Manual de Exames Diagnósticos

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Manual de exames diagnósticos, 7ª edição, é um guia prático e conciso para seleção e interpretação de mais de 450 exames laboratoriais e microbiológicos relevantes na prática clínica. A obra também inclui exames de diagnóstico por imagem, eletrocardiograma, ecocardiografia e o uso de exames no diagnóstico diferencial.

10 capítulos

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Capítulo 1. Exames diagnósticos e tomada de decisão clínica

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Exames diagnósticos e tomada de decisão clínica

C. Diana Nicoll, MD, PhD, MPA, e Chuanyi Mark Lu, MD

A principal tarefa do clínico consiste em tomar decisões ponderadas acerca do tratamento dos pacientes, com base na informação clínica disponível e nos desfechos clínicos estimados. Embora os dados extraídos a partir da história e da realização do exame físico possam ser suficientes para se estabelecer um diagnóstico e orientar a terapia, muitas vezes há necessidade de informações adicionais. Atualmente, os clínicos dependem cada vez mais de exames diagnósticos e enfrentam desafios ao selecionar quais testes serão solicitados e ao interpretar seus resultados. O objetivo deste capítulo é ajudar os clínicos a conhecerem as utilidades e as limitações dos exames diagnósticos no âmbito do diagnóstico e do manejo clínico.

BENEFÍCIOS, CUSTOS E RISCOS

Quando empregados corretamente, os exames diagnósticos podem ser bastante úteis ao clínico. Esses exames podem auxiliar no rastreamento (i.e., na identificação dos fatores de risco para o desenvolvimento de doenças e na detecção de doença oculta em indivíduos assintomáticos). A identificação dos fatores de risco pode possibilitar a adoção de intervenções iniciais para a prevenção da ocorrência da doença, enquanto a detecção precoce de uma doença oculta pode diminuir a morbidade e a mortalidade associadas à doença por meio do tratamento precoce. A medição da pressão arterial é recomendada para o tratamento preventivo de pacientes adultos assintomáticos de baixo risco. O rastreamento para detecção de câncer de mama, de colo uterino, de cólon e de pulmão também é recomendado, ao passo que o rastreamento para detecção de câncer de próstata ainda é controverso. O rastreamento sem benefícios demonstrados deve ser evitado. Os testes de rastreamento ideais devem atender aos critérios listados na Tabela 1-1. Alguns resultados de testes de rastreamento (p. ex., testes rápidos anti-HIV) requerem testes de confirmação.

 

Capítulo 2. Testes rápidos e microscopia executada pelo prestador

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Testes rápidos e microscopia executada pelo prestador

Chuanyi Mark Lu, MD, e Stephen J. McPhee, MD

Este capítulo apresenta informação sobre coleta de amostra, testes rápidos (point‑of‑care tests) e procedimentos de microscopia executados pelo prestador.

Os testes rápidos são definidos como exames clínicos realizados perto ou no local onde o paciente é tratado. Eles são realizados fora de um laboratório clínico central, utilizando dispositivos portáteis e manuais, bem como cartuchos ou kits de teste. A microscopia executada pelo prestador consiste em exames microscópicos realizados por um prestador de assistência médica durante a consulta ao paciente, envolvendo o uso de amostras lábeis e de difícil transporte, ou amostras cujo atraso em realizar o teste pode comprometer a acurácia do resultado do exame.

Os teses rápidos são considerados uma parte integral do serviço de laboratório clínico e estão sob a direção do laboratório central. A interpretação pelo médico dos achados das microscopias executadas pelo prestador (p. ex., preparação a fresco direta e preparação de KOH) requer privilégios clínicos apropriados e avaliações de competência.

 

Capítulo 3. Exames laboratoriais comuns: seleção e interpretação

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Exames laboratoriais comuns: seleção e interpretação

Diana Nicoll, MD, PhD, MPA, Chuanyi Mark Lu, MD, e Stephen J. McPhee, MD

COMO USAR ESTA SEÇÃO

Esta seção contém informações sobre exames laboratoriais comumente utilizados. Estão incluídos a maioria dos exames de sangue, de urina e de líquido cerebrospinal encontrados neste livro, com exceção dos testes de monitoramento de fármacos terapêuticos e testes de farmacogenética (ver Capítulo 4).

As entradas estão em ordem alfabética.

Exame/faixa de referência/coleta

Esta primeira coluna lista o nome comum do exame, a amostra analisada e quaisquer outros nomes ou abreviações do nome do exame (entre parênteses).

Em seguida, está a faixa de referência (também chamada de intervalo de referência) para cada exame. A primeira entrada é dada em unidades convencionais; a segunda entrada (entre [colchetes]), em unidades do SI

(Système International d’Unités). Quaisquer valores críticos para um exame em particular são mostrados após a palavra Crítico. As faixas de referência fornecidas se originam de vários grandes centros clínicos. Consulte seu laboratório clínico para saber quais são as faixas de referência adotadas pela sua instituição.

 

Capítulo 4. Monitoramento de fármacos terapêuticos e testes farmacogenéticos: princípios e interpretação dos testes

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Monitoramento de fármacos terapêuticos e testes farmacogenéticos: princípios e interpretação dos testes

Diana Nicoll, MD, PhD, MPA, e Chuanyi Mark Lu, MD

PRESSUPOSTOS SUBJACENTES

Os pressupostos básicos subjacentes ao monitoramento farmacológico terapêutico (Tabela 4-1) referem-se ao fato de o metabolismo variar de um paciente para outro e de os níveis plasmáticos de um fármaco estarem mais relacionados ao efeito terapêutico ou à toxicidade desse fármaco do que à dosagem. Para certos fármacos destinados ao uso prolongado (Tabela 4-2), o monitoramento cuidadoso com exames de bioquímica e hematologia rotineiros apropriados pode ser necessário para evitar ou minimizar os eventos adversos associados a fármacos.

Segundo o princípio básico em que se baseiam os testes farmacogenéticos

(Tabela 4-3), a identificação dos fatores genéticos que influenciam a absorção, o metabolismo ou a ação dos fármacos ao nível-alvo pode permitir a instituição de uma terapia individualizada e, assim, ajudar a otimizar a eficácia e minimizar a toxicidade dos fármacos.

 

Capítulo 5. Microbiologia: seleção dos exames

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Microbiologia: seleção dos exames

Barbara Haller, MD, PhD

COMO USAR ESTA SEÇÃO

Esta seção contém uma tabela na qual são apresentadas informações sobre as doenças infecciosas de importância clínica. Nas colunas dessa tabela foram incluídos os microrganismos envolvidos nas doenças/síndromes listadas, amostras/exames diagnósticos úteis para avaliação e comentários referentes aos testes e diagnósticos discutidos. Os tópicos foram listados por área do corpo/sistema orgânico: sistema nervoso central, olhos, orelhas, seios da face, vias aéreas superiores, pulmões, coração e vasos, abdome, trato geniturinário, ossos, articulações, músculos, pele e sangue.

Na sequência, há uma seção breve que aborda os patógenos (virais e bacterianos) emergentes e reemergentes, bem como a resistência antibiótica de patógenos bacterianos.

Microrganismos

Esta coluna lista os microrganismos comprovadamente causadores das doenças descritas. Os nomes científicos foram abreviados de acordo com o uso habitual (p. ex., Streptococcus pneumoniae aparece como S. pneumoniae ou pneumococos), quando apropriado. As faixas etárias ou grupos de risco específicos foram listados em ordem crescente de idade ou de frequência (p. ex., lactente, criança, adulto, HIV).

 

Capítulo 6. Diagnóstico por imagem: seleção e interpretação dos exames

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Diagnóstico por imagem: seleção e interpretação dos exames

Zhen Jane Wang, MD, e Benjamin M. Yeh, MD

Como usar esta seção

As informações contidas neste capítulo estão organizadas anatomicamente, em ordem decrescente (superior para inferior). Seria inviável incluir todos os exames de imagem em um único capítulo de um livro deste porte, mas tentamos resumir os aspectos essenciais dos exames solicitados com mais frequência na prática clínica moderna ou aqueles que possam estar associados a dificuldades ou riscos. O capítulo apresenta as indicações, as vantagens e as desvantagens, as contraindicações e a preparação do paciente. Os custos* dos exames são fornecidos em valores aproximados, que representam as médias relatadas por diversos centros médicos de grande porte.

    $ = < $250

   $$ = $250-$750

$$$ = $750-$1.000

$$$$ = > $1.000

RISCOS ASSOCIADOS AO USO DE CONTRASTE IODADO INTRAVENOSO

PARA TC

Embora o contraste iodado intravenoso para tomografia computadorizada

 

Capítulo 7. Eletrocardiograma e ecocardiografia

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Eletrocardiograma e ecocardiografia

Fred M. Kusumoto, MD

I. Princípios do ELETROCARDIOGRAMA1

Como usar esta seção

Este capítulo inclui os critérios para o diagnóstico de perfis de onda eletrocardiográficos básicos e de arritmias cardíacas. Foi planejado para ser utilizado como referência e pressupõe uma compreensão básica acerca do eletrocardiograma (ECG).

A interpretação eletrocardiográfica é um procedimento “em etapas”, em que as primeiras etapas consistem em estudo e caracterização do ritmo cardíaco.

Etapa 1 (ritmo)

Classificar aquilo que é visto no ECG de 12 derivações ou no traçado de registro, empregando os três parâmetros principais que permitem a análise sistemática e subsequente diagnóstico do ritmo:

1. Frequência média de complexos QRS (baixa, normal ou alta).

2. Largura dos complexos QRS (largo ou estreito).

3. Ritmicidade dos complexos QRS (caracterização dos espaços entre os complexos QRS) (regular ou irregular).

 

Capítulo 8. Exames diagnósticos no diagnóstico diferencial

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Exames diagnósticos no diagnóstico diferencial

Stephen J. McPhee, MD, Chuanyi Mark Lu, MD, e Diana Nicoll, MD, PhD, MPA

COMO USAR ESTA SEÇÃO

Esta seção mostra como os exames diagnósticos podem ser empregados no diagnóstico diferencial e em casos de desafios diagnósticos. Para isso, foi adotado o formato de tabelas, e o conteúdo está listado em ordem alfabética, por tópico de doença.

As abreviações utilizadas na seção incluem as seguintes:

  N = normal

Pos = positivo

Neg = negativo

  ↑ = aumentado ou alto

  ↓ = diminuído ou baixo

  Oc = ocasional

Sumário Página

Tabela 8-1.  Acidose tubular renal (ATR): diagnóstico laboratorial. . . . . . . . 501

Tabela 8-2.  Anemia: avaliação laboratorial das anemias hipocrômicas microcíticas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 502

Tabela 8-3.  Anemia: diagnóstico das anemias comuns com base nos

índices eritrocitários. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 503

 

Capítulo 9. Algoritmos diagnósticos

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Algoritmos diagnósticos

Chuanyi Mark Lu, MD, Stephen J. McPhee, MD, e Diana Nicoll, MD, PhD, MPA

COMO USAR ESTA SEÇÃO

Esta seção mostra como os exames diagnósticos podem ser empregados no diagnóstico diferencial e em casos de desafios diagnósticos. As informações são apresentadas em forma de algoritmos e os conteúdos são listados em ordem alfabética, por condição.

As abreviações utilizadas incluem: N, normal; ↑, aumentado ou alto;

↓, diminuído ou baixo.

Cada algoritmo adota as seguintes convenções:

SUSPEITA DIAGNÓSTICA/SITUAÇÃO CLÍNICA

Exame diagnóstico

Resultado anormal

Resultado normal

Diagnóstico

Diagnóstico

Tratamento

NICOLL7ed_Manual_Exames_Diagnosticos_BOOK.indb 561

29/03/2019 13:24:10

562  Manual de exames diagnósticos

Sumário (Figuras)

Página

Figura 9-1. Amenorreia ou oligomenorreia: avaliação laboratorial diagnóstica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 564

 

Capítulo 10. Nomogramas e material de referência

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Nomogramas e material de referência

Stephen J. McPhee, MD, Chuanyi Mark Lu, MD, e Diana Nicoll, MD, PhD, MPA

COMO USAR ESTA SEÇÃO

Esta seção contém nomogramas úteis e material de referência. O conteúdo está organizado em ordem alfabética, por assunto.

Sumário Página

Figura 10-1. Cascata de coagulação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 602

Figura 10-2. Dermátomos: representação esquemática. . . . . . . . . . . . . . . . . 603

Figura 10-3. Hepatite A: alterações sorológicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 605

Figura 10-4. Hepatite B: alterações sorológicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 605

Figura 10-5. Hepatite C: sorologia e carga viral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .606

Figura 10-6. Nomograma acidobásico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 606

Figura 10-7. Nomograma de paratormônio e cálcio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 607

 

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