Logística e Cadeia de Suprimentos: O Essencial

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Com linguagem acessível, este livro demonstra a importância da logística para a sobrevivência das empresas. Apresenta o tema dentro de uma visão empresarial, dando ênfase aos aspectos gerenciais dos processos logísticos e abordando temas como estratégia, serviço ao cliente, transporte, indicadores de desempenho etc. Com base no cenário nacional e com exemplos de empresas que atuam no Brasil, a obra traz, ainda, capítulos sobre: • Logística e tecnologia da informação • Custos logísticos • Armazenagem e movimentação de materiais • Previsão de demanda • Gestão de estoques • Gestão dos riscos da cadeia de suprimentos Todos os capítulos possuem exercícios para reforçar a aprendizagem. Além disso, o livro conta com site com conteúdo complementar. Dessa forma, trata-se de material imprescindível para estudantes, professores e profissionais da área de logística. 

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12 capítulos

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1. Introdução à logística

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Capítulo 1

Introdução à logística

Introdução

O rápido desenvolvimento de produtos, a globalização dos mercados e a acirrada competição formada entre as corporações levaram à necessidade de melhor incrementar o atendimento aos mercados, suprindo seus usuários na qualidade, na quantidade e nos prazos desejados.

As exigências dos clientes estão cada vez mais exacerbadas no sentido da diversificação de produtos e serviços, cujas características se vinculam às necessidades específicas de cada cliente e em cada região do planeta.

Evidentemente, essa diversificação do mercado e o atendimento aos seus clientes têm um custo que precisa ser otimizado, sob pena de tornar inviável qualquer operação de atendimento.

As mutações sucessivas que ocorrem na economia, na tecnologia, nos mercados e nos clientes provocam óticas diferentes de análise, e a melhoria de métodos e processos é fator indispensável para reduzir custos e aumentar a possibilidade de entrada em vários mercados novos. O resultado disso é um aumento considerável na competitividade entre as empresas.

 

2. Logística e estratégia

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Capítulo 2

Logística e estratégia

Introdução

Um estudo realizado pela Oracle (2006) mostrou cifras surpreendentes nas transações internacionais. A Figura 2.1 apresenta esse verdadeiro paradoxo global já em 2004, comparativamente a 1970.

Não é sem razão que executivos de diversos países têm se valido de uma máxima que se tornou um verdadeiro mantra das transações: “seja focado, porém antenado na globalização!”

A logística é uma das atividades econômicas mais antigas e um conceito gerencial dos mais atuais. Nele se apoiam todas as estratégias logísticas que buscam maximizar a utilidade para o cliente final com menores tempo e custos possíveis.

O panorama mundial, hoje, se apresenta com um elevado grau de competitividade, em que a conquista de novos mercados não fica subordinada aos ditames

1970

US$ 10 bilhões por dia

2004

US$ 10 bilhões por segundo

Figura 2.1 Volume de transações nos mercados internacionais.

Fonte: Oracle (2006).

 

3. Logística e tecnologia da informação

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Capítulo 3

Logística e tecnologia da informação

Introdução

Em um mercado turbulento, a agilidade organizacional, que pode ser definida como a capacidade de identificar captura de oportunidades de negócios mais rapidamente do que os seus concorrentes, é indispensável.

De acordo com uma pesquisa realizada pela McKinsey (Sull, 2009), nove em cada dez executivos consultados em grandes organizações colocam a agilidade como fator crítico para o sucesso da organização, assim como indispensável para a empresa crescer em grau de importância.

Uma capacidade organizacional para explorar, respectivamente, melhorias nas receitas e oportunidades de redução de custos como vantagem competitiva intrínseca, com maior rapidez, efetividade e consistência em condições melhores do que o seu concorrente, acaba por transformar essa capacidade em uma força operacional de agilidade.

Uma demonstração cabal dessa força operacional de agilidade pode ser vista no exemplo da Zara, uma empresa varejista espanhola que transformou a sua cadeia de suprimentos em uma busca da excelência em face da sua habilidade de expedir novos itens para as lojas de forma bastante rápida.

 

4. Logística e serviço ao cliente

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Capítulo 4

Logística e serviço ao cliente

Introdução

O serviço ao cliente é um aspecto essencial para qualquer empresa. Ele é o grande responsável pelo sucesso ou fracasso de um empreendimento.

Se, por um lado, o serviço ao cliente é um dos aspectos mais importantes dos negócios; por outro, há muita dificuldade em descrevê-lo.

No contexto da logística, o serviço ao cliente está diretamente relacionado com a captura dos pedidos e a distribuição física. Ele representa cerca de 20% dos custos totais, porém tem um impacto de 80% nos negócios das empresas

(Rushton et al., 2006). Assim, rapidez no processamento do pedido, transporte especial, disponibilidade de estoque, ausência de danos ao produto, eficiência no atendimento e acurácia no pedido são fundamentais.

Há várias definições para o serviço ao cliente, mas em sua maioria, os autores preferem definir o que é nível de serviço prestado ao cliente.

Nesse contexto, Ballou (2006) o define como “a qualidade com que o fluxo de bens e serviços é gerado”; Bowersox e Closs (1996), por sua vez, consideram que a competição logística deve ser tratada como um recurso estratégico para o planejamento da prestação do serviço ao cliente; enquanto Lalonde e Zinszer

 

5. Custos logísticos

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Capítulo 5

Custos logísticos

Introdução

Na atualidade, a logística caracteriza-se por complexas operações, especialmente em face da globalização dos mercados, que visam fluir, de forma eficiente e eficaz, bens e serviços ao longo da cadeia1 de suprimentos e de distribuição.

A variedade de produtos e serviços e o grande espectro de consumidores espalhados por todo o planeta acabam por aumentar significativamente a necessidade de um controle rígido das operações globais, visando assegurar o suprimento de produtos e serviços de forma ágil e eficiente e atendendo, por consequência, as expectativas dos clientes e consumidores.

Por um lado, a globalização intensificou o fluxo internacional de bens e aumentou o espectro de decisões, tanto no âmbito das operações quanto no do direcionamento das estratégias destinadas a aumentar a presença das empresas nos mercados globais de forma competitiva.

De outro lado, para que essa presença nos mercados se torne permanente, é necessário que as empresas apresentem eficiência nos custos logísticos em todos os seus desdobramentos.

 

6. Transporte

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Capítulo 6

Transporte

Introdução

Imagine um mundo sem automóveis, trens, aviões e navios. No contexto atual, a sociedade não teria condições de sobreviver sem os serviços de transportes nas suas mais variadas modalidades.

O transporte é um dos vetores-chave para o desenvolvimento econômico de qualquer país. Em uma perspectiva de utilidade, pode-se classificar o transporte em duas modalidades:

• Transporte de passageiros.

• Transporte de carga.

O transporte pode ser definido como um método destinado a movimentar pessoas ou bens de um local para outro. Desenvolve-se dentro de duas utilidades básicas: a utilidade temporal, derivada do intervalo de tempo que o produto leva entre o momento do seu despacho até o seu recebimento no local de destino, enquanto a utilidade espacial está relacionada ao fluxo de grandes volumes ao menor custo possível.

Ao se examinar o transporte sob a ótica da logística, é possível defini-lo como

“o gerenciamento de bens no estado dinâmico, em que a logística é a gestão científica nas suas condições estática e em movimento” (L100, 2006), o que leva a concluir que a sua gestão envolve a logística de suprimentos e a logística de distribuição física.

 

7. Armazenagem e movimentação de materiais

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Capítulo 7

Armazenagem e movimentação de materiais

Introdução

A competição e mesmo a prospecção de novos mercados acabou por transformar as atividades de armazenagem de materiais em uma estratégia importante na busca da eficiência operacional e da capacidade de atender aos mercados em franca expansão.

Diferentemente dos armazéns do passado, os centros de distribuição, hoje, exercem um papel fundamental no sentido de prover alta qualidade nos serviços prestados aos clientes das empresas.

Ter disponibilidade imediata de produtos e um rápido atendimento às solicitações dos clientes levaram as empresas a incluírem nas equações de custos logísticos totais uma nova variável, que é a localização e o custo de manutenção de um depósito ou centro de distribuição.

Esse centro de distribuição, ou mesmo depósito, tem, entre outras finalidades, a capacidade de agregar valor ao serviço prestado aos clientes por ter a disponibilidade imediata do produto para atender às exigências de consumo de forma personalizada (on demand), na velocidade requerida e na flexibilidade desejada pelo consumidor.

 

8. Logística e distribuição física

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Capítulo 8

Logística e distribuição física

Introdução

Há 5 mil anos, os egípcios construíram barcos e há 4 mil anos, a roda foi inventada. Esse dois aparatos tecnológicos permitiram o desenvolvimento dos transportes e, consequentemente, a troca comercial entre os povos.

Para a guarda dos produtos comercializados, foi necessária a criação de armazéns, resultado do desenvolvimento das civilizações.

O primeiro grande armazém de produtos foi erigido em Veneza, uma das principais rotas do tráfego comercial entre nações na era medieval.

A expansão das atividades comerciais por intermédio do mar Mediterrâneo acabou produzindo um grande impulso para que fossem construídos novos armazéns para a guarda dos produtos comercializados e a criação de novos portos tornou-se indispensável para o escoamento desses produtos.

Com a expansão do comércio, impulsionada pela existência de novos portos e armazéns ao longo das rotas dos navios, o comércio alastrou-se em grande escala, de tal forma que novos portos e novos armazéns foram sendo criados e, por consequência, foi-se formando a distribuição física como se conhece atualmente.

 

9. Previsão de demanda

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Capítulo 9

Previsão de demanda

Introdução

A gestão de qualquer ambiente de negócios necessita calcular estimativas ou mesmo antever o comportamento do mercado em certo horizonte de tempo futuro, visando adequar recursos e estratégias operacionais.

No âmbito do gerenciamento logístico, esse procedimento é de importância capital para que se tenha uma boa gestão por meio de uma adequada configuração das demandas dos clientes e da entrega dos serviços desejados.

Assim, a arte de fazer previsões, que remonta ao templo grego de Delphos1,

é essencial para a adequação dos recursos em todas as suas vertentes: dimensionar capacidades, calcular necessidade de capital de giro, adequar os estoques para suprir compromissos de demanda de clientes, determinar o volume de mão de obra necessário para uma boa prestação de serviços logísticos, adequar a frota de veículos para a distribuição física de produtos para atender adequadamente às exigências de clientes e dos mercados. Tudo isso envolve a arte de fazer previsões.

 

10. Gestão de estoques

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Capítulo 10

Gestão de estoques

Introdução

A questão relacionada aos estoques perpassa o viés de manter a disponibilidade do produto para satisfazer a demanda na ponta de consumo.

A aplicação de técnicas sofisticadas com apoio da tecnologia da informação permite manter estoques mínimos ou mesmo trabalhar no suprimento da demanda segundo o critério de sistema puxado, o que significa suprir a demanda de acordo com a forma que ela se apresenta. Essa proposta é muito utilizada por grandes empresas e tem como exemplo bastante conhecido a Dell Computadores. Sua utilização acaba por reduzir grandemente as incertezas decorrentes das previsões, que, por mais sofisticadas que sejam, sofrem mutações em função de fatores externos não mensuráveis nos modelos adotados para o cálculo das previsões.

A variação da demanda tem um impacto significativo na adequação dos estoques e, efetivamente, nos denominados estoques adicionais, também conhecidos como estoques de segurança ou estoque “pulmão”, que também será estudado neste capítulo.

 

11. Gestão dos riscos da cadeia de suprimentos

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Capítulo 11

Gestão dos riscos da cadeia de suprimentos

Introdução

Depois do fatídico 11 de setembro, o mundo sofreu uma grande transformação.­

Em primeiro plano, a paranoia de um ataque terrorista iminente se concretizou com a destruição das torres gêmeas do World Trade Center, símbolo do capitalismo e da pujança dos Estados Unidos.

Deixando de lado essa face mórbida, doentia e de pouco conteúdo humano desses atos de fanatismo, todos percebemos que as mudanças ocorridas após o atentado causaram grande impacto nas operações globais das empresas e, consequentemente, também acabaram por atingir as pessoas.

Estratégias operacionais no estilo just in time foram paralisadas a partir do momento em que os Estados Unidos simplesmente impediram, por medida de cautela e proteção, que qualquer aeronave levantasse voo, e a vigilância nos aeroportos, portos e rodovias intercontinentais passou a ser severa, demorada, em uma verdadeira operação estilo “pente-fino”.

 

12. Indicadores de desempenho das atividades logísticas

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Capítulo 12

Indicadores de desempenho das atividades logísticas

Introdução

Há uma máxima na gestão de negócios que diz: “o que não pode ser medido não pode ser controlado”.

Logo, não há dúvidas quanto à necessidade da criação de indicadores de desempenho. Eles são essenciais para uma boa gestão dos negócios, pois permitem avaliar os diversos elos da cadeia ou os processos.

Um primeiro aspecto que se apresenta, visto que os indicadores de desempenho não se destinam exclusivamente ao acompanhamento de performance do setor, do processo ou da cadeia de suprimentos como um todo, é o fato de que eles também permitirão visualizar os pontos fracos do sistema de forma que a priorização dos investimentos na busca de melhorias poderá ocorrer com uma análise mais detalhada desses indicadores.

Indicadores de desempenho

Para garantir o sucesso e a competitividade em um mercado cada vez mais agressivo na competição global, uma empresa precisa entregar produtos e serviços que efetivamente atendam às expectativas de seus clientes dentro de uma conceituação mais global, que envolve a percepção do valor, dos prazos e das condições gerais de fornecimento por parte do cliente final.

 

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