Sintomas e Sinais na Prática Médica - 2.ed.

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Sintomas e Sinais na Prática Médica reúne informações úteis e fáceis de serem localizadas, em ordem alfabética. Completamente revisada e com a inclusão de novos temas, esta 2ª edição apresenta conceitos, dados epidemiológicos, classificação, diagnósticos diferenciais e investigação com métodos diagnósticos pertinentes a cada situação, além de noções de tratamento. Os sintomas e sinais aqui apresentados relacionam-se às queixas mais prevalentes dos pacientes que procuram atendimento médico, em todos os níveis de atenção, em medicina interna e em áreas clínicas correlatas. A essência de consulta rápida e a sua abrangência tornam esta obra a ferramenta ideal no dia a dia dos profissionais da saúde.

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Capítulo 1. Afasia

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AFASIA

CAPÍTULO 1

AFASIA

BÁRBARA COSTA BEBER

RAPHAEL MACHADO DE CASTILHOS

MÁRCIA L. F. CHAVES

► Afasia é um distúrbio de linguagem que afeta, em várias combinações, a produção/compreensão da fala e as habilidades de leitura e escrita. As alterações de linguagem podem surgir a partir de diversos processos patológicos, desde lesões estruturais focais, como acidente vascular cerebral (AVC), até doenças neurodegenerativas, como alguns tipos de demência. A abordagem de um paciente com afasia deve ser sistemática e incluir, além de testes específicos que avaliem as funções linguísticas, um exame físico neurológico completo.

Como os pacientes com afasia às vezes não conseguem fornecer informações para uma história completa, as informações clínicas em relação à causa e

à maneira de apresentação podem depender do julgamento dos indivíduos em torno do paciente e da história fornecida pelos familiares. Profissionais da área médica sem treinamento neurológico podem confundir afasia com quadro confusional ou transtorno psiquiátrico.

 

Capítulo 2. Aftas (Úlceras Aftosas)

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AFTAS (ÚLCERAS AFTOSAS)

Hickok G, Poeppel D. Dorsal and ventral streams: a framework for understanding aspects of the functional anatomy of language. Cognition. 2004;92(1-2):67-99.

Kirshner HS. Aphasia and aphasic syndromes. In: Daroff RB, Jankovic J, Mazziotta JC, Pomeroy SL. Bradley’s neurology in clinical practice. 7th ed. New York: Elsevier; c2016.

Knopman DS, Roberts RO. Estimating the number of persons with frontotemporal lobar degeneration in the US population. J Mol Neurosci. 2011;45(3):330-5.

Kuhl PK, Damasio AR. Language. In: Kandel ER, Schwartz JH, Jessel TM, Siegelbaum SA, Hudspeth AJ. Principles of neural science. 5th ed. New York: McGraw-Hill; c2013.

Lezak MD, Howieson DB, Bigler ED, Tranel D. Neuropsychological assessment. 5th ed. New York: Oxford

University Press; c2012.

Lezak MD, Howieson DB, Loring DW. Neuropsychological assessment. 4th ed. Oxford: Oxford University Press;

2004.

Moritz-Gasser S, Duffau H. The anatomo-functional connectivity of word repetition: insights provided by awake brain tumor surgery. Front Hum Neurosci. 2013;7:405.

 

Capítulo 3. Alopecias

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Edgar NR, Saleh D, Miller RA. Recurrent aphthous stomatitis: a review. J Clin Aesthetic Dermatol. 2017;10(3):26-36.

Embil JA, Stephens RG, Manuel FR. Prevalence of recurrent herpes labialis and aphthous ulcers among young adults on six continents. Can Med Assoc J. 1975;113(7):627-630.

Scully C. Clinical practice. Aphthous ulceration. N Engl J Med. 2006;355(2):165-172.

Shim YJ, Choi JH, Ahn HJ, Kwon JS. Effect of sodium lauryl sulfate on recurrent aphthous stomatitis: a randomized controlled clinical trial. Oral Dis. 2012;18(7):655-660.

ALOPECIAS

REFERÊNCIAS ►

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Brocklehurst P, Tickle M, Glenny AM, Lewis MA, Pemberton MN, Taylor J, et al. Systemic interventions for recurrent aphthous stomatitis (mouth ulcers). Cochrane Database Syst Rev. 2012;(9):CD005411.

Cui RZ, Bruce AJ, Rogers RS 3rd. Recurrent aphthous stomatitis. Clin Dermatol. 2016;34(4):475-481.

Femiano F, Lanza A, Buonaiuto C, Gombos F, Nunziata M, Piccolo S, et al. Guidelines for diagnosis and management of aphthous stomatitis. Pediatr Infect Dis J. 2007;26(8):728-732.

 

Capítulo 4. Alterações Da Fala

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ALTERAÇÕES DA FALA

CAPÍTULO 4

ALTERAÇÕES DA FALA

DAIANA PAOLA PERIN

DAISSY LILIANA MORA CUERVO

GUSTAVO COSTA FERNANDES

CONCEITOS ► A fala pode ser definida como a emissão de sons vocais ar-

ticulados (palavras) que simbolizam e comunicam ideias, sendo uma função de órgãos e músculos inervados pelo tronco encefálico. Para ser executada, depende da fonação (produção de sons vocais sem a formação de palavras), da vocalização (sons produzidos pela vibração das pregas vocais) e da articulação (enunciado de palavras formado por meio dos sons modulados pela contração da faringe, do palato, da língua e dos lábios).

O conjunto dessas ações possibilita a manifestação sonora da linguagem, ou seja, o meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos. A linguagem também pode ser exteriorizada por meio de sinais gráficos (escrita) ou gestuais.

A seguir, são apresentados alguns conceitos de alterações na fala e na linguagem:

• Afasia: transtorno da linguagem que pode comprometer, em diferentes graus, a compreensão, a expressão e/ou a repetição da fala. Pode ser acompanhada de incapacidade para a leitura (alexia) e para a escrita (agrafia);

 

Capítulo 5. Amenorreia

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AMENORREIA

to, grande parte das causas de disartria depende apenas de tratamentos de reabilitação fonoaudiológica, como sequelas de doenças cerebrovasculares e esclerose lateral amiotrófica.

A reabilitação tem como objetivos a adaptação e a compensação das incapacidades para otimizar a produção da fala por meio da correção respiratória, do fortalecimento da musculatura envolvida, da modificação eficaz da emissão sonora e da adequação da ressonância da voz e da velocidade da fala.

Também podem ser utilizados materiais como livros ou cadernos de desenho, tablets ou computadores com programas específicos para otimizar a comunicação.

REFERÊNCIAS ►

Melfi RS. Communication disorders: motor speech disorders. [S. l.]: Medscape; 2015 [capturado em 24 fev.

2018]. Disponível em: https://emedicine.medscape.com/article/317758-overview#a4

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Beorlegui Rodriguez C. El lenguaje y la singularidad de la especie humana. Thémata Rev Filos. 2007;39:583-90.

 

Capítulo 6. Anorexia

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ANOREXIA

Practice Committee of the American Society for Reproductive Medicine. Current evaluation of amenorrhea.

Fertil Steril. 2006;86(5 Suppl 1):S148-55.

Spritzer PM, Nácul A, Mallmann ES. Amenorreia: avaliação diagnóstica. In: Vilar L, editor. Endocrinologia clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2016. p. 600-607.

Wass J, Owen K, editors. Endocrinology in pregnancy. Wass J, Owen K, editors. Oxford handbook of endocrinology and diabetes. 3rd ed. Oxford: Oxford University Press; c2014. p. 330-1.

CAPÍTULO 6

ANOREXIA

CRISTINA MARTINO DA SILVA

ANDRESSA STEFENON

ALBERTO AUGUSTO ALVES ROSA

DANIELA DORNELLES ROSA

CONCEITO E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS ► Anorexia é uma manifestação clínica que consiste em perda fisiopatológica de apetite, acompanhada por aversão aos alimentos e incapacidade de ingeri-los. A prevalência de anorexia na população em geral é de 4%.

CAUSAS ► Dos pacientes que procuram auxílio médico devido à anorexia e à perda de peso, cerca de 36% têm o diagnóstico de câncer; em 23%, a causa não pode ser estabelecida; e os demais apresentam uma variedade de outras condições, principalmente distúrbios psiquiátricos e gastrintestinais

 

Capítulo 7. Ansiedade

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ANSIEDADE

Temel JS, Abernethy AP, Currow DC, Friend J, Duus EM, Yan Y, et al. Anamorelin in patients with non-small-cell lung cancer and cachexia (ROMANA 1 and ROMANA 2): results from two randomised, double-blind, phase 3 trials. Lancet Oncol. 2016;17(4):519-31.

SITES RECOMENDADOS ►

Cancernetwork [http://www.cancernetwork.com]

Edmonton Zone Palliative Care Program [http://www.palliative.org/index.html]

World Health Organization [http://www.who.int/bookorders/index.html]

CAPÍTULO 7

ANSIEDADE

LUCIANO ISOLAN

GISELE GUS MANFRO

MARCELO P. A. FLECK

CONCEITOS ► Ansiedade pode ser definida como um alarme, ou seja,

um “sinal de alerta” a um estímulo percebido como perigoso. Sua principal função parece ser a de capacitar o indivíduo na tomada de decisão de como lidar com uma possível ameaça.

A ansiedade caracteriza-se por sensação difusa, desconfortável e vaga de apreensão e pode ser acompanhada por sintomas somáticos, psíquicos e comportamentais. Os sintomas somáticos podem ser divididos em autonômicos (taquicardia, vasoconstrição, suor, aumento do peristaltismo, taquipneia, midríase), musculares (dores, contraturas, tremores), cenestésicos (parestesias, ondas de frio e calor, calafrios), respiratórios (sensação de sufocamento ou afogamento, hiperventilação), entre outros. Os sintomas psíquicos incluem tensão, nervosismo, apreensão, mal-estar indefinido, insegurança, dificuldade de concentração, sensação de estranheza ou despersonalização e desrealização. Já os sintomas comportamentais podem ser expressos por meio de comportamento inquieto ou evitativo.

 

Capítulo 8. Apneia Do Sono

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Baldwin DS, Anderson IM, Nutt DJ, Allgulander C, Bandelow B, den Boer JA, et al. Evidence-based pharmacological treatment of anxiety disorders, post-traumatic stress disorder and obsessive-compulsive disorder: a revision of the 2005 guidelines from the British Association for Psychopharmacology. J Psychopharmacol.

2014;28(5):403-39.

Katzman MA, Bleau P, Blier P, Chokka P, Kjernisted K, Van Ameringen M, et al. Canadian clinical practice guidelines for the management of anxiety, posttraumatic stress and obsessive-compulsive disorders. BMC

Psychiatry. 2014;14 Suppl 1:S1.

APNEIA DO SONO

LEITURAS RECOMENDADAS ►

CAPÍTULO 8

APNEIA DO SONO

ÂNGELA BEATRIZ JOHN

SIMONE C. FAGONDES

► A apneia obstrutiva do sono (AOS) é definida pela ocorrência de episódios recorrentes de interrupção (completa ou parcial) do fluxo aéreo durante o sono. A obstrução caracteriza-se por redução (hipopneias) ou cessação completa do fluxo aéreo (apneias), apesar da manutenção do esforço ventilatório (eventos obstrutivos).

 

Capítulo 9. Artrites

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ARTRITES

CAPÍTULO 9

ARTRITES

BIANCA KIELING CHAVES

SHEILA HICKMANN

MARKUS BREDEMEIER

► Dor articular é uma queixa frequente na prática médica, a qual pode estar relacionada a patologias simples ou até a condições potencialmente ameaçadoras à vida.

As doenças reumáticas são altamente prevalentes, afetando 3 a 8% da população mundial, mas acredita-se que um quarto dos adultos sofra de algum problema relacionado ao sistema musculoesquelético. Como consequência, essas enfermidades são responsáveis por um significativo impacto social e econômico.

CONCEITO E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS

DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO PACIENTE COM DOR ARTICULAR:

ARTRALGIA VERSUS ARTRITE ► O primeiro passo na avaliação do pa-

ciente com dor articular é definir se as características clínicas são de dor mecânica ou inflamatória. O quadro é sugestivo de dor mecânica quando a rigidez matinal é de curta duração, a dor melhora com o repouso e é mais associada ao início do movimento. Em geral, isso ocorre na osteoartrose, em que comumente estão ausentes os sinais inflamatórios articulares.

 

Capítulo 10. Ascite

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ASCITE

CAPÍTULO 10

ASCITE

FERNANDA O. JAKIMIU

MARIA CRISTINA M. DOS SANTOS

PAULO ROBERTO LERIAS DE ALMEIDA

CONCEITO ► Ascite é definida como acúmulo de líquido na cavidade pe-

ritoneal. É um sintoma que pode ser ocasionado por diversas doenças, com diversos diagnósticos diferenciais; por isso, ao ser detectada, sugere-se realizar uma paracentese diagnóstica para análise do líquido.

CLASSIFICAÇÃO ► A ascite pode ser dividida em:

• Ascite de pequeno volume: detectada apenas com ajuda de exames de imagem;

• Ascite moderada: evidenciada no exame físico por uma moderada distensão abdominal;

• Ascite volumosa: distensão abdominal importante, podendo ser verificada tensão abdominal na palpação do abdome.

CAUSAS ►O Quadro 10.1 apresenta as causas de ascite. A Tabela 10.1

mostra as causas mais frequentes de ascite e suas respectivas características.

DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO ► Na anamnese, deve-se questionar o pa-

 

Capítulo 11. Asteríxis

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Andrade Júnior DR, Galvão FHF, Santos SA, Andrade DR. Ascite: estado da arte baseado em evidências. Rev

Assoc Med Bras. 2009;55(4):489-96.

Angeleri A, Rocher A, Caracciolo B, Pandolfo M, Palaoro L, Perazzi B. New biochemical parameters in the differential diagnosis of ascitic fluids. Gastroenterology Res. 2016;9(1):17-21.

Aponte EM, O’Rourke MC. Paracentesis. In: StatPearls. Treasure Island: StatPearls; 2017.

Huang LL, Xia HH, Zhu SL. Ascitic fluid analysis in the differential diagnosis of ascites: focus on cirrhotic ascites. J Clin Transl Hepatol. 2014;2(1):58-64.

McHutchison JG. Differential diagnosis of ascites. Semin Liver Dis. 1997;17(3):191-202.

Oey RC, van Buuren HR, de Man RA. The diagnostic work-up in patients with ascites: current guidelines and future prospects. Neth J Med. 2016;74(8):330-5.

Tarn AC, Lapworth R. Biochemical analysis of ascitic (peritoneal) fluid: what should we measure? Ann Clin

Biochem. 2010;47(Pt 5):397-407.

 

Capítulo 12. Ataxia

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ATAXIA

CAPÍTULO 12

ATAXIA

CARLOS R. M. RIEDER

CONCEITO ► Ataxia corresponde à manifestação clínica de decomposição

e incoordenação dos movimentos, alterando sua suavidade. É também um termo utilizado para designar um grupo de doenças específicas do sistema nervoso central (SNC), das quais a ataxia é a manifestação clínica proeminente. Ela pode afetar os dedos, as mãos, os braços, as pernas, o corpo, a fala ou o movimento dos olhos. É normalmente causada por perda da função do cerebelo ou de suas vias.

O diagnóstico etiológico é sempre um desafio, devido à grande heterogeneidade clínica. Entre as inúmeras doenças genéticas com envolvimento do

SNC já descritas, centenas delas apresentam a ataxia como uma das manifestações clínicas.

► As ataxias podem ser classificadas quanto à instalação, à localização e à etiologia.

Em relação à etiologia, podem ser:

CLASSIFICAÇÃO, CAUSAS E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

• Hereditárias;

• Adquiridas;

 

Capítulo 13. Babinski

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BABINSKI

REFERÊNCIA ►

de Castilhos RM, Furtado GV, Gheno TC, Schaeffer P, Russo A, Barsottini O, et al. Rede Neurogenetica. Spinocerebellar ataxias in Brazil--frequencies and modulating effects of related genes. Cerebellum. 2014;13(1):17-28.

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Dürr A. Autosomal dominant cerebellar ataxias: polyglutamine expansions and beyond. Lancet Neurol.

2010;9(9):885-94.

Dürr A. Friedreich’s ataxia: treatment within reach. Lancet Neurol. 2002;1(6):370-4.

Klockgether T. Sporadic ataxia with adult onset: classification and diagnostic criteria. Lancet Neurol.

2010;9(1):94-104.

Klockgether T. Update on degenerative ataxias. Curr Opin Neurol. 2011;24(4):339-45.

Marto M, Marmolino D. Cerebellar ataxias. Curr Opin Neurol. 2009;22(4):419-29.

Perlman SL. Spinocerebellar degenerations. Handb Clin Neurol. 2011;100:113-40.

Schelhaas HJ, Ippel PF, Beemer FA, Hageman G. Similarities and differences in the phenotype, genotype and pathogenesis of different spinocerebellar ataxias. Eur J Neurol. 2000;7(3):309-14.

 

Capítulo 14. Baixo Peso No Adulto

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• Para a correta avaliação do sinal de Babinski, deve-se conhecer o reflexo flexor sinérgico e seus componentes.

• A estimulação cutânea deve ser feita de forma correta. O paciente deve estar preferencialmente na posição supina, relaxado e com os membros inferiores despidos. Deve-se dar atenção ao movimento inicial do hálux.

• É importante ter a noção de que o sinal de Babinski faz parte de um contexto neuropatológico mais amplo: o da síndrome piramidal, que consiste em lesão do trato corticoespinal ou NMS.

• O raciocínio diagnóstico sobre o sinal de Babinski deve ser organizado topograficamente. Para isso, deve-se ter em mente o trajeto do trato corticoespinal e as estruturas adjacentes a ele.

• Deve-se ter muita cautela ao valorizar um sinal de Babinski não associado a outras manifestações piramidais, principalmente fraqueza muscular e hiper-reflexia.

BAIXO PESO NO ADULTO

CONCLUSÕES ►

REFERÊNCIAS ►

Dohrmann GJ, Nowack WJ. The upgoing great toe. Optimal method of elicitation. Lancet. 1973;1(7799):339-41.

 

Capítulo 15. Bócio

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BÓCIO

Houston DK, Nicklas BJ, Ding J, Harris TB, Tylavsky FA, Newman AB, et al. Dietary protein intake is associated with lean mass change in older, community-dwelling adults: the Health, Aging, and Body Composition (Health

ABC) Study. Am J Clin Nutr. 2008;87(1):150-5.

Luder E, Alton I. The underweight adolescent. In: Stang J, Story M. Guidelines for adolescent nutrition services

[Internet]. Minneapolis: Center for Leadership, Education and Training in Maternal and Child Nutrition; 2005

[capturado em 17 dez. 2017]. Disponível em: http://www.epi.umn.edu/let/pubs/img/adol_ch8.pdf.

Nascimento C, Marques CL, Blume CA, Azevedo MJ. Avaliação nutricional em adultos. In: Silveiro SP, Satler F, organizadores. Rotinas em endocrinologia. Porto Alegre: Artmed; 2015. p. 114-22.

Volpi E, Campbell WW, Dwyer JT, Johnson MA, Jensen GL, Morley JE, et al. Is the optimal level of protein intake for older adults greater than the recommended dietary allowance? J Gerontol A Biol Sci Med Sci.

 

Capítulo 16. Bradicardia

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BRADICARDIA

REFERÊNCIAS ►

Campos RO, Barreto IS, Maia LRJ, Rebouças SCL, Cerqueira TLO, Oliveira CA, et al. Iodine nutritional status in Brazil: a meta-analysis of all studies performed in the country pinpoints to an insufficient evaluation and heterogeneity. Arch Endocrinol Metab. 2015;59(1):13-22.

Kasper DL, Fauci AS, Hauser SL, Longo DL, Jameson JL, Loscalzo J. Harrison’s principles of internal medicine.

19th ed. New York: McGraw-Hill; [2015].

Knudsen N, Perrild H, Christiansen E, Rasmussen S, Dige-Petersen H, Jørgensen T. Thyroid structure and size and two-year follow-up of solitary cold thyroid nodules in an unselected population with borderline iodine deficiency. Eur J Endocrinol. 2000;142(3):224-30.

Santos, LMP, organizador. Bibliografia sobre deficiência de micronutrientes no Brasil: 1990-2000. Volume 3: iodo e bócio endêmico. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2002.

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Berghout A, Wiersinga WM, Smits NJ, Touber JL. Determinants of thyroid volume as measured by ultrasonography in healthy adults in a non-iodine deficient area. Clin Endocrinol (Oxf). 1987;26(3):273-80.

 

Capítulo 17. Cãibras

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CÃIBRAS

REFERÊNCIAS ►

Homoud MK. Sinoatrial nodal pause, arrest, and exit block. Waltham: UpToDate; 2018 [capturado em 27 mar.

2018]. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/sinoatrial-nodal-pause-arrest-and-exit-block

Homoud MK. Sinus bradycardia. Waltham: UpToDate; 2017 [capturado em 25 jan. 2018]. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/sinus-bradycardia

Sauer WH. Second degree atrioventricular block: Mobitz type II. Waltham: UpToDate; 2017 [capturado em 25 jan.

2018]. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/second-degree-atrioventricular-block-mobitz-type-ii

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Boyett MR, Honjo H, Kodama I. The sinoatrial node, a heterogeneous pacemaker structure. Cardiovasc Res.

2000;47(4):658-87.

Epstein AE, DiMarco JP, Ellenbogen KA, Estes NA 3rd, Freedman RA, Gettes LS, et al. ACC/AHA/HRS 2008 guidelines for device-based therapy of cardiac rhythm abnormalities: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Committee to Revise the ACC/

 

Capítulo 18. Calorões Ou Fogachos

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CALORÕES OU FOGACHOS

reduzir as cãibras, mas não há evidências suficientes para essa recomendação. Em pacientes sedentários, a prática regular de atividade física deve ser orientada.

Ainda existem muitas controvérsias sobre o tratamento farmacológico de cãibras e resultados conflitantes entre estudos. Alguns estudos mostraram benefício no uso de vitaminas do complexo B e vitaminas do complexo E.

Em pacientes com anemia, a reposição de ferro mostrou-se benéfica. Em gestantes, suplementação com magnésio trouxe benefício em alguns estudos. Diltiazem e verapamil podem ser opções terapêuticas se não houver efetividade com os medicamentos citados.

Em pacientes que não responderem a essas terapêuticas, pode-se utilizar gabapentina, que tem se mostrado uma possibilidade terapêutica em alguns estudos, especialmente nos pacientes com doença neurológica associada.

REFERÊNCIA ►

Oboler SK, Prochazka AV, Meyer TJ. Leg symptoms in outpatient veterans. West J Med. 1991;155(3):256-9.

 

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