Curso de Gestão Ambiental 2a ed.

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A Coleção Ambiental, coordenada por Arlindo Philippi Jr, tornou-se referência na área de meio ambiente na última década. Reúne os resultados de estudos, pesquisas e experiências de professores, pesquisadores e profissionais com atuação significativa na área ambiental, oriundos de conceituadas instituições de ensino e pesquisa, e caracteriza-se pelo tratamento multi e interdisciplinar que esta área do conhecimento requer. As obras contribuem tanto para a disseminação do conhecimento em bases cientificamente sólidas e conectadas às intervenções reais da sociedade quanto para a ampliação das reflexões e dos debates sobre questões sociais, econômicas, políticas e ambientais fundamentais para a formação, qualificação e capacitação de profissionais. Este livro, Curso de Gestão Ambiental – 2ª edição atualizada e ampliada, incorpora novos capítulos que contribuem para ampliar a visão de conjunto daqueles que têm responsabilidades e interesse na melhoria das condições ambientais e de vida das nossas cidades e da sociedade em geral. Incluindo novos temas de grande relevância na atualidade, a obra está estruturada em 5 partes: Introdução, Fundamentação do Controle Ambiental, Fundamentação Sociopolítica e Cultural, Planejamento e Gestão Ambiental e Estudos Aplicados à Gestão Ambiental. Contando com especialistas de diversas áreas, os temas são abordados em bases multi e interdisciplinares, caracterizando os esforços colocados para adequar possibilidades da natureza ao atendimento de necessidades e conveniências da sociedade. Ao priorizar o conhecimento e a compreensão dos problemas e de suas possíveis soluções no intuito de melhorar o meio ambiente e, consequentemente, a qualidade de vida da sociedade, esta obra se torna de relevância não somente para especialistas, mas também para estudantes e profissionais (administradores, economistas, engenheiros, arquitetos, advogados, biólogos, geólogos, geógrafos, educadores, pedagogos, sociólogos, entre outros), além do público interessado nessa temática, em virtude de sua importância e atualidade.

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1. Uma Introdução à Gestão Ambiental

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Uma Introdução à

Gestão Ambiental

1

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Marcelo de Andrade Roméro

Arquiteto e urbanista, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP

Gilda Collet Bruna

Arquiteta e urbanista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

O processo de gestão ambiental inicia‑se quando se promovem adap‑ tações ou modificações no ambiente natural, de forma a adaptá‑lo às neces‑ sidades individuais ou coletivas, gerando, dessa maneira, o ambiente urba‑ no nas suas mais diversas variedades de conformação e escala.

Nesse aspecto, o elemento humano é o grande agente transformador do ambiente natural e vem, pelo menos há doze milênios, promovendo essas adaptações nas mais variadas localizações climáticas, geográficas e to‑ pográficas. O ambiente urbano é, portanto, o resultado de aglomerações localizadas em ambientes naturais transformados e que para sua sobrevi‑ vência e desenvolvimento necessitam dos recursos do ambiente natural.

 

2. Histórico e Evolução do Sistema de Gestão Ambiental no Brasil

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Histórico e Evolução do Sistema de Gestão

Ambiental no Brasil

2

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Cleverson V. Andreoli

Mestre em Governança e Sustentabilidade, Isae

Gilda Collet Bruna

Arquiteta e urbanista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Valdir Fernandes

Cientista social, Universidade Positivo

A complexidade e a abrangência intrínsecas às questões ambientais naturalmente se reproduzem nos processos de gestão. A reflexão sobre a evolução do Sistema Nacional de Meio Ambiente é parte importante da tarefa de compreender as estruturas legais, institucionais, técnicas e operacionais com vistas ao desenvolvimento do país em bases sustentáveis.

As políticas públicas devem não somente aprimorar a preservação e o controle, mas também evoluir no estímulo de ações que levem à sustentabilidade. Dificuldades na gestão pública brasileira decorrentes da estrutura, indefinição de competências, regulamentações e processos excessivamente burocráticos comprometem a efetividade da ação do Estado e dificultam o processo de apropriação das políticas nos setores empresariais e sociais.

 

8. Controle do Ambiente de Trabalho: Riscos Químicos e Saúde do Trabalhador

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Controle do

Ambiente de Trabalho:

Riscos Químicos e

Saúde do Trabalhador

8

Sérgio Colacioppo

Farmacêutico bioquímico, Faculdade de Saúde Pública – USP

TRABALHO E SAÚDE – UM POUCO DA HISTÓRIA

Desde os primórdios de sua existência o homem notou que, para so‑ breviver, precisava executar algumas tarefas como caçar, construir abrigos e armas, plantar, colher etc. Essas atividades exigem esforço e são cansati‑ vas, assim, os indivíduos mais fortes ou detentores do poder aprenderam, também, que podiam obrigar os mais fracos a executar essas tarefas. Nas‑ ciam assim o trabalho e o trabalho escravo.

O trabalho escravo está presente na história da humanidade, inclusive em antigas civilizações consideradas avançadas ou evoluídas, como a egíp‑ cia, a grega e a romana, porque consideravam que o trabalho era degradante, além de cansativo, e que os ricos e poderosos não deviam trabalhar; assim, grandes sábios, filósofos ou governantes possuíam escravos para diversas tarefas, inclusive para escrever, pois muitos deles eram analfabetos.

 

17. Desenvolvimento e Economicidade Socioambiental

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Desenvolvimento e

Economicidade

Socioambiental

17

Gilberto Montibeller-Filho

Economista, Universidade Federal de Santa Catarina

Nos vários capítulos do presente livro são abordadas diversas maneiras de dar encaminhamento a questões relativas aos principais componentes do ambiente físico e que afetam a vida dos homens em sociedade. Mais ainda, são problemas com dimensão política, no sentido de que tanto sua geração quanto a busca de soluções para estes estão vinculadas à ação ou à vontade de pessoas, agindo de modo individual ou coletivo. O enfrentamento de cada questão – relacionada à água, ao ar, aos resíduos, às áreas verdes, ao ambien‑ te de trabalho, à energia, aos meios de transporte e outras – e sua resolução significam avanços socioambientais importantes. Os temas referidos repre‑ sentam requisitos mínimos para a vida das pessoas, dizem respeito principal‑ mente ao meio urbano e a ausência ou mal‑funcionamento de qualquer des‑ ses aspectos reflete‑se em danos significativos para a população.

 

20. Política e Gestão Ambiental

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Política e Gestão

Ambiental

20

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Gilda Collet Bruna

Arquiteta e urbanista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

UMA JANELA PARA O MUNDO

Deve ser uma experiência fascinante olhar o planeta Terra a bordo de uma nave espacial distante, encantar-se com sua beleza feita de um azul-celeste – se é que se pode empregar tal adjetivo – e, ao mesmo tempo, surpreender-se com a insignificância de seu tamanho ao lado dos demais astros na imensidão do sistema solar.

Das alturas, talvez a Terra se assemelhe a um grão de areia. Em terra firme, entretanto, os sentidos humanos confirmam sua grandeza sem tamanho avaliada pelos frequentes e rotineiros sinais de enfado e aborrecimento quando se trata de percorrer as distâncias no momento em que é preciso locomover-se de um lugar para outro, seja a pé, por avião ou por outro meio qualquer.

Mas esse insignificante grão de areia é, talvez, o único lugar onde existe vida, muita vida. O único planeta que se encontra penetrado e envolvido pelo que os cientistas chamam de biosfera, no seu sentido etimológico pleno: a vida do globo ou, se preferir, o globo da vida. Aquele invólucro que, em relação ao tamanho do globo terrestre, pode ser comparado a uma tênue e frágil folha de celofane, apesar da sua espessura de 10 km resultantes da soma dos 5 km acima da crosta terrestre e outro tanto abaixo dessa mesma crosta. Esse é o mundo, imenso ambiente dos seres vivos, com o qual

 

26. Avaliação de Sustentabilidade e Gestão Ambiental

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Avaliação de

Sustentabilidade e

Gestão Ambiental

26

Carla Grigoletto Duarte

Engenheira ambiental, Escola Politécnica – USP

Tadeu Fabrício Malheiros

Engenheiro civil, Escola de Engenharia de São Carlos – USP

A noção de desenvolvimento sustentável vem influenciando fortemente as ações na área ambiental nas últimas quatro décadas (Lago, 2006).

Os avanços no entendimento do significado da sustentabilidade para uma série de questões atuais levou a uma multiplicação das iniciativas que buscavam alcançar objetivos de proteção ambiental, justiça social e viabilidade econômica (Louette, 2009; 2007). Essa experiência acumulada permitiu avançar no delineamento de requerimentos importantes em processos que almejam alcançar resultados alinhados ao que é preconizado pela sustentabilidade (Gibson et al., 2005; Pintér et al., 2012).

Para o contexto da gestão ambiental, entendida como um conjunto de ações que visam à proteção ambiental (Philippi Jr e Bruna, 2004; Souza,

 

29. Auditoria Ambiental

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Auditoria

Ambiental

29

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Alexandre de Oliveira e Aguiar

Engenheiro químico, Universidade Nove de Julho

Recentemente, as auditorias ambientais passaram a ter papel de desta‑ que entre os instrumentos de gestão ambiental. Desde o momento em que os gestores ambientais perceberam que a disponibilidade de tecnologias e o monitoramento dos resultados não bastavam para alcançar resultados nes‑ sa área, as auditorias passaram a ser cada vez mais utilizadas. A competição internacional conduziu as exigências ambientais ao status de barreiras não tarifárias, levando à elaboração e implementação da norma ISO 14001 e do correspondente sistema de auditoria e certificação ao redor do mundo, bem como das demais normas da série ISO 14000. O processo acelerado de aquisições e fusões de empresas passou a requerer verificações rigorosas, para que eventuais passivos pudessem ser avaliados e seu valor levado em conta nos negócios, levando à necessidade de auditorias de passivo am‑ biental. A migração de indústrias internacionais para países em desenvolvi‑ mento obrigou as matrizes das empresas a estabelecer processos sistemáti‑ cos de verificação dos cuidados com o meio ambiente em suas filiais, a fim de evitar problemas graves que possam ferir sua imagem ou baixar o valor de suas ações negociadas em bolsa, inclusive em seu país de origem. Além disso, muitos instrumentos voltados à redução da emissão de gases de efei‑ to estufa, tais como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, preconiza‑ do pelo protocolo de Kyoto e os mercados de emissões, pressupõem a rea‑ lização de auditorias como parte de seu processo de implantação. A

 

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