Manejo de Vias Aéreas

Visualizações: 65
Classificação: (0)

Este livro emana do trabalho desenvolvido pela Divisão de Anestesia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e da parceria entre médicos anestesiologistas, cirurgiões, intensivistas e a Liga de Anestesiologia, Dor e Terapia Intensiva da FMUSP. Nesta obra são apresentados: • os ensinamentos de profissionais altamente qualificados, organizados de maneira didática; • a anatomia, a fisiologia e o manejo das vias aéreas; • os equipamentos utilizados; • o acesso cirúrgico e o manejo em situações especiais. Manejo de Vias Aéreas será muito útil para estudantes da área de saúde, médicos residentes das várias especialidades que lidam com cuidados intensivos, médicos anestesiologistas, cirurgiões, emergencistas e intensivistas. Como material complementar, estão disponíveis vídeos de computação gráfica 3D produzidos em conjunto com a Disciplina de Telemedicina do Departamento de Patologia da FMUSP.

28 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1. Anatomia da via aérea

PDF Criptografado

1

Anatomia da via aérea

Tatiana Barboza Kronemberger

José Otávio Costa Auler Jr.

Estrutura dos tópicos

Introdução

Cavidade nasal

Cavidade oral

Palato

Língua

Glândulas salivares

Faringe

Nasofaringe

Orofaringe

Laringofaringe

Músculos da faringe

Laringe

Cartilagens da laringe

Pregas vocais

Glote

Músculos da laringe

Irrigação e inervação da laringe

Traqueia

Brônquios

Pulmões

Vascularização e inervação dos pulmões e da pleura

Referências bibliográficas

Introdução

O conhecimento da anatomia das vias aéreas é essencial para a avaliação e o correto manejo das vias aéreas.

As vias aéreas podem ser didaticamente divididas em vias aéreas superiores, constituídas pelas cavidades nasal e oral, faringe e laringe; e em vias aéreas inferiores, formadas pela traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos, sendo estes localizados nos pulmões.

 

2. Fisiologia das vias aéreas

PDF Criptografado

2

Fisiologia das vias aéreas

Fernando Chuluck Silva

Patrick Raoul Erasmo Laporte

Estrutura dos tópicos

Introdução

Vias aéreas superiores

Nariz

Conchas nasais

Ciclo nasal

Depuração mucociliar

Faringe

Laringe

Traqueia

Vias aéreas inferiores

Volumes pulmonares

Mecanismos respiratórios

Perfusão pulmonar

Distribuição dos gases

Causas de hipoxemia e hipercapnia

Referências bibliográficas

Introdução

O manuseio das vias aéreas exige um extenso conhecimento sobre elas. Além da anatomia, é preciso conhecer as outras funções que o sistema desempenha, como troca gasosa, equilíbrio acidobásico, defesa, metabolismo pulmonar, manejo dos materiais bioativos e fonação. Neste capítulo serão revisadas algumas das funções mais importantes para o manejo das vias aéreas.

Vias aéreas superiores

Antes da chegada aos pulmões, o ar passa por diversas estruturas que desempenham importantes papéis no corpo humano. Serão revistas algumas peculiaridades da via aérea de condução, composta pelo nariz ou pela boca, faringe, laringe, até uma série de tubos ramificados que se iniciam na traqueia e terminam nos bronquíolos terminais.

25

 

3. Avaliação das vias aéreas

PDF Criptografado

3

Avaliação das vias aéreas

Anna Clara Cybele Heliodora Coelho Cunha

Michael Do Myung Chang

Estrutura dos tópicos

Introdução

Definições

Avaliação pré-anestésica

Anamnese

Testes e medidas preditoras de via aérea difícil

Classificação de Mallampati

Classificação de Cormack-Lehane

Distância tireomentoniana

Distância hiomentoniana

Distância esternomentoniana

Mobilidade cervical e abertura oral

Peso

Escalas de avaliação da via aérea

Risco de Wilson

Escala LEMON

Recomendações da American Society of

Anesthesiologists (ASA)

Dificuldade de ventilação sob máscara facial

Métodos de imagem no diagnóstico de via aérea difícil

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

O manejo da via aérea é essencial para diversas especialidades médicas. A manutenção de uma via aérea patente é essencial para a adequada manutenção da oxigenação e da ventilação. A inabilidade de estabelecer um adequado acesso à via aérea é um momento crítico, em que dificuldades inesperadas podem resultar em eventos adversos, ou seja, injúrias não intencionais, decorrentes do cuidado prestado ao paciente, não relacionadas à doença de base1.

 

4. Condutas em vias aéreas difíceis

PDF Criptografado

4

Condutas em vias aéreas difíceis

Francinni Mambrini Pires Rêgo

Janice Leão Ferraz

Estrutura dos tópicos

Introdução

Definição da via aérea difícil

Detecção de via aérea difícil na avaliação pré-operatória

Importância do manejo da via aérea difícil

Diretrizes para o manejo da via aérea difícil

Estratégia para extubação do paciente com via aérea difícil

Acompanhamento pós-anestésico

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

A abordagem da via aérea difícil (VAD) é tema ainda novo, mas relevante à boa prática clínica e muito discutido. Recentemente, diversas associações nacionais e internacionais como a canadense, a americana e europeias publicaram suas próprias diretrizes sobre o assunto. Desse modo, o conhecimento profundo do tema por anestesiologistas e demais médicos que atuam no atendimento a emergências tornou-se fundamental.

Neste capítulo, apresentaremos os principais aspectos relacionados à conduta mediante diagnóstico de VAD em pacientes adultos.

 

5. Métodos de imagem em vias aéreas

PDF Criptografado

5

Métodos de imagem em vias aéreas

Bianca Yuki Kanamura

Ricardo Antonio Guimarães Barbosa

Estrutura dos tópicos

Radiografias simples

Predizendo laringoscopias difíceis

Posicionamento de tubos endotraqueais

Tubos de duplo lúmen

Fluoroscopia

Tomografia computadorizada

Avaliação pré-operatória

Tubos de duplo lúmen para intubação brônquica seletiva

Ressonância magnética

Ultrassonografia

Avaliação pré-anestésica

Verificação de posição de tubo endotraqueal

Ventilação duplo-lúmen e ventilação seletiva

Possibilidade da utilização da ultrassonografia para avaliação da musculatura respiratória antes da extubação de pacientes

Traqueostomia percutânea

Referências bibliográficas

Apesar dos inúmeros progressos tecnológicos e do aperfeiçoamento de protocolos nos últimos anos, intubações difíceis não antecipadas continuam sendo grande causa de morbidade e mortalidade na prática clínica1. Muitos pesquisadores dedicaram estudos à tentativa de prever uma laringoscopia difícil, porém, até os dias atuais, todas as medidas ou equações algébricas desenvolvidas possuem resultados ainda limitados como bons preditores de laringoscopia e intubação difícil.

 

6. Manejo básico das vias aéreas e intubação traqueal

PDF Criptografado

6

Manejo básico das vias aéreas e intubação traqueal

Katia Regina Marchetti

Lucas de Oliveira Serra Hortêncio

Joel Avancini Rocha Filho

Janice Leão Ferraz

Estrutura dos tópicos

Introdução

Ventilação bolsa-máscara

Intubação traqueal

Equipamentos

Máscara facial

Cateter de O2

Cânula de Guedel

Laringoscópio

Tubos endotraqueais

Balonete (cuff)

Manejo das vias aéreas

Orientações ao paciente

Posicionamento

Ventilação de bolsa-máscara

Pré-oxigenação/desnitrogenação

Ventilação não invasiva

Laringoscopia

Intubação orotraqueal

Intubação nasotraqueal

Extubação traqueal

Referências bibliográficas

Introdução

O manejo das vias aéreas é uma das tarefas mais cotidianas e essenciais da anestesiologia. Seja durante anestesia relacionada a procedimento cirúrgico, seja durante uma intubação de emergência ou ainda no cuidado de pacientes que necessitam de auxílio ventilatório, o anestesista necessita estar intimamente familiarizado com o instrumental e as técnicas para ação sobre a via aérea.

 

7. Oxigenoterapia suplementar

PDF Criptografado

7

Oxigenoterapia suplementar

Eduardo Ferracioli Oda

Célio Gomes de Amorim

Maria José Carvalho Carmona

Estrutura dos tópicos

Introdução

Fisiologia do transporte de oxigênio

Pressão parcial e difusão do oxigênio

Ventilação alveolar

Transporte de oxigênio

Hemoglobina e o transporte de oxigênio

Por que administrar O2 suplementar?

Administração de oxigênio suplementar a crianças e adultos

Umidificação do oxigênio administrado

Referências bibliográficas

Introdução

Oxigenoterapia suplementar deve ser administrada sempre que ocorrem sinais clínicos de hipoxemia ou queda significativa na saturação periférica de oxigênio (SpO2), medida pela oximetria de pulso1,2. Essa indicação ocorre em razão do risco de comprometimento da oferta de O2 aos tecidos, que pode levar à hipóxia3. Níveis inferiores a 92% sugerem algum grau de hipóxia tecidual, sendo que valores abaixo de 90% indicam que está havendo queda acentuada da pressão parcial capilar de O2 (PaO2)3.

 

8. Confirmação da intubação traqueal

PDF Criptografado

8

Confirmação da intubação traqueal

Daniel Brainer Caetano

Flavio Humberto de Sousa Neves

Estrutura dos tópicos

Exame físico

Método auscultatório

Métodos táteis

Métodos visuais

Oximetria de pulso

Radiografia de tórax

Detecção de dióxido de carbono

Dispositivos de sucção

Transmissão de luz

Uso de pressões do cuff

Método de impedância

Método ultrassonográfico

Referências bibliográficas

A colocação de tubo endotraqueal (TET) é o principal método de proteção e controle das vias aéreas em pacientes críticos, sendo a verificação de seu correto posicionamento de vital importância. A intubação incorreta não reconhecida pode ser fatal e causar danos aos mais variados sistemas, principalmente ao sistema nervoso central

(SNC)1. Além disso, a capacidade do médico de certificar a posição inadequada do

TET irá acelerar o diagnóstico da causa da hipoxemia e a realização da intervenção mais apropriada2. É importante lembrar que a intubação incorreta é a causa mais comum de morbimortalidade relacionada à anestesia3.

 

9. Dispositivos supraglóticos

PDF Criptografado

9

Dispositivos supraglóticos

Anna Clara Cybele Heliodora Coelho Cunha

Iracy Silvia Corrêa Soares

Estrutura dos tópicos

Introdução

Máscara laríngea

Técnica de inserção

Dificuldades com a inserção e o posicionamento

Retirada da máscara laríngea

Contraindicações

Complicações

Fastrach® (LMA Fastrach® ou máscara laríngea para intubação traqueal)

Método de inserção

Contraindicações

Máscara laríngea Supreme®

Método de inserção

LMA ProSeal®

I-gel®

Componentes do I-gel®

Contraindicações

Método de inserção

Complicações

Tubo laríngeo

Método de inserção

Combitubo

Definição

Indicações

Contraindicações

Complicações

Máscara laríngea Air-Q®

Airtraq®

Indicações

Método de inserção

Referências bibliográficas

Introdução

Os dispositivos supraglóticos (SGA) revolucionaram a prática anestésica com sua utilidade e excelente alternativa à ventilação sob máscara e intubação traqueal, para resgate e via aérea difícil.

 

10. Dispositivos ópticos para intubação orotraqueal

PDF Criptografado

10

Dispositivos ópticos para intubação orotraqueal

Maria José Carvalho Carmona

Claudia Marquez Simões

Matheus Fachini Vane

Estrutura dos tópicos

Introdução

História

Diferentes tipos de dispositivos ópticos

Videolaringoscópio associado a lâminas do tipo

Macintosh

Videolaringoscópio com lâminas anguladas

Videolaringoscópios com canal para o tubo endotraqueal

Laringoscópios ópticos

Máscara laríngea de intubação com vídeo

Uso em situações especiais

Intubação normal e intubação difícil

Mobilidade cervical diminuída

Pacientes obesos

Intubação acordado

Limitações e complicações

Dificuldade de inserção do dispositivo

Dificuldade de inserção do tubo endotraqueal

Complicações

Algoritmo de uso

Considerações finais

Observações

Referências bibliográficas

Introdução

Uma das principais causas de morbidade e mortalidade relacionadas à anestesia ainda é o manejo das vias aéreas1,2. Assim, esse tema sempre foi de grande interesse para os anestesiologistas, pesquisadores e indústrias médicas, tendo sofrido grande avanço nos últimos anos, principalmente desde o surgimento da fibra óptica. A conjunção entre a fibra óptica e as tecnologias associadas ao vídeo vem permitindo o surgimento dos dispositivos ópticos para a intubação orotraqueal. Desenhados especificamente para o manejo da via aérea, esses aparelhos são constituídos pela associação de laringoscópios tradicionais ou modificados com uma lâmina, para facilitar a introdução e o alcance à glote, e uma câmera. As transmissões de luz e imagem são feitas

165

 

11. Intubação endotraqueal guiada por broncoscopia flexível

PDF Criptografado

11

Intubação endotraqueal guiada por broncoscopia flexível

André Silva Saijo

Ascedio José Rodrigues

Paulo Rogério Scordamaglio

Estrutura dos tópicos

Introdução

Equipamentos

Indicações

Preparo do paciente

Particularidades da intubação via nasal

Particularidades da intubação via oral

Intubação laringotraqueal

Particularidade da intubação nas crianças

Situações especiais

Associação de técnicas

Limitações e desvantagens do procedimento

Limitações

Desvantagens

Referências bibliográficas

Introdução

A intubação por broncoscopia flexível (FBI), também conhecida como fibroscopia e broncofibroscopia, consiste na utilização de um endoscópio flexível como guia para a introdução de um tubo endotraqueal pela laringe. Esse trajeto pode ser realizado pela cavidade nasal (intubação nasotraqueal) ou pela cavidade oral (intubação orotraqueal).

A FBI é considerada uma técnica versátil e o método de escolha ou padrão ouro para gerenciar tanto os casos previstos como os imprevistos de via aérea difícil, desde que não estejam em situação de emergência, pois, neste caso, o anestesista não conseguirá nem intubar nem ventilar o paciente. Estima-se que a situação conhecida como

 

12. Sonda trocadora e estiletes flexíveis

PDF Criptografado

12

Sonda trocadora e estiletes flexíveis

Helcio Jangue Ribeiro

Leandro Utino Taniguchi

Estrutura dos tópicos

Introdução

Sonda trocadora

Indicações

Técnica de troca de cânula com uso da sonda trocadora

Complicações

Estiletes flexíveis

Indicações

Técnica

Complicações

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Quando falamos em manejo de vias aéreas devemos ter em mente que, mesmo quando a avaliação pré-anestésica é adequada, podemos nos deparar com uma via aérea difícil. O anestesista ou o profissional responsável pelo procedimento deve estar capacitado a reconhecer e abordar uma via aérea difícil não prevista. Essa é uma situação potencialmente letal que aumenta de forma significativa a morbi-mortalidade do procedimento.

Neste capítulo falaremos sobre dois equipamentos que podem auxiliar no manejo de via aérea difícil e sobre suas aplicações e possíveis complicações: a sonda trocadora e os estiletes flexíveis.

 

13. Novos dispositivos para o manejo da via aérea

PDF Criptografado

13

Novos dispositivos para o manejo da via aérea

Heni Debs Skaf

Ticiano Gonçalves de Oliveira

Estrutura dos tópicos

Introdução

Instrumentos supraglóticos

ProSeal® laryngeal mask airway

Supreme® laryngeal mask airway

Cobra® perilaryngeal airway

I-gel®

Air-Q®

Auxílios à intubação orotraqueal

Videolaringoscópios e laringoscópios ópticos

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Complicações no manejo da via aérea constituem atualmente a principal causa anestésica de morbi-mortalidade1.

Em 1990, foi divulgada a primeira análise extensa de complicações relacionadas à manipulação da via aérea com base em dados da American Society of Anesthesiologists (ASA): 34% das complicações associaram-se a eventos respiratórios, sendo que

85% destes culminaram em dano cerebral ou morte. Os três principais mecanismos de dano foram ventilação inadequada, intubação esofágica e dificuldade na intubação traqueal2.

 

14. Controle de infecção no manejo da via aérea

PDF Criptografado

14

Controle de infecção no manejo da via aérea

Adolfo Toshiro Cotarelli Sasaki

Yeh-Li Ho

Estrutura dos tópicos

Introdução

Manejo da via aérea e medidas de prevenção e controle de infecção

Intubação

Higienização da cavidade oral

Tubo endotraqueal

Cuff

Drenagem de secreções subglóticas

Aspiração endotraqueal

Tempo de extubação e ventilação não invasiva

Traqueostomia precoce

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

A via aérea é naturalmente colonizada por vários microrganismos que, em situações normais, não causam prejuízos à saúde por causa das barreiras de defesa do hospedeiro, sejam elas mecânicas ou secundárias às ações do sistema imune. Contudo, no manejo da via aérea, principalmente com a introdução do tubo endotraqueal, esses mecanismos de defesa são quebrados, facilitando a penetração dos microrganismos para sítios normalmente estéreis que, em conjunto com situações de enfraquecimento do sistema imune, provocam a ocorrência de infecções1.

 

15. Cricotireoidostomia e ventilação transtraqueal a jato

PDF Criptografado

15

Cricotireoidostomia e ventilação transtraqueal a jato

Tatiana Barboza Kronemberger

José Otávio Costa Auler Jr.

Estrutura dos tópicos

Cricotireoidostomia

Cricotireoidostomia por punção

Cricotireoidostomia por incisão

Ventilação transtraqueal a jato

Referências bibliográficas

Cricotireoidostomia

Em algumas situações, a intubação orotraqueal se torna impraticável ou impossível, sendo necessária a realização de procedimento cirúrgico para obtenção do acesso

às vias aéreas. Incluem-se nesse caso traumatismo maxilofacial grave, distorção anatômica por lesões no pescoço e impossibilidade de visualizar as pregas vocais pela presença de sangue, secreções ou edema das vias aéreas1.

A falha na intubação orotraqueal, que pode levar à situação “não intubo, não ventilo”, na qual o paciente pode chegar à hipóxia em poucos segundos, também requer uma decisão rápida que deve apontar para o acesso cirúrgico às vias aéreas2, já que a oxigenação não pode ser mantida por meios não invasivos e constitui a indicação mais frequente do controle cirúrgico da via aérea (Figura 1).

 

16. Traqueostomia

PDF Criptografado

16

Traqueostomia

Daniel Aleixo Tavares da Silva

Alessandro Wasum Mariani

Tatiana Barboza Kronemberger

Francisco de Salles Collet e Silva

Estrutura dos tópicos

Introdução

Indicações

Quando realizar traqueostomia?

Traqueostomia na UTI

Traqueostomia percutânea

Aspectos anatômicos

Aspectos técnicos

Traqueostomia convencional

Traqueostomia percutânea

Complicações

Complicações intraoperatórias

Complicações pós-operatórias

Cuidados no manejo do paciente traqueostomizado

Decanulação

Referências bibliográficas

Introdução

Relatos de procedimentos cirúrgicos na traqueia que visavam assegurar as vias aéreas­remontam à Antiguidade1. A primeira traqueostomia publicada foi realizada em

1546 por Antonio Brasavola. Em meados do século XIX, há relatos de traqueostomias como medidas salvadoras em epidemias de difteria2. No entanto, a aceitação universal só veio com os trabalhos de Chevalier Jackson no início do século XX, com a descrição dos pormenores da técnica de traqueostomia, suas indicações e complicações3,4.

 

17. Via aérea em pediatria

PDF Criptografado

17

Via aérea em pediatria

Francisco Eberth Marinho Marques

Ricardo Vieira Carlos

Estrutura dos tópicos

Introdução

Diferenças anatômicas e fisiológicas

Avaliação da via aérea

Manejo básico da via aérea em pediatria

Via aérea faríngea (oral e nasal)

Ventilação com bolsa-máscara

Via aérea avançada em pediatria

Indicações de via aérea avançada em pediatria

Escolha da técnica de acesso à via aérea avançada

Intubação orotraqueal

Intubação nasotraqueal

Máscara laríngea

Intubação por fibroscopia

Cricotireoidostomia por punção

Complicações da intubação endotraqueal

Extubação do paciente pediátrico

Situações de via aérea difícil no paciente pediátrico

Causas infecciosas de via aérea difícil

Causas congênitas, autoimunes e genéticas

Corpo estranho na via aérea

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

As crianças estão em constante crescimento e desenvolvimento, o que também inclui o crescimenteo e desenvolvimento da via aérea e de suas estruturas. Desse modo, grande atenção deve ser dada ao manejo da via aérea na criança, uma vez que existem particularidades em comparação com a via aérea do adulto, e essas devem ser conhecidas para que um suporte de qualidade seja prestado à criança, quando de sua necessidade.

 

18. Via aérea na gestante

PDF Criptografado

18

Via aérea na gestante

Alan Saito Ramalho

Fernando Bliacheriene

Estrutura dos tópicos

Introdução

Alterações da gestação que dificultam a abordagem à via aérea

Avaliação da via aérea na gestante

Abertura da boca e estruturas da orofaringe

Extensão da articulação atlanto-occipital

Distância tireomentoniana

Mandíbula e dentição

Intubação em obstetrícia

Medidas preventivas e técnica de intubação

Preferir bloqueio do neuroeixo

Profilaxia de aspiração

Monitoração e posicionamento ideal

Preparação do material necessário

Pré-oxigenação

Sequência rápida de intubação

Intubação

Condutas na via aérea difícil na gestante

Via aérea difícil prevista

Via aérea difícil não prevista

Extubação na gestante

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

As alterações anatômicas e fisiológicas relacionadas à gestação, a natureza urgente – comum na prática obstétrica – que limita o tempo para um preparo anestésico adequado e o envolvimento da mãe e do feto tornam a anestesia em obstetrícia uma prática desafiadora1.

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPP0000269917
ISBN
9788520450093
Tamanho do arquivo
220 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados