Farmacologia veterinária

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Associando docentes das áreas de farmacologia e medicina veterinária, a obra aborda com profundidade os principais temas relacionados à utilização dos conceitos da farmacologia por médicos-veterinários.

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Seção I – Princípios Gerais

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Seção I

Princípios Gerais

Capítulo 1

Introdução à farmacologia veterinária

Luiz Claudio Di Stasi

Ciro Moraes Barros

Capítulo 2

Farmacocinética: absorção, distribuição, biotransformação e excreção de fármacos

Márcia Gallacci

Walter Luis Garrido Cavalcante

Capítulo 3

Farmacodinâmica e mecanismos de ação de fármacos

André Sampaio Pupo

-Farmaco.indb 1

7/3/12 6:02 PM

Capítulo

1

Introdução à farmacologia veterinária

Luiz Claudio Di Stasi

Ciro Moraes Barros

INTRODUÇÃO

De uma forma mais geral e simples, a farmacologia pode ser conceituada como o estudo das drogas, visto que a palavra deriva do grego pharmakon, que significa substância química ou droga, associado a logos, definido como estudo ou conhecimento. Na atualidade, a farmacologia é definida como um dos ramos das ciências biológicas que estuda a inter-relação entre as substâncias químicas com os seres vivos; este estudo também envolve uma série de conhecimentos que vão desde a história, origem das drogas, suas propriedades físicas e químicas, passando pelos conhecimentos dos efeitos que estas substâncias causam no organismo vivo, seus mecanismos de ação, seus processos de absorção, distribuição, metabolização e eliminação, seus usos terapêuticos e efeitos adversos, colaterais e tóxicos, bem como suas interações com outros produtos e com as condições de saúde do paciente. A farmacologia diferencia-se da terapêutica por esta ser a ciência ou arte de tratar os indivíduos doentes, independentemente da espécie, com o objetivo de aliviar seu sofrimento e, quando possível, curá-lo definitivamente. No entanto, para atuar com estas características, a terapêutica depende, obrigatoriamente, dos conhecimentos gerados pela farmacologia. Assim, a farmacologia possui um amplo campo de atuação, sendo a base para a realização de pesquisas para o desenvolvimento de novas substâncias químicas capazes de atuar sobre o organismo vivo e de ser úteis para o tratamento das mais diferentes doenças que afetam os seres vivos.

 

Seção II – Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo e Junção Neuromuscular

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Seção II

Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo e Junção Neuromuscular

Capítulo 1

Introdução à farmacologia autonômica

Sandra Cordellini

Capítulo 2

Fármacos adrenérgicos e antiadrenérgicos

Sandra Cordellini

Capítulo 3

Fármacos colinérgicos e anticolinérgicos

Sandra Cordellini

Capítulo 4

Farmacologia dos gânglios autonômicos

Sandra Cordellini

Capítulo 5

Bloqueadores neuromusculares

Márcia Gallacci

Antônio Carlos Oliveira

-Farmaco.indb 53

7/3/12 6:02 PM

Capítulo

1

Introdução à farmacologia autonômica

Sandra Cordellini

Introdução

A palavra autônomo origina-se do grego e significa próprio e lei. Diferentemente do sistema nervoso somático, sobre o qual tem-se controle voluntário, o sistema nervoso autônomo (SNA) é, em grande parte, involuntário. Classicamente, o SNA é subdividido em sistema nervoso simpático (SNS), sistema nervoso parassimpático (SNP) e sistema nervoso entérico (SNE). De fato, há uma interposição entre todos os componentes citados e entre o SNA e o sistema nervoso somático.

 

Seção III – Farmacologia do Sistema Nervoso Central

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Seção III

Farmacologia do Sistema Nervoso Central

Capítulo 1

Introdução à farmacologia do sistema nervoso central

Mirtes Costa

Stelio Pacca Loureiro Luna

Capítulo 2

Depressores do sistema nervoso central

Stelio Pacca Loureiro Luna

Mirtes Costa

Renata Navarro Cassu

Capítulo 3

Opioides

Paulo Vinicius Mortensen Steagall

Stelio Pacca Loureiro Luna

Capítulo 4

Estimulantes do sistema nervoso central – analépticos

Mirtes Costa

Antonio de Queiroz Neto

Capítulo 5

Farmacologia dos anestésicos inalatórios

Adriano Bonfim Carregaro

Stelio Pacca Loureiro Luna

Capítulo 6

Anestésicos gerais intravenosos

Stelio Pacca Loureiro Luna

Mariana do Amaral Corrêa

Capítulo 7

Anestésicos dissociativos

Stelio Pacca Loureiro Luna

Capítulo 8

Anestésicos locais

Márcia Gallacci

Stelio Pacca Loureiro Luna

Walter Luis Garrido Cavalcante

 

Seção IV – Autacoides e Anti-inflamatórios

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Seção IV

Autacoides e Anti-inflamatórios

Capítulo 1

Histamina e seus antagonistas e fármacos antialérgicos

Jose Carlos Gomes

Déborah Mara Costa de Oliveira

Capítulo 2

Eicosanoides: prostaglandinas, prostaciclina, tromboxano, leucotrienos e lipoxinas

Noeli Pereira Rocha

Ciro Moraes Barros

Capítulo 3

Farmacologia dos anti-inflamatórios não esteroidais e antipiréticos-analgésicos

Paulo Vinicius Mortensen Steagall

Noeli Pereira Rocha

Capítulo 4

Glicocorticoides: atividades metabólicas, anti-inflamatórias e imunossupressoras

Noeli Pereira Rocha

Jean Guilherme Fernandes Joaquim

-Farmaco.indb 179

7/3/12 6:05 PM

Capítulo

1

Histamina e seus antagonistas e fármacos antialérgicos

Jose Carlos Gomes

Déborah Mara Costa de Oliveira

Introdução

Por curiosidade, a histamina foi detectada em um fungo (Claviceps purpurea) que parasita cereais conhecido por ergot ou esporão de centeio. No início do século xx, o fungo era utilizado em forma de extrato como estimulante uterino com o objetivo de estacar hemorragias pós-parto; porém, em função de inúmeras substâncias contidas nesse extrato, era comum a ocorrência paralela de intoxicação conhecida como ergotismo. A histamina foi isolada e sintetizada em 1907, antes mesmo de seu significado biológico ter sido reconhecido, e os primeiros estudos foram realizados em busca das ações biológicas da nova substância, até então conhecida como uma amina básica denominada 2-(4-imidazolil)-etilamina. Sir Henry Dale et al. foram os principais pesquisadores de suas ações e verificaram que a amina contraía uma variedade de músculos lisos não vasculares e possuía ação vasodilatadora; portanto, tratava-se de uma amina vasoativa. A injeção local na pele provocava reação inflamatória aguda, e uma administração mais sistêmica levava a sintomas semelhantes ao choque anafilático. Posteriormente, Best a isolou de fragmentos de tecidos frescos (fígado e pulmões) e observou que se tratava de uma substância constitutiva do organismo que, então, recebeu o nome histamina, do grego histos (tecido), significando amina dos tecidos. A substância foi classificada como um autacoide (autofármaco) e, como tal, participa de fenômenos orgânicos fisiológicos e patológicos.

 

Seção V – Farmacologia dos Sistemas Renal e Cardiovascular

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Seção V

Farmacologia dos Sistemas Renal e Cardiovascular

Capítulo 1

Diuréticos

Marileda Bonafim Carvalho

Capítulo 2

Farmacologia cardiovascular

Denise Saretta Schwartz

-Farmaco.indb 239

7/3/12 6:05 PM

Capítulo

1

diuréticos

Marileda Bonafim Carvalho

FisioLoGia reNaL aPLiCada À FarMaCoLoGia dos diurÉtiCos

Os rins, além de desempenharem atividades endócrinas e metabólicas, são órgãos efetores nos processos de manutenção do equilíbrio de água e solutos, e essa função se traduz pela formação de urina. No parênquima renal, são encontradas as unidades funcionais que compreendem os néfrons, o interstício adjacente e a rede capilar correspondente. O néfron tem um polo de filtração composto pelo glomérulo e pela cápsula de Bowman, além dos túbulos que terminam em conexão com o duto coletor. Os túbulos, em cada néfron, são compostos por diversos segmentos que se distinguem por seus aspectos morfológicos e funcionais. Partindo da cápsula de Bowman, o primeiro segmento é denominado túbulo contornado proximal (TCP).

 

Seção VI – Hormônios e Antagonistas Hormonais

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Seção VI

Hormônios e Antagonistas Hormonais

Capítulo 1

Fatores de liberação hipotalâmicos e hormônios hipofisários

Marcelo Fábio Gouveia Nogueira

Ciro Moraes Barros

Capítulo 2

Estrógenos e progestágenos

Ciro Moraes Barros

Marcelo Fábio Gouveia Nogueira

Capítulo 3

Anabolizantes

Oduvaldo Câmara Marques Pereira

Oduvaldo Câmara Marques Pereira Júnior

Patrícia Marques Munhoz

Capítulo 4

Hormônios tireóideos e fármacos antitireóideos

Mauro José Lahm Cardoso

Capítulo 5

Insulinas e hipoglicemiantes orais

Luiz Henrique de Araújo Machado

-Farmaco.indb 283

7/3/12 6:05 PM

Capítulo

1

Fatores de liberação hipotalâmicos e hormônios hipofisários

Marcelo Fábio Gouveia Nogueira

Ciro Moraes Barros

Introdução

A inter-relação entre a liberação dos hormônios produzidos – ou armazenados – na hipófise, mediante seus respectivos fatores de liberação hipotalâmicos (RH, do inglês, releasing hormone), constitui o eixo hipotálamo−hipófise (EHH). Além dessa inter-relação, existe uma regulação integrada entre os órgãos-alvo dos hormônios hipofisários (mediante retroalimentação positiva ou negativa) e o EHH (Figura 1). Desse modo, para uma visão holística do processo que se inicia com os fatores de liberação hipotalâmicos, é recomendável a leitura dos demais capítulos deste livro em que são descritos os mecanismos de ação dos hormônios hipofisários nos respectivos órgãos-alvo e seu subsequente controle (retroalimentação) sobre a secreção e a liberação dos RH.

 

Seção VII – Fármacos Antimicrobianos

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Seção VII

Fármacos Antimicrobianos

Capítulo 1

Sulfonamidas

Cloranfenicol

Antonio Carlos Paes

Antonio Carlos Paes

Capítulo 2

Capítulo 7

Penicilinas

Quinolonas

Antonio Carlos Paes

Antonio Carlos Paes

Capítulo 3

Capítulo 8

Cefalosporinas

Antissépticos e desinfetantes

Antonio Carlos Paes

Rogério Giuffrida

Capítulo 4

Capítulo 9

Tetraciclinas

Antifúngicos

Antonio Carlos Paes

Rogério Giuffrida

Capítulo 5

-Farmaco.indb 343

Capítulo 6

Capítulo 10

Aminoglicosídeos

Antivirais

Antonio Carlos Paes

Rogério Giuffrida

7/3/12 6:06 PM

Capítulo

1

Sulfonamidas

Antonio Carlos Paes

O termo sulfonamida é empregado como nome genérico para os derivados do paraminobenzenossulfonamida ou, simplesmente, sulfonamida. Este é um dos agentes antimicrobianos derivados do enxofre que incluem, ainda, sulfonas e derivados sulforados, que não serão objetos de estudo neste capítulo. Na história da medicina, o enxofre já foi utilizado para purificação do ar e da água, como antisséptico intestinal, ectoparasiticida, estimulante da pele e para expulsar maus espíritos. Neste capítulo, serão estudados os derivados do enxofre com ação antimicrobiana que constituem as sulfonamidas.

 

Seção VIII – Fármacos Antiparasitários

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Seção VIII

Fármacos Antiparasitários

Capítulo 1

Quimioterapia das doenças parasitárias

Déborah Mara Costa de Oliveira

Luiz Claudio Di Stasi

Capítulo 2

Fármacos anti-helmínticos

Déborah Mara Costa de Oliveira

Luiz Claudio Di Stasi

Capítulo 3

Ectoparasiticidas

Déborah Mara Costa de Oliveira

Luiz Claudio Di Stasi

Capítulo 4

Antiprotozoários

Déborah Mara Costa de Oliveira

Luiz Claudio Di Stasi

-Farmaco.indb 471

7/3/12 6:06 PM

Capítulo

1

Quimioterapia das doenças parasitárias

Déborah Mara Costa de Oliveira

Luiz Claudio Di Stasi

As parasitoses que afetam os animais constituem um grave problema sanitário e econômico, especialmente em países reconhecidos como grandes produtores e exportadores de carne e laticínios. Nos animais de produção, sua alta prevalência acarreta perdas econômicas que levam a redução do ganho de peso, crescimento tardio, menor produtividade e maior suscetibilidade a diversas doen­ças. Em pequenos animais ou de companhia, em geral, além do comprometimento da saúde, muitos parasitas têm grande importância para a saúde pública por seu alto potencial zoonótico, por exemplo, os agentes causadores de leishmaniose e toxoplasmose (protozoários Leishmania e

 

Seção IX – Tópicos Gerais

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Seção IX

Tópicos Gerais

Capítulo 1

Farmacologia anestésica dos animais selvagens

Mariângela Lozano Cruz

Capítulo 2

Fármacos antineoplásicos

Cláudia Ronca Felizzola

Capítulo 3

Farmacologia ocular

Luiz Felipe de Moraes Barros

Paulo Sergio de Moraes Barros

Capítulo 4

Nutracêuticos e substâncias ergogênicas

Antonio de Queiroz Neto

Flora Helena de Freitas D’Angelis

Luiz Claudio Di Stasi

Capítulo 5

Éter gliceril guaiacol

Stelio Pacca Loureiro Luna

-Farmaco.indb 509

7/3/12 6:06 PM

Capítulo

1

Farmacologia anestésica dos animais selvagens

Mariângela Lozano Cruz

Introdução

Hábitats florestais por todo o planeta têm sido cada vez mais fragmentados como resultado da ação antrópica. As atividades intensificaram-se na segunda metade do século XX, quando houve grande desenvolvimento agrícola e exploração madeireira, o que levou à devastação de florestas em grande escala. Essa destruição tem reduzido consideravelmente populações de animais, contribuindo para a extinção de várias espécies.

 

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