Nutrição Relacionada ao Diagnóstico e Tratamento 6a ed.

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Como identificar as prioridades nutricionais no tratamento de diversas condições de saúde? E como formular planejamentos dietéticos que contribuam para o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes? Todas as informações necessárias para implementar a terapia nutricional clínica de forma bem-sucedida estão presentes nesta consagrada obra, que chega agora à sua sexta edição, totalmente revista e atualizada por uma equipe de 68 nutricionistas. Em um formato prático de consulta, o leitor encontrará: • recomendações de tratamento para mais de 360 condições e doenças (além das condições normais do ciclo de vida, distúrbios pediátricos, psiquiátricos, pulmonares, cardiovasculares, gastrintestinais, câncer e vários outros); • quadros de indicadores clínicos, que apresentam os exames e dados que auxiliam na avaliação e na monitoração dos pacientes; • medicamentos e fitoterápicos comumente utilizados e seus possíveis efeitos colaterais; • objetivos da terapia nutricional em cada condição; • tópicos de orientação e aconselhamento associados à terapia nutricional. Nutrição Relacionada ao Diagnóstico e Tratamento é indicado não apenas para nutricionistas e nutrólogos, mas para todos os profissionais da área de saúde que buscam alcançar a excelência no cuidado de seus pacientes e, assim, contribuir para a melhora global de sua saúde.

 

22 capítulos

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Seção 1 – Condições Normais do Ciclo de Vida

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Condições Normais do Ciclo de Vida

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Fatores essenciais de triagem: perda de peso não intencional e alterações do apetite em adultos, deficiência proteico-calórica ou retardo de crescimento em crianças

• Estado de saúde geral: cirurgias/hospitalizações recentes, histórico do peso, porcentagem do índice de massa corporal (IMC) ou peso corporal adequado para a estatura, perda de massa corporal magra (MCM), percentil ou curva do peso prévio, alterações do peso, relação cintura:quadril e circunferência abdominal

• Histórico educacional, condição socioeconômica, nível de segurança alimentar

• Fadiga, fraqueza, caquexia

• Calafrios, suores, tremores, anorexia, náusea, diarreia, vômito, pressão arterial, temperatura ou febre, pulso

• Alterações nos cabelos ou nas unhas, erupções cutâneas, prurido, lesões, turgor, petéquias, palidez

• Triagem da audição, otite média crônica, óculos, turvamento da visão, glaucoma, cataratas ou degeneração macular, alteração do olfato, obstrução nasal, sinusite

 

Seção 2 – Práticas Nutricionais e Condições Diversas

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Práticas Nutricionais e Condições Diversas

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Padrões culturais

Dietas vegetarianas

Preferências religiosas e dietas ou práticas especiais

Boca: problemas dentários, doenças periodontais, dentaduras (mal ajustadas), ausência de dentes ou dentes frouxos, cáries, cuidados odontológicos, aumento da salivação, ressecamento, lesões

Problemas com a alimentação pessoal

Visão: catarata, alterações do campo visual, diplopia, glaucoma, degeneração macular, cegueira

Pele: alterações na textura ou cor, ressecamento, equimoses, lesões, massas, petéquias, úlceras de decúbito

Sinais de deficiência vitamínica

Alergias ou intolerâncias alimentares

Medicina complementar e alternativa, inclusive o uso de planta medicinais, condimentos e produtos botânicos

Cabeça/face: dor, traumatismo prévio, síncope, cefaleias incomuns ou frequentes

 

Seção 3 – Pediatria: Defeitos Congênitos e Distúrbios Genéticos e Adquiridos

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Pediatria: Defeitos

Congênitos e Distúrbios

Genéticos e Adquiridos

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO (VER TAMBÉM

AS TABS. 3.1 E 3.2)

Aspectos antropométricos:

Dados ao nascimento (peso, comprimento, circunferência cefálica, porte, idade gestacional)

Indicadores de crescimento: estatura e peso atuais

• Peso/idade inferior ao percentil de 10 ou superior ao percentil de 95

• Estatura/idade inferior ao percentil de 5

• Peso/estatura inferior ao percentil de 5 ou superior ao percentil de 90

• Circunferência da cabeça inferior ao percentil de 5 (idade inferior a 3 anos)

Defeitos congênitos, físicos

Perdas de peso não intencionais

Estadiamento da puberdade (estágios de Tanner), estadiamento da maturidade esquelética (a Fig. 3.1 ilustra como medir o comprimento de um bebê de forma apropriada)

Aspectos clínicos:

 

Seção 4 – Distúrbios Neurológicos, Mentais e Psiquiátricos

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Distúrbios Neurológicos,

Mentais e Psiquiátricos

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Perda de consciência, crises epilépticas

Tontura, vertigem, fraqueza, entorpecimento

Cefaleias, dor

Embotamento, paralisia, dor sensorial

Disfunção do intestino ou da bexiga

Distúrbio do paladar, do olfato e da visão

Disfagia; tosse ou engasgo durante a ingestão/deglutição

Estado do alimento na cavidade bucal

Fácil aspiração do alimento para os pulmões

Alucinações, tremores, tiques, espasmos, ataxia

Nervosismo, irritabilidade

Depressão, ansiedade

Estresse (pode acelerar o processo de envelhecimento por causa da proteína quinase C)

Confusão mental, perda de memória; desorientação com relação a lugar e tempo

 

Seção 5 – Distúrbios Pulmonares

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Distúrbios Pulmonares

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO (VER FIG. 5.1)

Tosse, especialmente com dor no peito, rouquidão, tontura

Dor (torácica, abdominal)

Chiados (sibilos, ruído musical pelas vias aéreas obstruídas)

Estridor (som rouco durante a inalação)

Falta de ar (dispneia)

Baixa tolerância a exercícios ou atividades físicas

Febre ou calafrios

Respiração rápida, transpiração excessiva

Tontura

Rubor nas narinas; nariz vermelho e inchado

Cianose nos lábios e leitos ungueais

Palidez; cor cinzenta ou pardacenta

Confusão, sonolência

Ortopneia, taquipneia

Baqueteamento digital (ver Fig. 5.2)

Congestão de veias oculares

Respiração alterada

Anorexia

Pressão arterial elevada

 

Seção 6 – Distúrbios Cardiovasculares

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Distúrbios

Cardiovasculares

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Débito cardíaco diminuído: arritmias, estertores, vertigem, palidez, fadiga, dificuldade respiratória

Choque cardiogênico: taquicardia, pressão arterial (PA) sistólica baixa, pele fria e úmida, pulsos fracos, débito urinário reduzido, edema pulmonar

Ascite, edema

Dor no peito

Pressão arterial

Padrão alimentar que inclui alto consumo de gorduras saturadas e produtos relacionados

Uso de plantas medicinais ou produtos botânicos

Perfis de colesterol e lipídicos (p. ex., HDL mais elevado é mais protetor, LDL pequeno e denso é aterogênico)

Proteína C-reativa (PCR)

Homocisteína sérica

Níveis de lactato desidrogenase (LDH) e de creatina fosfoquinase (CPK)

 

Seção 7 – Distúrbios Gastrintestinais

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Distúrbios

Gastrintestinais

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Dentição

Tecidos bucais dolorosos, língua

Disfagia

Apetite, anorexia, perda de peso

Indigestão, azia

Bezoares

Náusea, vômito, refluxo, regurgitação

Dor ou distensão abdominal

Ascite, icterícia

Dor ou cólica abdominal, flatulência

Fadiga fácil

Alteração nos hábitos alimentares ou intestinais

Alterações na consistência e na frequência das fezes; incontinência fecal

Edema das extremidades

Constipação, diarreia

Hemorroidas, sangramento retal, pólipos

Uso de medicamentos gastrintestinais (GI) – antiácidos, emolientes fecais, diuréticos, laxantes, bloqueadores da histamina

Modalidade de alimentação relacionada a problemas de digestão ou absorção

(ver Tab. 7.1)

 

Seção 8 – Distúrbios Hepáticos, Pancreáticos e Biliares

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Distúrbios Hepáticos,

Pancreáticos e Biliares

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Fatores clínicos

Dor abdominal ou irradiante

Hepatomegalia ou atrofia hepática (em casos de cirrose)

Ascite, circunferência abdominal grande, edema

Ressonância magnética, ultrassom ou biópsia hepática anormal

Varizes, sangramento gastrintestinal, encefalopatia?

Diarreia, esteatorreia

Vômito, náusea

Anorexia, mal-estar, fadiga

Diabetes, hiperglicemia, hipoglicemia

Icterícia

Desnutrição, escore da Avaliação Global Subjetiva (AGS) (ver Fig. 8.1)

Avaliação laboratorial

Bilirrubina (total ou indireta) sérica alterada

Enzimas hepáticas anormais: alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST), lactato desidrogenase (LDH)

 

Seção 9 – Distúrbios Endócrinos

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Distúrbios Endócrinos

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Diabetes (American Diabetes Association, 2006)

Sintomas, resultados dos testes laboratoriais e resultados de exames especiais relacionados ao diagnóstico do diabetes

Registros prévios da HbA1c

Padrões alimentares, estado nutricional e histórico do peso; crescimento e desenvolvimento em crianças e adolescentes

Detalhes de programas terapêuticos anteriores, inclusive nutrição e educação para o autocontrole do diabetes, atitudes e crenças relacionadas à saúde

Tratamento atual do diabetes, incluindo medicações, planos de refeições e resultados do monitoramento de glicose e uso de dados do paciente

Histórico de atividade física

Frequência, gravidade e causa de complicações agudas, como cetoacidose e hipoglicemia

 

Seção 10 – Controle do Peso, Subnutrição e Desnutrição

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Controle do Peso,

Subnutrição e Desnutrição

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Estatura

Histórico do peso, peso atual, peso corporal habitual

Peso corporal de referência ou saudável

Índice de massa corporal (IMC)

Meta de peso

Porcentagem da meta de peso corporal

Alterações recentes do peso (como uma alteração de 10% no peso corporal habitual em 6 meses)

Mensurações da dobra cutânea do tríceps; mensurações da circunferência dos músculos do braço – comparação individual contra valores próprios com o passar do tempo

Constituição corporal – pequena, média, grande

Circunferência abdominal

Exames laboratoriais – glicose, BUN, albumina/transtiretina, hemoglobina e hematócrito (Hb & Ht), colesterol (Col), triacilglicerídeos (TG), contagem total de linfócitos, proteína-C reativa (PCR) – conforme a necessidade para determinar declínio ou melhora nutricional

 

Seção 11 – Distúrbios do Sistema Musculoesquelético e do Colágeno

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Distúrbios do Sistema

Musculoesquelético e do Colágeno

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Medidas da estatura real, realizadas anualmente para avaliação da perda de altura

Uso de medicamentos indutores de perda óssea

Avaliação da densidade óssea

Dores musculares, articulares, ósseas, vertebrais

Edema

Fraqueza nos membros

Problemas de movimento, rigidez

Perda de peso, anorexia, depressão, insônia

Fadiga fácil

Marcha instável e propensão para quedas

Contraturas

Inflamação de articulações

Psoríase

Artrite – sinais de alerta: rigidez matinal precoce; inchaço em uma ou mais articulações; rubor e calor evidentes em uma articulação; perda de peso sem explicação; febre ou fraqueza em combinação com dores articulares; sintomas que se prolongam por mais de 2 semanas

 

Seção 12 – Hematologia: Anemias e Distúrbios Sanguíneos

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Hematologia: Anemias e Distúrbios Sanguíneos

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Doenças concomitantes – doença cerebrovascular, infarto do miocárdio, asma, hemorragia, cânceres, doença renal

Distúrbio hemorrágico prévio, tendências hemorrágicas, transfusão sanguínea ou exposição à radiação

Tipo sanguíneo

Contusões

Linfadenopatia

Cirurgia, especialmente gástrica, hepática ou renal

Infecções, sepse

Histórico familiar de leucemias, câncer, anemias, distúrbios imunológicos, alergias

Histórico de consumo de álcool e nicotina

Hábitos alimentares: uso de ferro hêmico versus não hêmico, deficiências de vitaminas e minerais, ingestão de proteína, estilo de vida vegetariano, outros fatores (ver Tab. 12.1)

Uso de medicamentos (vendidos com ou sem receita médica) e produtos herbáceos ou botânicos

 

Seção 13 – Câncer

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Câncer

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Sete sinais de alerta do câncer classificados pela American Cancer Society

Mudança nos hábitos intestinais/urinários

Ferida que não cicatriza

Sangramento ou secreção incomum

Espessamento ou caroço na mama ou em qualquer outro local

Indigestão ou dificuldade de deglutição (disfagia)

Alteração evidente em verruga ou nevo

Tosse contínua ou rouquidão

Outros fatores:

Histórico de tabagismo, consumo excessivo de álcool, exposição a carcinógenos

Alterações de peso – perda de peso não intencional ou índice de massa corporal

(IMC) inferior a 22

Mudanças na ingestão de alimentos

Febre de origem desconhecida (pode estar relacionada com cânceres hematológicos, hepáticos, pancreáticos, cerebrais ou renais)

Anorexia ou náusea

Vômito

 

Seção 14 – Distúrbios Cirúrgicos

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Distúrbios Cirúrgicos

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Estado pré-cirúrgico:

Histórico de doenças – agudas ou crônicas (como diabetes, doença cerebrovascular, coronariopatia etc.)

Alterações de peso recentes, sobretudo perda não intencional

Albumina sérica, transferrina, proteína ligadora de retinol e proteína C-reativa (inflamação)

Estado de hidratação

Estado eletrolítico

Pressão arterial anormal

Anemia, perda sanguínea

Náusea, vômito

Procedimento cirúrgico com impacto gastrintestinal

Obesidade e risco de anestesia

Infecções

Função respiratória, saturação de oxigênio

Estado de inanição recente

Estado pós-cirúrgico:

Frequência respiratória, pneumonia

Exames laboratoriais, como glicose, PCR e equilíbrio eletrolítico

 

Seção 15 – AIDS e Imunologia, Infecções, Queimaduras e Traumatismo

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AIDS e Imunologia,

Infecções, Queimaduras e Traumatismo

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Enfermidade ou cirurgia recente

Presença de doenças crônicas

Medicamentos (sujeitos à receita médica e de venda livre)

Anemia, anorexia, desnutrição

Febre, calafrios

Acidentes ou traumatismos

Taxa metabólica (estimada ou calorimetria indireta)

Processos infecciosos ou sepse (calor, dor, rubor, inchaço ou secreção em qualquer área)

Frequência de pulso rápida

Respiração alterada

Alterações urinárias (frequência, urgência, queimação)

Alteração nos leucogramas global e diferencial

Indicadores de imunidade, como linfócitos T, outros linfócitos

Resultados de cultura, amostras

Estado de hidratação, edema

Funcionamento de múltiplos sistemas orgânicos

 

Seção 16 – Distúrbios Renais

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Distúrbios Renais

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Sete sinais de alerta de doença dos rins e do trato urinário

Queimação ou dificuldade de urinar

Pressão arterial alta

Micção mais frequente, especialmente à noite

Dor na região lombar, logo abaixo das costelas, não agravada com movimento

Eliminação de urina com aspecto sanguinolento

Edema palpebral

Inchaço das mãos e dos pés, sobretudo em crianças

Outros fatores

Proteinúria (microalbuminúria)

Uremia

Ostealgia, alteração da estatura ou da massa corporal magra

Desequilíbrio na relação cálcio:fósforo

Alteração nos níveis de lipídios e aminoácidos

Relação anormal entre nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) e creatinina

 

Seção 17 – Nutrição Enteral e Parenteral

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Nutrição Enteral e

Parenteral

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PRINCIPAIS FATORES DE AVALIAÇÃO

Incapacidade na ingestão alimentar por via oral (procedimentos mecânicos, gastrintestinais, cirúrgicos)

Terapias como radiação ou quimioterapia, antigas ou concomitantes

Os benefícios da intervenção nutricional superam os riscos?

Disponibilidade de exames laboratoriais apropriados

Medidas antropométricas seriadas

Outros procedimentos planejados e impacto do atraso na terapia nutricional

Falta de apetite (anorexia nervosa, medo, ansiedade, psicose)

Distúrbio ou estado patológico:

+ Obstrução GI, diarreia crônica, doença de Crohn, síndrome do intestino curto

+ Doença GI causada por infecção pelo vírus HIV ou AIDS

+ Doença pancreática

+ Aspiração pulmonar ou complicações pulmonares; uso de ventilador

+ Fibrose cística

+ Falha de desenvolvimento, desnutrição crônica

 

Apêndice A – Revisão Nutricional

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Revisão Nutricional

MACRONUTRIENTES

Carboidratos e fibra

Os carboidratos são essenciais para a vida. O cérebro e o sistema nervoso central necessitam de um fornecimento contínuo de glicose. Quando há necessidade, a massa corporal magra é metabolizada para fornecer glicose a esses tecidos. Geralmente,

90% dos carboidratos são absorvidos de uma dieta mista.

As substâncias que substituem o açúcar são adoçantes isentos de açúcar; são carboidratos (normalmente alcoóis do açúcar), mas não açúcares (McNutt, 2000). Ao contrário dos adoçantes intensos não calóricos, como a sacarina e o aspartame, essas substâncias são utilizadas nas mesmas quantidades que os açúcares. Substitutos do açúcar têm a mesma massa e volume. Os substitutos do açúcar são comumente rotulados de “sem açúcar” ou “sem adição de açúcar”.

Esses produtos são manitol, eritritol, isomalte, lactitol, maltitol, xilitol, sorbitol e hidrolisado de amido hidrogenado.

 

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