Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas 6a ed.

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A principal e mais completa referência sobre exercícios terapêuticos! Já em sua sexta edição, Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas reúne todas as diretrizes necessárias para personalizar as diversas intervenções e modalidades de exercício no tratamento de pessoas com disfunção de movimento associada a distúrbios musculoesqueléticos ou cirurgias. O leitor encontrará o equilíbrio perfeito entre teoria e prática clínica: discussões aprofundadas dos princípios terapêuticos e da terapia manual vinculadas às recomendações mais atuais sobre técnicas e tratamentos. Amplamente revista e atualizada, esta nova edição mantém o propósito de não apenas fornecer uma base sólida acerca dos princípios e aplicações do exercício terapêutico, como também de apresentar todas as ferramentas para auxiliar o estudante e o profissional a desenvolverem o conhecimento e as habilidades exigidos para a elaboração e implementação de programas de exercícios que facilitem e aperfeiçoem o aprendizado do paciente, assim como sua independência e bem-estar ao longo do processo de reabilitação. Novidades desta 6ª edição: • Inclusão de um conteúdo especial sobre coluna vertebral, incluindo informações sobre manipulação, cirurgias e tratamento pós-operatório. • Um novo capítulo sobre treinamento funcional avançado. • Integração da linguagem da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) com o modelo Nagi. • Inserção do tópico “Recomendações clínicas” ao longo de todo o livro, reunindo dicas sobre a aplicação dos exercícios. • Novas informações no tópico intitulado “Enfoque nas evidências”, que reflete a importância da pesquisa nos resultados dos exercícios. • Novas contribuições dos principais especialistas na área.

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1. Exercício terapêutico: conceitos básicos

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Parte I  Conceitos gerais

Exercício terapêutico: conceitos básicos

1 capítulo

Exercício

terapêutico: impacto na função física  2

Tratamento do paciente e tomada de clínica: uma relação interativa  12

Definição de exercício terapêutico  2

Aspectos da função física: definição dos termos básicos 2

Tipos de intervenções com exercício terapêutico  3

Segurança dos exercícios  3

Classificação de estado de saúde, funcionalidade incapacidade – evolução dos modelos e terminologia relacionada  4

Contexto e base teórica dos sistemas de classificação 4

Modelos de funcionalidade e incapacidade – passado e presente  4

Componentes dos modelos de funcionalidade e incapacidade e suas aplicações na fisioterapia  6

decisão

Tomada de decisão clínica  13

Prática baseada em evidências  13

Modelo de tratamento do paciente  15

Estratégias e

para a instrução efetiva de exercícios e tarefas específicas 27

 

2. Prevenção, saúde e bem-estar

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Prevenção, saúde e bem-estar

2 capítulo

n  Karen Holtgrefe, DHS, PT, OCS

Palavras-chave e conceitos  43

Papel da fisioterapia na campanha Healthy People

2020  43

Identificação de fatores de risco  45

Determinação da prontidão para mudar  45

Fatores adicionais que afetam a habilidade de mudar  46

Desenvolvimento e implementação de um programa  46

Exemplo de caso: exercício e osteoporose  47

Considerações adicionais para o desenvolvimento de programas de prevenção, saúde e bem-estar  48

Atividades

Em 1979, logo após a divulgação do relatório do órgão responsável pelos aspectos educativos e preventivos da saúde pública nos Estados Unidos, o governo criou uma agenda nacional de prevenção. Atualmente existe um órgão do

Departamento de Saúde e Serviços Humanos responsável por programas de prevenção de doenças e promoção de saúde que supervisiona essa agenda por meio da campanha Healthy

People 2020.17,24,25 A visão da Healthy People 2020 é “uma sociedade na qual todas as pessoas tenham vida longa e saudável.” As quatro metas gerais desse programa são: (1) obter vidas mais longas e de alta qualidade, livres de doenças que podem ser prevenidas, sem incapacidade, lesão e morte prematura; (2) obter equidade na saúde, eliminar disparidades e melhorar a saúde de todos os grupos; (3) criar ambientes sociais e físicos que promovam a saúde para todos; e (4) promover a qualidade de vida, desenvolvimento da saúde e comportamentos saudáveis ao longo de todos as faixas etárias.

 

3. Amplitude de movimento

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3 capítulo

Tipos de exercícios de ADM  52

Indicações, objetivos e limitações

ADM passiva  52

ADM ativa e ativoassistida  52

da

ADM  52

Precauções e contraindicações para os exercícios de ADM  53

Princípios e procedimentos para aplicação de técnicas de ADM  53

Exame, avaliação e plano de tratamento  53

Preparo do paciente  54

Aplicação de técnicas  54

Aplicação da ADM passiva  54

Aplicação da ADM ativa  54

Técnicas

de

ADM  54

Membros superiores  55

Membros inferiores  59

Região cervical da coluna vertebral  62

Região lombar da coluna vertebral  62

ADM

autoassistida  63

Autoassistência 63

Exercícios com bastão (régua T)  65

Escalada de parede ou escada de dedos  67

Polias elevadas  67

Pranchas com rodas (skate)/mesas deslizantes  67

Equipamento para exercícios recíprocos  68

Mobilização

passiva contínua  68

 

4. Alongamento para aumentar a mobilidade

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Alongamento para aumentar a mobilidade

4 capítulo

Definição

dos termos relacionados à mobilidade e ao alongamento  73

Flexibilidade 73

Hipomobilidade 73

Contratura 74

Alongamento seletivo  75

Alongamento excessivo e hipermobilidade  75

Visão geral das intervenções para aumentar a mobilidade dos tecidos moles  75

Indicações,

contraindicações e resultados potenciais dos exercícios de alongamento  76

Indicações e contraindicações para o alongamento 76

Benefícios e resultados potenciais do alongamento 76

Propriedades

dos tecidos moles: resposta à imobilização e ao alongamento  78

Propriedades mecânicas do tecido contrátil  78

Propriedades neurofisiológicas do tecido contrátil 80

Propriedades mecânicas do tecido mole não contrátil 82

Determinantes

e tipos de exercícios de alongamento  85

Alinhamento e estabilização  86

Intensidade do alongamento  87

Duração do alongamento  87

 

5. Mobilização/manipulação das articulações periféricas

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Mobilização/manipulação das articulações periféricas

5 capítulo

■■ Princípios da mobilização/manipulação articular  120

Definição

dos termos  120

Mobilização/manipulação 120

Automobilização 120

Mobilização com movimento  120

Movimentos fisiológicos  121

Movimentos acessórios  121

Manipulação sob anestesia  121

Energia muscular  121

Conceitos

básicos do movimento articular: artrocinemática  121

Formas articulares  121

Tipos de movimento  121

Alongamento passivo-angular versus alongamento com deslizamento articular  123

Outros movimentos acessórios que afetam a articulação  124

Efeitos da mobilização articular  124

Indicações

e limitações para o uso da mobilização/ manipulação articular  124

Dor, mecanismo de defesa muscular e espasmo  124

Hipomobilidade articular reversível  125

Falhas de posicionamento/subluxações  125

Limitação progressiva  125

 

6. Exercícios resistidos para melhora do desempenho muscular

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Exercícios resistidos para melhora do desempenho muscular

Desempenho

muscular e exercícios resistidos: definições e princípios de orientação  158

Força, potência e resistência à fadiga  158

Princípio da sobrecarga  160

Princípio AEDI  160

Princípio da reversibilidade  161

Função

do músculo esquelético e sua adaptação aos exercícios resistidos  161

Fatores que influenciam a geração de tensão no músculo esquelético normal  161

Adaptações fisiológicas ao exercício resistido  168

Determinantes

dos exercícios resistidos  170

Alinhamento e estabilização  170

Intensidade 171

Volume 173

Ordem dos exercícios  174

Frequência 174

Duração 175

Intervalo de repouso (período de recuperação)  175

Modo do exercício  175

Velocidade do exercício  176

Periodização e variações no treinamento  177

Integração da função  177

Tipos

de exercícios resistidos  178

 

7. Princípios do exercício aeróbio

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Princípios do exercício aeróbio

7 capítulo

n  Karen Holtgrefe, PT, DHS, OCS

Termos

e conceitos-chave

242

Período do exercício aeróbio 250

Período de desaquecimento 251

Aplicação 251

Atividade física 242

Exercício 242

Preparo físico 242

Consumo máximo de oxigênio 242

Resistência física 242

Treinamento com exercícios aeróbios

(condicionamento) 242

Adaptação 242

Consumo de oxigênio pelo miocárdio 243

Descondicionamento 243

Alterações

fisiológicas que ocorrem com o treinamento 251

Alterações

Alterações

Alterações

Alterações

Aplicação

dos princípios de um programa de condicionamento aeróbio para o paciente com doença coronariana 253

Sistemas

energéticos, gasto energético e eficiência 243

Sistemas energéticos 243

Gasto energético 244

Eficiência 244

Resposta

fisiológica ao exercício aeróbio

245

 

8. Exercícios para problemas de equilíbrio

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Exercícios para problemas de equilíbrio

8 capítulo

n  Anne D. Kloos, PT, PhD, NCS  

Contexto

n  Deborah L. Givens, PT, PhD, DPT

geral e conceitos  260

Equilíbrio: termos básicos e definições  260

Controle do equilíbrio  261

Sistemas sensoriais e controle do equilíbrio  262

Estratégias motoras para controle do equilíbrio  263

Controle do equilíbrio sob condições variadas  265

Comprometimento

do equilíbrio  268

Comprometimento dos impulsos sensoriais  268

Comprometimento da integração sensório-motora 268

Déficits biomecânicos e da resposta motora  269

Déficits com o envelhecimento  269

Déficits decorrentes de medicamentos  270

Tratamento

Atividades

Perda de equilíbrio e quedas são problemas que afetam as pessoas com uma grande variedade de diagnósticos. Em geral, os fisioterapeutas avaliam o equilíbrio e usam o treinamento ou os exercícios de equilíbrio como intervenções primárias ou secundárias para pacientes submetidos a vários tipos de programas de reabilitação. Em virtude da importância da avaliação e do tratamento do equilíbrio na prática clínica, o Guia para a

 

9. Exercícios aquáticos

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Exercícios aquáticos

9 capítulo

n  Elaine L. Bukowski, PT, DPT, MS, (D)Abda Emeritus

■■ Contexto e princípios dos exercícios aquáticos 291

Definição

Metas

de exercício aquático  291

e indicações para o exercício aquático  291

Precauções e contraindicações aquáticos  291

para os exercícios

Precauções 291

Contraindicações 292

Propriedades

da água  292

Propriedades físicas da água  292

Hidromecânica 293

Termodinâmica 294

Centro de flutuação  294

A

temperatura da água e o exercício

terapêutico  294

Regulação da temperatura  294

Exercícios de mobilidade e controle funcional  295

Condicionamento aeróbio  295

Piscinas

para exercícios aquáticos  295

Piscinas terapêuticas tradicionais  295

Piscinas para pacientes individuais  296

Equipamentos especiais aquáticos  296

para os exercícios

Colares, anéis, cintos e coletes  296

 

10. Lesão, reparo e tratamento de tecidos moles

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10 capítulo

Lesões

de tecidos moles  315

Exemplos de lesões de tecidos moles: distúrbios musculoesqueléticos 315

Condições clínicas resultantes de trauma ou patologia 316

Gravidade da lesão tecidual  317

Irritabilidade dos tecidos: estágios de inflamação e de reparo  317

Tratamento

durante o estágio agudo  318

Resposta dos tecidos: inflamação  318

Diretrizes de tratamento: fase de proteção  318

Tratamento

durante o estágio subagudo  320

Resposta dos tecidos: proliferação, reparo e cicatrização 320

Diretrizes de tratamento: fase de movimento controlado   320

Tratamento

durante o estágio crônico  323

Resposta dos tecidos: maturação e remodelamento 323

Diretrizes de tratamento: fase de retorno à função 324

Traumas

cumulativos: dor crônica recorrente  326

Resposta dos tecidos: inflamação crônica  326

Etiologia da inflamação crônica  326

Fatores contribuintes  326

 

11. Tratamento para distúrbios de articulações, tecidos conjuntivos e ossos

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Tratamento para distúrbios de articulações, tecidos conjuntivos e ossos

11 capítulo

n  Carolyn Kisner, PT, MS   n  Karen Holtgrefe, PT, DHS, OCS

Artrite

e artrose  330

Sinais clínicos e sintomas  330

Artrite reumatoide  331

Osteoartrite – doença articular degenerativa  335

Fibromialgia

e síndrome de dor miofascial  338

Fibromialgia 338

Síndrome de dor miofascial  339

Osteoporose  340

Fatores de risco  341

Prevenção da osteoporose  341

Recomendações para os exercícios  342

Precauções e contraindicações  342

Fraturas

Atividades

As diretrizes gerais e os princípios para o desenvolvimento de intervenções com exercícios para pacientes com lesões nos tecidos moles foram apresentados no capítulo anterior. O propósito deste capítulo é apresentar os princípios de tratamento de patologias selecionadas que afetam articulações, tecidos conjuntivos e ossos. As características da artrite, da fibromialgia, da síndrome de dor miofascial, da osteoporose e das fraturas são descritas junto aos efeitos do exercício terapêutico nos comprometimentos associados a essas condições patológicas.

 

12. Intervenções cirúrgicas e tratamento pós-operatório

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Intervenções cirúrgicas e tratamento pós-operatório

12 capítulo

Indicações para intervenção cirúrgica  351

Diretrizes para o tratamento pré e pós-operatório  352

Considerações sobre o tratamento pré-operatório 352

Considerações sobre o tratamento pós-operatório 354

Complicações pós-operatórias potenciais e redução de riscos  355

Trombose venosa profunda e embolia pulmonar: uma visão mais detalhada  358

Abordagens cirúrgicas – procedimentos abertos, artroscópicos e assistidos por artroscopia  361

Uso de enxertos de tecido  361

Reparo, reinserção, reconstrução, estabilização ou transferência de tecidos moles  361

Liberação, alongamento ou descompressão de tecidos moles  364

Procedimentos articulares  365

Procedimentos ósseos extra-articulares  369

Atividades

de aprendizado independente  371

Visão

geral de cirurgias ortopédicas comuns e seu tratamento pós-operatório  360

Há uma grande quantidade de lesões, doenças e distúrbios do sistema musculoesquelético que afetam músculos, tendões, ligamentos, cartilagens, fáscias, cápsulas articulares ou ossos e podem causar comprometimentos estruturais e funcionais dos membros superiores, inferiores ou da coluna vertebral, resultando em limitação nas atividades e restrições à participação (limitação funcional e incapacidade) que fazem com que uma intervenção cirúrgica seja necessária. Idealmente, a cirurgia é precedida por um exame e uma avaliação minuciosos dos comprometimentos e do estado funcional do paciente, combinados com a sua orientação pré-operatória, e é seguida por uma reabilitação pós-operatória planejada.

 

13. Distúrbios dos nervos periféricos e seu tratamento

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Distúrbios dos nervos periféricos e seu tratamento

13 capítulo

Revisão

da estrutura do nervo periférico  375

Estrutura do nervo  375

Características de mobilidade do sistema nervoso 375

Locais comuns de lesão dos nervos periféricos 376

■■ Função nervosa comprometida  386

Lesão e recuperação nervosa  386

Mecanismos de lesão nervosa  387

Classificação das lesões nervosas  387

Recuperação das lesões nervosas  387

Diretrizes de tratamento – recuperação de uma lesão nervosa  389

Distúrbios

da tensão neural  390

Sintomas e sinais de comprometimento da mobilidade neural  390

Causas dos sintomas  391

Princípios de tratamento  392

Precauções e contraindicações para os testes de tensão neural e seu tratamento 392

Testes e técnicas de mobilização neural para o quadrante superior  392

Testes e técnicas de mobilização neural para o quadrante inferior  393

■■ Diagnósticos musculoesqueléticos com envolvimento de uma função nervosa comprometida  395

 

14. Coluna vertebral: estrutura, função e postura

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14 capítulo

■■ Estrutura e função da coluna vertebral  410

Estrutura  410

Componentes funcionais da coluna vertebral  410

Movimentos da coluna vertebral  410

Artrocinemática das articulações zigoapofisárias (facetárias) 411

Estrutura e função dos discos intervertebrais  412

Forame intervertebral  414

Influências biomecânicas postural  414

no alinhamento

Curvaturas da coluna vertebral  414

Gravidade 414

Estabilidade  415

Estabilidade postural da coluna vertebral  415

Estruturas inertes: influência na estabilidade  415

Músculos: influência na estabilidade  415

Controle neurológico: influência na estabilidade 422

Efeitos da função dos membros na estabilidade da coluna vertebral  422

Efeitos da respiração na postura e na estabilidade 423

Efeitos da pressão intra-abdominal e da manobra de

Valsalva na estabilidade  423

■■ Comprometimentos posturais  424

Etiologia

 

15. Coluna vertebral: diretrizes de tratamento

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Coluna vertebral: diretrizes de tratamento

15 capítulo

n  Carolyn Kisner, PT, MS   n  Jacob N. Thorp, PT, DHS, MTC

■■ Patologias da coluna vertebral e comprometimentos da sua função 439

Patologia do disco intervertebral  439

Lesão e degeneração do disco  439

Patologias dos discos e condições relacionadas 441

Sinais e sintomas das lesões de disco e da estagnação de líquidos  441

Relações

patomecânicas de discos intervertebrais e articulações facetárias  444

Degeneração do disco  444

Patologias relacionadas  444

Patologia

das articulações zigoapofisárias (facetárias)  445

Diagnósticos e comprometimentos comuns decorrentes de patologias nas articulações facetárias  445

Patologia

das vértebras  446

Fratura por compressão secundária à osteoporose 446

Doença de Scheuermann  446

Patologia

das lesões de músculos e tecidos moles: distensões, lacerações e contusões  446

Princípios

 

16. Coluna vertebral: intervenções com exercícios e manipulações

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Coluna vertebral: intervenções com exercícios e manipulações

16 capítulo

n  Carolyn Kisner, PT, MS   n  Jacob N. Thorp, PT, DHS, MTC

■■ Conceitos básicos de tratamento da coluna com exercícios  486

Intervenções

Educação

fundamentais  486

do paciente  487

Diretrizes

gerais para os exercícios  487

Senso cinestésico  487

Mobilidade e flexibilidade  487

Desempenho muscular  489

Resistência cardiopulmonar  489

Atividades funcionais  489

Técnicas

de energia muscular para aumentar a mobilidade craniocervical  496

■■ Percepção cinestésica  489

Elementos do treinamento cinestésico

– técnicas fundamentais  489

Posição de alívio dos sintomas  489

Efeitos do movimento sobre a coluna vertebral 490

Integração do treinamento cinestésico com os exercícios de estabilização e a mecânica corporal fundamental  490

Progressão

para o controle postural ativo e habitual  490

 

17. Ombro e complexo do ombro

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Ombro e complexo do ombro

17 capítulo

n Carolyn Kisner, PT, MS   n Lynn Colby, PT, MS n John D. Borstad, PT, PhD

■■ Estrutura e função do complexo do ombro  540

Articulações

do complexo do ombro  540

Articulações sinoviais  540

Articulações funcionais  542

Estabilidade escapular  543

Função

do complexo do ombro  544

Ritmo escapuloumeral  544

Elevação e rotação da clavícula durante o movimento umeral  545

Rotação lateral do úmero com elevação 545

Mecanismos do músculo deltoide e do supraespinal  545

Dor

referida e lesão nervosa  545

Fontes comuns de dor referida na região do ombro  545

Distúrbios nervosos na região do complexo do ombro  545

■■ Tratamento de distúrbios e cirurgias do ombro  545

Hipomobilidade

articular: tratamento conservador  546

Articulação glenoumeral  546

Articulações acromioclavicular e esternoclavicular  552

Cirurgia da articulação pós-operatório  552

 

18. Complexo do cotovelo e do antebraço

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Complexo do cotovelo e do antebraço

18 capítulo

■■ Estrutura e função do cotovelo e do antebraço  619

Articulações do cotovelo e do antebraço  619

Características e artrocinemática da articulação do cotovelo  619

Características e artrocinemática das articulações do antebraço  620

Função

muscular no cotovelo e no antebraço  621

Ações primárias no cotovelo e no antebraço  621

Relações dos músculos do punho e da mão com o cotovelo 621

Dor

referida e lesão nervosa na região do cotovelo  621

Fontes comuns de dor referida na região do cotovelo  621

Distúrbios nervosos na região do cotovelo  621

■■ Tratamento de distúrbios e cirurgias do cotovelo e do antebraço  622

Hipomobilidade articular: tratamento conservador  622

Patologias relacionadas e etiologia dos sintomas  622

Comprometimentos estruturais e funcionais comuns  622

Limitações comuns nas atividades e restrições à participação

 

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