Medicamentos de A a Z: 2016-2018

Autor(es): Elvino Barros
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Indispensável a todos os profissionais da área, seja em formato impresso ou como aplicativo, medicamentos de A a Z é a referência ideal na prática clínica! Para facilitar ainda mais a localização das informações, o novo projeto gráfico conta com um cabeçalho no estilo dicionário, agora integrado aos ícones e à linguagem acessível característicos desta obra.
 

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Classificação dos riscos do uso de fármacos na gestação

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Classificação dos riscos do uso de fármacos na gestação

A – Estudos controlados mostram não haver riscos

Estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas não demostraram riscos para o feto.

B – Não há evidências de riscos em humanos

Ou há estudos em animais mostrando riscos, mas estudos em humanos não os demostraram; ou não há estudos em humanos, e os estudos em animais não mostraram riscos.

C – Riscos não podem ser descartados

Não há estudos em seres humanos, e os estudos em animais não existem ou mostram risco fetal. Entretanto, os benefícios potenciais superam os riscos.

D – Evidência positiva de risco

Dados experimentais em seres humanos ou estudos pós-comercialização mostram riscos para o feto. No entanto, os benefícios potenciais podem superar os riscos, uma vez que não existem alternativas seguras.

X – Contraindicados na gestação

Estudos em animais ou em seres humanos ou estudos pós-comercialização mostram riscos fetais que claramente superam qualquer benefício potencial para a paciente. Não há justificativa para o uso dessas drogas na gestação.

 

Receituários e atestados médicos

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Receituários e atestados médicos

Luciana dos Santos

Elvino Barros

Mayde Seadi Torriani

Os medicamentos, na sua maioria, são prescritos por profissionais legalmente habilitados em receituários comuns. No caso de medicamentos controlados ou substâncias sujeitas a controle especial, devem-se utilizar receituários ou notificações específicas estabelecidas pelos órgãos competentes a fim de garantir um maior controle sobre a dispensação dos produtos.

A Notificação de Receita é o documento padronizado que autoriza a dispensação de medicamentos entorpecentes, psicotrópicos, retinóides e imunossupressores e deve estar acompanhada de receita. A receita é a prescrição escrita do medicamento, contendo orientação de uso para o paciente, efetuada por profissional legalmente habilitado, quer seja de formulação magistral ou de produto industrializado. A receita deve ser legível e conter, além do nome do paciente e do médico, seus endereços, os nomes dos medicamentos recomendados e suas quantidades, as instruções de dispensação ao farmacêutico, as orientações de uso ao paciente e indicação de uso interno ou externo. É obrigatória a utilização da denominação genérica dos medicamentos (DCB – Denominação comum Brasileira) nas as receitas aviadas no âmbito do Sistema Único de Saúde. Também, esse documento deve estar datado e assinado pelo profissional habilitado e conter o número de registro no respectivo conselho profissional.

 

Medicamentos de referência, similares e genéricos - qual a diferença?

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Medicamentos de referência, similares e genéricos – qual a diferença?

Medicamentos de referência

Medicamento de referência refere-se a um produto farmacêutico inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no

País. A eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro.

A inclusão de um produto farmacêutico na Lista de Medicamentos de Referência qualifica-o como parâmetro de eficácia, segurança e qualidade para os registros de medicamentos genéricos e similares no Brasil, mediante a utilização deste produto como comparador nos testes de equivalência farmacêutica e/ou bioequivalência quando aplicáveis.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou a Comis­são de Medicamentos de Referência responsável por selecionar os medicamentos que serão incluídos na lista, avaliar as indicações propostas pelas empresas interessadas e revisar a Lista de Medicamentos de Referência, mantendo-a atualizada com os dados de registro e comercialização.

 

Lista de Medicamentos

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Abacavir (ABC)

A

Grupo farmacológico. Antirretroviral; inibidor da transcriptase reversa análogo aos nucleosídeos (ITRAN).

Nome comercial.

DD Referência. Ziagenavir (GlaxoSmithKline)

Apresentações. Cpr de 300 mg; sol oral de 20 mg/mL com 240 mL.

Receituário. Receituário do Programa DST/aids (SICLON) + Receituário de Controle Especial, em duas vias (branco).

Espectro. Ativo contra o HIV tipos 1 e 2.

Uso. Tratamento da infecção pelo HIV.

Contraindicações. Insuficiência Hepática moderada a grave, amamentação.

Posologia.

●● Adultos: 300 mg, VO, de 12/12 h, ou dose única diária de 600 mg; combinação com 3TC – dose única diária.

Modo de administração.

●● Via oral: administrar os cpr com 200 mL de água, com ou sem alimentos.

Para pediatria, a solução oral vem com seringa dosadora.

●● Via sonda: preferencialmente, administrar a solução oral via sonda (dose de 300 mg = 15 mL). No momento da administração: pausar a dieta enteral, irrigar a sonda com 10-30 mL de água, administrar o medicamento e, ao término, irrigar novamente a sonda com água. Se o paciente receber mais de um medicamento, administrar um de cada vez, sempre irrigando a sonda com água (5-10 mL) entre as administrações.

 

Anexo A

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Abacavir (ABC)

A

Grupo farmacológico. Antirretroviral; inibidor da transcriptase reversa análogo aos nucleosídeos (ITRAN).

Nome comercial.

DD Referência. Ziagenavir (GlaxoSmithKline)

Apresentações. Cpr de 300 mg; sol oral de 20 mg/mL com 240 mL.

Receituário. Receituário do Programa DST/aids (SICLON) + Receituário de Controle Especial, em duas vias (branco).

Espectro. Ativo contra o HIV tipos 1 e 2.

Uso. Tratamento da infecção pelo HIV.

Contraindicações. Insuficiência Hepática moderada a grave, amamentação.

Posologia.

●● Adultos: 300 mg, VO, de 12/12 h, ou dose única diária de 600 mg; combinação com 3TC – dose única diária.

Modo de administração.

●● Via oral: administrar os cpr com 200 mL de água, com ou sem alimentos.

Para pediatria, a solução oral vem com seringa dosadora.

●● Via sonda: preferencialmente, administrar a solução oral via sonda (dose de 300 mg = 15 mL). No momento da administração: pausar a dieta enteral, irrigar a sonda com 10-30 mL de água, administrar o medicamento e, ao término, irrigar novamente a sonda com água. Se o paciente receber mais de um medicamento, administrar um de cada vez, sempre irrigando a sonda com água (5-10 mL) entre as administrações.

 

Anexo B

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B

Bacitracina

(Ver Neomicina + Bacitracina)

Baclofeno

Grupo farmacológico. Relaxante muscular, de ação espinhal; agonista dos receptores GABA­‑B no SNC.

Nomes comerciais.

DD Referência. Lioresal (Novartis)

DD Similar. Baclofen (Teuto)

Apresentação. Comprimido de 10 mg.

Usos. Espasticidade dos músculos esqueléticos na esclerose múltipla; contraturas dolorosas. Controle da espasticidade em pacientes com transtorno de desenvolvimento e paralisia muscular.

Contraindicações. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia.

●● Adultos: iniciar com 5 mg/3x/dia e aumentar 5 mg/dose a cada 3 dias conforme a resposta clínica (máximo 120 mg/dia). Evitar a retirada súbita devido a possível ocorrência de alucinações e convulsões.

Modo de administração.

●● Via oral: pode ser administrado com alimentos ou leite.

●● Via sonda: os comprimidos dispersam­‑se facilmente em água. Também, pode­‑se preparar a solução oral a partir dos comprimidos para facilitar a administração via sonda. Administrar separadamente da dieta enteral.

 

Anexo C

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C

Cafeína

Grupo farmacológico. Estimulante do sistema nervoso central.

Nomes comerciais. Várias associações contendo cafeína com adjuvante no tratamento analgésico: (Cefadrin®, Doralflex®, Doralgex®, Dorflex®,

Doricin®, Doril®, Elcodrix®, Engov®, Enjoy ®, Excedrin®, Fenaflex®, Flexalgex®,

Flexdor ®, Maxidrin®, Nevralgex®, Neosaldina®, Relaflex®, Royflex®, Sedalex®,

Tylalgin caf ®).

Nome genérico. Dipirona + cafeína, Paracetamol + cafeína, Citrato de orfenadrina + dipirona + cafeina, dipirona + cafeína + isometepteno, citrato de cafeína.

Apresentações. Comprimidos contendo 30 a 50 mg de cafeína, solução injetável contendo 20 mg/mL e 125 mg/mL de citrato de cafeína.

Usos. Tratamento da apneia da prematuridade (citrato de cafeína), tratamento adjuvante da cefaleia incluindo a cefaléia após punção espinhal, dores muscalures e articulares (benzoato sódio de cafeína), aumento na indução de convulsões mdurante a eletroterapia.

Contraindicações. Hipersensibiliade a cafeína, uso do composto de cafeína associado ao benzoato de sódio em neonatos.

 

Anexo D

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Daclizumabe

D

Grupo farmacológico. Imunossupressor. Anticorpo monoclonal quimérico (90% humano, 10% murino) anti­‑TAC (receptor de alta afinidade com

Interleucina 2 expressado na superfície de linfócitos ativados).

Nome comercial.

DD Referência. Zenapax (Roche)

Apresentação. Frasco­‑ampola com 5 mg/mL em 5 mL.

Usos. Profilaxia da rejeição aguda no transplante renal. Uso associado com ciclosporina e/ou corticosteroides; usos ainda em estudo no transplante cardíaco, na esclerose múltipla, em doenças inflamatórias oculares e na síndrome enxerto­‑hospedeiro – embora tenha sido verificado aumento da mortalidade nesse último uso. 2,3

Contraindicações. Hipersensibilidade ao fármaco ou aos componentes da fórmula.

Posologia.

●● Adultos: Na rejeição aguda do enxerto renal: 1 mg/kg, IV, infundida em 15 minutos, 24 horas antes do transplante (dia 0), seguida de uma dose de 1 mg/kg a cada 14 dias (total de 5 doses). Na síndrome enxerto­‑hospedeiro:

 

Anexo E

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Ebastina

E

Grupo farmacológico. Anti­‑histamínico H1; 2a geração.

Nome comercial.

DD Referência. Ebastel (Eurofarma)

Apresentações. Comprimido de 10 mg, xarope 1 mg/mL de 60 mL; cápsula gelatinosa dura com microgrânulos com 10 mg de ebastina e 120 mg de pseudoefedrina.

Usos. Rinite e conjuntivite alérgica, urticária idiopática crônica. Sem evidência para uso em asma.

Contraindicações. IH grave.

Posologia.

●● Adultos: 10-20 mg/dia, conforme gravidade.

Modo de administração.

●● Via oral: pode ser administrado com ou sem a presença de alimentos.

●● Via sonda: administrar o xarope via sonda, separadamente da dieta enteral.

Interações medicamentosas.

●● Droperidol, cetoconazol, eritromicina: risco aumentado de cardiotoxi­cidade.

●● Procarbazina: risco aumentado de depressão do SNC.

Interações com alimentos.

●● A presença de alimento não afeta significativamente a absorção do medicamento.

 

Anexo F

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F

Famotidina

Grupo farmacológico. Inibidor dos receptores H2. Antiúlcera.

Nomes comerciais.

DD Referência. Famox (Aché)

DD Similar. Famotid (Neo Química); Famoxil (Hebron)

Apresentações. Comprimidos de 20 e 40 mg.

Usos. Tratamento de úlcera gástrica, úlcera duodenal, DRGE, estados hipersecretores.

Contraindicações. Hipersensibilidade à droga ou a outros antagonistas H2.

Posologia.

●● Adultos: VO: Úlcera duodenal e gástrica: 40 mg/dia, dose única à noite por

4-8 semanas. DRGE sem esofagite: 20 mg, 2x/dia, por 6 semanas. DRGE com esofagite erosiva: 20 ou 40 mg, 2x/dia, por 12 semanas. Estados hipersecretores: dose inicial de 20 mg, a cada 6 h – incrementos da dose podem ser feitos até 160 mg a cada 6 h. IV: 20 mg, 12/12 h.

Modo de administração.

●● Via oral: administrar com os alimentos. Pode ser administrado com antiácidos, se necessário.

●● Via sonda: para a administração via sonda, pode­‑se preparar a suspensão oral (8 mg/mL) a partir dos comprimidos ou dispersá­‑los em água (uso imediato). Administrar separadamente da dieta enteral.

 

Anexo G

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G

Gabapentina

Grupo farmacológico. Antiepiléptico; análogo estrutural do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA); apresenta propriedade ansiolítica.

Nomes comerciais.

DD Referência. Neurontin (Pfizer)

DD Genérico. Gabapentina (EMS, Germed, Sigma Pharma)

DD Similar. Gabaneurin (Sigma Pharma); Gamibetal (Arrow); Progresse

(Biosintética)

Apresentações. Cápsula gelatinosa dura de 100, 300, 400 mg; comprimidos revestidos de 600 e 800 mg.

Receituário. Receituário de Controle Especial C, em duas vias (branco).

Usos. Crises parciais refratárias geralmente como coadjuvante de outras medicações. É também usada em neuralgia pós­‑herpética, dor crônica neuropática.

Contraindicações. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia.

●● Adultos: iniciar com 300 mg no primeiro dia, devendo ser aumentada em

300 mg/dia a cada 4 dias. A dose usual é de 1.800- 2.400 mg/dia. Dose máxima de 3.600 mg/dia. Administrar a dose diária em 3 tomadas.

 

Anexo H

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H

Haloperidol

Grupo farmacológico. Antipsicótico típico; antagonista dos receptores D2 da dopamina.

Farmácia popular. Disponível.

Nomes comerciais.

DD Referência. Haldol (Janssen-Cilag); Haldol decanoato (Janssen-Cilag)

DD Genérico. Haloperidol (EMS, Sigma Pharma, Teuto)

DD Similar. Decan haloper (União Química); Halo decanoato (Cristália);

Uni haloper (União Química)

Apresentações. Comprimidos de 1, 2 e 5 mg; solução oral (gotas) com

2 mg/mL em frascos de 10, 20 e 30 mL; ampola com 5 mg em 1 mL.

Haloperidol decanoato: ampola com 50 mg/mL em 1 mL.

Receituário. Receituário de Controle Especial C, em duas vias (branco).

Usos. Esquizofrenia, mania com psicose, problemas de comportamento graves na infância, agitação em pacientes com demência ou outros transtornos mentais orgânicos, transtorno de Tourette, transtorno esquizoafetivo, sedativo de emergência para agitação intensa e delírio.

Contraindicações. Doença de Parkinson, depressão grave do SNC, supressão de medula óssea, doença cardíaca ou hepática grave e glaucoma de ângulo fechado.

 

Anexo I

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I

Ibandronato

Grupo farmacológico. Bifosfonato.

Nome comercial.

DD Referência. Bonviva (Roche)

Apresentação. Comprimidos revestidos de 50 e 150 mg; seringa preenchida com 3 mg em 3 mL; frasco­‑ampola com 1 mg/mL em 6 mL.

Usos. Osteoporose senil ou pós­‑menopausa.

Contraindicações. Hipocalcemia não corrigida.

Posologia.

●● Adultos: Oral: 150 mg, 1x/mês. IV: 3 mg, a cada 3 meses.

Modo de administração.

●● Via oral: deve ser administrado em jejum, pela manhã, 1 h antes do primeiro alimento, bebida ou medicação do dia, com um copo de água. Não administrar com outros líquidos (não usar água mineral) e não mastigar ou triturar o medicamento. Após a ingestão do comprimido, permanecer em posição supina (em pé ou sentado) por 1 h.

●● Via endovenosa: Bolus: direto, sem diluir em soro, em 15-30 s. O acesso venoso pode ser irrigado com SF 0,9% ou SG 5%.

●● Via intramuscular: não.

●● Via subcutânea: não.

Esquecimento da dose. Em caso de esquecimento da dose injetável, orientar o paciente a fazer uso assim que possível, devendo­‑se agendar a próxima administração em intervalos de 3 meses a partir da última data de administração. Em caso de esquecimento da dose oral, informar o paciente que, se uma dose for esquecida, esta pode ser tomada num intervalo de até 7 dias antes da próxima dose planejada do mês. Caso a próxima dose planejada esteja a um intervalo inferior a 7 dias, os pacientes não devem tomar a dose e devem aguardar até a data planejada da próxima dose do mês. Os pacientes não devem tomar dois comprimidos de 150 mg dentro da mesma semana.

 

Anexo L

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Lacidipino

L

Grupo farmacológico. Antagonista dos canais de cálcio; di-hidropiridínico.

Nome comercial.

DD Referência. Lacipil (GlaxoSmithKline)

Apresentação. Comprimido revestido de 2 e 4 mg.

Usos. HAS.

Contraindicações. Estenose aórtica grave.

Posologia.

●● Adultos: iniciar com 2 mg/1x/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg/1x/ dia após 3-4 semanas. Dose máxima de 6 mg/1x/dia.

Modo de administração.

●● Via oral: pode ser administrado com ou sem a presença de alimentos. Melhor se administrado pela manhã. Os comprimidos não devem ser partidos.

Interações medicamentosas.

●● Atenolol, carvedilol, esmolol, metoprolol, propanolol, sotalol: o uso concomitante poderá causar hipotensão e/ou bradicardia.

●● Diclofenaco, dipirona, ibuprofeno, indometacina, ácido mefenâmico, meloxicam, tenoxicam: poderão ocorrer hemorragia gastrintestinal e/ ou diminuição no efeito hipotensivo.

●● Hypericum: pode diminuir a biodisponibilidade do medicamento.

 

Anexo M

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M

Macrogol

Grupo farmacológico. Laxante osmótico.

Nome comercial. Muvinlax ®.

Apresentação. Sachê contendo 14 g de macrogol 3350 (adicionado de bicarbonato de sódio 0,1775 g, cloreto de potássio 0,0466 g e cloreto de sódio

0,3507 g).

Usos. Constipação intestinal crônica e preparo intestinal para exames de imagem.

Contraindicações. Pacientes com doenças inflamatórias intestinais ativas, obstrução ou perfuração intestinal e sintomas gastrintestinais de etiologia não definida.

Posologia.

●● Adultos: deve­‑se administrar 1-2 sachês por dia. A dose máxima é de 8 sachês/dia, por até 3 dias.

Modo de administração.

●● Via oral: o sachê deve ser diluído em 1 copo (125-250 mL) de água, chá ou suco. Administrar preferencialmente pela manhã.

●● Via sonda: caso seja necessária a administração via sonda, dispersar o conteúdo do sachê em volume adequado de água (preferir a via oral).

Administrar separadamente da dieta enteral.

 

Anexo N

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N

Nadolol

Grupo farmacológico. Antiarrítmico. Betabloqueador; sem seletividade

β­‑1.

Nome comercial.

DD Referência. Corgard (Bristol-Myers-Squibb)

Apresentações. Comprimidos de 40 e 80 mg.

Usos. HAS, angina pectoris, arritmias cardíacas, prolapso da válvula mitral; profilaxia da migrânea.

Contraindicações relativas. Bradicardia severa, bradiarritmias, bloqueio de 2o ou 3o graus sem marca­‑passo, asma brônquica, ICC sintomática.

Posologia.

●● Adultos: 40-120 mg, VO, a cada 24 h.

Modo de administração.

●● Via oral: o medicamento pode ser administrado com ou sem a presença de alimentos.

Esquecimento da dose. Em caso de esquecimento da dose oral, orientar o paciente a ingerir o medicamento assim que lembrar. Não dobrar as doses para compensar a dose do esquecimento.

Interações medicamentosas.

●● Anlodipina, atazanavir, verapamil: o uso concomitante poderá resultar em hipotensão e/ou bradicardia.

 

Anexo O

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Octreotida

O

Grupo farmacológico. Análogo da somatostatina.

Nomes comerciais.

DD Referência. Sandostatin® (Novartis); Sandostatin LAR® (forma depósito) (Novartis)

DD Similar. Octride® (Sun Farmac.)

Apresentações. Ampola com 0,05, 0,1 ou 0,5 mg em 1 mL, frasco­‑ampola de 10, 20 ou 30 mg; frasco­‑ampola de 0,05 mg/mL em 1 mL; frasco­‑ampola de 0,10 mg/mL em 1 mL.

Usos. Acromegalia, síndromes carcinoides (vipomas, glucagonomas, gastrinomas, insulinomas), diarreia da aids, fechamento de fístulas intestinais, diarreia grave secundária à doença enxerto versus hospedeiro.

Contraindicações. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia.

●● Adultos: sandostatin LAR: iniciar com 20 mg, a cada 4 semanas, por 3 meses; ajustar a dose de acordo com os níveis do hormônio de crescimento e de IGF­‑1 (dose máxima de 30 mg/semana). Síndromes carcinoides

(Sandostatin): iniciar com 0,1-0,6 mg/dia em doses divididas (2-4x/dia); após 0,5-0,75 mg/dia em duas ou três tomadas.

 

Anexo P

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Palonosetrona

P

Grupo farmacológico. Antiemético; agente anti­‑serotoninérgico que age ligando­‑se aos receptores 5-HT3.

Nome comercial.

DD Referência. Onicit (Mantecorp)

Apresentação. Frasco­‑ampola com 0,25 mg/5 mL.

Uso. Prevenção de náuseas e vômitos induzidos por quimiote­rapia antineoplásica.

Contraindicação. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia.

●● Adultos:0,25 mg, EV, 30 min antes da quimioterapia. Não deve ser administrada mais do que 1 dose semanal.

Modo de administração.

●● Via endovenosa: Bolus: direto, rápido, em 30 s. Irrigar o acesso com SF

0,9% antes e após a administração do medicamento.

●● Via intramuscular: não.

●● Via subcutânea: não.

Interações medicamentosas.

●● Apomorfina: o uso concomitante poderá causar hipotensão ou alteração de consciência; o uso é contraindicado.

Conservação e preparo.

●● Conservação: manter os frascos­‑ampola em temperatura ambiente (1530oC).

 

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