Anatomia Básica: Guia Ilustrado de Conceitos Fundamentais 3a ed.

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Organizado em capítulos concisos, com ilustrações coloridas e de alta qualidade que dialogam de maneira didática com o texto, este livro apresenta todos os principais conceitos anatômicos associados a ossos, articulações, músculos, nervos, veias, artérias, ligamentos e órgãos, além de considerações clínicas referentes às estruturas abordadas em cada capítulo. Anatomia Básica, 3ª edição, traz ainda: • Imagens de tomografia computadorizada e ressonância magnética. • Dois novos capítulos sobre o desenvolvimento embrionário inicial e a terminologia anatômica. • Resumo dos principais músculos, apontando sua origem, inserção, ação e inervação. Tendo em vista as mudanças referentes ao estudo de Anatomia nas últimas décadas, os autores uniram-se para oferecer uma obra que servisse como um meio de revisão rápido e eficiente das estruturas morfológicas do corpo humano, constituindo-se um guia de estudo fundamental para todos os estudantes das áreas da saúde, assim como um prático material de consulta para profissionais.

 

8 capítulos

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Tórax

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3 Parede torácica I

Abertura superior do tórax

Primeira costela

Clavícula

Incisura jugular

Manúbrio do esterno

Terceira costela

5

2

1

Corpo do esterno

Espaço intercostal

4

Processo xifoide

Cartilagem costal

Músculo escaleno anterior

Costela cervical

Plexo braquial

Arco costal

3

1

2

3

4

5

Costelas flutuantes

Articulação costocondral

Articulação esternocostal

Articulação intercondral

Articulação xifosternal

Articulação manubriosternal

(ângulo do esterno [de Louis])

Artéria subclávia

Figura 3.3

Costelas cervicais bilaterais. No lado direito, o plexo braquial curva-se sobre a costela e seu tronco inferior é estirado.

Figura 3.1

A caixa torácica. A abertura superior do tórax está demarcada.

Fóvea costal do processo transverso para o tubérculo da costela

Fóvea costal superior para a cabeça da costela

 

Abdome e pelve

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15 Parede abdominal

Músculo serrátil anterior

Margem de corte do músculo oblíquo externo do abdome

Plano A

Linha alba

Ver Figura 15.3 abaixo

Linha semilunar

Margem de corte do músculo oblíquo externo do abdome

Músculo oblíquo interno do abdome

Plano B

Figura 15.1

Os dois músculos mais externos da parede abdominal anterolateral: oblíquo externo do abdome (à direita) e oblíquo interno do abdome (à esquerda).

Plano C

Espinha ilíaca anterossuperior

Ligamento inguinal

Anel inguinal superficial

Foice inguinal (tendão conjunto)

Tubérculo púbico

A

Músculo reto do abdome

Estrato membranáceo da tela subcutânea do abdome

(fáscia de Scarpa)

Estrato membranáceo da tela subcutânea do períneo (fáscia de Colles)

Fáscia do pênis

Ligamento inguinal

Músculo dartos

A

Figura 15.2

O estrato membranáceo (fibroso) da tela subcutânea pode ser comparado a um calção de banho fixado às coxas inferiormente ao canal inguinal e aderido ao pênis e ao escroto (exceto a glande).

 

Membro superior

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32 Ossos do membro superior

Extremidade esternal (medial)

Face articular acromial

Linha trapezóidea

Impressão do ligamento costoclavicular

Tubérculo conoide

Figura 32.1

Faces superior e inferior da clavícula esquerda.

Figura 32.2

Imagem radiográfica de clavícula fraturada.

A clavícula (Fig. 32.1)

•  A clavícula é o primeiro osso a iniciar o processo de ossificação no feto (6 semanas).

•  Ela se desenvolve a partir de uma membrana conjuntiva, e não de cartilagem.

•  É subcutânea em toda sua extensão e transmite forças do braço para o esqueleto axial.

•  Seus dois terços mediais apresentam corte transversal circular e convexidade anterior. O terço lateral é achatado e apresenta convexidade posterior.

•  A clavícula conecta-se medialmente com o esterno e a primeira cartilagem costal na articulação esternoclavicular. Também está

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unida à primeira costela pelo resistente ligamento costoclavicular e ao esterno pelos ligamentos esternoclaviculares.

 

Membro inferior

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46 Ossos do membro inferior

Trocanter maior

Cabeça do fêmur

Linha intertrocantérica

Trocanter menor

Fossa trocantérica

Forames nutrícios

Tubérculo quadrado

Crista intertrocantérica

Tuberosidade glútea

Margem anterior

Face medial

Face lateral

Margem interóssea

Linha pectínea

Face posterior

Margem posterior

Linha áspera

Linhas supracondilares

Face poplítea

Tubérculo do adutor

Face patelar

Epicôndilo medial

Margem anterior

Face lateral

Face medial

Margem interóssea

Face posterior

Crista medial

Margem posterior

Face posterior

Figura 46.3

Diagrama que ilustra as margens e faces da fíbula (ver texto).

Fossa intercondilar

Figura 46.1

Fêmur esquerdo. Vistas anterior, posterior e inferior.

Côndilo medial

Cabeça da fíbula

Tuberosidade da tíbia

Face lateral

Margem anterior

 

Sistema nervoso autônomo

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58 Divisão autônoma do sistema nervoso (DASN)

Gânglio visível

Parte simpática

Parte parassimpática

Figura 58.1

Diferentes comprimentos de fibras pré e pós-ganglionares da parte autônoma do sistema nervoso.

Fibras pré-ganglionares: vermelhas

Fibras pós-ganglionares: verdes

Ramo comunicante cinzento

Tronco simpático

C

Ramo comunicante branco

1

2

Para vasos sanguíneos

Parte simpática

Efluxo pelos nervos cranianos

III, VII, IX, X/XI

Medula espinal

Gânglio microscópico

Ramo visceral

Parte parassimpática

T1

L2

Efluxo pelos nervos espinais sacrais

S2, S3, S4

Cauda equina

Figura 58.2

Efluxos simpáticos (direita) e parassimpáticos

(esquerda).

Fibras pré-ganglionares

Nervo espinal

B

Ramo para vasos sanguíneos

B

Ramo descendente

A

Artéria

3

A

Nervo esplâncnico

 

Cabeça e pescoço

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59 Crânio I

Sutura coronal

Parietal

Parte escamosa do temporal

Frontal

Asa maior do esfenoide

Etmoide

Lambda

Lacrimal

Occipital

Nasal

Zigomático

Maxila

Meato acústico externo

Figura 59.1

Crânio. Vista lateral.

Processo estiloide

Forame supraorbital

Protuberância occipital externa

Etmoide

Lacrimal

Parte orbital do frontal

Asa menor do esfenoide

Asa maior do esfenoide

Zigomático

Fissura orbital superior

Sutura sagital

Protuberância occipital externa

Forame transversário

Tubérculo posterior do atlas

Posição do seio frontal

Frontal

Canal óptico

Occipital

Sutura frontal (incomum)

Fissura orbital inferior

Maxila

Lambda

Linha nucal superior

Linha nucal inferior

Forame mentual

Vômer

Forame infraorbital

Figura 59.2

Crânio. Vista anterior.

 

Coluna vertebral e medula espinal

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77 �Coluna vertebral

Processo transverso

Processo transverso verdadeiro

Cabeça da costela

Fóvea do dente

Elemento costal

Processo espinhoso

Face articular superior (para o côndilo occipital)

Face articular superior

Tubérculos anterior e posterior do processo transverso

Dente do áxis

Posição do ligamento transverso do atlas

Forame transversário

Figura 77.1

Vértebra cervical. Os tubérculos anteriores dos processos transversos representam os elementos costais

Processo transverso

Forame transversário

Sulco da artéria vertebral

Fóvea costal do processo transverso

Processo espinhoso

Fóvea costal superior

Tubérculo posterior

Forame intervertebral

Figura 77.2

Face superior do atlas. A área colorida, delimitada pela linha preta tracejada, mostra a posição do dente do áxis e a linha vermelha tracejada representa o ligamento transverso do atlas

Disco intervertebral

 

Apêndice – resumo dos principais músculos

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Apêndice – resumo dos principais músculos

Abdome

Todos os músculos da parede abdominal anterolateral servem para proteger as vísceras por meio de sua contração, para produzir movimento e para aumentar a pressão intra-abdominal, como na defecação, tosse, parto, etc. Todos esses músculos são inervados pelos seis nervos torácicos inferiores e o primeiro lombar.

•  Oblíquo externo do abdome

Fixação superior: faces externas das oito costelas inferiores e crista ilíaca até a espinha ilíaca anterossuperior.

Fixação inferior: a margem inferior livre forma o ligamento inguinal entre a espinha ilíaca anterossuperior e o tubérculo púbico. O músculo torna-se aponeurótico e atinge a linha mediana anterior, onde interdigita-se com o músculo homônimo do lado oposto para formar a linha alba. O anel inguinal superficial é uma fenda existente na aponeurose, superior e medial ao tubérculo púbico. A aponeurose contribui para formar a lâmina anterior da bainha do músculo reto do abdome.

 

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