Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry

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Totalmente revista e atualizada, esta obra incorpora novas descobertas e aplicações em todos os seus 76 capítulos com o intuito de cumprir a missão de ser um livro-texto abrangente, ao mesmo tempo inovador e de leitura agradável. Apresentando os achados laboratoriais numa versão que seja a mais próxima possível da prática clínica real, como encontrado nas condições do trabalho clínico e diagnóstico diário, esta nova edição traz aspectos notáveis, que incluem: ? Novas imagens e ilustrações totalmente coloridas, além de diversos gráficos e tabelas que auxiliam na busca por informações cruciais de cada capítulo. ? Duas novas seções que tratam sobre hemostasia e trombose, bem como patologia clínica do câncer, a qual destaca o papel significativo do laboratório no diagnóstico e monitoramento das malignidades e seus tratamentos. ? Oito novos capítulos que abordam de maneira minuciosa temas diversificados e essenciais de áreas como bioquímica clínica, microbiologia médica, patologia molecular e oncologia.

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82 capítulos

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1. Conceitos gerais e questões administrativas

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CAPÍTULO 1

Conceitos gerais e questões administrativas

Anthony S. Kurec MS DLM(ASCP), Mark S. Lifshitz MD

Liderança e administração 3

Segurança 8

Riscos biológicos

Riscos químicos

Riscos ergonômicos

11

11

12

Planejamento laboratorial e modelos de serviço

6

Referências bibliográficas

12

Regulamentação, acreditação e legislação

7

Planejamento estratégico

Administração de sistemas de qualidade

Administração de recursos humanos (RH)

PONTOS-CHAVE

• A administração efetiva de um laboratório requer líderes para proporcionar direção e gerentes para garantir que as tarefas sejam cumpridas. Planejamento estratégico, marketing, administração de recursos humanos e de qualidade são elementos fundamentais na organização de um laboratório.

• A maioria dos erros laboratoriais ocorre nos estágios pré e pós-analítico. O Six Sigma é uma ferramenta que pode ser utilizada para reduzir a incidência de erros laboratoriais.

 

2. Otimização do fluxo de trabalho e do desempenho do laboratório

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CAPÍTULO 2

Otimização do fluxo de trabalho e do desempenho do laboratório

Mark S. Lifshitz MD, Robert P. De Cresce MD MBA, Irina Lutinger MPH DLM(ASCP)

Compreensão do fluxo de trabalho

14

Técnicas de coleta de dados

Análise do fluxo de trabalho

14

18

Compreensão da tecnologia

19

PONTOS-CHAVE

• Um processo de realização de testes requer a integração das etapas pré-analítica, analítica e pósanalítica.

• A compreensão do fluxo de trabalho é um pré-requisito fundamental para qualquer estratégia de otimização de desempenho.

• Várias técnicas devem ser utilizadas para coletar dados do fluxo de trabalho. Elas incluem: mapeamento de amostras e exames, análise do tubo, análise da estação de trabalho, entrevistas com a equipe e mapeamento das tarefas (processos).

• Embora a tecnologia seja um componente crítico em qualquer laboratório, ela é apenas uma ferramenta para se atingir um objetivo. A tecnologia em si não melhora o desempenho nem o fluxo de trabalho. O seu sucesso ou fracasso depende de como ela é implementada e se ela é realmente necessária.

 

3. Pré-análise

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CAPÍTULO 3

Pré-análise

Herb Miller PhD MT(ASCP) CLS(NCA), Mark S. Lifshitz MD

Variáveis pré-coleta�

24

Coleta de amostras�

26

A solicitação do exame�

Horário de coleta�

Variáveis associadas à coleta�

Rejeição de amostra�

Visão geral da coleta de sangue�

Anticoagulantes e aditivos�

Dispositivos de coleta de sangue�

Armazenamento e preservação do sangue�

Importância de políticas e procedimentos�

26

26

26

27

27

28

29

29

30

Técnicas de coleta de sangue�

Punção arterial�

Punção cutânea�

Dispositivos de acesso venoso central�

Coleta de urina e outros líquidos corporais�

• Erros e variáveis no estágio de pré-análise podem afetar os resultados de exames.

• As variáveis do paciente incluem atividade física, dieta, idade, sexo, variações circadianas, postura, estresse, obesidade, tabagismo e medicação.

• A adesão estrita à técnica adequada e a seleção do local podem minimizar variáveis da coleta, como hemólise, hemoconcentração, coágulos e outras causas de rejeição de amostra ou de resultados errôneos.

 

4. Análise: princípios de instrumentação

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CAPÍTULO 4

Análise: princípios de instrumentação

Robert L. Sunheimer MS MT(ASCP)SC SLS, Gregory Threatte MD, Mark S. Lifshitz MD,

Matthew R. Pincus MD PhD

Princípios de instrumentação

Espectrofotometria

Reflectometria

Espectrometria de luminescência molecular

(fluorometria)

Nefelometria e turbidimetria

Refratometria

Osmometria

Citometria de fluxo

Eletroquímica

Condutância

Impedância

Eletroforese e densitometria

Focagem isoelétrica

Cromatografia

Espectrometria de massa

PONTOS-CHAVE

• Muitas determinações analíticas feitas em laboratórios clínicos são baseadas em mensurações de energia radiante, que é absorvida ou transmitida. Os dispositivos utilizados para a mensuração de energia luminosa absorvida ou transmitida são os fotômetros e espectrofotômetros.

• Os componentes básicos dos espectrofotômetros incluem: fonte de energia radiante, seletor de comprimento de onda, cuvet holder, fotodetector, processadores de sinal e dispositivos de leitura.

 

5. Análise: automação do laboratório clínico

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CAPÍTULO 5

Análise: automação do laboratório clínico

Robert L. Sunheimer MS MT(ASCP)SC SLS, Gregory Threatte MD

Introdução 65

Estágio pós-analítico

70

Análise automatizada

Tipos de sistemas automatizados disponíveis

  para laboratórios

71

Estágio pré-analítico

66

66

Abordagens automatizadas do processamento

  de amostras

67

Estágio analítico

67

Introdução de amostra

Reagentes

Agitação

Incubação

Detecção

Outras características exclusivas localizadas em

   novos instrumentos automatizados

PONTOS-CHAVE

• Os testes laboratoriais sofreram alterações revolucionárias na última década. Atualmente, todas as testagens bioquímicas e hematológicas de rotina são automatizadas.

• Isso inclui o processamento de amostras. Todos os tubos apresentam códigos de barra. Eles podem ser colocados diretamente em autoanalisadores, que não apenas leem quais exames devem ser realizados, como podem analisar diretamente as amostras dos tubos e enviar os resultados para o sistema computadorizado do laboratório, o qual é ligado diretamente ao sistema de informação hospitalar (SIH).

 

6. Laboratórios de teste rápido e de consultório médico

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CAPÍTULO 6

Laboratórios de teste rápido e de consultório médico

Gregory A. Threatte MD

Regulamentação do laboratório

Clinical Laboratories Improvement Act (CLIA)

Requisitos para certificação e licenciamento

Diretoria do laboratório

PONTOS-CHAVE

• O teste rápido refere-se ao escopo de testes laboratoriais que são realizados no local onde o paciente recebe a assistência. Incluem os realizados tanto no próprio consultório médico como em diversos locais situados fora do laboratório, tais como no setor de emergência, na sala de cirurgias e na unidade de tratamento intensivo.

• Quando realizados no consultório médico, testes simples (como o teste de urina com vareta medidora de nível e o de glicose em sangue total com medidores) são isentos de regulamentações envolvendo funcionários, testes de proficiência e exigências de garantia de qualidade rigorosas. Tais testes, segundo o Clinical Laboratories

Improvement Act (CLIA), são considerados “dispensados”. Nos hospitais, para a realização desses testes, há a exigência de certificação, a qual é emitida pelo hospital de origem ou pelo estabelecimento de assistência à saúde; além disso, os testes geralmente estão sujeitos a exigências mais rigorosas.

 

7. Pós-análise: tomada de decisão médica

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CAPÍTULO 7

Pós-análise: tomada de decisão médica

Rohan John MD, Mark S. Lifshitz MD, Jeffrey Jhang MD, Daniel Fink MD

Intervalos de referência

79

Acurácia do diagnóstico

81

Sensibilidade e especificidade no teste diagnóstico

Probabilidade da doença

Curva característica de operação do receptor (ROC)

Eficiência de um teste

PONTOS-CHAVE

• Os intervalos de referência distinguem as populações de pacientes normais das de pacientes anormais.

Resultados falso-positivos e falso-negativos ocorrem quando há sobreposição entre essas duas populações.

• A habilidade de um teste em discriminar os estados de doença daqueles de ausência de doença (acurácia) é determinada pela sensibilidade e pela especificidade do teste. A sensibilidade é a probabilidade de obter resultado positivo de um indivíduo doente

(taxa de resultados positivos verdadeiros). A especificidade é a probabilidade de obter resultado negativo de um indivíduo sadio

 

8. Interpretação de resultados laboratoriais

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CAPÍTULO 8

Interpretação de resultados laboratoriais

Matthew R. Pincus MD PhD, Naif Z. Abraham Jr. MD PhD

Anemias

Anormalidades quantitativas de leucócitos

Distúrbios da coagulação

90

93

94

Anormalidades em bioquímica clínica:

  patologia bioquímica

Exemplos de casos clínicos com correlações

  clinicopatológicas

103

95

Referências bibliográficas

105

Interpretação e correlação de valores

  laboratoriais anormais

Considerações gerais

Princípios fundamentais da interpretação de valores

Anormalidades no perfil hematológico

Anormalidades eletrolíticas

PONTOS-CHAVE

• Na grande maioria dos casos, diagnósticos diferenciais acurados podem ser estabelecidos a partir de um estudo sistemático dos perfis laboratoriais de pacientes.

• Existem, basicamente, quatro tipos de anemia: anemia ferropriva, anemia de doenças crônicas, anemia hemolítica e anemia macrocítica/por deficiência nutricional. Elas podem ser prontamente diferenciadas entre si tanto pelo perfil hematológico como por exames laboratoriais simples.

 

9. Estatística laboratorial

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CAPÍTULO 9

Estatística laboratorial

Richard A. McPherson MD

Introdução 106

107

108

Validação de método e controle de processo

Variáveis 107

Preparo para análise de dados

Estatística descritiva

Tendência central

Distribuição gaussiana (normal)

Dispersão

Medidas não paramétricas

108

108

108

109

Estatística comparativa

109

Teste t-Student 109

Testes não paramétricos

111

Análise de dados discretos: testes de proporções

Teste de Qui-quadrado

PONTOS-CHAVE

• Para a análise estatística, as variáveis nominais podem assumir apenas um número limitado de valores

(categorias), enquanto as variáveis contínuas são empregadas para descrever dados quantitativos.

• As variáveis independentes são consideradas “dados de entrada”

(causa), enquanto as variáveis dependentes constituem “dados de saída” (efeito).

• As distribuições de dados contínuos são descritas por meio de uma medida de tendência central (p. ex., média ou mediana) e de dispersão

 

10. Controle de qualidade

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C A P Í T U L O 10

Controle de qualidade

W. Greg Miller PhD

Introdução�115

Aspectos da calibração no controle de qualidade�

123

Variabilidade analítica e calibração�

115

125

Visão geral do controle do processo estatístico�

115

Utilização de dados do paciente em procedimentos �

   de controle de qualidade

Implantação do controle do processo estatístico�

116

Seleção dos materiais de controle de qualidade (CQ)�

Frequência da avaliação dos materiais de CQ�

Estabelecimento do valor-alvo de CQ e do DP �

   que representam condição operacional para

  quantificações estáveis

Estabelecimento de regras para avaliação de �

   resultados de CQ

Ação corretiva diante de resultado de CQ que �

   indica problema de quantificação

Verificação dos parâmetros de avaliação de CQ �

   diante da mudança de lote de reagentes

Verificação do desempenho do método diante do uso �

 

11. Informática laboratorial clínica

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C A P Í T U L O 11

Informática laboratorial clínica

Mark S. Lifshitz MD, Gary E. Blank PhD, Katherine Schexneider MD

Fluxo de informação

Registro/identificação do paciente (ID)

Solicitação de exames

Coleta e identificação de amostra

Realização de exames e liberação de resultados

Relatório

O sistema de informação laboratorial (SIL)

O que é isso?

Seleção, implementação e gerenciamento do SIL

PONTOS-CHAVE

• O sistema de informação laboratorial (SIL) é tipicamente parte de uma rede de sistema hospitalar ou de cuidados da saúde de gerenciamento clínico, de registro e de pacientes e sistemas financeiros que trocam informações entre si.

• Um registro eletrônico abrangente de um paciente deve englobar várias questões, incluindo como estabelecer identificação positiva do paciente, manter a confidencialidade e sincronizar dados entre sistemas disparates.

• O sistema de informação laboratorial suporta fluxo de trabalho e fluxo de informação em todas as etapas do processo de realização de testes laboratoriais, incluindo registro do paciente, solicitação de exames, coleta de amostras, testes e relatórios.

 

12. Administração financeira

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C A P Í T U L O 12

Administração financeira

Mark L. Jaros MBA MT(ASCP), Mark S. Lifshitz MD, Robert P. De Cresce MD MBA MPH

Visão geral da indústria

142

Definição e identificação de despesas

143

Receita 144

Pagadores e reembolso

Seguro privado

Contribuintes do governo

Sistemas de codificação de reembolso

A importância de um código correto acurado

Reembolso Medicare

Desempenho e monitoramento financeiro

Estimativa orçamentária

Análise de variância

PONTOS-CHAVE

• Os custos podem ser descritos de diferentes maneiras, dependendo de estarem diretamente relacionados às operações laboratoriais (diretas/indiretas), mudarem proporcionalmente com o volume de testes (variável/fixo), serem referentes aos funcionários (salariais/não salariais) ou estarem relacionados à vida útil de suprimentos ou equipamentos (operante/ capital). O custo por resultado comunicável é um indicador fundamental.

 

13. Terrorismo biológico, químico e nuclear: o papel do laboratório

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C A P Í T U L O 13

Terrorismo biológico, químico e nuclear: o papel do laboratório

Philip M. Tierno Jr PhD, Mark S. Lifshitz MD

Bioterrorismo 155

Introdução

155

Papel do laboratório de nível A

156

Agentes biológicos/doenças

157

Terrorismo químico 165

História e conhecimentos teóricos

165

Papel do laboratório de nível A: terrorismo químico

166

PONTOS-CHAVE

• Os laboratórios de nível A, também conhecidos como laboratórios-sentinelas, podem ser os primeiros a identificar um organismo ou um grupo de isolados incomum capaz de indicar um evento de bioterrorismo.

• A responsabilidade de um laboratório de nível A consiste em

“excluir” agentes biológicos suspeitos, em vez de realizar uma identificação completa ou análises altamente complexas.

• As amostras suspeitas devem ser manuseadas com segurança e nos termos da lei (considerando a cadeia de custódia).

• Protocolos específicos (e critérios de identificação presumível) devem ser aplicados a cada agente biológico.

 

14. Avaliação da função renal, da água, dos eletrólitos e do equilíbrio acidobásico

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C A P Í T U L O 14

Avaliação da função renal, da água, dos eletrólitos e do equilíbrio acidobásico

Man S. Oh MD

Introdução 171

Volumes e osmolalidade de líquidos corporais

171

Volume de líquidos corporais

172

Composição de líquidos corporais

172

Determinação da osmolalidade do plasma

173

Composição extracelular

Composição intracelular

Tonicidade

Osmolalidade e gravidade específica

Regulação do volume extracelular

Determinação da função renal

172

172

174

174

174

176

Conceito de depuração

Determinação da taxa de filtração glomerular

Taxa de filtração glomerular (TFG), fluxo plasmático

   renal (FPR) e fração de filtração (FF)

Excreção fracionada (EF)

Índice de insuficiência renal (IIR)

Reabsorção fracionada (RF)

Depuração de água livre e depuração de água

  livre negativa

176

176

179

 

15. Marcadores bioquímicos do metabolismo ósseo

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C A P Í T U L O 15

Marcadores bioquímicos do metabolismo ósseo

Katrin M. Klemm MD, Michael J. Klein MD

Metabolismo mineral e ósseo

Cálcio

Fósforo

Magnésio

Hormônios reguladores do metabolismo mineral

Distúrbios do metabolismo mineral

Hipercalcemia

Hipocalcemia

Hiperfosfatemia

Hipofosfatemia

Hipermagnesemia

Hipomagnesemia

PONTOS-CHAVE

• As concentrações plasmáticas de cálcio, fosfato e magnésio dependem do equilíbrio líquido entre deposição e reabsorção mineral ósseas, absorção intestinal e excreção renal. Os principais hormônios reguladores desses processos são o hormônio da paratireoide (PTH), a calcitonina e a

1,25-di-hidroxivitamina D.

• As causas mais comuns de hipercalcemia são o hiperparatireoidismo primário (níveis de PTH elevados) e os neoplasmas malignos (baixos níveis de PTH e, normalmente, altos níveis de peptídeo relacionado ao PTH). Tais condições são observadas em 80 a 90% de todos os pacientes com hipercalcemia.

 

16. Carboidratos

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C A P Í T U L O 16

Carboidratos

Mukhtar I. Khan MD, Ruth S. Weinstock MD PhD

Introdução 215

Função do pâncreas endócrino

216

Insulina

Glucagon

Incretinas

Somatostatina

216

217

218

218

Quantificação de glicose

218

Considerações sobre a amostra

Métodos de quantificação da glicose

Diabetes melito

Introdução

Diabetes de tipo 1

PONTOS-CHAVE

• O diagnóstico de diabetes requer a detecção de uma concentração plasmática de glicose em jejum ≥126 mg/ dL (7,0 mmol/L) em pelo menos duas ocasiões, ou de eventuais níveis plasmáticos de glicose (ou níveis determinados 2 horas após a sobrecarga de glicose) ≥ 200 mg/dL (11,1 mmol/L).

Normalmente, a concentração plasmática de glicose em jejum é

< 100 mg/dL (5,6 mmol/L) e os níveis de glicose 2 horas após a sobrecarga são < 140 mg/dL (7,8 mmol/L).

• Os testes de tolerância à glicose oral devem ser realizados para diagnosticar o diabetes gestacional.

 

17. Lipídeos e dislipidemia

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C A P Í T U L O 17

Lipídeos e dislipidemia

Timothy Hilbert MD PhD JD, Mark S. Lifshitz MD

Visão geral

233

Lipoproteínas, apolipoproteínas e proteínas correlatas 235

Classificação

Proteínas importantes no metabolismo de lipoproteínas

235

236

Transporte de lipídeos e metabolismo de lipoproteínas 237

Quantificação de lipídeos e lipoproteínas

Coleta e armazenamento de sangue

Estimativa do conteúdo plasmático de lipídeos

Estimativa do conteúdo de lipoproteínas e

  lipoproteínas-colesterol

Métodos adicionais para o estudo da dislipidemia

PONTOS-CHAVE

• Enquanto os métodos de ultracentrifugação e eletroforese são historicamente importantes no estudo dos lipídeos e das lipoproteínas, atualmente, o método considerado de maior utilidade é o teste enzimático, muitas vezes acoplado à precipitação com detergentes.

• O LDL colesterol (LDL-C) pode ser quantificado diretamente, porém, costuma-se calculá-lo utilizando a fórmula de Friedewald.

 

18. Avaliação de lesão e função cardíaca

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C A P Í T U L O 18

Avaliação de lesão e função cardíaca

Jay L. Bock MD PhD

Visão geral

255

Aspectos gerais

255

Marcadores de lesão miocárdica

Evolução histórica

CK-MB massa

Troponina cardíaca

Mioglobina

Outros marcadores

PONTOS-CHAVE

• A doença mais importante que afeta o coração é a doença cardíaca coronariana (DCC), que pode levar à obstrução aguda do fluxo sanguíneo coronariano conhecida como síndrome coronariana aguda (SCA). A SCA com necrose franca de qualquer magnitude é conhecida como infarto do miocárdio (IM).

• Os principais exames para diagnóstico da SCA são o eletrocardiograma (ECG) e determinações laboratoriais de marcadores cardíacos. Marcadores cardíacos são proteínas liberadas na circulação pelo músculo cardíaco lesado. Atualmente, o marcador cardíaco mais importante é a troponina cardíaca (cTn), a qual deriva somente do músculo cardíaco.

• A troponina é um complexo de três proteínas, das quais duas são adequadas como marcadores cardíacos específicos: cTnI e cTnT.

 

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