O ensino das lutas na escola: Possibilidades para a Educação Física

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Como o aprendizado das lutas pode colaborar para a formação de pessoas críticas, autônomas e emancipadas que possam intervir consciente e criticamente no mundo em que vivem? Aprender sobre as lutas torna-se fundamental a partir do momento em que as compreendemos como conteúdos pertencentes à esfera da cultura corporal, cuja importância histórica e social deve ser contemplada pela escola. Este livro foi escrito por e para professores interessados em aprender a ressignificar novas maneiras de abordar as lutas nas aulas de educação física. Os autores propõem fundamentos e atividades ricas e diversificadas para que as lutas façam parte do projeto pedagógico das escolas, auxiliando os professores no planejamento, organização e avaliação deste conteúdo.

16 capítulos

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Capítulo 1 - O conteúdo das lutas e a cultura corporal

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O conteúdo das lutas e a cultura corporal

As lutas fazem parte da cultura corporal, ou seja, são práticas historicamente importantes e que acompanharam os seres humanos ao longo do tempo, sendo uma das mais elementares manifestações dessa cultura. Assim como as danças, as atividades rítmicas, os esportes, os jogos, as atividades circenses, as ginásticas, dentre outras, as lutas são manifestações inseridas na esfera da cultura corporal, fazendo parte do modo de ser das pessoas e das sociedades de diferentes formas, ao longo da história. É preciso permitir ao aluno o contato e vivências significativas com esses conteúdos, possibilitando-os articular reflexões críticas sobre essas práticas e sobre o mundo em que vivem.

Darido e Souza Júnior (2007) destacam que a área da educação física escolar ultrapassa a ideia de estar voltada apenas para o ensino do gesto motor correto, que, por sua vez, também não precisa ser desconsiderado. Porém, muito mais do que isso, cabe ao professor de educação física problematizar, interpretar, relacionar e analisar com seus alunos as amplas manifestações da cultura corporal, de tal forma que estes compreendam os sentidos e os significados impregnados nas práticas corporais.

 

Capítulo 2 - O que são e como ensinar as lutas da escola

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O que são e como ensinar as lutas da escola

Propostas por Coll et al. (2000), as três dimensões dos conteúdos são uma forma de ampliar a visão sobre as possibilidades de se conceber os conteúdos que devem ser ensinados na escola, expandindo, assim, o papel da educação, indo além de uma ou outra dimensão. Coll et al. (2000) classificam os conteúdos em três dimensões, cada uma respondendo a um questionamento:

• O que se deve saber? (dimensão conceitual);

• O que se deve fazer? (dimensão procedimental);

• Como se deve ser? (dimensão atitudinal).

Zabala (1998) considera que a determinação das finalidades ou dos objetivos da educação, sejam explícitos ou não, é o ponto de partida de qualquer análise da prática. O autor afirma que, para se entender a prática educativa, é necessário que se busquem alguns instrumentos mais definidos. Além da resposta à pergunta “por que ensinar?”, deve-se acrescer a resposta a “o que ensinar?”.

Para Zabala, “conteúdos de aprendizagem” é o termo genérico que responde à pergunta “o que ensinar?”. Mas o que seriam os conteúdos? Este autor entende que conteúdos, de uma maneira ampla, devem ser compreendidos como tudo quanto se tem de aprender para alcançar determinados objetivos que não apenas abranjam as capacidades cognitivas, mas também incluam as demais, como as capacidades motoras, afetivas de relação interpessoal e de inserção social (ZABALA, 1998).

 

Capítulo 3 - Compreendendo as lutas da escola: para além das modalidades

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Compreendendo as lutas da escola: para além das modalidades

As lutas estão presentes em nossa sociedade? São estas práticas corporais comumente veiculadas aos meios de comunicação, à prática sistemática e ao treinamento de muitas pessoas? Aparecem corriqueiramente das mais variadas formas no mundo contemporâneo? Se solicitarmos para os alunos elencarem no quadro ou em uma folha de papel (individualmente ou em grupo) quantas modalidades de lutas ou artes marciais conhecem, será que teríamos uma diversidade considerável?

Enfim, por mais que a importância dada à manifestação das lutas e ao conhecimento sobre os saberes que compõem essas manifestações possam variar de acordo com cada aluno, cada escola e cada região, não podemos desconsiderar a grande influência que as lutas exercem na sociedade atual de maneira geral e como, nos últimos anos, tem aumentado o número de praticantes, expectadores e consumidores das mais diversas manifestações que compõem o rol de modalidades e práticas das lutas.

 

Capítulo 4 - Educação física e livros didáticos

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Educação física e livros didáticos

A elaboração de livros é sempre algo bastante complexo, uma vez que

é preciso levar em consideração os inúmeros aspectos que compõem a prática educativa e, a partir disso, realizar um difícil processo de escolha e seleção dos conteúdos que devem e os que não devem fazer parte do currículo. Para

Forquin (1993), toda educação do tipo escolar realiza uma seleção no interior da cultura e uma reelaboração dos conteúdos desta cultura destinados a serem transmitidos às novas gerações. Assim, para esse autor, a educação não transmite a cultura e sim algo da cultura, proveniente de fontes diversas e de diferentes épocas.

O livro didático pode ser compreendido como a materialização destas formas de seleção de determinados aspectos da cultura e sua respectiva implementação no currículo, sendo entendido como um meio interventor do currículo, de acordo com Gimeno Sacristán (2000). Para esse autor, são várias as funções que os livros didáticos adquirem no processo de ensino e aprendizagem da educação escolar, sendo que seus usos são determinantes para o reconhecimento efetivo deles como meios interventores do currículo. Sendo assim, esses materiais podem assinalar o que deve ser aprendido, enfatizar determinados aspectos dos conteúdos, sugerir exercícios e atividades para os alunos, assinalar critérios de avaliação, entre outros.

 

Capítulo 5 - Princícios pedadógicos relevantes para o ensino das lutas na escola

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Princípios pedagógicos relevantes para o ensino das lutas na escola

A partir de agora, vamos construir uma forma de categorização das lutas da escola visando contribuir para a prática pedagógica dessas manifestações corporais. Para isso, optamos por conceituar passo a passo essas práticas de uma maneira que seja possível ensiná-las na escola, propondo concomitantemente uma série de atividades, vivências, reflexões, discussões e leituras, além de dicas de filmes, livros e links de vídeos e sites que possam contribuir com materiais que auxiliem os professores em suas práticas docentes.

A forma como abordaremos as lutas da escola não é a única possibilidade que existe. Há várias maneiras e estratégias das quais os professores podem se apropriar para construir suas práticas pedagógicas; pretendemos aqui apontar algumas possibilidades que acreditamos contribuírem, sem, com isso, as considerarem como as únicas existentes. Os próprios professores, com auxílio dos alunos, equipe gestora da escola, pais, mídias e outros meios podem também buscar outras formas de ensinar esses conteúdos.

 

Capítulo 6 - As lutas, os jogos de luta e os aspectos universais

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As lutas, os jogos de luta e os aspectos universais

Em um primeiro olhar, talvez possa parecer estranho que se concebam as lutas da escola a partir de jogos, ou melhor, como jogos de luta. Mas o que isso quer dizer? Jogo de luta representa estratégias de vivência para as lutas da escola. Tais características correspondem às ações mais elementares nas quais as práticas corporais relacionadas ao ato de lutar fazem parte, ou seja, é uma forma de caracterizar os universais, os princípios comuns, as ações ligadas à lógica interna das lutas, independentemente das modalidades.

O que temos como características mais elementares das lutas, como princípios universais, independentemente de quais modalidades estamos abordando? Em todas as práticas corporais de lutas, há determinado nível de oposição entre as pessoas, por exemplo. Essa característica pode ser vinculada a essas práticas corporais. Que outras características podemos relacionar com as lutas e por que essa compreensão auxilia no trato das lutas da escola? Esses e outros questionamentos norteiam os objetivos específicos deste capítulo.

 

Capítulo 7 - Classificação das lutas baseada nas distâncias, nas ações estabelecidas e nas intenções possíveis

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ClassiÞcação das lutas baseada nas distâncias, nas ações estabelecidas e nas intenções possíveis

Buscaremos, a partir de agora, nos aprofundar mais nos entendimentos sobre as práticas de luta mais imprevisíveis, baseadas na oposição direta.

Como já dissemos, nossa proposta de tratamento didático pedagógico das lutas na escola não se prende às modalidades em si, embora, de algum modo, elas possam ser compreendidas e analisadas constantemente ao longo das ações.

Acreditamos que a questão da distância é um fator central e determinante nas lutas, no qual os aspectos universais estão relacionados. Ou seja, a proximidade entre as pessoas que lutam é um fator central para diferenciar as ações que essas pessoas farão, o que indica a necessidade de compreender as diversas distâncias possíveis de serem desenvolvidas nas lutas. Assim, há características bastante evidentes entre uma ação realizada em uma distância mais próxima e uma distância maior entre os envolvidos.

 

Capítulo 8 - Proposta para o ensino da capoeira nas aulas de educação física: possibilidades e intervenções para a prática pedadógica

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Propostas para o ensino da capoeira nas aulas de educação física: possibilidades e intervenções para a prática pedagógica

Luciana Maria Fernandes Silva

A CAPOEIRA COMO PRÁTICA DE LUTA

(E JOGO, DANÇA, BRINCADEIRA OU ESPORTE)

A capoeira é uma das manifestações da cultura corporal de movimento que representa a identidade cultural brasileira e pode ser definida como jogo, dança, brincadeira, esporte e como luta, sendo esta sua mais significativa expressão (SILVA; GONZALEZ, 2010). Além de apresentar essas diferentes faces, a capoeira ainda difere da maioria das lutas por ser acompanhada por instrumentos musicais, músicas, palmas e cantos, inerentes a sua realização.

Além dessas peculiaridades, alguns autores têm procurado separá-la dos conteúdos das lutas nas aulas de educação física, até para dar destaque e reconhecimento a essa prática corporal. Dessa forma, mesmo que em linhas gerais, consideramos importante compreender um pouco mais essa manifestação corporal, especificamente, neste capítulo, propondo possibilidades de intervenção que contribuam para sua inclusão nas aulas de educação física.

 

Capítulo 9 - Iniciando a compreensão das lutas

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Iniciando a compreensão das lutas

A partir de agora, veremos uma série de atividades que podem ser abordadas na escola durante as aulas de educação física. Vamos nos aprofundar também nas diferentes formas de compreensão das lutas por meio de muitos jogos de luta.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Espera-se que ao final dessa unidade didática os alunos aprendam o que caracteriza as lutas e quais são seus elementos comuns. Devem também conhecer quais são as lutas presentes nos jogos olímpicos e o porquê da opção na escola pela aprendizagem de jogos de lutas. Um último aspecto importante que pode ser reforçado em todas as atividades é a diferenciação entre “brigar” e “lutar”.

Atividade 1: Quais modalidades os alunos conhecem?

Professor, elenque com os alunos a quantidade e o nome de modalidades conhecidas por eles e escreva-as na lousa. Quantas modalidades os alunos conhecem? Quais?

Pesquisa: Conhecendo mais modalidades de lutas

Solicite uma pesquisa sobre mais modalidades conhecidas e desconhecidas deles para a próxima aula. É possível ainda elaborar painéis e cartazes de modo coletivo, ilustrando as práticas de luta conhecidas pelos alunos.

 

Capítulo 10 - Ações esperadas individuais e coletivas nas lutas

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Ações esperadas individuais e coletivas nas lutas

A partir da compreensão das lutas da escola e dos jogos de luta, origina-se todo o processo de classificação e diferenciação das práticas de luta.

A primeira grande diferenciação entre as práticas de luta está no nível de previsibilidade das ações motoras, umas sendo mais esperadas, ou previsíveis, outras mais inesperadas, ou imprevisíveis.

Acreditamos que o nível de previsibilidade das ações das lutas dita diferenças bastante acentuadas nas ações motoras e, inclusive, na lógica interna dessas práticas corporais. Se observarmos uma pessoa praticando algum tipo de movimento individualmente, um kata do caratê, por exemplo, podemos distinguir diferenças claras em comparação a uma luta de contato do mesmo caratê. Não somente pelo fato evidente de em uma situação a pessoa está sozinha e na outra ela relaciona-se com alguém, mas pela própria lógica interna dessas duas situações que são distintas entre si.

A separação entre ações esperadas, ou previsíveis, e inesperadas, ou imprevisíveis, deve ser concebida dentro de um continuum que varia de acordo com cada situação, contexto e ação motora empregada. A Figura 10.1 a seguir ilustra essa questão.

 

Capítulo 11 - Ações inesperadas/enfrentamento direto baseado nas distâncias (curta, médica, longa e mista)

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Ações inesperadas/enfrentamento direto baseado nas distâncias

(curta, média, longa e mista)

Até agora, focamos a discussão nas ações esperadas, ou seja, com um nível de previsibilidade maior, também denominadas de atividades de forma ou demonstração. No entanto, elas representam apenas uma parte das lutas. A partir de agora vamos enfatizar as discussões e as propostas de atividades nas ações inesperadas, ou seja, aquelas que apresentam um nível maior de imprevisibilidade, denominadas também de ações de enfrentamento direto.

Essas atividades exigirão a interação entre as pessoas, ou seja, será necessário o contato mais estreito entre os alunos, de acordo com as diferentes possibilidades apresentadas pela questão da distância.

Acreditamos que a questão da distância é um fator determinante na diferenciação das ações motoras dentro da categoria de enfrentamento direto. Assim, há características bastante evidentes entre uma ação realizada em uma distância mais próxima e uma distância maior entre os envolvidos nas ações.

 

Capítulo 12 - Ações de curta distância - agarre

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Ações de curta distância – agarre

No capítulo anterior, abordamos a questão da divisão pela distância entre a categoria das ações inesperadas/enfrentamento direto das lutas da escola. Como abordada, a divisão pela distância é uma forma de classificar as lutas da escola de acordo com diferentes distâncias que proporcionam diversas ações motoras diversificadas e que devem ser ensinadas aos alunos.

Além da concepção da distância como fator preponderante das lutas, acreditamos que outras duas características são fundamentais para a classificação das lutas da escola no que corresponde às práticas com enfrentamento direto/ações inesperadas, também denominadas de imprevisíveis: as ações relacionadas às intenções por detrás das ações, que são o toque (socos e chutes) e o agarre.

As práticas de curta distância, como o próprio nome sugere, são aquelas nas quais há uma maior proximidade dos envolvidos nas ações motoras.

Essa proximidade possibilita características que diferenciam essas ações daquelas realizadas com uma maior distância (média e longa distância).

 

Capítulo 13 - Ações de média distância - toque (socos e chutes)

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Ações de média distância

– toque (socos e chutes)

A partir de agora, passaremos a apresentar propostas de atividades de ações de média distância, que são aquelas que necessitam de maior distância entre os envolvidos em comparação com as lutas de curta distância. Primeiramente, apresentaremos as ações de média distância de toque direto, ou seja, aquelas que têm a finalidade de o golpe encostar na outra pessoa, por meio de ações de toque ou percussão.

As práticas de média distância são aquelas em que a distância entre os envolvidos é maior do que nas lutas de curta distância, porém, não há a presença de implementos que intermedeiam as ações motoras dos praticantes. A distância média permite a realização de uma série de ações motoras características de diversas modalidades de luta, tais como socos, chutes, entre outros.

É possível denominar as práticas de média distância também com a expressão striking, no entanto, há outras nomenclaturas utilizadas, como

 

Capítulo 14 - Ações de longa distância - toque intermediado por implementos

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Ações de longa distância – toque intermediado por implementos

Observamos, até o presente momento, propostas de atividades tanto de curta como de média distância. Passamos então, a partir de agora, a apresentar propostas de atividades de práticas de longa distância, ou seja, intermediadas por implementos. Inicialmente, apresentaremos práticas de longa distância com toque direto, ou seja, tem-se como finalidade a ação encostar o implemento na outra pessoa. É esse o foco da ação.

As práticas de longa distância apresentam algumas características similares às de média distância, uma vez que o objetivo é tocar ou percutir, de alguma forma, o corpo da outra pessoa. No entanto, nas práticas de longa distância, essas ações de toque são intermediadas por implementos.

A utilização de implementos possibilita às ações de longa distância características peculiares, ou seja, a distância entre os envolvidos precisa ser, de forma geral, maior do que nas práticas de média distância, por exemplo, para haver um processo de eficácia maior na utilização dessas ferramentas.

 

Capítulo 15 - Ações mistas - agarre/toque (socos e chutes)

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Ações mistas – agarre/toque (socos e chutes)

Se existem as ações referentes às práticas de curta, média e longa distância, que ações apresentam as práticas mistas? Como o próprio nome indica, as ações mistas são a mistura de duas ou mais distâncias em práticas que apresentam lógicas combinadas de ações. É possível misturar ações de curta com média distância, ações de média com longa distância ou ainda ações de curta com longa distância. Por serem mistas, elas mesclam ações de agarre juntamente com ações de toque. Não faremos distinção se essas ações realizadas com fins diretos ou indiretos. Vejamos, a seguir, alguns exemplos de atividades que apresentam lógicas de ações mistas.

A forma mais comum de ações de distância mista são aquelas oriundas da combinação das distâncias curta e média. Essa combinação pode ser encontrada em uma modalidade que tem crescido muito ao longo dos últimos anos, tornando-se uma prática cada vez mais popular em nossa sociedade: o

MMA, da sigla em inglês Mixed Martial Arts, podendo ser traduzido como Artes Marciais Mistas ou Mistura de Artes Marciais.

 

Capítulo 16 - Para finalizar

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Para Þnalizar

Consideramos que mais duas questões são importantes para a ampliação da compreensão das lutas da escola: o conceito de alvo e de plano. Explicaremos cada um deles a seguir.

Ao se analisarem as ações motoras, e não as modalidades, de maneira geral, um aspecto é muito importante: o dinamismo dessas ações. Ou seja, em uma mesma prática, seja de uma luta esportivizada ou de um dos jogos de luta apresentados anteriormente, há uma variabilidade muito grande de ações existentes.

Sendo assim, não podemos chegar e rotular uma determinada modalidade como sendo única e exclusivamente referente a uma determinada ação. Por exemplo, não é interessante rotular o judô como sendo uma modalidade de luta de agarre indireto, uma vez que objetiva-se encostar as costas do outro no chão a partir de determinadas projeções. Por quê? Pelo fato de existir nessa modalidade golpes de agarre direto, como chaves de braço.

Ou seja, as ações motoras das lutas são dinâmicas e variam de acordo com cada situação. A partir dessa consideração fundamental, podemos introduzir as explicações referentes aos conceitos dos alvos e dos planos que também auxiliarão na compreensão das lutas da escola.

 

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