Medicina Interna de Harrison - 2 Volumes

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O CLÁSSICO QUE AJUDOU A DEFINIR A MEDICINA INTERNA POR GERAÇÕES DE MÉDICOS E ESTUDANTES

Apresentando os extraordinários avanços ocorridos em todas as áreas da medicina, esta nova edição do Harrison foi amplamente revisada para oferecer uma atualização completa sobre a patogênese das doenças, ensaios clínicos, técnicas de diagnóstico, diretrizes clínicas baseadas em evidências, tratamentos já estabelecidos e métodos recentemente aprovados.

Dois volumes voltados ao aprendizado e à prática clínica: o Volume 1 apresenta os fundamentos da medicina e manifestações das doenças e o Volume 2 traz as doenças organizadas por especialidade médica.

Conteúdo revisado por especialistas ligados a instituições de referência no Brasil e adaptado à realidade do ponto de vista prático, terminológico e científico.

Nenhuma outra obra abrange mais aspectos globais, reunindo perspectivas e informações epidemiológicas de um mundo cada vez mais conectado.

Tópicos clínicos com relação genética relevante enriquecem o texto e facilitam a compreensão das bases moleculares.

A versão ebook apresenta o conteúdo completo dos Volumes 1 e 2 no formato ePub, oferecendo flexibilidade de leitura em uma diversidade de dispositivos e plataformas e possibilitando acesso aos mais de 150 vídeos e animações que compõem a obra (conexão com a internet necessária).

56 capítulos

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Algoritmos para Manejo dos Pacientes

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ALGORITMOS PARA MANEJO DOS PACIENTES

ALERGIA, IMUNOLOGIA E REUMATOLOGIA

CONDIÇÕES SISTÊMICAS

FIG. 376.4

Diagnóstico e manejo da rinite . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2123

FIG. 10.2

FIG. 378.2

Diagnóstico e terapia inicial do lúpus eritematoso sistêmico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2128

Evoluções clínicas comuns e incomuns nos

últimos dias do paciente com doença terminal . . . . . . 69

FIG. 26.1

Abordagem estruturada para o paciente com febre de origem obscura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139

FIG. 30.3

Pesquisa diagnóstica inicial do paciente com fraqueza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156

FIG. 43.2

Avaliação da perda auditiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218

FIG. 69.2

Avaliação da amenorreia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337

FIG. 75.1

Diagnóstico do paciente com fotossensibilidade . . . . 390

 

Parte 1: Considerações gerais em medicina clínica

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Parte 1: Considerações gerais em medicina clínica

1

Os organizadores organizad

A prática da medicina mudou de maneira significativa desde que surgiu a primeira edição deste livro há mais de 60 anos. O advento da genética molecular, biologia molecular e de sistemas e fisiopatologia molecular, novas técnicas sofisticadas de obtenção de imagem e avanços na bioinformática e na tecnologia da informação contribuíram para uma explosão de informações científicas que mudaram fundamentalmente a maneira como os médicos definem, diagnosticam, tratam e tentam prevenir uma doença.

Esse crescimento do conhecimento científico é contínuo e está acelerando.

O uso disseminado de prontuários eletrônicos e da internet alteraram a maneira como os médicos praticam a medicina e trocam informações (Fig. 1.1). Como os médicos de hoje lutam para integrar quantidades grandes de conhecimento científico à prática cotidiana, é crucialmente importante que eles se lembrem de duas coisas: primeiro, que a meta final da medicina é evitar a doença e tratar os pacientes; e segundo, que, apesar de mais de 60 anos de avanços científicos desde a primeira edição deste livro, o cultivo da relação íntima entre o médico e o paciente ainda reside no coração do cuidado bem-sucedido do paciente.

 

Seção 1 - Dor

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Parte 2: Principais manifestações e apresentações das doenças

87

SEÇÃO 1

18

DOR

Dor: fisio fisiopatologia e tratamento

James

Jame

Ja m s P. Rathmell,

Rath

Howard L. Fields

A dor é uma sensação desagradável localizada em alguma parte do corpo.

Com frequência, é descrita em termos relacionados com processos penetrantes ou destrutivos dos tecidos (p. ex., em punhalada, em queimação, em torção, dilacerante, compressiva) e/ou como uma reação corporal ou emocional (p. ex., pavorosa, nauseante, debilitante). Além disso, qualquer dor de intensidade moderada ou intensa é acompanhada de ansiedade e do desejo de escapar da sensação ou de interrompê-la. Essas propriedades ilustram a dualidade da dor: é tanto uma sensação quanto uma emoção.

Quando aguda, a dor está associada a uma reatividade comportamental e a uma resposta de estresse que consiste em elevação da pressão arterial, da frequência cardíaca, do diâmetro da pupila e dos níveis plasmáticos de cortisol. Além disso, muitas vezes há contração de músculos locais (p. ex., flexão dos membros, rigidez da parede abdominal).

 

Seção 2 - Alterações na Temperatura Corporal

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A EMG e os estudos da condução nervosa podem localizar com precisão as lesões das raízes nervosas, do plexo braquial ou dos nervos periféricos.

Ver uma abordagem mais completa dos distúrbios dos nervos periféricos no Capítulo 459.

DOR CERVICAL SEM RADICULOPATIA

TRATAMENTO

SEÇÃO 2

23

A história natural da dor cervical com radiculopatia aguda causada por doença discal é favorável, e muitos pacientes melhoram sem terapia específica. Embora não haja ensaios randomizados sobre os AINEs na dor cervical, um esquema com AINEs, paracetamol ou ambos, com ou sem miorrelaxantes, pode ser uma terapia inicial razoável. Outros tratamentos apropriados são comumente usados, inclusive analgésicos opioides, glicocorticoides orais, tração cervical e imobilização com um colar cervical rígido ou flexível. Entretanto, não há ensaios randomizados para estabelecer a efetividade desses tratamentos. Os colares cervicais flexíveis podem ter alguma utilidade, porque limitam os movimentos cervicais espontâneos e reflexos que exacerbam a dor.

 

Seção 3 - Disfunções do Sistema Nervoso

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142

PROGNÓSTICO

As taxas de mortalidade relacionadas à FOO têm diminuído de forma contínua nas últimas décadas. A maioria dos casos de febre é causada por doenças tratáveis, e o risco de morte relacionado à FOO depende, obviamente, da doença subjacente. Em um estudo de nosso grupo

(Quadro 26.1), nenhum dos 37 pacientes com FOO sem um diagnóstico morreu durante o período de acompanhamento de pelo menos 6 meses; 4 de 36 pacientes com diagnóstico morreram durante o acompanhamento devido a infecções (n = 1) ou câncer (n = 3). Outros estudos também

PARTE

PART

TE 2

SEÇÃO 3

27

DISFUNÇÕES DO SISTEMA NERVOSO

Síncope

Royy Freeman

Ro

Principais m manifestações e apresentações das doenças

Sínc

Síncope n oppe é umaa perda transi transitória e autolimitada da consciência, decorrentee do re d comprometimento gglobal agudo do fluxo sanguíneo cerebral. O iinício in

ícioo é rápido, de curta duração, dura e a recuperação, espontânea e completa.

 

Seção 4 - Distúrbios de Olhos, Orelhas, Nariz e Garganta

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195

SEÇÃO 4

39

DISTÚRBIOS DE OLHOS, ORELHAS, NARIZ E GARGANTA

Doenças oculares

Jonathan

Jona

Jo n than C. Horton

H

O SISTEMA VISUAL HUMAN

HUMANO

Doenças oculares

_Livro_Kasper_Vol1.indb 195

ESTADO DE REFRAÇÃO

Na abordagem ao paciente com redução da acuidade visual, o primeiro passo é avaliar se a causa consiste em um erro de refração. Na emetropia, os raios paralelos com origem no infinito são focalizados exatamente sobre a retina. Infelizmente, apenas uma minoria da população é emétrope.

Na miopia, o globo ocular é longo demais, e os raios luminosos são focalizados à frente da retina. Os objetos próximos são vistos com clareza, mas para os objetos distantes é preciso usar uma lente divergente diante do olho. Na hipermetropia, o globo é curto demais. Por isso, usa-se uma lente convergente para complementar a capacidade refrativa do olho. No astigmatismo, a superfície da córnea não é perfeitamente esférica, o que exige uma lente corretiva cilíndrica. Como alternativa às lentes de óculos ou às lentes de contato, os erros de refração podem ser corrigidos pela realização de ceratomileuse in situ a laser (LASIK) ou ceratectomia fotorrefrativa (PRK) para alterar a curvatura da córnea.

 

Seção 5 - Alterações nas Funções Circulatória e Respiratória

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243

SEÇÃO 5

ALTERAÇÕES NAS FUNÇÕES CIRCULATÓRIA E RESPIRATÓRIA

47e

Dispneia

Disp

12

Richard M. Schwartzstein

VEF3 = 6,22

Tosses

2

0

–2

1

2

3

4

5

6

7

8

9 10 11

Patricia A. Kr

Pa

Kritek, Christopher H. Fanta

A tosse toss s e desempenha uma fu função protetora essencial para as vias respiratóri r as e pulmões humanos. humanos Sem um reflexo de tosse efetivo, nós correratórias i dde reter t secreções

õ e material aspirado nas vias respiratórias, mos o risco predispondo à infecção, atelectasia e comprometimento respiratório. No outro extremo, a tosse excessiva pode ser cansativa; pode ser complicada por vômito, síncope, dor muscular ou fraturas nas costelas; e pode agravar as hérnias inguinais ou abdominais e a incontinência urinária. A tosse é, muitas vezes, um indício da presença de doença respiratória. Em muitas ocasiões, a tosse é uma manifestação esperada e aceita da doença, como durante uma infecção aguda do trato respiratório. Contudo, a tosse persistente na ausência de outros sintomas respiratórios leva comumente os pacientes a procurarem auxílio médico.

 

Seção 7 - Alterações na Função Renal e no Trato Urinário

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288

PARTE 2

víscera oca, pode-se solicitar a dosagem de glicose e lactato desidrogenase

(LDH) no líquido ascítico. Diferentemente do que ocorre com a peritonite bacteriana “espontânea”, uma possível complicação da ascite cirrótica (ver

“Complicações”, adiante), a peritonite secundária é sugerida pelas presenças no líquido ascítico de nível de glicose < 50 mg/dL, LDH acima do nível sérico e crescimento de múltiplos patógenos na cultura. Quando houver suspeita de ascite pancreática, deve-se solicitar a dosagem da amilase no líquido ascítico que caracteristicamente deve estar > 1.000 mg/dL. A citologia pode ser útil para o diagnóstico de carcinomatose peritoneal. No mínimo 50 mL de líquido devem ser obtidos e enviados para processamento imediato. A peritonite tuberculosa caracteristicamente está associada à linfocitose no líquido ascítico, mas pode ser difícil de diagnosticar com paracentese. O esfregaço para bacilo álcool-ácido-resistente tem sensibilidade diagnóstica de apenas 0-3%; a cultura aumenta a sensibilidade para

 

Seção 8 - Alterações na Função Sexual e na Reprodução

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324

PARTE 2

modo proporcional, de maneira que a gasometria arterial não é alterada, e a alcalose respiratória não se desenvolve. Os salicilatos constituem a causa mais comum de alcalose respiratória induzida por fármacos, em consequência da estimulação direta do quimiorreceptor medular

(Cap. 472e). As metilxantinas, a teofilina e a aminofilina estimulam a ventilação e aumentam a resposta ventilatória ao CO2. A progesterona aumenta a ventilação e diminui a Paco2 arterial em até 5-10 mmHg.

Por conseguinte, a alcalose respiratória crônica é uma característica comum da gravidez. A alcalose respiratória também é proeminente na insuficiência hepática e sua gravidade correlaciona-se com o grau de insuficiência hepática. A alcalose respiratória muitas vezes é um achado inicial da septicemia por microrganismos Gram-negativos antes do início de febre, hipoxemia ou hipotensão.

O diagnóstico de alcalose respiratória depende da determinação do pH arterial e da Paco2. A [K+] plasmática está frequentemente reduzida,

 

Seção 9 - Alterações Cutâneas

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339

SEÇÃO 9

70

ALTERAÇÕES CUTÂNEAS

Abordag ao paciente com

Abordagem doença de d pele

Thomas J. La

Lawley, Kim B. Yancey

DESCRIÇÃO DAS LESÕES CUTÂNEAS PRIMÁRIAS

DESCRIÇÃO DAS LESÕES CUTÂNEAS SECUNDÁRIAS

Abordagem ao paciente com doença de pele

QUADRO 70.2

Liquenificação: espessamento característico da pele, com acentuação intensa dos sulcos cutâneos.

Descamação: acúmulo excessivo de estrato córneo.

Crosta: exsudato seco de líquidos corporais que pode ser amarelo (i.e., crosta serosa) ou vermelho (i.e., crosta hemorrágica).

Erosão: perda da epiderme sem perda associada da derme.

Úlcera: perda da epiderme e de pelo menos parte da derme subjacente.

Escoriação: erosões angulares lineares que podem estar cobertas por crostas e são causadas pelo ato de coçar.

Atrofia: perda adquirida de substância. Na pele, pode surgir como uma depressão com a epiderme intacta (i.e., perda de tecido dérmico ou subcutâneo) ou em locais de lesões enrugadas, brilhantes, delicadas (i.e., atrofia epidérmica).

 

Seção 10 - Alterações Hematológicas

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392

77

ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS

Anemia e policitemia

John

Jo h W. Adamson, hn

Adam Dan L. Longo

HEMATOPOIESE E A BASE FFISIOLÓGICA DA PRODUÇÃO

DE ERITRÓCITOS

PARTE 2

Principais manifestações e apresentações das doenças

A he hematopoiese ema m topoiese refere-se ao processo p de produção dos elementos figurados do sangue. O processo é regulado por meio de uma série de etapas que começa com a célula-tronco hematopoiética. As células-tronco têm a capacidade de produzir eritrócitos, granulócitos de todas as classes, monócitos, plaquetas e células do sistema imune. O mecanismo molecular exato – seja intrínseco à própria célula-tronco, seja pela ação de fatores extrínsecos –, pelo qual a célula-tronco se diferencia em determinada linhagem, não está completamente definido. Entretanto, experimentos em camundongos sugerem que as células eritroides originam-se de um progenitor eritroide/megacariocítico comum que não se desenvolve na ausência da expressão dos fatores de transcrição de GATA-1 e FOG-1 (de friend of GATA-1) (Cap. 89e).

 

Parte 3: Genes, meio ambiente e doenças

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Parte 3: Genes, meio ambiente e doenças

425

82

Princípios da genética humana

Princípio

J. Larry

Larry Jame

Jameson, Peter Kopp

IMPACTO DA GENÉTICA E D

DA GENÔMICA NA PRÁTICA MÉDICA

Princípios da genética humana

_Livro_Kasper_Vol1.indb 425

CAPÍTULO 82

A prev prevalência e alência das doenças ggenéticas, combinada com suas gravidade e natureza enormes custos humanos, sociais e n na tuure r za crônica, impõe à sociedade so financeiros. fi i

A expressão

ã genética humana refere-se ao estudo dos genes, seu papel e função na doença e seu modo de transmissão. O termo genômica refere-se à informação genética completa do organismo, o genoma, e à função e interação do DNA no interior do genoma, assim como com os fatores ambientais ou não genéticos, como o estilo de vida do indivíduo.

Com a caracterização do genoma humano, a genômica complementa a genética tradicional nos esforços para esclarecer a etiologia e a patogênese das doenças e para aprimorar as intervenções terapêuticas e seus resultados. Considerando a impressionante evolução havida na genética, na genômica e na tecnologia da informação em saúde, as consequências dessa riqueza de conhecimentos para a prática médica são profundas e têm papel crescentemente relevante no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças (Cap. 84).

 

Parte 4: Medicina regenerativa

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Parte 4: Medicina regenerativa

453

88

BBiologia iologia da célula-tronco

Mi

Minoru

Mi

S. H. Ko

A bi bbiologia ollog ogia da célula-tronco c lula-tronco é um campo em rápida expansão que explora cé a car as raccterísticas e possíveis aaplicações clínicas de diversas células-tronco, características quais progenitoras de tipos celulares mais diferenciados. as qua uais servem como progen

Além

A

Al

ém m das possíveis aplicações aplicaçõe terapêuticas (Cap. 90e), as células-tronco derivadas de pacientes também podem ser usadas como modelo de doenças e como um meio de testar a eficácia de substâncias. As células-tronco e seu nicho têm recebido muita atenção da pesquisa médica em razão de seus papéis centrais na homeostase e no reparo de tecidos e órgãos, aspectos importantes nos processos de envelhecimento e de adoecimento.

IDENTIFICAÇÃO, ISOLAMENTO E DERIVAÇÃO DAS CÉLULASTRONCO

Células-tronco residentes A definição de células-tronco continua ambígua. Originalmente, postulou-se que seriam células inespecíficas ou indiferenciadas capazes de dar origem a células cutâneas, intestinais e sanguíneas ao longo de toda a vida. Essas células-tronco residentes foram identificadas em diversos órgãos (p. ex., epitélios da pele e do sistema digestório, medula óssea, vasos sanguíneos, cérebro, músculos esqueléticos, fígado, testículos e pâncreas) com base em suas localizações específicas, sua morfologia e no uso de marcadores bioquímicos.

 

Seção 1 - Distúrbios Neoplásicos

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Parte 7: Oncologia e hematologia

467

SEÇÃO 1

99

DISTÚRBIOS NEOPLÁSICOS

Abordagem ao paciente com câncer

Abordag

Dan L. Longo

Da

QUADRO 99.1 DISTRIBUIÇÃO DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER E DAS MORTES EM 2014

Homens

Locais

%

Mulheres

Número

Locais

%

Número

233.000

116.000

71.830

56.390

43.890

39.140

38.270

30.220

30.100

24.600

171.780

855.220

Mama

Pulmões

Colorretal

Endometrial

Tireoide

Linfoma

Melanoma

Rins

Pâncreas

Leucemia

Todos os outros

Todos os locais

29

13

8

6

6

4

4

3

3

3

21

100

232.670

108.210

65.000

52.630

47.790

32.530

32.210

24.780

22.890

22.280

169.330

810.320

Incidência de câncer

Não existe um cadastro nacional sobre a ocorrência de câncer nos EUA.

 

Seção 2 - Distúrbios da Hematopoiese

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625

SEÇÃO 2

DISTÚRBIOS DA HEMATOPOIESE

126

Defic

Deficiência de ferro e outras anem anemias hipoproliferativas

John W

W. Adamson

METABOLISMO DO FERRO

O CICLO DO FERRO NOS HUMANOS

A Figura 126.1 fornece um esquema das principais vias do metabolismo do ferro nos humanos. O ferro absorvido da dieta ou liberado das reservas circula no plasma ligado à transferrina, a proteína de transporte do ferro.

A transferrina é uma glicoproteína bilobada, com dois sítios de ligação do ferro. A transferrina que transporta o ferro ocorre em duas formas – monoférrica (um átomo de ferro) ou diférrica (dois átomos de ferro). A renovação (meia-vida de eliminação) do ferro ligado à transferrina é muito rápida – de 60 a 90 minutos. Como quase todo o ferro transportado pela transferrina é fornecido à medula óssea eritroide, o tempo de depuração do ferro ligado à transferrina da circulação é afetado principalmente pelo nível plasmático de ferro e pela atividade da medula eritroide. Quando a eritroDISTRIBUIÇÃO DO FERRO CORPORAL

 

Seção 1 - Considerações Básicas Sobre as Doenças Infecciosas

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Parte 8: Doenças infecciosas

761

SEÇÃO 1

CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE AS DOENÇAS INFECCIOSAS

144

AAbordagem bor ao paciente com doen doença infecciosa

Neeraj

Neer raj K. Surana, Dennis L. Kasper

Abordagem ao paciente com doença infecciosa

_Kasper_Vol2_book.indb 761

ENTENDENDO A MICROBIOTA

Os humanos saudáveis normais são colonizados por mais de 100 trilhões de bactérias, assim como por incontáveis vírus, fungos e archaeas; em conjunto, esses microrganismos excedem as células humanas em aproximadamente 10-100 vezes (Cap. 86e). O seu principal reservatório é o trato gastrintestinal; um número bastante substancial deles vive no trato genital feminino, na cavidade oral e na nasofaringe. Existe um crescente interesse na pele e até nos pulmões como sítios em que a colonização microbiana pode ser altamente relevante para a biologia e a suscetibilidade do hospedeiro à doença. Esses organismos comensais proporcionam vários benefícios ao hospedeiro, desde uma ajuda no metabolismo até a modulação do sistema imune. Em relação às doenças infecciosas, a grande maioria das infecções é causada por organismos que são parte da flora normal (p. ex., S. aureus, S. pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa), com relativamente poucas infecções devidas a organismos estritamente patogênicos (p. ex., Neisseria gonorrhoeae e vírus da raiva). Talvez não seja surpreendente que uma compreensão global da microbiota seja essencial para a avaliação das doenças infecciosas. As microbiotas dos indivíduos provavelmente exercem um impacto importante na sua suscetibilidade às doenças infecciosas e até mesmo nas suas respostas às vacinas. O conhecimento sítio-específico da microbiota endógena pode facilitar a interpretação apropriada de resultados de cultura, auxiliar na seleção de terapias antimicrobianas empíricas baseadas nos prováveis agentes causadores e fornecer estímulo adicional para o uso racional de antibióticos, a fim de minimizar os efeitos indesejados desses fármacos sobre os microrganismos “benéficos” que habitam o corpo.

 

Seção 2 - Síndromes Clínicas: Infecções Adquiridas na Comunidade

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151e

152e

AAlterações climáticas e ass ddoenças infecciosas

AAaron S. Bernstein

Este capítulo

Es capít apí ulo eletrônico está dis ap disponível em www.grupoa.com.br/harrison19ed son19ed e pode de ser acessado a partir do código de registro encontrado na últimaa página de do Volume

Vol o ume 1 desta obra.

A liberação de gases de efeito estufa – principalmente dióxido de carbono

– na atmosfera terrestre desde o final do século XIX tem contribuído para um clima não familiar à nossa espécie, o Homo sapiens. Esse novo clima já alterou a epidemiologia de algumas doenças infecciosas. O acúmulo continuado de gases de efeito estufa na atmosfera irá alterar ainda mais o clima do planeta. Em alguns casos, a alteração climática pode estabelecer condições que favorecem a emergência de doenças infecciosas, enquanto, em outros, ela pode tornar inadequadas áreas que no momento são adequadas para certas doenças. Neste capítulo, apresenta-se o estado atual do conhecimento a respeito das consequências conhecidas e prospectivas das alterações climáticas para as doenças infecciosas.

 

Seção 4 - Abordagem ao Tratamento das Doenças Bacterianas

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930

SEÇÃO 4

ABORDAGEM AO TRATAMENTO DAS DOENÇAS BACTERIANAS

170

TTratamento rata e profilaxia das infec infecções bacterianas

David C.

C Hooper, Erica S. Shenoy, Christy A. Varughese

PARTE 8

Doenças infecciosas

Os age

O agentes gent ge n es antimicrobianos ttiveram grande impacto sobre a saúde humana. Co

Com as vacinas, contribuíram contribuí para uma redução da mortalidade, maior llongevidade lo nggev e idade e melhor qualida qualidade de vida. Todavia, entre os fármacos usados na medicina humana, esses agentes são distintos, uma vez que o seu uso promove o desenvolvimento de resistência nos patógenos contra os quais são dirigidos, bem como em outros organismos “espectadores”. De fato, a história de desenvolvimento de agentes antimicrobianos tem sido estimulada, em grande parte, pela necessidade médica suscitada em decorrência do aparecimento de resistência a cada geração de fármacos. Por conseguinte, o uso cuidadoso e apropriado dos agentes antimicrobianos é particularmente importante, não apenas para otimizar a sua eficácia e reduzir ao máximo os efeitos adversos, mas também para minimizar o risco de resistência e preservar o valor dos agentes já existentes. Embora este capítulo focalize os agentes antibacterianos, o uso ideal de todos os antimicrobianos depende de uma compreensão dos mecanismos de ação, espectro de atividade, mecanismos de resistência, farmacologia e perfil de efeitos adversos de cada fármaco. Essa informação é então aplicada ao contexto do quadro clínico do paciente, das condições subjacentes e da epidemiologia para definir o local e a provável natureza da infecção ou outra condição e, assim, escolher o melhor tratamento. É importante reunir informações microbiológicas para melhorar as escolhas terapêuticas com base em dados documentados sobre os patógenos e sua sensibilidade sempre que possível. Com essa informação, também é possível escolher uma terapia mais direcionada, reduzindo, dessa maneira, o risco de seleção de bactérias resistentes. A duração da terapia é escolhida de acordo com a natureza da infecção e a resposta do paciente ao tratamento, e é fornecida por estudos clínicos, quando disponíveis, com o entendimento de que os ciclos mais curtos têm menos tendência do que os ciclos mais longos a promover a emergência de resistência. Este capítulo fornece informações específicas necessárias para efetuar escolhas informadas entre os agentes antibacterianos disponíveis.

 

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