Casos Clínicos em Anatomia

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Este livro apresenta 58 casos clínicos que abordam conceitos fundamentais de anatomia. Por meio de uma discussão completa sobre cada tema abordado, definição de termos-chave, dicas e ênfase em tópicos relevantes, além de questões de compreensão, esta obra permite ao leitor assimilar as informações e aprimorar seus conhecimentos em um contexto real.

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Parte 1. Estratégias para aprendizagem

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TOY, ROSS, ZHANG & PAPASAKELARIOU

Parte 1. Estratégias para aprendizagem

O aprendizado da anatomia consiste não apenas na memorização, mas também na visualização das relações entre as diversas estruturas do corpo e na compreensão de suas funções correspondentes. A memorização mecânica leva ao esquecimento rápido e ao tédio, e o estudante deve ter um enfoque da estrutura anatômica tentando correlacionar sua finalidade com seu plano geral. Estruturas que estão próximas devem ser relacionadas não apenas em termos de espaço, mas também em termos de função. O estudante deve também tentar fazer a projeção da importância clínica para os achados anatômicos. Por exemplo, se dois nervos seguem juntos longitudinalmente para baixo no braço, poderíamos supor que um tumor, uma laceração ou uma lesão isquêmica afetaria ambos os nervos. O próximo passo seria descrever os déficits esperados no exame físico.

O estudante precisa abordar o assunto de uma forma sistemática, estudando as relações esqueléticas de uma determinada região do corpo, as articulações, o sistema muscular, o sistema circulatório (incluindo a perfusão arterial e a drenagem venosa), o sistema nervoso (p. ex., as inervações neurais motoras e sensoriais) e a pele. Cada osso ou músculo é único e, em função de sua estrutura, possui vantagens e limitações, ou talvez vulnerabilidade, para lesões específicas. Estimulamos o estudante a ler, do princípio ao fim, a descrição da relação anatômica em uma determinada região, correlacionar as ilustrações das mesmas estruturas e, assim, tentar visualizar a anatomia em três dimensões. Por exemplo, se os desenhos anatômicos estão no plano frontal, o estudante pode desenhar a mesma região no plano sagital ou transverso, como um exercício para visualizar mais claramente a anatomia.

 

Parte 2. Terminologia básica

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TOY, ROSS, ZHANG & PAPASAKELARIOU

Parte 1. Estratégias para aprendizagem

O aprendizado da anatomia consiste não apenas na memorização, mas também na visualização das relações entre as diversas estruturas do corpo e na compreensão de suas funções correspondentes. A memorização mecânica leva ao esquecimento rápido e ao tédio, e o estudante deve ter um enfoque da estrutura anatômica tentando correlacionar sua finalidade com seu plano geral. Estruturas que estão próximas devem ser relacionadas não apenas em termos de espaço, mas também em termos de função. O estudante deve também tentar fazer a projeção da importância clínica para os achados anatômicos. Por exemplo, se dois nervos seguem juntos longitudinalmente para baixo no braço, poderíamos supor que um tumor, uma laceração ou uma lesão isquêmica afetaria ambos os nervos. O próximo passo seria descrever os déficits esperados no exame físico.

O estudante precisa abordar o assunto de uma forma sistemática, estudando as relações esqueléticas de uma determinada região do corpo, as articulações, o sistema muscular, o sistema circulatório (incluindo a perfusão arterial e a drenagem venosa), o sistema nervoso (p. ex., as inervações neurais motoras e sensoriais) e a pele. Cada osso ou músculo é único e, em função de sua estrutura, possui vantagens e limitações, ou talvez vulnerabilidade, para lesões específicas. Estimulamos o estudante a ler, do princípio ao fim, a descrição da relação anatômica em uma determinada região, correlacionar as ilustrações das mesmas estruturas e, assim, tentar visualizar a anatomia em três dimensões. Por exemplo, se os desenhos anatômicos estão no plano frontal, o estudante pode desenhar a mesma região no plano sagital ou transverso, como um exercício para visualizar mais claramente a anatomia.

 

Parte 3. Técnicas para leitura

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CASOS CLÍNICOS EM ANATOMIA

3

Termos de direção: Superior (cranial) é em direção à cabeça, enquanto inferior

(caudal) é em direção aos pés; medial é em direção à linha mediana, e lateral é para longe da linha mediana. Proximal é em direção ao tronco ou à inserção; distal é para longe do tronco ou da inserção. Superficial é próximo da superfície, enquanto profundo é para longe da superfície.

Movimento: Adução é o movimento em direção à linha mediana, enquanto abdução é o movimento para longe da linha mediana. Extensão é o endireitamento de uma parte do corpo, e flexão é a inclinação da estrutura. Pronação é a ação de girar o antebraço fazendo a palma girar para trás, já supinação é a ação de girar o antebraço, fazendo com que a palma esteja voltada para frente.

Parte 3. Técnicas para leitura

O estudante deve ler com uma finalidade e não apenas para memorizar fatos. A leitura com o objetivo de compreender a relação entre estrutura e função é um dos pontos fundamentais para compreender a anatomia. Além disso, a capacidade de relacionar as ciências anatômicas com o quadro clínico é essencial. As seguintes perguntas-chave são úteis para assegurar a aplicação eficaz da informação da ciência básica ao ambiente clínico.

 

Seção II - Casos Clínicos

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SEÇÃO II

Casos Clínicos

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CASO 1

Uma mulher de 32 anos de idade deu à luz, via parto normal, a uma criança grande (4.800 g), após alguma dificuldade no trabalho de parto. O diabetes, que se desenvolveu durante a gravidez, complicou a progressão do pré-natal.

No parto, a cabeça do recém-nascido apareceu, mas os ombros estavam presos atrás da sínfise púbica, exigindo que o obstetra executasse manobras para liberar os ombros do recém-nascido e completar o parto. Percebeu-se que o recém-nascido tinha choro bom e cor rósea, mas não estava movimentando o braço direito.

XXQual

é o diagnóstico mais provável?

XXQual é a etiologia mais provável para essa condição?

XXQual é o mecanismo anatômico mais provável para esse transtorno?

10

TOY, ROSS, ZHANG & PAPASAKELARIOU

RESPOSTAS PARA O CASO 1

Lesão do plexo braquial

Resumo: Um recém-nascido grande (4.800 g), de uma mãe diabética, nasceu após alguma dificuldade e não conseguia movimentar o braço direito. Ocorre uma distocia do ombro (os ombros do recém-nascido ficaram presos após a passagem da cabeça).

 

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