UniA: Português básico

Autor(es): Roberta Azevedo
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Texto compacto e objetivo que procura preencher as possíveis lacunas de aprendizado do aluno que ingressa em um curso superior. Aborda os principais conteúdos que um estudante de graduação deve dominar para ter sucesso na carreira, concentrando nos conhecimentos gramaticais essenciais e desconstuindo o mito de que o tema é difícil. 

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Capítulo 1. A língua portuguesa no ensino superior

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A língua portuguesa no ensino superior

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>> A INFLUÊNCIA do estudo da língua portuguesa em outras disciplinas.

>> As DIFERENÇAS entre as concepções de gramática: normativa, descritiva e internalizada.

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO SUPERIOR

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POR QUE ESTUDAR PORTUGUÊS NO ENSINO SUPERIOR

O estudo da língua portuguesa no ensino superior tem se mostrado cada vez mais importante, pois nem sempre ao ingressar em um curso de graduação o aluno apresenta domínio das competências e habilidades necessárias para ler, interpretar e produzir textos dos mais diferentes gêneros, com os quais irá se deparar durante a vida acadêmica. Assim, a adoção desta disciplina cumpre a função de suprir algumas lacunas de aprendizado que o aluno não adquiriu no ensino médio. Assim, esta disciplina tem como objetivo retomar os conteúdos que deveriam ter sido aprendidos no ensino médio, preenchendo, assim, possíveis lacunas no aprendizado.

 

Capítulo 2. O novo acordo ortográfico

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O novo acordo ortográfico

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>> O que novoéACORDO

ORTOGRÁFICO. o novo ACORDO

ORTOGRÁFICO.

>> Exemplos das NOVAS REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

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OBJETIVOS DO ACORDO ORTOGRÁFICO

O Acordo Ortográfico, assinado em 1990 pelas nações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que entrará em vigência no Brasil apenas em 2016, tem como objetivo primordial reduzir as discrepâncias ortográficas existentes entre os países cuja língua oficial é o português: Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde,

Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Além disso, a uniformização das regras ortográficas facilita o intercâmbio cultural entre os países de língua portuguesa, reduzindo os custos editoriais decorrentes da publicação de livros nas duas versões ortográficas (lusófona e brasileira) e proporciona também o aumento da visibilidade da língua portuguesa no mundo.

 

Capítulo 3. Classes gramaticais

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Classes gramaticais

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>> SUBSTANTIVOS: classes, flexões de gênero, número e grau.

>> O

ARTIGOS: definidos e indefi nidos. que é o novo

ACORDO

ORTOGRÁFICO.

ADJETIVOS: exões deREGRAS: número ealfabeto, grau. trema, acentuação e hífen.

>> Exemplos dasflNOVAS

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CLASSES GRAMATICAIS

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SUBSTANTIVO

Substantivos são palavras que usamos para designar ou nomear seres em geral, sejam eles reais ou imaginários.

Formalmente falando, pode-se dizer que os substantivos são palavras que podem apresentar flexões de gênero, número e grau, que podem ou não vir precedidas de artigos ou pronomes.

Ao se observar os substantivos do ponto de vista funcional, pode-se dizer que eles caracterizam-se por serem núcleos dos sintagmas nominais de nossa língua. Assim, os substantivos são as palavras que constituem:

▶ Sujeitos (A festa estava ótima.)

 

Capítulo 4. Classes gramaticais II

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Classes gramaticais II

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>> PRONOMES: pessoais, de tratamento, possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos e relativos.

>> NUMERAIS: cardinais, ordinais, multiplicativos, fracionários e coletivos.

O que é o novo

ACORDO

ORTOGRÁFICO.

VERBO: flexões de número, pessoa, modotrema, e tempo.

>> Exemplos das NOVAS

REGRAS: alfabeto, acentuação e hífen.

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CLASSES GRAMATICAIS II

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PRONOMES

A linguagem é uma atividade essencialmente social. Para realizá-la, é preciso a formulação de discursos que somente são possíveis com a presença de um “eu” e um

“outro”. Na linguagem, a presença das pessoas do discurso é diretamente marcada pela utilização dos pronomes.

A principal função dos pronomes, portanto, é fazer referência às pessoas do discurso delimitando-as gramaticalmente. Observe que no exemplo a seguir a utilização do pronome “você” marca gramaticalmente a presença da comunicação com a segunda pessoa do discurso (o ser com quem se fala).

 

Capítulo 5. Classes gramaticais III

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Classes gramaticais III

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>> INTERJEIÇÃO.

>> A diferença entre PREPOSIÇÃO e CONJUNÇÃO.

>> PREPOSIÇÃO.

>> O

CONJUNÇÕES: coordenativas e subordinativas. que é o novo ACORDO

ORTOGRÁFICO.

>> Exemplos

ADVÉRBIOS

LOCUÇÕES

ADVERBIAIS: dase NOVAS

REGRAS: alfabeto, classifi trema, cação. acentuação e hífen.

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CLASSES GRAMATICAIS III

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INTERJEIÇÃO

As interjeições são expressões linguísticas de utilização predominantemente coloquial com forte valor conotativo, pois elas exprimem sensações e estados emocionais.

Vale ainda ressaltar sobre as interjeições que elas recebem influência direta do contexto em que ocorrem. Assim, apesar de serem classificadas de acordo com o sentimento que denotam, uma mesma interjeição pode possuir valores semânticos diferentes de acordo com o contexto de uso.

 

Capítulo 6. Termos essenciais da oração

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Termos essenciais da oração

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>> As características da unidade mínima do discurso: a frase.

>> A obrigatoriedade de um predicado na oração.

>> As possibilidades de sujeito.

>> O

Predicado: verbal, nominal e verbo-nominal. que é o novo

ACORDO

ORTOGRÁFICO.

>> Exemplos

Frase, oração, período,REGRAS: sujeito e alfabeto, predicado. das NOVAS trema, acentuação e hífen.

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TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO

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FRASE

É um enunciado linguístico que, independentemente de sua estrutura ou extensão, traduz um sentido completo em uma situação de comunicação. Caracteriza-se por apresentar uma entonação que delimita o seu início e fim. Constitui assim, a unidade mínima no nível do discurso.

São exemplos de frases:

SOCORRO!

QUE HORROR!

QUANTOS PROBLEMAS!

EU GANHEI UMA CASA NOVA.

 

Capítulo 7. Predicação verbal e complementos verbais

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Predicação verbal e complementos verbais

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>> VERBO INTRANSITIVO.

>> O

VERBO direto e indireto. que é TRANSITIVO: o novo ACORDO

ORTOGRÁFICO.

VERBO DEdas

LIGAÇÃO.

>> Exemplos

NOVAS REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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PREDICAÇÃO VERBAL E COMPLEMENTOS VERBAIS

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Quanto à predicação os verbos podem se classificar em transitivos, intransitivos e verbos de ligação.

VERBOS INTRANSITIVOS

São aqueles que apresentam, dentro de determinado contexto, um sentido completo, não necessitando assim de complemento (objeto direto e objeto indireto).

Ex.: O bebê de Joana acabou de nascer.

No exemplo acima é possível notar que o verbo “nascer” não precisa de complemento para transmitir a ação expressa pelo verbo. Logo, dizemos que “nascer” é um verbo intransitivo.

VERBOS TRANSITIVOS

 

Capítulo 8. Vozes verbais, aposto e vocativo

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Vozes verbais, aposto e vocativo

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>> As relações dos verbos com os sujeitos: voz ATIVA, PASSIVA

>> eO REFLEXIVA. que é o novo ACORDO ORTOGRÁFICO.

APOSTO edas

VOCATIVO.

>> Exemplos

NOVAS REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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VOZES VERBAIS, APOSTO E VOCATIVO

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VOZES VERBAIS

Os verbos relacionam-se com o sujeito de diferentes maneiras. Os tipos de relações estabelecidas entre eles recebem o nome de vozes verbais.

As vozes verbais são: ativa, passiva e reflexiva.

VOZ ATIVA

Na voz ativa, a forma verbal indica que o sujeito da oração é o agente e autor da ação.

Note que na manchete disposta na capa da revista a seguir, o sujeito “médicos” realizam a ação de errar.

Fonte: Veja (mar., 1999).

VOZ PASSIVA

Na voz passiva, o sujeito da oração é paciente, ou seja, ele não executa a ação proposta pelo verbo da oração. Essa voz desvia a atenção do sujeito, concentrando-se no resultado da ação.

 

Capítulo 9. Orações coordenadas: período composto por coordenação

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Orações coordenadas: período composto por coordenação

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>> A independência das COORDENAÇÃO.

>> ORAÇÕES COORDENADAS SINDÉTICAS: adversativas, aditivas, alconclusivas explicativas.

>> ternativas,

O que é o novo

ACORDOe ORTOGRÁFICO.

ORAÇÕESdas

COORDENADAS

ASSINDÉTICAS.

>> Exemplos

NOVAS REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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ORAÇÕES COORDENADAS: PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO

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A INDEPENDÊNCIA DAS RELAÇÕES DE COORDENAÇÃO

JOSÉ

E agora, José?

A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, Você?

Você que é sem nome, que zomba dos outros,

Você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José?

Fonte: Drummond (1978).

Ao lermos o fragmento do poema acima podemos notar que os versos em destaque apresentam autonomia, ou seja, independência sintática dos termos coordenados, que se relacionam a partir de uma ordenação sequencial. Assim, podemos dizer que os períodos desses versos se ligam por meio de uma relação de coordenação, já que nenhuma das orações funciona como termo de qualquer uma das outras orações.

 

Capítulo 10. Orações subordinadas substantivas: período composto por subordinação

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Orações subordinadas substantivas: período composto por subordinação

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>> Os PERÍODOS COMPOSTOS POR SUBORDINAÇÃO e suas classificações.

>> O que é o novo ACORDO ORTOGRÁFICO.

>> ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS: subjetivas, objetivas incompletivas apositivas.

>> diretas,

Exemplos das NOVASnominais,

REGRAS:predicativas, alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS: PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

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Os períodos compostos por subordinação são aqueles em que uma das orações atua como determinante da outra – a principal – estando a ela subordinada. Logo, as orações subordinadas são orações determinantes das orações principais, às quais se subordinam e nas quais estão sintaticamente encaixadas. São classificadas em três tipos, de acordo com as funções que exercem em relação às principais: subordinadas substantivas, subordinadas adverbiais e subordinadas adjetivas.

 

Capítulo 11. Orações subordinadas adverbiais: período composto por subordinação

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Orações subordinadas adverbiais: período composto por subordinação

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>> O ADJUNTO ADVERBIAL nas orações subordinadas.

>> A classificação das ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS: cau>> O que é o novo ACORDO ORTOGRÁFICO. sais, consecutivas, concessivas, comparativas, conformativas, finais, temporais, condicionais.

>> proporcionais,

Exemplos das NOVAS

REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS: PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

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As orações subordinadas adverbiais desempenham o papel de adjuntos adverbiais do predicado da oração principal. Portanto, exprimem circunstâncias específicas com relação ao predicado da oração principal, tendo assim, uma classificação baseada em critérios semânticos.

As circunstâncias mais frequentemente expressas pelas orações subordinadas adverbiais são: causa, consequência, concessão, comparação, conformidade, finalidade, proporção e tempo.

 

Capítulo 12. Orações subordinadas adjetivas: período composto por subordinação

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Orações subordinadas adjetivas: período composto por subordinação

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>> ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS: restritivas e explicativas.

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ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS: PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

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As orações subordinadas adjetivas podem ser classificadas, de acordo com seu sentido, em adjetivas restritivas ou adjetivas explicativas.

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RESTRITIVAS

Referem-se a um termo restringindo o seu significado, particularizando-o.

Fonte: Conectado com a Língua Portuguesa (2014).

Na propaganda acima, a oração “que você joga na rua” restringe, particulariza, deixando claro que não é todo lixo que volta para dentro de sua casa, apenas aquele jogado na rua.

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS EXPLICATIVAS

Têm a função de acrescentar alguma explicação ou informação suplementar a um termo já definido e delimitado.

 

Capítulo 13. Pontuação

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Pontuação

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>> O PORQUÊ da PONTUAÇÃO.

>> Os SINAIS DE PONTUAÇÃO: vírgula, ponto-final, ponto e vírgula, dois-pontos, interrogação, exclamação, reticências, aspas, travessão, parênteses.

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PONTUAÇÃO

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A pontuação de uma língua é sempre uma tentativa de reprodução das pausas, entonações e representação de emoções, sensações e intenções que ocorrem no momento da fala. Ou seja, a pontuação tenta reproduzir determinadas especificidades da língua falada.

A seguir trataremos dos principais sinais de pontuação e suas utilizações mais frequentes.

VÍRGULA

A vírgula é utilizada nos seguintes casos: a. Separar elementos de enumeração que possuam a mesma função sintática no contexto.

ANTES DE CHEGAR EM CASA ANDERSON PASSOU NO SUPERMERCADO,

NA PADARIA, NA FARMÁCIA.

Obs: Caso o último elemento venha precedido da conjunção “e” dispensa-se o uso da vírgula.

 

Capítulo 14. Parágrafo

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Parágrafo

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>> DEFINIÇÃO e CONSTITUIÇÃO de um parágrafo.

>> A ORGANIZAÇÃO dos parágrafos.

>> As RELAÇÕES que compõem os parágrafos: algumas sugestões.

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PARÁGRAFO

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Apesar de um parágrafo ser definido pelo afastamento da margem da folha até o ponto-final, o mais importante não é essa estrutura, e sim a unidade de sentido que o parágrafo representa no todo.

Assim, antes de começar a elaboração de um texto, o ideal é organizar os parágrafos que nortearão sua constituição, a fim de garantir a coesão e a coerência no interior textual. Dessa forma, a investigação dos conhecimentos prévios sobre o assunto a ser discutido no texto é imprescindível, pois pela organização de parágrafos que contemplarão esses conhecimentos será possível um plano para elaborar o texto.

Em seguida, o ideal é fazer um apanhado geral de suas ideias, organizando-as em tópicos e identificando a ideia central do que se pretende trabalhar. Posteriormente, cada tópico elencado servirá como base para a elaboração de cada parágrafo que participará da composição do texto.

 

Capítulo 15. Usos da crase

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Usos da crase

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>> REGRAS PRÁTICAS para o uso da crase.

>> USOS FACULTATIVOS da crase.

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USOS DA CRASE

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REGRAS PRÁTICAS

Primeira – Tente substituir a palavra antes da qual aparece o a ou as por um termo masculino. Se o a ou as se transformar em ao ou aos, existe crase; do contrário, não.

FUI AO SUPERMERCADO.

FUI À FARMÁCIA.

No caso de nome geográfico ou de lugar, substitua o a ou as por para. Se o certo for para a, use a crase:

FOI À FRANÇA (FOI PARA A FRANÇA).

IRÃO À COLÔMBIA (IRÃO PARA A COLÔMBIA).

VOLTOU A CURITIBA (VOLTOU PARA CURITIBA, SEM CRASE).

Pode-se também usar a forma voltar de: se o de se transformar em da, há crase, mas será inexistente se o de não se alterar:

RETORNOU À ARGENTINA (VOLTOU DA ARGENTINA).

FOI A ROMA (VOLTOU DE ROMA).

Segunda - A combinação de outras preposições com a (para a, na, da, pela e, principalmente, a) indica se o a ou as deve ter crase. Não é necessário que a frase alternativa tenha o mesmo sentido da original nem que a regência seja correta. Exemplos:

 

Capítulo 16. Usos dos porquês

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Usos dos porquês

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>> Os diversos significados e USOS DO PORQUÊ.

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USOS DOS PORQUÊS

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POR QUE

O “por que” tem dois empregos diferenciados:

Quando for a junção da preposição por + pronome interrogativo ou indefinido que, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”: Ex.:

POR QUE VOCÊ NÃO VAI AO CINEMA? (POR QUAL RAZÃO)

NÃO SEI POR QUE NÃO QUERO IR. (POR QUAL MOTIVO)

Quando for a junção da preposição por + pronome relativo que, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais. Ex.:

SEI BEM POR QUE MOTIVO PERMANECI NESTE LUGAR. (PELO QUAL)

POR QUÊ

Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação. O “por quê” deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”. Ex.:

VOCÊS NÃO COMERAM TUDO? POR QUÊ? ANDAR CINCO

 

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