Aprendizagem Ativa nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Autor(es): Anitra Vickery
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Na aprendizagem ativa, o aluno deve ser o protagonista do seu próprio aprendizado. Para que isso se concretize na sala de aula, é preciso que o professor tenha uma compreensão clara dos diferentes métodos de ensino que podem ser utilizados para a criação de um ambiente de aprendizagem eficaz. Este livro é um guia prático para a teoria e a prática da aprendizagem ativa, reunindo pesquisas e estudos de caso que inspirarão professores a criar e a explorar estratégias e filosofias para desenvolver sua própria abordagem de ensino.

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Capítulo 1 - Estruturas de pensamento

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Estruturas de pensamento

Anitra Vickery

Não posso ensinar nada a ninguém; só posso fazê-los pensar.

Sócrates

Panorama do capítulo

Durante muitos anos, o currículo dos anos iniciais enfatizou a aprendizagem passiva, e a criança era considerada um recipiente vazio que precisava ser preenchido com conhecimentos por meio de uma abordagem didática.

Incentivar as crianças a serem ativas em relação à própria aprendizagem e ao desenvolvimento da cognição e da metacognição exige uma pedagogia muito diferente, uma pedagogia que saliente as habilidades de pensamento gerais.

O desenvolvimento explícito das habilidades de pensamento pode ser oferecido de maneiras diferentes: por meio de programas concebidos especificamente e acrescentados ao currículo normal, do direcionamento do pensamento e do raciocínio a disciplinas específicas e de permear o currículo normal com a identificação e a criação de oportunidades em todas as aulas. Seja qual for a abordagem escolhida, o objetivo será permitir que as crianças participem ativamente no pensamento e na aprendizagem de alta qualidade. Esforços para tornar a habilidade de pensamento uma característica central do currículo têm encontrado resistência. Existem opiniões rivais quanto a se as habilidades de pensamento podem ser ensinadas ou se elas são mais bem desenvolvidas por meio do conteúdo das disciplinas, e certos setores questionam se o ensino das habilidades de pensamento é um objetivo curricular legítimo.

 

Capítulo 2 - Aprendizagem ativa na educação infantil

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Aprendizagem ativa na educação infantil

Mary ffield

Por que não transformar as escolas em lugares em que as crianças sejam permitidas, incentivadas e (se e quando elas pedirem) ajudadas a explorar e a compreender o mundo ao seu redor [...] de maneiras que levem em conta os interesses delas?

John Holt

Panorama do capítulo

Este capítulo explora algumas das características distintivas da aprendizagem das crianças pequenas. Examina o papel da motivação intrínseca na aprendizagem ativa e o papel exercido pelas pessoas envolvidas na educação infantil em sustentar a motivação das crianças, apoiar o seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, capacitá-las a seguir as suas próprias linhas de interesse. Utiliza um estudo de caso para exemplificar como as escolas e os professores podem trabalhar criativamente com espaços e recursos, a fim de otimizar a aprendizagem ativa da criança, além de incluir algumas sugestões de estratégias práticas para os profissionais em seus próprios locais de trabalho. Junto com as referências, o capítulo traz sugestões de leituras complementares para esclarecer e ampliar alguns dos temas explorados no capítulo.

 

Capítulo 3 - Criando uma cultura de indagação

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Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery

Você pode ensinar ao aluno uma lição em um dia; mas se você puder ensiná-lo a aprender por meio da criação da curiosidade, ele continuará o processo de aprendizagem enquanto ele viver.

Clay P. Bedford

Panorama do capítulo

Este capítulo examina o caminho pelo qual a educação pode preparar melhor as crianças para um futuro desconhecido. Explora formas de desenvolver alunos ativos, com base na análise do etos da sala de aula, de diferentes modelos e abordagens para a aprendizagem, de relacionamentos na sala de aula e no ambiente físico. Compartilha ideias de como colocar as crianças no centro de sua própria aprendizagem. Atividades fornecem oportunidades para explorar, em primeira mão, alguns dos tópicos suscitados. Um estudo de caso apresenta uma escola que abraçou o desafio de equipar as crianças para que elas se tornem pensadores críticos. O capítulo termina com referências e sugestões de leituras complementares que permitirão ao leitor obter mais conhecimentos sobre as abordagens recomendadas e acessar mais atividades que podem ser usadas em sala de aula.

 

Capítulo 4 - Desenvolvendo as habilidades de questionamento de professores e alunos

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Desenvolvendo as habilidades de questionamento de professores e alunos

Anitra Vickery

À arte de propor uma pergunta deve ser atribuído maior valor do que à de respondê-la.

George Cantor

Panorama do capítulo

Este capítulo explora o papel do questionamento no desenvolvimento da aprendizagem ativa. Ao longo do capítulo, consideramos o desenvolvimento da arte do questionamento tanto para professores quanto para alunos, por meio da discussão dos fatores que, de acordo com as pesquisas e as opiniões publicadas, influenciam a eficácia do questionamento. Os fatores analisados incluem tipos de perguntas, desenvolver as crianças como questionadores, assuntos afetivos e habilidades e estratégias dos professores. O leitor é incentivado a experimentar e refletir sobre as diferentes abordagens e técnicas. Um breve estudo de caso descreve a abordagem que uma escola está adotando para desenvolver seu uso de questionamento eficaz. O capítulo termina com o resumo, as sugestões para leituras complementares e as referências.

 

Capítulo 5 - Professores reflexivos, crianças reflexivas

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Professores reflexivos, crianças reflexivas

Anitra Vickery

Sê a mudança que queres ver no mundo.

Mahatma Gandhi

Panorama do capítulo

Este capítulo examina a maneira pela qual os professores podem desenvolver uma prática reflexiva, pessoalmente motivadora e valorizadora, que, por sua vez, influencie positivamente a qualidade da experiência educacional que eles são capazes de fornecer às crianças. Apresenta informações sobre estruturas reflexivas estabelecidas e sugere maneiras de os professores se tornarem mais reflexivos. Explora caminhos para ajudar as crianças a se tornarem reflexivas para que consigam se tornar mais ativas em relação ao desenvolvimento de sua aprendizagem. Atividades abrem um leque de oportunidades para reflexão sobre pedagogia e também sobre a aprendizagem e o envolvimento das crianças. Estudos de caso citam como alunos do PGCE1 usaram o processo reflexivo para desvendar preocupações e dilemas e também para demonstrar como o processo pode mudar e se desenvolver durante o primeiro ano da docência.

 

Capítulo 6 - Aprendizagem por meio da avaliação

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Aprendizagem por meio da avaliação

Anitra Vickery

A instrução começa quando você, professor, aprende com o aluno; coloque-se no lugar dele para que você consiga entender o que ele aprende e a maneira como ele entende a matéria.

Søren Kierkegaard

Panorama do capítulo

Este capítulo explora o papel da avaliação no desenvolvimento da aprendizagem das crianças. Ao longo do capítulo, abordamos a participação ativa das crianças na sua aprendizagem e fazemos sugestões sobre como elas podem ser proativas em relação ao seu próprio desenvolvimento.

Examinamos o papel da autoavaliação e da avaliação por colegas; em seguida, analisamos como fazer as crianças irem além de respostas de avaliação superficiais. São discutidos métodos e estratégias que desenvolvem a metacognição, além de procedimentos de avaliação que asseguram os julgamentos de avaliação e tornam gerenciável e produtivo o processo como um todo. Um breve estudo de caso descreve a abordagem que uma escola está adotando para aprimorar o seu uso das avaliações e registra o interesse da escola em ampliar o uso da avaliação em todo o currículo.

 

Capítulo 7 - Aprendizagem ativa com as TICs

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Aprendizagem ativa com as TICs

Keith Ansell

O grande objetivo da educação não é o conhecimento, mas a ação.

Herbert Spencer, filósofo inglês (1820-1903)

Panorama do capítulo

Dizer que as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) nas escolas dos anos iniciais do ensino fundamental estão em processo de mudança é uma obviedade. As TICs estão relacionadas com as tecnologias do momento. À medida que os tablets sucedem os netbooks, haverá a evolução da tecnologia nas salas de aula. Como nós, educadores, aplicamos a tecnologia? Como utilizamos a tecnologia no ensino e na aprendizagem? Estamos desenvolvendo “alunos ativos”? Hoje em dia há muito debate sobre as TICs estarem se tornando um “tiro no pé” nas escolas, em especial na fase do 7º ao 9º ano do ensino fundamental

(na Inglaterra, Key Stage 3, com crianças de 11 a 14 anos). Em vez de educar as crianças, estamos apenas treinando-as, sem dar ênfase suficiente para que elas usem e apliquem as TICs? O relatório da Royal

 

Capítulo 8 - Habilidades de pensamento por meio da matemática

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8

Habilidades de pensamento por meio da matemática

Anitra Vickery

Sempre é possível exercer a razão com razão.

Voltaire

Panorama do capítulo

Se aceitarmos que uma razão para estudar matemática é preparar as pessoas para satisfazer as exigências matemáticas do cotidiano, também temos de aceitar que isso não pode ser alcançado sem enfatizar o desenvolvimento das competências transferíveis de raciocínio e da capacidade de resolver problemas. Este capítulo debate as evidências de que o estudo da matemática é temido por muitos adultos e crianças e explora como os professores podem desafiar esse temor, ajudando as crianças a desenvolver estratégias e habilidades de resolução de problemas e a promover uma “queda pelos números”. O capítulo realça a importância de tornar a matemática divertida e significativa, articulando ideias em um contexto social solidário e a vinculando ao mundo real.

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa com uma exploração de tópicos que fornecem um contexto para quem procura desenvolver a resolução de problemas ou as habilidades de pensamento por meio do ensino e da aprendizagem da matemática. Analisamos as evidências das atitudes negativas generalizadas que as pessoas adotam em relação à matemática e a predominância da “ansiedade matemática”. Do ponto de vista

 

Capítulo 9 - Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

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Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Chris Collier e Rebecca Digby

Jamais se fez uma grande descoberta sem um palpite ousado.

Isaac Newton

Panorama do capítulo

O capítulo introduz as habilidades de pensamento e aprendizagem que se situam no âmago da ciência. Abordagens que preconizam uma experiência prática, com a aplicação de braços e cérebros na busca do desenvolvimento dessas habilidades, são discutidas com referência às pesquisas e à literatura atuais. Em seguida, um estudo de caso sobre duas turmas distintas permite uma análise sobre certas atividades exploradas no contexto da sala de aula. Por fim, são apresentadas sugestões de atividades para o leitor experimentar, exemplificando a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades em ciências. O capítulo encerra com um resumo e uma lista com referências para leitura adicional e com recursos, incluindo materiais e pesquisas com base na internet.

INTRODUÇÃO

 

Capítulo 10 - Filosofia para crianças

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10

Filosofia para crianças

Darren Garside

[...] a mente não é vasilhame que precisa ser preenchido, mas madeira que precisa ser inflamada.

Plutarco

Panorama do capítulo

Este capítulo introduz a prática da filosofia para crianças. Embora as melhores práticas exijam o contínuo treinamento para o desenvolvimento profissional, o capítulo indica como os docentes podem desenvolver técnicas que sejam úteis em sala de aula. Pitadas contextuais são fornecidas para entender o movimento da filosofia para crianças, e, a partir disso, é salientado que a atitude do professor é tão importante quanto a sua habilidade. Dois estudos de caso são fornecidos com base em cenários contrastantes. Uma escola na extremidade leste de Londres começa a filosofia para crianças a partir do maternal e a considera crucial na construção de uma aspiração comunitária e individual. A outra escola, situada em um cenário rural, ao sul da Inglaterra, considera que a filosofia para crianças está no âmago da produção de cidadãos do futuro. O capítulo conclui com referências e sugestões de leituras complementares.

 

Capítulo 11 - Falando e aprendendo por meio da linguagem e do letramento

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Falando e aprendendo por meio da linguagem e do letramento

Carrie Ansell e Tor Foster

O pensamento é o botão floral; a linguagem, o desabrochar; a ação, o fruto que vem depois.

Ralph Waldo Emerson, 1803-1882, poeta, ensaísta, filósofo

Panorama do capítulo

O capítulo explorará os princípios e os recursos de ensino dialógico e o contexto da fala em salas de aula. Conexões serão feitas com iniciativas-chave no domínio da fala, desde o Projeto Nacional de Oracia (National

Oracy Project) até progressos na natureza da fala exploratória e do interpensamento. Vamos argumentar que a fala é a base da aprendizagem do letramento e que, para os professores, é essencial criar uma cultura de sala de aula que coloque as crianças no centro da aprendizagem. Por fim, examinaremos o papel da fala na aprendizagem bilíngue e na leitura, na escrita e na ortografia. Dois estudos de caso, em que as escolas adotaram a filosofia de educação infantil em toda a escola, serão usados para demonstrar como um foco no diálogo e na escuta tem o potencial de transformar as práticas de letramento.

 

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