de 4000 a.C., especialmente no Norte, surgiram comunidades regionais e bem organizadas, ainda que pequenas.

 

Mehrgarh e os Primeiros Assentamentos do Vale do Rio Indo

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Á sia Ocidental

Área edificada

(aproximadamente)

De s de filad

Bo eiro lan

Harappa

Mehrgarh

3300–1900 a.C.

Ind

Rio

Mehrgarh II

5000–3200 a.C.

Mehrgarh III

3500–3200 a.C.

0

MEHRGARH E OS PRIMEIROS

ASSENTAMENTOS DO

VALE DO RIO INDO

Embora haja evidências de ocupação neolítica da

Índia já em 10000 a.C., suas culturas sedentárias começaram a surgir por volta de 7000 a.C., nas colinas ao leste das Montanhas do Baluchistão, no atual Paquistão. Esse era um ambiente agropastoril típico de sua época, permitindo o cultivo do solo nas encostas acima do rio, o pastoreio nos campos planos do vale e a caça nas colinas e montanhas. Por volta de 6500 a.C., uma comunidade aparentemente destacou-se, tornando-se a primeira de uma longa linha de ambientes protourbanos que em breve ali surgiriam. Conhecida como Mehrgarh, ela se situava estrategicamente acima da Planície de Kachi, a sudeste da atual

 

As Redes de Povoados da Mesopotâmia e dos Balcãs

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3500 a .C.

Vinca Belo Brdo

Cultura Vinca

Mar Negro

6000 a.C.

Tell Halaf

Tell Maghzaliyah

Tell Hasuna

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Cordil

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o Tau

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Mar Cáspio

7000 a.C.

9000 a.C.

Mar Mediterrâneo

Jarmo

Ganj Dareh

Catal Hüyük

Tell Aswad

Jericó

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Ma

Mênfis

Tell es-Sawwan

Susa

O Crescente Fértil é uma região agrícola que se estende ao longo da base da Cordilheira do Tauro e dos Montes Zagros, em um amplo arco que parte da costa oriental do Mediterrâneo até o atual Iraque.

o Pé

Golf

5000 a.C.

A palavra Mesopotâmia vem das palavras gregas mesos e potamas e significa “entre rios”, denominando a fértil planície entre os rios Tigre e Eufrates.

r Ve l rme ho

AS REDES DE POVOADOS DA

MESOPOTÂMIA E DOS BALCÃS

A transformação para a agricultura centrada no vilarejo ocorreu no Levante por volta de 9000 a.C. Durante alguns séculos de clima frio, duas plantas em particular pareciam prosperar: o trigo e a cevada. Os moradores locais descobriram como cuidar desses cereais em campos cada vez maiores. Isso, combinado com a domesticação de ovelhas e cabras e o pastoreio de gado, resultou em uma cultura muito distinta daquela de seus ancestrais. Os rituais foram modificados, assim como os papéis atribuídos a cada gênero.

 

O Egito Pré-Dinástico e do Início das Dinastias

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Á frica

Templo de Osíris

Mar Mediterrâneo

Ábidos

Recinto funerário

Cemitério norte

Mênfis

Va le

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Deserto baixo

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Área cultivada

Rio N

Umm el-Qaab

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Deserto baixo

Ábidos

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Tebas

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Deserto alto

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1.37  O Egito das primeiras dinastias

O EGITO PRÉ-DINÁSTICO E

DO INÍCIO DAS DINASTIAS

O Norte da África foi outrora uma vasta zona fértil, com savanas e pastagens, povoada por seres humanos desde tempos remotos. Foi aqui, como vimos ao discutir Nabta Playa, que o gado foi domesticado pela primeira vez. Contudo, no sexto milênio antes de Cristo, o intenso aquecimento climático que atingiu o mundo inteiro transformou pouco a pouco essa região africana nas intermináveis extensões de areia que hoje denominamos Deserto do Saara. Suas populações migraram para o oeste, em direção ao Marrocos,

à Espanha e mais além, ou para o leste, para as margens do Nilo. A densidade da população do

 

A Evolução Europeia

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Europa

Newgrange

4800–3000 a.C.

3000–1200 a.C.

1.42  Culturas megalíticas, 4800–1200 a.C.

A EVOLUÇÃO EUROPEIA

A complexa geografia europeia, com seus perfis litorâneos, seus rios e suas cadeias de montanhas, tornou improvável a emergência, ali, de uma única civilização coesa, como ocorreu no

Egito, na China e na Índia. Além do mais, na

Europa, devido à dificuldade de transplantar os cereais para o norte, com suas diferenças climáticas, o processo de povoamento só se completou por volta de 3500 a.C. Por terem se desenvolvido sem possuir como pano de fundo a “história” do domínio da agricultura, as culturas europeias não se centraram nas linhagens familiares matriarcais, através das quais necessariamente se transmitia tal conhecimento, mas nos clãs, capazes de unir comunidades na defesa, na guerra e no comércio. Isso explica por que os europeus só muito mais tarde desenvolveram uma cultura centrada em templos ou, no mesmo sentido, uma cultura sacerdotal mais complexa.

 

A Civilização dos Vales dos Rios Indo e Ghaggar-Hakra

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2500 a .C.

A CIVILIZAÇÃO DOS VALES DOS

RIOS INDO E GHAGGAR-HAKRA

A civilização do Indo/Ghaggar-Hakra passou por quatro estágios básicos de desenvolvimento:

1. A urbanização do Vale do Rio Ghaggar-Hakra, circa 2800 a.C.

2. A ascensão e o predomínio de quatro cidades: Harappa, Mohenjo-Daro, Rakhigarhi e

Ganweriala – circa 2500 a.C.

3. A nova urbanização das áreas ao sul e ao leste, circa 2200 a.C.

4. A reurbanização do Rio Ghaggar-Hakra após o declínio, circa 1700 a.C.

O período ao redor de 2500 a.C. foi principalmente de expansão e prosperidade por toda a

Ásia Ocidental e o Vale do Rio Indo. Sem dúvida, as cidades ao longo do Rio Ghaggar-Hakra estavam sendo ampliadas, e seus construtores se tornavam proficientes em hidrologia. Tijolos de barro cozidos eram utilizados para construir gigantescas plataformas, que serviam como bases para as cidades e para suas muralhas de defesa, além de ajudar no controle das inundações. E, o mais importante de tudo, foram desenhados sistemas de drenagem elaborados e interconectados, para o escoamento das águas pluviais. Um dreno central sob o principal portão de Harappa ainda está de pé. Todavia, o Rio Indo transbordou muitas vezes, e cada alagamento cobriu a cidade com uma espessa camada de silte (lodo).

 

Margiana

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Á sia Central

MARGIANA

Hoje, os sopés da Cordilheira do Turkmen-Khorasan, perto do Mar Cáspio, são uma área solitária e relativamente pouco povoada, mas, milhares de anos atrás, eram cobertos por estepes, constituindo-se em uma área perfeita para o pastoreio, junto com o cultivo da terra ao longo do rio. A região também constitui o centro de longínquas conexões de rotas comerciais que ligam a Ásia inteira a um conjunto de civilizações que cobriam do Egito à Mesopotâmia e da Índia até mesmo à China. A área é conhecida como a civilização de Margiana, mas também chamada de Complexo Arqueológico da Báctria-Margiana

(CABM). A maior parte do Complexo Arqueológico da Báctria-Margiana se situa na Rússia e no

Turcomenistão atuais.

Essa civilização consistia em mais de 300 assentamentos nos vales que formam os promontórios do Rio Oxus. Gonur, ao longo do Rio

Murghab, parece ter sido sua capital. Ela possuía um templo ou cidadela e um palácio constituído por vários edifícios, separados por uma distância de cerca de 300 metros. O palácio tinha formato de um quadrângulo quase perfeito (media 120 por 125 metros) e era circundado por uma muralha defensiva, com torres em intervalos regulares. Fora dele havia vários altares baixos e ao ar livre, o que sugere que eram usados para os ritos do fogo. Não há sinal de estátuas de divindades. Para chegar à sala do trono, era preciso cruzar dois longos salões de audiência e virar à esquerda duas vezes. O setor residencial do palácio localizava-se no centro e tinha dois pátios a oeste. Havia também uma capela e um complexo mortuário. Curiosamente, foi identificado um conjunto de cômodos sem portas e completamente repletos de areia limpa do rio. O propósito simbólico desses espaços extraordinários ainda não foi revelado, mas talvez fizessem parte do primeiro palácio, que fora protegido por um ritual. Uma longa escadaria levava à cobertura desses recintos, indício de que tivesse algum uso para rituais. Na decoração das paredes do palácio, os arqueólogos observaram fortes semelhanças com a arte da Ásia Ocidental, da Anatólia e até a arte minoica. É evidente que se tratava de pessoas que tinham fortes vinculas com o Ocidente e a Ásia Central. Será que migraram de lá, como acreditam alguns? Ou faziam parte de um grupo maior de civilizações? O distrito do templo, em forma de paralelogramo, passou por várias fases de desenvolvimento; seu forte central pertence à última fase.

 

Os Primeiros Impérios da Mesopotâmia

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2500 a .C.

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Área agrícola

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OS PRIMEIROS IMPÉRIOS

DA MESOPOTÂMIA

Não se sabe quando os acadianos começaram a entrar no centro da Mesopotâmia, ou qual eram suas origens, mas, em 2300 a.C., eles já predominavam nos arredores da atual Bagdá e mais ao norte, ao longo dos rios. Sargão, um rei acadiano que governou por volta de 2334 a 2279 a.C., redefiniu o panorama político mesopotâmico. Essa foi a primeira centralização de poder com êxito de que se tem conhecimento na região. A ideia de lealdade cívica, centrada na aldeia, tão importante para os antigos sumerianos, foi substituída

2.14  Estátua representando a cabeça de governante acádio

34

pelo conceito de lealdade a um único soberano, e Sargão tomou medidas que reduziram propositadamente o poder dos chefes de clã locais.

Esse novo conceito de poder aparece na figura de uma cabeça que representa um governante acadiano, encontrada na cidade de Nínive. A escultura é notável por seus traços marcantes, barba artisticamente trançada e postura majestosa.

 

Egito: O Antigo Império

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2500 a .C.

Mar Mediterrâneo

Baixo Egito

Gizé

Mênfis (Mennof-Ra)

Sacara

Meidum

Rio N ilo

Alto Egito

Mar Vermelho

Tebas

Embora os egípcios de uma época posterior relatassem que sua história antiga surgiu após a unificação do Alto e do Baixo Egito, as evidências arqueológicas sugerem que a unificação foi um processo gradual, que se prolongou por vários séculos. Dessa unificação surgiu o que os próprios egípcios de períodos posteriores chamariam de Antigo Império, cuja capital era

Mênfis. A nova unidade política, combinada com o rápido desenvolvimento da escrita hieroglífica e uma poderosa burocracia, foi o estágio final da transformação do Egito numa sociedade complexa, estruturada verticalmente, com população de vários milhões de agricultores e escravos. Já se calculou que, no terceiro milênio antes de Cristo, o Vale do Nilo produzia o triplo do necessário para suprir suas necessidades. Desde muito cedo, havia trabalhadores de sobra, muito além dos necessários para garantir a autossuficiência da região. Logo um enorme exército de escravos, trabalhadores braçais, técnicos, burocratas e cozinheiros passou a ser empregado exclusivamente em projetos para a realeza. E não faltava material de construção. A pedra era abundante no

 

Arquitetura e Alimentos

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Á frica

2.36  Estela egípcia

Uma estela de pedra mostra um personagem real fazendo uma refeição fúnebre, sentado junto a uma mesa de oferendas coberta com os pães que lhe haviam sido trazidos. No chão, a seu lado, há pequenas plataformas com vasilhas contendo incenso e unguentos, figos e vinho.

ARQUITETURA E ALIMENTOS

Tanto para a sociedade mesopotâmica quanto para a egípcia, a comida não era sustento apenas para os homens, mas também para os deuses. As oferendas eram dispostas em frente da escultura do Ka, em seu nicho, para prover para a difícil viagem a realizar. Consistiam em carne, aves assadas, pão, frutas, legumes, cerveja e vinho, tudo obtido nos próprios jardins que pertenciam ao templo. O abate dos animais, feito longe da vista dos deuses, era supervisionado pelos sacerdotes. Sob uma perspectiva antropológica, pode-se dizer que essa equação era necessária para a coesão social e política. Na Mesopotâmia também há indícios disso: o próprio zigurate era um tipo de plataforma elevada para realizar banquetes. Um texto informa que “ao cair da noite, na cobertura do alto templo do zigurate

 

Stonehenge

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Os Templos Megalíticos de Malta

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2500 a .C.

Ggantija

Sardenha

Sicília

Malta

Mar Mediterrâneo

Tarxien

Norte da África

Mnajdra

2.42  Sítios de templos na Ilha de Malta

OS TEMPLOS MEGALÍTICOS

DE MALTA

Por volta de 4000 a.C., colonizadores chegaram ao arquipélago maltês, uma série de ilhas rochosas entre a costa da Sicília e o norte da África. Ali criaram fazendas e comercializaram ferramentas, pederneiras, obsidiana e outros materiais não nativos com os moradores da Sicília e da Sardenha. Hoje, sem a tecnologia atual, a Ilha de Malta seria relativamente inóspita, pois possui poucas

árvores e nenhuma fonte de água natural. No entanto, na Antiguidade, devem ter existido lá fontes naturais e um ambiente propício à agricultura, pois os malteses prosperaram durante mil anos, entre 3500 e 2500 a.C., sendo mais ou menos contemporâneos ao Antigo Império egípcio.

No Egito houvera uma rápida mudança para uma cosmologia complexa, controlada pela elite.

 

As Primeiras Civilizações da América do Sul

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2500 a .C.

Galgada

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Oceano Pacífico

Caral

Rio Fortaleza

El Paraiso

Rio Pativilca

Aspero

Rio Supe

Rio Huaura

2.48  Reconstrução do volume da Pirâmide Escalonada de

Galgada, Peru

2.47  Os primeiros assentamentos peruanos

AS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES

DA AMÉRICA DO SUL

Durante a Era Glacial, entre 30000 e 10000 a.C., populações nômades da China e da Mongólia cruzaram as então existentes pontes terrestres formadas pelo Estreito de Bering. Fixaram-se primeiro nas grandes planícies da América do

Norte e, então, mais ao sul, ao longo da costa do Oceano Pacífico. Em 10000 a.C., já haviam alcançado a extremidade inferior da América do Sul. (Sugeriu-se recentemente, também, que outra leva populacional poderia ter migrado da

Europa para o oeste, acompanhando a borda da plataforma de gelo do Atlântico. Essa hipótese se baseia nas semelhanças entre as pontas de flechas das duas regiões.) Em toda a América, do

 

Os Minoicos e Cnossos

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1500 a .C.

Hititas

Hititas

(em(em ascensão) ascensão)

Micênios

Micênios

(em(em ascensão) ascensão)

CRETA

CRETA

Ugarit

Ugarit

CRETA

CRETA

Mar Mar

Mediterrâneo

Mediterrâneo

Cnossos

Cnossos

Monte

Monte

Juktas

Juktas

Caverna

Caverna de Eileitia de Eileitia

Caverna

Caverna de Zeus de Zeus

Caverna

Caverna de Dicte de Dicte

(ou do

(ouMonte do Monte

Ida) Ida)

Festos

Festos

Mar Mar

Mediterrâneo

Mediterrâneo

Egito

Egito

3.12  Rotas de comércio, circa 1600 a.C.

OS MINOICOS E CNOSSOS

O tumulto no interior da Mesopotâmia beneficiou as economias do leste do Mediterrâneo, que cresceram em importância. Entre os principais beneficiários estavam os minoicos de Creta, que criaram a primeira talassocracia do mundo, uma economia comercial marítima. Eles ligaram as economias mediterrâneas da Ásia Ocidental e do

 

Egito: O Novo Império

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1500 a .C.

Euf ra

tes

Tiro

Gaz a

Mar Mediterrâneo

Gizé, Sacara

Amarna

Tebas, Karnak

Ma r Ve rme lho

Abu Simbel

Núbia

3.23  Egito, circa 1500 a.C.

EGITO: O NOVO IMPÉRIO

Por volta de 1720 a.C., o Delta do Rio Nilo, no Egito, foi invadido e ocupado pelos hicsos, também chamados de o Povo do Mar, que governaram o Baixo Egito a partir de sua capital,

Avaris, até serem expulsos por Amósis I de Tebas em 1567 a.C. A origem dos hicsos, e inclusive seu nome, continuam sendo discutidos. Em

1550 a.C., Amósis I, fundador da XVIII Dinastia

(e do chamado Novo Império, uma sucessão de dinastias que perdurou até 1070 a.C.), conseguiu expulsar os hicsos e recuperar o controle do país.

Os hicsos, apesar de serem inimigos do Egito, trouxeram algumas inovações para os egípcios: não somente a biga, mas também novas técnicas para se trabalhar o bronze e a cerâmica, novas raças de gado, novas plantações e um arco composto particularmente potente.

 

O Império Hitita

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Á sia Ocidental

Zalpa

Esfera de influência hitita

HITITAS

Hattusas

Millawanda

Kayseri

Carchemish

Tarsi

ES

OP

ÂM

OT

IA

Kadesh

Mar Mediterrâneo

M

Halab

Alalah

SÍRIA

Esfera de influência egípcia

EGITO

Pi-Ramsés

3.47  O Império Hitita

O IMPÉRIO HITITA

Os hititas estabeleceram-se na Anatólia por volta de 1600 a.C., escolhendo o local de sua capital,

Hattusas, com a intenção de dominar a intersecção de duas importantes rotas de comércio.

A primeira delas era oriunda da costa do Mar

Egeu, de um porto que mais tarde se tornaria

Éfeso, chegando ao Mar Negro. A outra seguia para o sul, saindo do Porto de Amisus (Samsum), no Mar Negro, até a nascente do Eufrates. Para estimular ainda mais o comércio, os hititas permitiram que os assírios estabelecessem postos para suas caravanas de burros e camelos no leste da Anatólia, como o de Kanesh, 20 quilômetros a nordeste de Kayseri e apenas 100 quilômetros a sudeste de Hattusas. Em seu apogeu, o Império

 

A Civilização Micênica

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Europa

Depósitos

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MACEDÔNIA

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Troia

Mar Egeu

PELOPONESO

ANATÓLIA

Pátio

Palácio antigo

Tebas

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Salas da guarda

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Mar Jônio

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Propileu

Micenas

Pilos

Pátio

Mégaron

25 m

Rodes

Mar de Creta

Cnossos

CRETA

3.52  Planta do complexo do Palácio de Pilos, Grécia

3.51  A Grécia micênica

A CIVILIZAÇÃO MICÊNICA

Os micênicos, cuja origem é desconhecida, assentaram-se na Grécia por volta de 2000 a.C., onde, como os hititas, rapidamente se unificaram em uma sociedade da Idade do Bronze. Nos numerosos portos e ilhas do Peloponeso, era adotado um sistema de chefes de clãs locais ou reis que atuavam sob a égide do senhor de Micenas, a quem se conectavam por laços de sangue, lealdade tribal, idioma e antigas memórias de origem, como revelam seus mitos. Comandando uma poderosa frota, o lorde de Micenas assegurava a posição de destaque dessa cidade-estado.

 

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