Fundamentos de Sociologia

Autor(es): Richard T. Schaefer
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Esta obra oferece ao leitor uma excelente e concisa introdução à sociologia, com ênfase na sua aplicação ao mundo real. Conheça os principais temas tratados neste livro: Cultura e socialização; Estrutura social; Desigualdade global; Desigualdade de gênero, racial e ética; Família e religião; Movimentos sociais e transformação social; Terceirização do trabalho; Sexualidade; Escravidão e tráfico de pessoas; Tecnologia; Questões ambientais.

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Capítulo 1 - A perspectiva Sociológica

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A PERSPECTIVA SOCIOLÓGICA

O QUE É SOCIOLOGIA?

O QUE É TEORIA SOCIOLÓGICA?

O DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA

AS PRINCIPAIS PERSPECTIVAS TEÓRICAS

O QUE É O MÉTODO CIENTÍFICO?

AS PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS

DE PESQUISA

ÉTICA NA PESQUISA

A SOCIOLOGIA APLICADA E CLÍNICA

A cena repete-se várias vezes por semana nos campi universitários do país inteiro. Um aluno de graduação conduz um grupo de possíveis estudantes em uma excursão pelo que poderia vir a ser a nova casa deles. O grupo visita a biblioteca, o centro acadêmico, os equipamentos de lazer da escola. Mesmo seguindo um roteiro bem ensaiado que visa destacar os pontos fortes da escola, o guia esclarece perguntas sobre acomodações residenciais e lavanderias.

Como os sociólogos veriam este acontecimento corriqueiro? Em primeiro lugar, talvez pensem em quem não está ali presente: os inúmeros jovens que não irão concluir o ensino médio ou que não têm planos de cursar uma faculdade, nem mesmo em tempo parcial. Em segundo lugar, talvez notem a preocupação de alguns estudantes e pais com a questão financeira. Alguns poucos felizardos, aparentemente despreocupados com o custo anual dos estudos, mostram-se mais interessados nos programas de aprimoramento acadêmico, como viagens de estudo ou temporadas de estudo no exterior.

 

Capítulo 2 - Cultura e Socialização

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CULTURA E SOCIALIZAÇÃO

O QUE É CULTURA?

DESENVOLVIMENTO DA CULTURA

AO REDOR DO MUNDO

VARIAÇÃO CULTURAL

LÍNGUA E CULTURA

NORMAS E VALORES

GUERRA CULTURAL GLOBAL

CULTURA E IDEOLOGIA DOMINANTE

CULTURA E SOCIALIZAÇÃO

SELF E SOCIALIZAÇÃO

AGENTES DE SOCIALIZAÇÃO

SOCIALIZAÇÃO E CURSO DA VIDA

Em maio de 2012, Mark Zuckerberg, fundador e principal executivo do Facebook, pegou um avião e foi a Manhattan promover a abertura de capital da sua empresa. Celebridade antes dos 30, Zuckerberg já fora a personalidade do ano da revista Time. Porém, em vez de ir devidamente trajado para impressionar os banqueiros de Wall Street, Zuckerberg apareceu de camiseta escura por baixo do seu indefectível moletom com capuz. Para um desavisado, Zuckerberg mais parecia um ciberpirata do que o dono de uma empresa de bilhões de dólares. No entender de um observador, Zuckerberg não iria mudar “só porque a empresa dele está abrindo o capital e ele está prestes a embolsar um zilhão de dólares” (McGregor, 2012).

 

Capítulo 3 - Interação Social, Grupos e Estrutura Social

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INTERAÇÃO SOCIAL,

GRUPOS E ESTRUTURA SOCIAL

INTERAÇÃO SOCIAL E REALIDADE

ELEMENTOS DA ESTRUTURA SOCIAL

ESTRUTURA SOCIAL NA PERSPECTIVA

GLOBAL

ENTENDENDO AS ORGANIZAÇÕES

No início da década de 1970, o psicólogo social Philip Zimbardo convidou

70 estudantes da Stanford University, todos do sexo masculino, para participar de um experimento heterodoxo: um presídio simulado montado por

Zimbardo em um prédio do campus.

Os 70 sujeitos do experimento foram separados em dois grupos por meio de cara ou coroa – um grupo faria os prisioneiros e o outro grupo, os carcereiros. Zimbardo instruiu os

“carcereiros” a criarem as suas próprias regras para dirigir o presídio; depois, esperou para ver no que dava.

Os resultados foram assombrosos e assustadores. Praticamente da noite para o dia, os carcereiros tornaram-se defensores implacáveis do regulamento, comandando os prisioneiros com berros e truculência. Alguns se revelaram cruéis e violentos; um deles chegou a decretar o “confinamento solitário” de um prisioneiro dentro de um armário. Os prisioneiros reagiram na mesma presteza: alguns caíram em depressão, demonstrando apatia e impotência; outros se rebelaram, enfurecidos. Em apenas seis dias, a situação tornara-se tão intolerável que Zimbardo viu-se obrigado a suspender o estudo. Depois de observar a angústia e o sofrimento dos “prisioneiros”, teria sido antiético seguir em frente com o experimento (Zimbardo, 2007).

 

Capítulo 4 - Desvio e Controle Social

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DESVIO E

CONTROLE SOCIAL

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CONTROLE SOCIAL

O QUE É DESVIO?

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS

SOBRE O DESVIO

CRIMINALIDADE: UMA ABORDAGEM

SOCIOLÓGICA

ESTATÍSTICA DA CRIMINALIDADE

Rachel vinha de uma família feliz. Começou a se automutilar com um

­cabide de roupa quando as amigas passaram a hostilizá-la. Passou uma semana em casa sem aparecer na escola e sem parar de chorar depois que as outras começaram a espalhar boa­ tos maldosos sobre ela. Natalie, estudante de graduação, começou a se automutilar no 9o ano. Frequentava a ponte com um grupo de punks, fumando e se drogando, quando começou a imitar a turma da automutilação.

Essas descrições da prática da automutilação foram extraídas da extensiva pesquisa de Patricia A. Adler e Peter Adler sobre esse comportamento tão pouco conhecido e sobre as suas raízes sociais. Durante seis anos, os Adler realizaram entrevistas prolongadas e de cunho altamente emocional com automutiladores e ficaram amigos de muitos deles. Por meio de grupos de apoio baseados na internet e de postagens na web, conheceram outros automutiladores no espaço virtual. “Em vez de mantermos uma postura de absoluta isenção em relação aos nossos sujeitos, envolvemo-nos na vida deles para ajudá-los e para dar voz às suas experiências e crenças”, admitem os Adler (2007, p. 542).

 

Capítulo 5 - Estratificação e Desigualdade Global

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ESTRATIFICAÇÃO E

DESIGUALDADE GLOBAL

SISTEMAS DE ESTRATIFICAÇÃO

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS

SOBRE ESTRATIFICAÇÃO

A ESTRATIFICAÇÃO É UNIVERSAL?

ESTRATIFICAÇÃO POR CLASSE

SOCIAL

MOBILIDADE SOCIAL

O HIATO GLOBAL

Sani Abdu, de 11 anos, percorre duas horas montado no lombo de um burrico antes de ir para a escola. Transportando grandes vasilhames de plástico, ele monta no burrico e vai buscar

água para a família em um poço barrento. Atento para não se desequilibrar, pois já houve casos de crianças que caíram dentro do poço, ele baixa o balde com todo cuidado até o fundo do poço, amarrado na ponta de uma corda. Ao chegar de volta em casa, Sani já está atrasado para a escola.

A incumbência de ir buscar água não é exclusividade de Sani. Ele tem um colega de turma que acorda às 4 horas da madrugada e faz a jornada a pé, e o faz novamente ao voltar da escola; no final da tarde, está esgotado. Ambas as crianças, de 11 anos de idade, são alunos típicos do Níger, onde 90% da população carece de pronto acesso à água potável.

 

Capítulo 6 - Desigualdade Racial e Étnica

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DESIGUALDADE RACIAL E ÉTNICA

PRIVILÉGIOS DOS DOMINANTES

CONSTRUÇÃO SOCIAL DA RAÇA

E DA ETNIA

IMIGRAÇÃO E GRUPOS ÉTNICOS NOVOS

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE

RAÇA E ETNIA

PADRÕES DE PRECONCEITO E DE

DISCRIMINAÇÃO

Em 1900, discursando em Londres para a entidade antiescravagista Anti-Slavery

Union, o pensador W. E. B. Du Bois previu que a “linha de cor” seria o principal problema do século XX. Du Bois, um negro nascido livre em 1868, presenciara preconceito e discriminação pelos Estados Unidos afora. A previsão revelou-se profética. Passado mais de um século, a raça e a etnia ainda têm enorme peso no país (Du Bois, [1900] 1969).

Desde 1900, porém, a linha de cor diluiu-se bastante. O casamento inter-racial deixou de ser proibido pela lei e pelo costume. Assim, Geetha Lakshmi-narayanan, nascida em Ann Arbor, Estado de Michigan, é, ao mesmo tempo, branca e indiana. Frequentemente confundida como filipina ou latina, ela já se acostumou a ser questionada sem rodeios,

 

Capítulo 7 - Desigualdade de Gênero

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DESIGUALDADE DE GÊNERO

CONSTRUÇÃO SOCIAL DO GÊNERO

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE

GÊNERO

MULHERES: A MAIORIA OPRIMIDA

AS MULHERES NA FORÇA DE TRABALHO

Ele trabalha. Ela também. Ambos são médicos de família, ocupação de elevado status e com bom retorno financeiro. Ele ganha 140 mil dólares por ano. Ela, 88 mil.

Essas são rendas médias de médicos nos Estados Unidos, de acordo com o Bureau of the Census. Tomemos, agora, o exemplo dos controladores do tráfego aéreo. Ele ganha 67 mil dólares; ela, 56 mil. E os empregados domésticos: ele ganha 19 mil dólares; ela,

15 mil. E os auxiliares de ensino? Ele ganha 20 mil dólares; ela, 15 mil. As estatísticas do

­Bureau indicam a renda média de 821 ocupações, de lavador de pratos a executivo-chefe. Corrigidos os desvios relacionados à idade, escolaridade e experiência profissional do trabalhador, a conclusão foi inequívoca: a renda média de trabalhadores de tempo integral acusa substancial diferença de gênero.

 

Capítulo 8 - Instituições Sociais: Família e Religião

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INSTITUIÇÕES SOCIAIS:

FAMÍLIA E RELIGIÃO

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE AS

INSTITUIÇÕES SOCIAIS

A FAMÍLIA: UMA VISÃO GLOBAL

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE

A FAMÍLIA

SEXUALIDADE HUMANA

A RELIGIÃO COMO INSTITUIÇÃO SOCIAL

COMPONENTES DA RELIGIÃO

No povo nyinba do Nepal e do Tibete,­ uma mulher pode ser casada com mais de um homem ao mesmo tem­ po – e, geralmente, com os próprios ir­ mãos. Com esse sistema, os filhos ho­ mens podem partilhar o pouco de ter­ ra boa que talvez venham a herdar.

Entre os betsileus de Madagascar, um homem tem várias mulheres – cada uma delas morando em uma das di­ ferentes aldeias onde ele cultiva arroz.

Aquela que mora no local onde fica a sua melhor lavoura de arroz é conside­ rada a sua principal, ou primeira, mulher. Entre os ianomâmis do Brasil e da Venezuela, é considerado adequado ter relações sexuais com primos do sexo oposto que sejam filhos de um irmão da mãe ou de uma irmã do pai. Mas, se esses primos forem filhos de uma irmã da mãe ou de um irmão do pai, a mesma prática é considerada incesto. O que sina­ lizam esses padrões tão variados da vida familiar? A despeito da sensação de que eles

 

Capítulo 9 - Instituições Sociais: Educação, Governo e Economia

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INSTITUIÇÕES SOCIAIS:

EDUCAÇÃO, GOVERNO E ECONOMIA

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE

EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO: AS ESCOLAS COMO

ORGANIZAÇÕES FORMAIS

GOVERNO: PODER E AUTORIDADE

SISTEMAS ECONÔMICOS

O CAPITALISMO NA CHINA

ECONOMIAS EM TRANSIÇÃO

Em 11 de setembro de 2001 as torres gêmeas do World Trade Center, atingidas por dois aviões comerciais sequestrados, vieram abaixo em questão de minutos. Hoje, no lugar onde elas ficavam, está um memorial aos que morreram nesse dia tenebroso. Dois imensos fossos quadrados cravados no solo, cercados por um espelho d’água que verte cascatas pelas paredes internas do vão, aludem à ausência das gigantescas colunas. As bordas de bronze do espelho d’água trazem esculpidos os nomes dos amigos e colegas de trabalho que estavam nas torres, dos passageiros dos dois aviões usados no atentado, e das primeiras pessoas que acorreram ao local. Também foram homenageados no memorial as vítimas do atentado ao Pentágono e os passageiros do voo desviado para um alvo na capital norte-americana Washington que lutaram contra os sequestradores para frustrar os seus planos quando o avião caiu na Pensilvânia. Completando a lista, encontram-se os nomes dos seis mortos em um atentado com um caminhão bomba ocorrido no World Trade Center em 1993.

 

Capítulo 10 - População, Comunidade, Saúde e Meio Ambiente

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POPULAÇÃO, COMUNIDADE,

SAÚDE E MEIO AMBIENTE

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DEMOGRAFIA: O ESTUDO DAS

POPULAÇÕES

COMO SURGIRAM AS COMUNIDADES?

A URBANIZAÇÃO E SUAS

CONSEQUÊNCIAS

SAÚDE E DOENÇA: PERSPECTIVAS

SOCIOLÓGICAS

EPIDEMIOLOGIA SOCIAL

MEIO AMBIENTE: O MUNDO E O NOSSO

LUGAR NO MUNDO

Em meados de julho de 2010, três meses após o começo do vazamento de óleo no Golfo do México, a National Commission on the BP Deepwater Horizon Oil Spill and Offshore

Drilling (comissão encarregada de analisar o vazamento de óleo da plataforma offshore

Deepwater Horizon, da British Petroleum) reuniu-se pela primeira vez em Nova Orleans.

Os acontecimentos no Golfo do México ainda estavam em curso quando os membros da comissão deram início às suas deliberações. No litoral, pequenos empresários e trabalhadores da indústria pesqueira e da indústria de turismo enfrentavam as consequências do vazamento para a sua própria sobrevivência e para a região como um todo. Os trabalhadores da indústria petrolífera, ainda sob o impacto de uma moratória decretada pelo

 

Capítulo 11 - Movimentos Sociais, Mudança Social e Tecnologia

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MOVIMENTOS SOCIAIS,

MUDANÇA SOCIAL E TECNOLOGIA

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MOVIMENTOS SOCIAIS

TEORIAS DA MUDANÇA SOCIAL

RESISTÊNCIA À MUDANÇA SOCIAL

A TECNOLOGIA E O FUTURO

Quem governa os Estados Unidos e quem o governará no futuro? A elite

– o 1% da população no topo da pirâmide –, ou todos os demais – os assim chamados 99%?

Em 2011 e 2012, durante uma profunda e duradoura recessão, a pergunta foi o tópico central do movimento Occupy Wall Street. O movimento começou na cidade canadense de Vancouver com a sugestão dos editores da revista Adbusters de se organizar um protesto contra a “tirania das grandes corporações” no Sul da ilha de Manhattan. Espelhando as últimas novidades tecnológicas, o apelo à ação foi uma postagem no Twitter que se encerrava com o link

“#occupywallstreet”.

Em 7 de setembro de 2011, primeiro dia do movimento, 2 mil manifestantes reuniram-se na cidade de Nova York. Dizendo-se porta-vozes da vasta maioria dos norte-americanos, afirmavam estar ali para representar “os 99%” – aqueles que, com a quebra do mercado de ações, haviam perdido o emprego, a casa ou as economias que lhes permitiriam aposentar-se. Nas semanas seguintes, o movimento se alastraria por todo o território norte-americano, e pelo planeta, onde milhões de pessoas também sofriam com a crise financeira global (Peralta, 2011; M. Scherer, 2011).

 

Apêndice - Carreiras em Sociologia

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APÊNDICE

CARREIRAS EM SOCIOLOGIA

Nas últimas duas décadas, o número de universitários formados em sociologia nos

Estados Unidos apresentou crescimento contínuo (ver Fig. 1). Examinaremos, neste apêndice, algumas das opções disponíveis para esses alunos após concluírem a graduação.

Como se dá o primeiro contato dos estudantes com a perspectiva sociológica sobre a sociedade? Alguns talvez cursem uma matéria de sociologia no ensino mé-

30

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Total de diplomas concedidos

26

Homens

24

Mulheres

Número (em milhares)

22

20

18

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ors os f todo iologia e d

70% em soc s mado lheres u m são

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1994

1996

1998

2000

2002

2004

2009

Figura 1 Diplomas de sociologia concedidos nos Estados Unidos por gênero.

Fonte: National Center for Education Statistics, 2011, p. 429, Table 286.

 

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