Fisiologia do Esporte e do Exercício 5a ed.

Visualizações: 79
Classificação: (0)

Obra de referência para estudantes e profissionais de educação física, esporte e saúde, Fisiologia do Esporte e do Exercício chega à sua quinta edição, totalmente revista e atualizada, a fim de aperfeiçoar a compreensão de uma questão-chave: como o corpo responde às crescentes demandas fisiológicas do exercício? Seus autores, renomados especialistas e antigos dirigentes do American College of Sports Medicine, adaptaram a complexa relação entre fisiologia humana e atividade física para uma linguagem didática, facilitando o aprendizado e a assimilação dos diversos conceitos. Além disso, mantiveram o foco no músculo e no modo como suas necessidades são alteradas quando se muda de um estado de repouso para um estado ativo, e em como essas necessidades são atendidas por outros sistemas corporais. Características da 5ª edição: • Ilustrações e fotografias aprimoradas, que apresentam em mais detalhes as ações e reações do corpo durante o exercício. • Princípios atualizados de treinamento de força com base nos dados mais recentes do ACSM e novos tópicos sobre força do core, treinamento de estabilidade e treinamento intervalado de alta intensidade. • Novo conteúdo sobre ácido láctico como fonte de combustível, cãibras musculares, obesidade infantil, envelhecimento vascular, utilização de substrato e resposta endócrina ao exercício. • Abordagem atual sobre as funções cardíacas centrais e periféricas, a tríade da mulher atleta e o ciclo menstrual. • Discussão de novos estudos sobre os efeitos da atividade física na saúde, incluindo dados internacionais sobre a incidência de doença cardiovascular e obesidade.

FORMATOS DISPONíVEIS

22 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1. Estrutura e funcionamento do músculo em exercício

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

1

Estrutura e funcionamento do músculo em exercício

Cap 01 .indd 26

27/11/14 5:31 PM

Neste capítulo

Anatomia funcional do músculo esquelético

29

Tipos de fibras musculares

37

30

Recrutamento de fibras musculares

42

Miofibrilas 31

Tipo de fibra e desempenho esportivo

43

Contração da fibra muscular

33

Uso dos músculos

43

Músculo esquelético e exercício

37

Fibras musculares

Em síntese

47

L

iam Hoekstra possui biótipo e atributos físicos semelhantes a muitos atletas profissionais: músculos abdominais bem definidos, força suficiente para realizar tarefas como levantar uma cruz de ferro e fazer abdominais inversos, com impressionante velocidade e agilidade. No entanto, Liam tem 19 meses de idade e pesa 10 kg! Liam possui uma condição genética rara chamada hipertrofia muscular relacionada à miostatina, uma condição que foi descrita pela primeira vez no final da década de 1990 em uma raça bovina com musculatura anormal. A miostatina é uma proteína que inibe o crescimento do músculo esquelético; a hipertrofia muscular relacionada a miostatina é uma mutação genética que bloqueia a produção desse fator inibidor do crescimento e, assim, promove o rápido crescimento e desenvolvimento dos músculos esqueléticos.

 

2. Combustível para o exercício: bioenergética e metabolismo do músculo

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

2

Combustível para o exercício: bioenergética e metabolismo do músculo

Cap 02.indd 48

27/11/14 5:33 PM

Neste capítulo

Substratos de energia

50

Carboidratos 50

Sistema oxidativo

58

Resumo do metabolismo dos substratos

63

Gorduras 51

Interação dos sistemas de energia

64

Proteínas 51

Capacidade oxidativa do músculo

64

Controlando a taxa de produção de energia

52

Atividade enzimática

64

Armazenando energia: fosfatos de alta energia

54

Sistemas básicos de energia

55

Composição dos tipos de fibra e treinamento de resistência

64

Necessidade de oxigênio

65

Sistema ATP-PCr

55

Sistema glicolítico

55

Em síntese

66

A

tingir o limite” é uma expressão comum entre maratonistas, e mais da metade de todos os maratonistas amadores reportam terem “atingido o limite” durante uma prova, independentemente do rigor do treinamento. Esse fenômeno geralmente ocorre em torno dos 32 a 35 km. O ritmo do corredor diminui consideravelmente, e as pernas ficam pesadas; sente-se formigamento e dormência nas pernas e nos braços, e o raciocínio se torna difícil e confuso. “Atingir o limite” é basicamente ficar sem energia disponível.

 

3. Controle neural do músculo em exercício

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

3

Controle neural do músculo em exercício

Cap 03.indd 68

27/11/14 5:35 PM

Neste capítulo

Estrutura e funcionamento do sistema nervoso

70

Neurônio 70

Impulso nervoso

72

Medula espinal

Sistema nervoso periférico

80

80

Divisão sensitiva

81

Sinapse 74

Divisão motora

81

Junção neuromuscular

Sistema nervoso autônomo

81

75

Neurotransmissores 76

Resposta pós-sináptica

Sistema nervoso central

Integração sensitivo-motora

82

77

Informação sensitiva

82

78

Resposta motora

87

Encéfalo 78

Em síntese

88

E

m 1964, Jimmie Heuga e seu colega de equipe Billy Kidd fizeram história ao serem os vencedores das primeiras medalhas olímpicas norte-americanas no esqui alpino para homens em Innsbruck, Áustria. Os dois amigos próximos e colegas de equipe posaram para a capa da Sports Illustrated antes dos Jogos

 

4. Controle hormonal durante o exercício

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

4

Controle hormonal durante o exercício

Cap 04.indd 90

27/11/14 5:37 PM

Neste capítulo

O sistema endócrino

92

Hormônios

92

Classificação química dos hormônios

93

Secreção de hormônios e concentração plasmática

93

Ações hormonais

93

Glândulas endócrinas e seus hormônios: aspectos gerais

95

Regulação hormonal do metabolismo durante o exercício

96

Glândulas endócrinas envolvidas na regulação metabólica

Regulação do metabolismo dos carboidratos durante o exercício

102

Regulação do metabolismo das gorduras durante o exercício

103

Regulação hormonal do equilíbrio hidroeletrolítico durante o exercício

104

Glândulas endócrinas envolvidas na homeostase de líquidos e eletrólitos

105

Os rins como órgãos endócrinos

106

Em síntese

110

100

E

m 22 de maio de 2010, um menino americano de 13 anos de idade se tornou o alpinista mais jovem a atingir o topo do Monte Everest, uma trilha exaustiva que alcança uma altitude de 9.000 m acima do nível do mar. A escalada foi extremamente controversa por causa da idade do menino. De fato, uma vez que o governo nepalês não daria a permissão familiar necessária para escalar o Everest pelo lado do Nepal, a equipe de escalada subiu pelo lado chinês, mais difícil, onde não há restrição por idade. Como preparação para a escalada, o menino e seu pai (e parceiro de escalada) dormiram por meses em uma tenda de hipóxia, a fim de preparar seus corpos para suportar a alta altitude. Um dos objetivos da aclimatação à altitude é aumentar a concentração de eritrócitos que transportam oxigênio no sangue. Dois hormônios importantes facilitam essa resposta. Um aumento do hormônio eritropoietina sinaliza para que a medula óssea produza mais eritrócitos, e uma queda na vasopressina (também chamada de hormônio antidiurético) faz que os rins produzam excesso de urina para melhor concentrar as células sanguíneas. Com essas adaptações, os alpinistas conseguiram escalar o

 

5. Gasto energético e fadiga

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

5

Gasto energético e fadiga

Cap 05.indd 112

27/11/14 5:41 PM

Neste capítulo

Medição do gasto energético

114

Economia de movimento

125

Calorimetria direta

114

Custo energético de várias atividades

127

Calorimetria indireta

114

Medidas isotópicas do metabolismo energético

119

Gasto energético em repouso e durante o exercício 119

Taxas metabólicas basal e em repouso

120

Taxa metabólica durante o exercício submáximo

121

Capacidade máxima para o exercício aeróbio

121

Esforço anaeróbio e capacidade máxima para o exercício anaeróbio

121

Fadiga e suas causas 

128

Sistemas de fornecimento de energia e fadiga

128

Subprodutos metabólicos e fadiga

132

Fadiga neuromuscular

133

Em síntese

135

A

quele foi considerado o maior jogo de futebol americano de todos os tempos. Em 2 de janeiro de 1982,

 

6. Sistema cardiovascular e seu controle

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

6

Sistema cardiovascular e seu controle

Cap 06.indd 138

27/11/14 5:43 PM

Neste capítulo

Coração 140

Fluxo sanguíneo através do coração

140

Sistema vascular

150

Pressão sanguínea

152

Miocárdio 140

Hemodinâmica geral

152

Sistema de condução cardíaca

143

Distribuição do sangue

153

Controle extrínseco da atividade cardíaca

144

Sangue 158

Eletrocardiograma 146

Volume e composição sanguínea

Arritmias cardíacas

148

Eritrócitos 159

Terminologia da função cardíaca

148

Viscosidade do sangue

Em síntese

158

159

160

E

m 5 de janeiro de 1988, o mundo do esporte perdeu um de seus maiores atletas. “Pistol Pete” Maravich, antigo astro do basquetebol da National Basketball Association, sofreu um colapso e morreu de parada cardíaca aos 40 anos de idade durante um jogo de basquetebol casual com amigos. A morte causou comoção e surpreendeu os médicos especialistas. O coração de Maravich apresentou um aumento de tamanho anormal, essencialmente porque o jogador havia nascido apenas com uma artéria coronariana no lado direito do coração: eram ausentes as duas artérias coronarianas que irrigam o lado esquerdo do órgão! A comunidade médica ficou estarrecida com o fato de que apenas essa artéria coronariana direita havia assumido a função de irrigar o lado esquerdo do coração de Maravich, e que essa adaptação lhe havia permitido competir durante muitos anos como um dos maiores jogadores da história do basquetebol. Embora a morte de Maravich tenha sido uma verdadeira tragédia que abalou o mundo dos esportes, esse jogador foi capaz de jogar no mais alto nível de competição durante 10 anos em um dos esportes mais exigentes em termos físicos. Mais recentemente, diversos atletas de ensino médio e universitários considerados bastante promissores tiveram uma interrupção prematura de sua vida por morte cardíaca súbita. Na maioria dos casos, essas mortes são atribuíveis a uma cardiomiopatia hipertrófica, uma doença que se caracteriza por uma massa muscular cardíaca anormalmente hipertrofiada, a qual em geral envolve o ventrículo esquerdo. Em cerca de metade dos casos, a doença é hereditária. Embora permaneça sendo a principal causa de morte cardíaca súbita em atletas adolescentes e adultos jovens (~36%), trata-se de uma moléstia relativamente rara, com uma ocorrência anual estimada de algo entre 1 e 2 casos por milhão de atletas.

 

7. Sistema respiratório e sua regulação

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

7

Sistema respiratório e sua regulação

Cap 07.indd 162

27/11/14 5:46 PM

Neste capítulo

Ventilação pulmonar

164

Inspiração 165

Expiração 165

Transporte de oxigênio

172

Transporte de dióxido de carbono

173

Trocas gasosas nos músculos

174

Volumes pulmonares

166

Diferença arteriovenosa de oxigênio

174

Difusão pulmonar

167

Transporte de oxigênio no músculo

175

Fluxo sanguíneo para os pulmões em repouso

167

Fatores que influenciam a liberação e o consumo de oxigênio

176

Membrana respiratória

168

Remoção de dióxido de carbono

176

Pressões parciais dos gases

168

Trocas gasosas nos alvéolos

168

Transporte de oxigênio e dióxido de carbono no sangue

172

Regulação da ventilação pulmonar

176

Em síntese

178

C

ertamente, Pequim, na China, é uma das cidades mais populosas do planeta. Na preparação para os

 

8. Respostas cardiorrespiratórias ao exercício agudo

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

8

Respostas cardiorrespiratórias ao exercício agudo

Cap 08.indd 180

27/11/14 5:48 PM

Neste capítulo

Respostas cardiovasculares ao exercício agudo

182

Frequência cardíaca

182

Volume sistólico

184

Débito cardíaco

186

Resposta cardíaca integrada ao exercício

186

Pressão arterial

189

Fluxo sanguíneo

190

Sangue 192

Integração da resposta ao exercício

195

Respostas respiratórias ao exercício agudo

195

Ventilação pulmonar durante o exercício dinâmico

195

Alterações respiratórias durante o exercício

197

Ventilação e metabolismo energético

198

Limitações respiratórias ao desempenho

199

Regulação respiratória do equilíbrio acidobásico

201

Em síntese

204

C

ompletar uma maratona em todos os seus 42 km é uma realização significativa, mesmo para pessoas jovens e com excelente preparo físico. Em 5 de maio de 2002, Greg Osterman completou sua sexta maratona, a Cincinnati Flying Pig Marathon, terminando-a em um tempo de 5 h e 16 min. Certamente esse não é um tempo para um recorde mundial, ou mesmo um tempo médio de um corredor bem preparado.

 

9. Princípios do treinamento físico e desportivo

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

9

Princípios do treinamento físico e desportivo

Cap 09.indd 208

27/11/14 5:54 PM

Neste capítulo

Terminologia 210

Princípio da variação

213

Força muscular

210

Potência muscular

210

Análise das necessidades do treinamento

214

Resistência muscular

211

Melhorando a força, a hipertrofia e a potência

214

Potência aeróbia

212

Tipos de treinamento de força

214

Potência anaeróbia

212

Programas de treinamento de força

213

Programas de treinamento de potência aeróbia

Princípios gerais do treinamento

212

e anaeróbia

220

Princípio da individualidade

212

Treinamento intervalado

220

Princípio da especificidade

212

Treinamento contínuo

223

Princípio da reversibilidade

213

Treinamento intervalado em circuito

223

Princípio da sobrecarga progressiva

 

10. Adaptações ao treinamento de força

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

10

Adaptações ao treinamento de força

Cap 10.indd 226

28/11/14 11:43 AM

Neste capítulo

Treinamento de força e ganhos no condicionamento muscular

228

Mecanismos de ganho em força muscular

228

Dor muscular e cãibras

Controle neural dos ganhos de força

229

Hipertrofia muscular

230

Integração da ativação neural e hipertrofia de fibra

233

Atrofia muscular e diminuição da força com a inatividade

234

Alterações nos tipos de fibra

236

237

Dor muscular aguda

237

Dor muscular tardia

237

Cãibras musculares induzidas por exercício

241

Treinamento de força para populações especiais

242

Diferenças de gênero e idade

242

Treinamento de força para o esporte

243

Em síntese

244

S

abe-se que atletas adeptos do treinamento de força ficam muito mais fortes. Há alguns anos, o Dr. William

 

11. Adaptações aos treinamentos aeróbio e anaeróbio

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

11

Adaptações aos treinamentos aeróbio e anaeróbio

Cap 11.indd 246

27/11/14 5:59 PM

Neste capítulo

Adaptações ao treinamento aeróbio

248

Resistência muscular versus resistência cardiorrespiratória 248

Avaliação da capacidade de resistência cardiorrespiratória 249

Adaptações cardiovasculares ao treinamento

250

Adaptações respiratórias ao treinamento

260

Adaptações no músculo

260

Adaptações metabólicas ao treinamento

264

O que limita a potência aeróbia e o desempenho de resistência?

266

Melhora na potência aeróbia e na resistência cardiorrespiratória em longo prazo

267

Fatores que afetam a resposta do indivíduo ao treinamento aeróbio

267

Resistência cardiorrespiratória em esportes anaeróbios

271

Adaptações ao treinamento anaeróbio

273

Mudanças na potência anaeróbia e na capacidade anaeróbia

273

Adaptações no músculo com o treinamento anaeróbio 274

 

12. Exercício em ambientes quentes e frios

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

12

Exercício em ambientes quentes e frios

Cap 12.indd 282

27/11/14 6:02 PM

Neste capítulo

Regulação da temperatura corporal

284

Exercício no frio

301

Produção de calor metabólico

284

Habituação e aclimatação ao frio

302

Transferência de calor entre o corpo e o ambiente

284

Outros fatores que afetam a perda de calor corporal

302

Controle termorregulatório

288

Perda de calor na água gelada

303

Respostas fisiológicas ao exercício no calor

291

Função cardiovascular

291

O que limita o exercício no calor?

291

Equilíbrio hídrico corporal: suor

292

Riscos para a saúde durante o exercício no calor

Respostas fisiológicas ao exercício no frio

304

Função muscular

304

Respostas metabólicas

305

Riscos para a saúde durante o exercício no frio

305

294

Hipotermia 305

 

13. Exercício na altitude

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

13

Exercício na altitude

Cap 13.indd 308

27/11/14 6:07 PM

Neste capítulo

Condições ambientais na altitude

310

Adaptações sanguíneas

321

Pressão atmosférica na altitude

311

Adaptações musculares

321

Temperatura e umidade do ar na altitude

311

Adaptações cardiovasculares

322

Radiação solar na altitude

312

Altitude: otimização do treinamento e desempenho

322

Respostas fisiológicas à exposição aguda à altitude

312

Respostas respiratórias à altitude

312

Respostas cardiovasculares à altitude

314

Respostas metabólicas à altitude

315

Necessidades nutricionais na altitude

316

Exercício e desempenho esportivo na altitude

Consumo máximo de oxigênio e a resistência aeróbia

316

317

Atividades anaeróbias de corrida em velocidade,­

salto e arremesso

Aclimatização: exposição crônica à altitude

 

14. Treinamento desportivo

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

14

Treinamento desportivo

Cap 14.indd 332

27/11/14 6:11 PM

Neste capítulo

Otimização do treinamento – um modelo

334

Polimento para se atingir um desempenho de pico

Overreaching

335

Destreinamento 346

Treinamento excessivo

335

Sobretreinamento (overtraining) 337

Efeitos do sobretreinamento: síndrome do sobretreinamento (overtraining) 338

Previsão da síndrome do sobretreinamento

(overtraining) 341

345

Força e potência musculares

348

Resistência muscular

349

Velocidade, agilidade e flexibilidade

350

Resistência cardiorrespiratória

350

Em síntese

352

Redução do risco e tratamento da síndrome do sobretreinamento (overtraining) 344

A

o longo de sua vida universitária, Eric praticou natação por quatro horas diárias, chegando a nadar 13,7 km/ dia. Apesar desse esforço, seu tempo nas 200 jardas (183 m) estilo borboleta não melhorava desde a época em que era calouro. Como seu melhor desempenho no evento era de 2 min 15 s, Eric raramente tinha a chance de competir, porque vários de seus colegas de equipe conseguiam cumprir a prova em menos de 2 min 5 s.

 

15. Composição corporal e nutrição para o esporte

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

15

Composição corporal e nutrição para o esporte

Cap 15.indd 354

27/11/14 6:14 PM

Neste capítulo

Composição corporal no esporte

356

Classificação dos nutrientes

368

Avaliação da composição corporal

356

Equilíbrio hidroeletrolítico

381

Composição corporal e desempenho esportivo

360

Desidratação e desempenho durante o exercício 382

Padrões de peso

362

A dieta do atleta

387

Obtenção do peso ideal

366

Bebidas esportivas

391

Nutrição e esporte

367

Em síntese

393

U

m ex-jogador de beisebol da divisão principal recebia um salário mínimo em seus primeiros anos como atleta de primeira divisão. Os primeiros estudos de pré-temporada projetaram seu time para as últimas colocações de sua divisão ao final da temporada, mas a equipe acabou nas finais da World Series. Naquela temporada, o jogador transformou-se em um dos melhores em sua posição na liga nacional e, após a World

 

16. Recursos ergogênicos auxiliares e esporte

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

16

Recursos ergogênicos auxiliares e esporte

Cap 16.indd 394

27/11/14 6:17 PM

Neste capítulo

Estudos sobre recursos ergogênicos auxiliares

396

Agentes fisiológicos

410

Efeito placebo

396

Doping sanguíneo 411

Limitações dos estudos

398

Eritropoetina 413

399

Suplementação com oxigênio

414

399

Sobrecarga de bicarbonato

416

Sobrecarga de fosfato

417

Agentes farmacológicos

Aminas simpaticomiméticas

Betabloqueadores 401

Cafeína 402

Agentes nutricionais

417

Diuréticos 403

Aminoácidos 418

Drogas recreacionais

405

L-carnitina 419

405

Creatina 419

Agentes hormonais

Esteroides anabólicos

405

Hormônio do crescimento humano

410

Em síntese

421

E

m maio de 2006, poucas semanas antes do início do Tour de France, a polícia espanhola invadiu a clínica de um médico em Madri.

 

17. Crianças e adolescentes no esporte e no exercício

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

17

Crianças e adolescentes no esporte e no exercício

Cap 17.indd 424

27/11/14 6:20 PM

Neste capítulo

Crescimento, desenvolvimento e maturação

Altura e peso

426

426

Adaptações fisiológicas ao treinamento físico

Composição corporal

437

438

Ossos 427

Força 438

Músculos 427

Capacidade aeróbia

439

Gordura 428

Capacidade anaeróbia

440

Sistema nervoso

Respostas fisiológicas ao exercício agudo

429

Capacidades motoras e desempenho esportivo

440

430

Tópicos especiais

442

Força

430

Estresse térmico

443

Funções cardiovascular e respiratória

430

Crescimento e maturação com o treinamento

443

Função metabólica

433

Respostas endócrinas e utilização de substrato durante o exercício

436

Em síntese

444

O

homem e a mulher mais rápidos do mundo vêm do mesmo pequeno país de apenas 2,8 milhões de habitantes. Usain Bolt e Shelly-Ann Fraser conquistaram a medalha de ouro nos 100 m rasos em Pequim em 2008. Como pode uma pequena ilha conhecida pelo sol, praias e música reggae produzir tantos campeões no atletismo? Embora existam muitas teorias, uma coisa que separa os atletas jamaicanos é o seu interesse precoce no atletismo durante a infância, nutrido por uma cultura que promove, suporta e recompensa o exercício e o esporte na infância.

 

18. Envelhecimento no esporte e no exercício

PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

18

Envelhecimento no esporte e no exercício

Cap 18.indd 446

27/11/14 6:25 PM

Neste capítulo

Altura, peso e composição corporal

448

Desempenho na corrida

464

Respostas fisiológicas ao exercício agudo

452

Desempenho na natação

464

Força e função neuromuscular

452

Desempenho no ciclismo

464

Funções cardiovascular e respiratória

455

Levantamento de peso

465

Funções aeróbia e anaeróbia

458

Adaptações fisiológicas ao treinamento físico

462

Força 462

Capacidades aeróbia e anaeróbia

Desempenho esportivo

463

Tópicos especiais

466

Estresse ambiental

466

Longevidade e risco de lesão e morte

467

Em síntese

468

464

P

oucos atletas continuam competindo contra adversários mais jovens quando chegam à meia e à terceira idades. Uma exceção foi Clarence DeMar, que venceu sua sétima maratona de Boston aos 42 anos de idade, chegou em sétimo lugar aos 50 e foi o 78o colocado dentre 153 corredores aos 65 anos. No total,

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
Book
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPP0000269799
ISBN
9788520448137
Tamanho do arquivo
560 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados