Semiologia Médica, 8ª edição

Autor(es): PORTO, Celmo Celeno
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Um clássico cada vez mais moderno!_x000D_
Consagrado como um dos textos científicos mais respeitados dos já publicados no Brasil, Porto & Porto | Semiologia Médica chega à sua 8ª edição, mantendo o compromisso de oferecer aos seus leitores um conteúdo moderno e fundamentado na experiência de autores conceituados, sempre respeitando a realidade didática de professores e estudantes._x000D_
Esta edição comemorativa de 30 anos traz muitas novidades; além de mais recursos pedagógicos, fluxogramas mais elaborados e novos colaboradores, texto e imagens passaram por reformulação total. O texto foi revisado, atualizado e reestruturado, mantendo a relevância e a profundidade adequada do assunto para o estudante. Todas as ilustrações foram redesenhadas ou substituídas, seguindo um padrão de cores, dimensão e estilo, e mostrando detalhes anatômicos complexos, dignos de um atlas de anatomia. Merecem destaque as ilustrações que apresentam o órgão em camadas sobrepostas, para melhor compreensão do procedimento demonstrado, e os exames, que foram substituídos por imagens em alta qualidade. _x000D_
• O processo de aprimoramento e atualização contínuo reforça este clássico como o mais expressivo e duradouro livro brasileiro sobre o tema, que vem contribuindo para a boa formação de várias gerações de estudantes._x000D_
• A obra é considerada o pilar da medicina brasileira. Todo estudante de medicina precisa do livro do Porto.

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1 - Princípios e Bases da Prática Médica

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1

Princípios e Bases da Prática Médica

Ipojucan Calixto Fraiz, Carlos Ehlke Braga Filho, Marianne de Oliveira Falco e Celmo Celeno Porto

Introdução

As bases da prática médica não podem ficar restritas às ciên‑ cias biológicas. A complexidade do processo saúde‑doença torna necessária a inclusão de conhecimentos oriundos das ciências humanas e sociais. Para que sejam compreendidas as múltiplas facetas de todas as profissões da área da saúde, os conhecimentos de anatomia, histologia, fisiologia, bioquí‑ mica, genética dos agentes agressivos e dos mecanismos de defesa do organismo não são suficientes para uma boa prática médica, por mais profundos e detalhados que sejam.

Arte clínica é levar a ciência médica para cada paciente. Esse

é o objetivo de uma medicina de excelência. Para atingi‑lo é preciso apoiar‑se em sólidos princípios e ter amplas bases, pois conhecimentos técnicos e refinados são apenas um dos requi‑ sitos da medicina moderna.

Origens da medicina

 

7 - Técnicas Básicas do Exame Físico

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7

Técnicas Básicas do Exame Físico

As precauções para realização do exame físico são apresen‑ tadas na Figura 7.1.

As mãos devem ser lavadas antes e após o exame físico.

Fábia Maria Oliveira Pinho e Celmo Celeno Porto

Introdução

Ao exame físico, a maioria dos pacientes sente‑se ansiosa por se sentir exposta, apreensiva por receio de sentir dor e ame‑ drontada em relação ao que o médico possa encontrar.

O uso de luvas deve ser estimulado na maioria dos pacientes, e obrigatório quando o paciente apresentar lesões cutâneas, assim como ao exame na cavidade bucal.

Aprendizado do exame físico

Os estudantes, quase sempre, sentem‑se inseguros e apreensivos no início do aprendizado clínico, uma vez que têm receio de provocar desconforto no paciente.

Para superar esses aspectos, deve‑se preparar técnica e psicologica‑ mente.

Uma boa semiotécnica exige o estudo prévio de como aplicar correta‑ mente a inspeção, a palpação, a percussão e a ausculta.

 

8 - Exame Físico Geral

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8

Exame Físico Geral

Fábia Maria Oliveira Pinho, Rita Francis Gonzalez Y

Rodrigues Branco, Arnaldo Lemos Porto, Celmo Celeno

Porto, Abdon Salam Khaled Karhawi, Cláu­dio Jacinto

Pereira Martins, Hamilton da Costa Cardoso,

Marianne de Oliveira Falco, Érika Aparecida da Silveira,

Valéria Pagotto e Delson José da Silva

Introdução

Terminada a anam­ne­se, inicia‑se o exame físico de maneira sistematizada. Isso não quer dizer que o examinador não possa con­ ti­ nuar suas indagações, complementando pontos não muito bem esclarecidos durante a anam­ne­se. O contrário tam‑ bém ocorre, ou seja, o médico deve começar o exame físico tão logo se encontra com o paciente, fazendo uma inspeção geral. São duas etapas diferentes, mas podem ser rea­li­zadas de maneira simultânea, pois são indissociá­veis e se completam.

O exame físico pode ser dividido em duas etapas: a pri‑ meira constitui o exame físico geral, somatoscopia ou ectosco‑ pia, por meio do qual são obtidos dados gerais, independente‑ mente dos vários sistemas orgânicos ou segmentos corporais, obtendo‑se uma visão do paciente como um todo; a segunda etapa corresponde ao exame dos diferentes sistemas e apare‑ lhos, estudados em capítulos subsequentes (ver Capítulo  7,

 

31 - Fundamentos de Anatomia e Fisiologia

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Seção 4    Laringe

31

Fundamentos de Anatomia e

Fisiologia

Thaí­s Gomes Abrahão Elias, Melissa Ameloti

Gomes Avelino, André Valadares Siqueira e Paulo Humberto Siqueira

A laringe é um órgão ­musculocartilaginoso si­tua­do na região infra‑hióidea, no nível das vértebras C3 a C6, indo da porção laríngea da faringe até a margem inferior da cartilagem cricói­dea.

Desempenha três funções: esfincteriana, protegendo a via respiratória no momento da deglutição; respiratória, regu‑ lando o fluxo aé­reo inspiratório e expiratório; fonatória, pro‑ duzindo o som glótico pela vibração das pregas vocais, seguida pela ressonância e ar­ ticulação desse som, fenômenos que ocorrem no trato vocal supraglótico.

O esqueleto da laringe é constituí­do por nove cartilagens

(três ímpares e três pares) que se ar­ticulam por membranas, ligamentos e pregas (Figura 31.1).

Epiglote

Cartilagem tireóidea

Corno superior Lâmina direita Corno inferior -

 

32 - Exame Clínico

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Exame Clínico

Thaí­s Gomes Abrahão Elias e

Melissa Ameloti Gomes Avelino

Anamnese

Idade. Em crianças, os distúrbios vocais funcionais e as mal‑

formações congênitas são as principais causas de rouquidão.

Nas faixas etárias mais avançadas, são as laringites crônicas e doen­ças neoplásicas.

Sexo. As disfonias funcionais são mais frequentes nos meninos, durante a infância, enquanto na idade adulta acometem mais as mulheres.

Profissão. Distúrbios laríngeos são frequentes em profissionais que abusam da voz, como professores, locutores e cantores.

Trabalhos em ambientes com poluentes inalatórios, como pedreiras e marcenarias, podem ser prejudiciais à mucosa das vias respiratórias superiores e predispor ao desenvolvimento de lesões laríngeas.

Antecedentes pessoais. Deve‑se avaliar: tabagismo e etilismo; antecedentes cirúrgicos (sintomas vocais que aparecem no pós‑operatório de cirurgia cardía­ca e de tireoide levantam a possibilidade de secção do nervo laríngeo recorrente); doen­

 

34 - Doenças da Laringe

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34

Doenças da

Laringe

Melissa Ameloti Gomes Avelino, Thaí­s Gomes Abrahão

Elias, Paulo Humberto Siqueira e José Ricardo Gurgel Testa

Introdução

As principais afecções de laringe são: anomalias congênitas, laringites agudas, lesões fonotraumáticas, papilomatose laríngea recorrente e câncer de laringe.

Anomalias congênitas da laringe

A anomalia congênita mais frequente é a laringomalacia, que se manifesta pelo colabamento das estruturas supraglóticas durante a inspiração.

É a causa mais frequente de estridor inspiratório em lac‑ tentes.

O estridor inspiratório piora com agitação da criança, choro, alimentação ou na posição supina, melhorando quando está em repouso e faz hiperextensão cervical.

A intensidade dos sintomas varia com o grau da obstrução.

Cumpre ressaltar que o estridor é um sintoma e não um diagnóstico. Assim, diante de um recém‑nascido com estridor

é obrigatório o exame endoscópico para confirmar a suspeita de laringomalacia.

 

35 - Fundamentos de Anatomia e Fisiologia

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Seção 1    Tórax, Traqueia, Brônquios,

Pulmões e Pleuras

35

Fundamentos de Anatomia e

Fisiologia

José Laerte Rodrigues da Silva Júnior e Marcelo Fouad Rabahi

Introdução

O sistema respiratório é dividido em trato respiratório supe‑ rior (compartimento nasofaringolaríngeo) e trato respiratório inferior (compartimentos traqueobrônquico e alveolar).

As vias respiratórias superiores são formadas pelas fossas nasais, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe e laringe. Essas vias, além de servirem como conduto respiratório, desempe‑ nham papel de condicionador do ar inspirado, fazendo com que ele chegue aos locais das trocas gasosas em uma tempera‑ tura de aproximadamente 37°C. Cabe‑lhes, também, umidifi‑ car e filtrar o ar na sua passagem.

A avaliação clínica do sistema respiratório inclui obrigatoriamente o exame das vias respiratórias superiores (ver Parte 8, Orelhas, Nariz, Seios Paranasais, Faringe e Laringe) (Figura 35.1).

 

170 - Doenças dos Músculos e da Junção Neuro

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170

Doenças dos

Músculos e da Junção

Neuro­muscular

Maria Cristina del Negro Barroso Freitas e Elza Dias‑Tosta

Introdução

As doen­ças dos ­músculos e da junção neuro­muscular compre‑ endem: miopatias inflamatórias, distrofias m

­ uscula­res, miopa‑ tias congênitas, síndromes miotônicas, miopatia de Bethlem, miopatias metabólicas, alterações na transmissão neuromus‑ cular.

Miopatias inflamatórias

As miopatias inflamatórias podem ser causadas por um agente específico ou ser idiopáticas.

Quando suspeitar de miopatia inflamatória

Pacientes com fraqueza m

­ uscular simétrica de início subagudo (semanas a poucos meses), com predomínio proximal.

Fraqueza cervical e disfagia são frequentes.

Nos exames complementares, creatinofosfoquinase (CPK) elevada.

Atividade espontânea em repouso e unidades motoras miopáticas na eletromiografia. Evidência de edema nos grupos ­muscula­res afetados em estudos de ressonância magnética.

 

179 - Semiologia da Infância

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179

Semiologia da

Infância

Paulo Sérgio Sucasas da Costa, Johnathan Santana de

Freitas e Sandra Josefina Ferraz Ellero Grisi

Introdução

De acordo com estimativa de 2018  do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as crianças e os adolescentes com menos de 14 anos de idade representam cerca de 45,4 milhões da população do paí­s, de 208 milhões de pessoas.

O ser humano em crescimento e desenvolvimento apresenta par­ticularidades de acordo com a faixa etária. As especi­fici­ dades de cada idade manifestam-se na composição corporal, na velocidade de crescimento, no desenvolvimento neuro­psico­ lógico, nas necessidades nutricionais e no funcionamento do sistema imunológico.

Etapas da infância e adolescência

■■ Recém-nascido (RN): 0 a 28 dias de vida.

■■ Lactente: 29 dias de vida até 2 anos de idade.

■■ Pré-escolar: entre 2 e 7 anos de idade.

■■ Escolar: dos 7 aos 10 anos de idade.

■■ Adolescente: dos 10 aos 19 anos de idade.

 

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