Imunologia Básica: Guia Ilustrado de Conceitos Fundamentais 9a ed.

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Esta obra apresenta as atuais tendências de aprendizado e avaliação adotadas na formação em medicina e demais áreas da saúde, oferecendo uma abordagem tanto da fisiopatologia como dos aspectos morfológicos e clínicos do sistema imune. Com figuras coloridas e de alta qualidade que dialogam de forma didática com o texto, este livro constitui um guia de estudo valioso para estudantes das áreas de saúde e de ciências biológicas, assim como um material de consulta para bacteriologistas, hematologistas, bioquímicos e outros profissionais. Outras características: • Questões para autoavaliação, nas quais o leitor encontrará perguntas típicas de exames e dicas sobre as informações que uma boa resposta deve conter. • Apêndices sobre tamanhos e pesos moleculares comparativos, marcos na história da imunologia, questões ainda não solucionadas e classificação de CD. • Tópicos inovadores sobre imunidade investigativa, imunologia na era da genômica e imunidade inata. • Seção clínica ampliada, incluindo uma breve revisão sobre como o sistema imune e seus componentes são investigados na prática.

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Imunidade

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1 O escopo da imunologia

CONSEQUÊNCIAS DESEJÁVEIS DA IMUNIDADE

Resistência inata

Recuperação

Resistência adquirida

Reinfecção

NÃO PRÓPRIO

Vacinação

o cçã

Infe sas

Defe

s

rna

exte

Enxerto

AD

A PT

ATIVA

Doença

PRÓPRIO

(normalmente sem resposta imune)

A

OST

P

S

E

R

Autoimunidade

Memória específica

UN

IM

Rejeição

Doença menos intensa ou ausente

E

Imunossupressão

Sintomas novos ou piores

Dano tecidual

Hipersensibilidade

CONSEQUÊNCIAS INDESEJÁVEIS DA IMUNIDADE

Entre as quatro causas principais de morte – lesão, infecção, doença degenerativa e câncer –, apenas as duas primeiras regularmente matam suas vítimas antes da idade fértil. Isso as transforma em potenciais causas de perdas de genes. Portanto, qualquer mecanismo que reduza seus efeitos possui enorme valor em termos de sobrevida, o que podemos notar nos processos de cicatrização e imunidade, respectivamente.

 

Imunidade inata

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6 Receptores do sistema imune inato

CITOPLASMA

EXTRACELULAR

MEMBRANA CELULAR

Proteína ligadora de manose

VÍRUS

Vírus a RNA dsRNA

Complemento

RIG-1

Fatores de restrição

BACTÉRIA

FUNGOS

RETROVÍRUS

Proteína C reativa

Receptor de manose

Proteassomo

TLR 3,7,9

Resposta antiviral

I B

NF B

ssRNA dsRNA

CpG DNA

CD14

Fagossomo/endossomo

NF B

DNA

Resposta inflamatória

TLR4

TLRs

TLR1,2

NOD1,2

Gram+

Dectina

LBP

LPS

Gram–

Gram+

BACTÉRIAS

FUNGOS

BACTÉRIA

NÚCLEO

Micobactéria

A capacidade de perceber a presença de micro-organismos que poderiam causar infecções potencialmente perigosas é uma propriedade amplamente disseminada das células, dos tecidos e dos fluidos corporais de todos os organismos multicelulares. Esse processo de reconhecimento é denominado imunorreconhecimento inato e representa o primeiro passo fundamental para desencadear a sequência de eventos complexos por meio dos quais o corpo se protege contra infecções. Entretanto, foi somente a partir da década de 1980 que a maioria das moléculas (receptores) responsáveis por esse processo de reconhecimento foi identificada e novos exemplos desses receptores inatos continuam sendo encontrados. Os receptores usualmente reconhecem componentes de micro-organismos ausentes nas células do hospedeiro (p. ex., componentes da parede celular bacteriana, flagelos bacterianos ou ácidos nucleicos virais).

 

Imunidade adaptativa

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11 Evolução das moléculas de reconhecimento: a superfamília das imunoglobulinas

Complexo principal de histocompatibilidade

Moléculas de adesão

VCAM-1

ICAM

2 1

LFA-3

CLASSE II

CLASSE I

Receptor da célula T

CD2

C

CD3

DP DQ DR

B C

A

CD8

C

J

V

V

D

?

C J

J

C

V J

Anticorpo

CD8

C

C

ca pli

og

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C

J nico jo gê ra n

D

r

Rea

V

V

JC

CD4

C

DJ

V J

V

Du

VD

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C

C

ão aç ific V V rs

V

V ive

V

C

DJ

V

J

C

JC J C J C J C

V

H

V

D

J

C

H

L

?

ca

éti en

P

V V V V C

Receptor de poli-Ig

A esta altura, pode ser interessante reenfatizar a diferença existente entre as imunidades “inata” e “adaptativa”. Essa diferença reside essencialmente no grau de discriminação dos respectivos sistemas de reconhecimento.

 

Imunidade potencialmente útil

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27 Imunidade antimicrobiana: um esquema geral

Entrada

Inflam aç ã oa

“ A n ti bi ó t

Barreiras superficiais

” ais tur a n ic os

C3

COMPLEMENTO

C5

C6 C7 C8 C9

C3

ueio

C3

TH

C2

Bloq

CÉLULAS

FAGOCÍTICAS

uda

g

C3

C4

C1

Lise

B

Fagocitose

MAC

ar lul ce cia ra tên int Persis

TC

Killing intracelular

ida

NK

ev

br

So

IMUNIDADE

MEDIADA

POR CÉLULAS

ANTICORPO

TH

Killing extracelular

Inflamação crônica

Killing

Disseminação

Killing intracelular

Neste ponto, o leitor notará que o sistema imune é muito eficiente no reconhecimento de substâncias estranhas por meio de seus formatos, todavia não possui uma forma infalível de distinguir se tais substâncias são perigosas. Essa abordagem, em geral, funciona bem para controlar infecções, mas também possui um lado adverso, como, por exemplo, uma resposta imune violenta contra estruturas estranhas, porém inofensivas, como grãos de pólen etc. (ver figura 35).

 

Efeitos indesejáveis da imunidade

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34 Imunidade prejudicial: um esquema geral

Infecção microbiana

Eliminação

Transplante

Estimulação

Rejeição

Anticorpo

Autoimunidade

TH

TIPO I

Mast.

Inflamação aguda

Complexos

B

TIPO V (II)

Complemento

PMN

(LPS)

AUTOANTÍGENO

TIPO III

Fagocitose

Citotoxicidade

TIPO II

MAC

TC

Inflamação crônica

TIPO IV

Hipersensibilidade

Até aqui, nós consideramos o lado bem-sucedido do sistema imune – seu papel de defesa contra infecções microbianas (em cima).

A efetividade desse papel é resultado de dois aspectos principais: (1) a ampla gama de antígenos que esse sistema é capaz de reconhecer e memorizar de forma específica; e (2) os fortes mecanismos inespecíficos que mobiliza para eliminar estes antígenos.

Infelizmente, estas duas habilidades também podem operar contra o nosso próprio corpo:

1.  A ampla especificidade requer um mecanismo eficiente para evitar ataques aos determinantes “próprios” (o problema da autoi­ munidade [embaixo, à esquerda]). Do mesmo modo, existem casos em que a eliminação de material não próprio pode não ser desejável

 

Imunidade alterada

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40 Imunossupressão

Imunossupressão específica

ANTÍGENO

ESTIMULADOR

Próprio

Anticorpo

Antígeno estimulador de

Receptor de (idiótipo)

Antígeno

Eliminação clonal

(“suicídio”)

? Células supressoras

Imunossupressão inespecífica

Transplante

Não próprio

RECONHECIMENTO

ESPECÍFICO

APC

T

TH

C

TH

B

B

EFEITOS

COLATERAIS

INFECÇÃO

Tumores

TC

DIVISÃO

CELULAR

Fármacos antiproliferativos

6MP

Ciclofosfamida

Metotrexato

Asparaginase

REGULAÇÃO

Citocinas

MECANISMOS

EFETORES

INESPECÍFICOS

Depleção de células T

SAL

Drenagem de ducto T

Irradiação extracorporal

IMC

ANTICORPOS

MAC

PMN

Ciclosporina, K506

Anticitocinas

Depressão da medula

óssea

Intestino, fígado, gônadas

Troca de plasma

C3

 

Imunidade na saúde e na doença

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44 Imunidade e medicina clínica

SNC

Pele

Infecção

Autoimunidade

Hipersensibilidade

Olhos

Trato respiratório

Infecção

Autoimunidade

Infecções

Hipersensibilidade

Fígado

Hepatite

Autoimunidade

Transplante

Rins

Hipersensibilidade

Autoimunidade

Transplante

Intestino

Autoimunidade

Granuloma

Hipersensibilidade

Sistema endócrino

Tecido conjuntivo e articulações

Sangue

Autoimunidade

HLA-B27

A imunologia clínica é uma especialidade por direito próprio e existem muitos livros excelentes dedicados a esta área. No presente tópico, podemos apenas resumir as condições mais comumente encontradas pelo imunologista clínico, organizadas por órgãos e/ ou sistemas, em vez de por mecanismos, como nas outras partes do livro. Evidentemente, as sobreposições com outras disciplinas são frequentes e, por isso, espera-se que o imunologista clínico esteja familiarizado com todos os ramos da patologia e da medicina.

 

Autoavaliação

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Questões de autoavaliação

A seguir, você encontrará quatro conjuntos de perguntas utilizadas em exames típicos, baseadas nos tópicos deste livro. Faça anotações breves sobre as respostas e, em seguida, compare-as aos exemplos fornecidos de anotações de respostas. Lembre-se – não existe um ensaio perfeito: os examinadores buscam o conhecimento do assunto. Alguns erros ou omissões não são motivos para você desistir, e isso também vale para a linguagem desestruturada, repetições e, acima de tudo, plágios. Nos casos em que a resposta para uma dada pergunta não for totalmente conhecida, você pode emitir uma opinião, desde que argumentada de forma clara.

4. Como a estrutura molecular e a função do anticorpo estão relacionadas?

5. De que modo o complexo principal de histocompatibilidade (MHC) contribui para as respostas imunes?

6. O que significam os termos “primário” e “secundário” referentes aos órgãos linfoides?

7. O que as diversas citocinas existentes têm em comum?

 

Apêndices

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Apêndice I

Tamanhos comparativos

Tênias

Verme da Guiné

cm

Esquistossoma

Olho nu

m

Filária mm

Microfilária

Microscópio eletrônico

Microscópio óptico

100

CÉLULAS DE

MAMÍFEROS

Esquistossômulo

10

Malária

µm

PROTOZOÁRIOS

Poxvírus

100

10

Macrófago

Ameba

Leishmania

Tripanossoma

VERMES

Micobactéria

Polimorfonuclear

Linfócito

Plaqueta

Estafilococos

BACTÉRIAS

Influenza

IgM

IgG

Fab

Poliomielite

Sítio de combinação

VÍRUS nm

COMPONENTES

DO ANTICORPO

Pesos moleculares comparativos

1.000.000

IgM

500.000

IgA

200.000

IgG

100.000

50.000

Peça secretora

Cadeia H

CIq

CIr

CIs

C4

C3,5

C8

C2,7

C6

C9

COMPONENTES

DO COMPLEMENTO

FATORES

 

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