Exercícios Terapêuticos para Lesões Musculoesqueléticas 3a ed.

Autor(es): HOUGLUM, Peggy A.
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Esta é atualmente a obra mais abrangente e recomendada para a compreensão e a aplicação de técnicas de exercícios terapêuticos. Apresenta informações de estudos científicos e dos métodos envolvidos no desenvolvimento de programas terapêuticos seguros para as mais diversas condições, bem como programas personalizados para pacientes com necessidades específicas. A obra está dividida em quatro partes principais. A Parte I trata dos conceitos básicos dos programas de exercícios terapêuticos e reabilitação. A Parte II apresenta técnicas baseadas em evidências e conceitos específicos, incluindo terapia manual, amplitude de movimento, força, propriocepção e atividades funcionais. A Parte III contém informações sobre a aplicação do exercício terapêutico geral e aborda temas como avaliação postural, análise da marcha, exercícios aquáticos, exercícios com bola suíça e rolo de espuma e estratégias de tratamento para tendinopatia. A Parte IV trata da aplicação específica das técnicas discutidas nas partes anteriores do livro em cada segmento corporal. Exercícios Terapêuticos para Lesões Musculoesqueléticas – 3ª edição contém ainda: • Novos capítulos sobre artroplastia e princípios específicos de reabilitação em diferentes faixas etárias. • Abordagem aprofundada e ênfase em progressões funcionais ou específicas à atividade esportiva. • Enfoque nos critérios para o retorno à atividade esportiva. • Descrição detalhada da cicatrização articular e da reabilitação articular do joelho. • Seção expandida sobre técnicas de estabilização da coluna vertebral. • Informações atualizadas e tendências nos cuidados das patologias mais comuns. Com conteúdo alinhado aos padrões de certificação da National Athletic Trainers’ Association (NATA), renomada entidade norte-americana, este livro é essencial para profissionais de saúde que têm o objetivo de aprimorar o trabalho da reabilitação, sendo também um recurso valioso para acadêmicos e estudantes, de modo que possam transferir os conhecimentos teóricos para uma experiência prática, segura e sistematizada.

24 capítulos

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1. Conceitos de reabilitação

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CAPÍTULO 1

Conceitos de reabilitação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Identificar os membros da equipe que atuam na reabilitação e suas funções.

2. Discutir as qualidades de profissionalismo na reabilitação.

3. Discutir os princípios, as metas e os objetivos de reabilitação.

4. Descrever a relação entre metas, progressão e exame.

5. Delinear a importância da reabilitação baseada em resultados.

6. Delinear os componentes básicos de um programa de exercício terapêutico e como se relacionam entre si.

7. Identificar os estágios do luto e o papel do fisioterapeuta na assistência ao paciente durante esses estágios.

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Parte I | Conceitos básicos

Pam Lee esteve em sua primeira função como treinadora esportiva por três semanas. Ela se sentiu bem com relação à sua posição como treinadora esportiva assistente da Divisão I da universidade e ficou animada em ser a primeira coordenadora de reabilitação do departamento de atletismo. Até agora, os treinadores esportivos tinham promovido a reabilitação de seus pacientes de uma maneira casual e inconsistente; foi a tarefa de Pam organizar e garantir programas de reabilitação consistentes, eficientes e cooperativos para todos os pacientes.

 

2. Conceitos de cicatrização

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CAPÍTULO 2

Conceitos de cicatrização

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Explicar as diferenças entre cicatrização primária e secundária.

2. Identificar as fases da cicatrização.

3. Descrever os principais processos de cada fase da cicatrização.

4. Discutir as causas dos sinais de inflamação.

5. Explicar o papel dos fatores de crescimento na cicatrização.

6. Discutir as diferenças entre inflamação aguda e crônica.

7. Discutir as características da cicatrização de tecidos específicos.

8. Identificar a importância da força tênsil.

9. Discutir fatores que podem modificar o processo de cicatrização.

10. Explicar o papel que os AINE exercem na inflamação.

11. Discutir o tempo de tratamento com as várias fases da cicatrização.

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Parte I | Conceitos básicos

Daniel Edwards foi designado para trabalhar com a ginasta Becki Gumble, que foi submetida a um reparo do tendão do calcâneo há 1 semana e agora está na clínica de treinamento esportivo para seu primeiro dia de reabilitação. O conhecimento de

 

3. Conceitos de física

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CAPÍTULO 3

Conceitos de física

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Definir força e dar um exemplo de força interna e externa.

2. Explicar a relevância da primeira, segunda e terceira leis do movimento de Newton para o exercício terapêutico.

3. Explicar como o centro de gravidade se altera com o movimento.

4. Discutir como uma mudança na base de apoio pode alterar a estabilidade de um indivíduo.

5. Explicar a relação entre linha de gravidade e base de apoio.

6. Explicar duas maneiras de aumentar a estabilidade.

7. Identificar a diferença entre estabilidade e fixação.

8. Explicar como o torque pode ser alterado no corpo.

9. Identificar como a variação da posição altera a vantagem mecânica de um músculo.

10. Discutir a diferença entre vantagem mecânica e fisiológica do músculo.

11. Explicar a importância do posicionamento no exercício de músculos biarticulares.

12. Distinguir velocidade de aceleração.

 

4. Exame e avaliação

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CAPÍTULO 4

Exame e avaliação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Identificar os principais fatores do exame subjetivo.

2. Delinear um processo de exame objetivo que inclua todos os principais fatores.

3. Explicar os diferentes tipos de sensação final e distinguir entre sensação final normal e patológica.

4. Explicar como um plano de tratamento é concebido e sobre quais fatores ele se baseia.

5. Definir a nota SOAP e explicar sua importância para a reabilitação.

6. Identificar dois outros registros utilizados na reabilitação e demonstrar sua importância.

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Parte I | Conceitos básicos

Catherine An instrui estudantes de treinamento esportivo ingressantes nos procedimentos de exame de reabilitação. No passado, ela descobriu que o primeiro ponto de confusão dos alunos é identificar a diferença entre o exame de uma lesão aguda para os primeiros socorros e o exame de uma lesão para a reabilitação. Suas aulas com a nova classe começam hoje. Sua primeira meta é identificar as diferenças entre um exame de lesão aguda e um exame de reabilitação. Catherine, então, introduzirá os procedimentos para um exame de reabilitação, explicará como identificar os problemas do paciente, como definir as metas a partir de tais problemas e como desenvolver um plano de tratamento com base nos problemas e nas metas.

 

5. Amplitude de movimento e flexibilidade

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CAPÍTULO 5

Amplitude de movimento e flexibilidade

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Definir as diferenças entre amplitude de movimento e flexibilidade.

2. Explicar as diferenças na estrutura do tecido conjuntivo frouxo e do tecido conjuntivo denso.

3. Listar os efeitos deletérios da imobilização prolongada.

4. Discutir as propriedades mecânicas de plasticidade, elasticidade e viscosidade do tecido conjuntivo.

5. Explicar as propriedades fisiológicas de deslizamento e de tensão-deformação e como elas afetam as técnicas de alongamento.

6. Discutir as influências neuromusculares do fuso muscular e do OTG no alongamento muscular.

7. Explicar o processo de mensuração da amplitude de movimento com um goniômetro.

8. Discutir o método ativo e o passivo de alongamento.

9. Identificar dois equipamentos mecânicos de assistência utilizados para aumentar a amplitude de movimento.

10. Listar as contraindicações, indicações e precauções do alongamento.

 

6. Técnicas de terapia manual

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Capítulo 6

Técnicas de terapia manual

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Discutir as três técnicas de massagem e suas indicações, precauções e contraindicações.

2. Explicar a progressão da restrição miofascial após uma lesão.

3. Discutir as técnicas de liberação miofascial.

4. Explicar a teoria do mecanismo de pontos-gatilho miofasciais.

5. Discutir a teoria da liberação de pontos-gatilho por spray e alongamento.

6. Explicar as regras côncavo-convexa e convexo-côncava.

7. Definir os graus de movimento da mobilização articular.

8. Discutir a direção de deslizamento e de tração em relação ao plano de tratamento.

9. Explicar a síndrome do duplo esmagamento.

10. Discutir os perigos da mobilização neural.

11. Descrever uma técnica de automobilização neural para os membros superiores e uma para os membros inferiores.

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7. Força e resistência musculares

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Capítulo 7

Força e resistência musculares

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Descrever o sarcolema e sua função na atividade muscular.

2. Identificar os elementos de uma unidade motora.

3. Explicar como um potencial de ação é transmitido.

4. Explicar as diferenças características entre as fibras musculares de contração lenta e de contração rápida.

5. Discutir a relação entre a força, a resistência e a potência musculares.

6. Identificar os vários tipos de atividade dinâmica.

7. Discutir as diferenças entre as atividades de cadeia cinética aberta e fechada.

8. Identificar os vários tipos de teste muscular manual.

9. Discutir os tipos de atividade muscular.

10. Listar as técnicas de FNP comumente utilizadas na reabilitação e seus propósitos.

11. Identificar quatro princípios de exercícios de fortalecimento.

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8. O ABC da propriocepção

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Capítulo 8

O ABC da propriocepção

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Listar os receptores aferentes envolvidos na propriocepção.

2. Identificar os locais do sistema nervoso central que retransmitem informações proprioceptivas para o sistema motor.

3. Discutir o ABC da propriocepção.

4. Identificar os sistemas que controlam o equilíbrio.

5. Descrever os componentes envolvidos na coordenação.

6. Explicar uma progressão de exercícios proprioceptivos para os membros inferiores ou superiores.

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Parte II | Parâmetros e técnicas de exercícios terapêuticos

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Figura 8.1

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Qualquer um pode segurar um tigre pela cauda. Você só sobrevive se souber o que fazer a seguir.

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A propriocepção sempre foi um tema de interesse para a preparadora física Amanda Lizbett.

 

9. Pliometria

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Capítulo 9

Pliometria

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Identificar os componentes mecânicos e neurológicos dos princípios neuromusculares envolvidos na pliometria.

2. Descrever os fatores envolvidos na concepção do programa pliométrico.

3. Listar três considerações para a execução do programa pliométrico.

4. Listar as precauções e contraindicações da pliometria.

5. Esboçar uma progressão de quatro exercícios pliométricos para um programa destinado aos membros inferiores ou superiores

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Parte II | Parâmetros e técnicas de exercícios terapêuticos

O treinador esportivo Larry Carrell foi recentemente contratado pela clínica local de treinamento esportivo para chefiar o seu programa de reabilitação pliométrica.

Uma vez que os pacientes estejam suficientemente reabilitados, ele estabelece a fase final do programa de reabilitação esportiva, a fase pliométrica. Larry chega à clínica com vasta experiência e está bem qualificado para projetar e gerenciar um programa desse tipo, a fim de alavancar pacientes na parte final de sua reabilitação.

 

10. Exercícios funcionais e específicos à atividade

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CAPÍTULO 10

Exercícios funcionais e específicos à atividade

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Explicar a diferença entre exercícios funcionais e exercícios específicos.

2. Identificar as contribuições dos exercícios funcionais e específicos à atividade para um programa de exercício terapêutico.

3. Discutir as diferenças entre atividades funcionais básicas e avançadas.

4. Listar fatores que podem variar em uma progressão de atividades funcionais para específicas.

5. Identificar as precauções para exercícios funcionais e específicos à atividade.

6. Esboçar um exemplo de progressão de exercício funcional para específico à atividade para membros inferiores ou superiores.

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Parte II | Parâmetros e técnicas de exercícios terapêuticos

Misty Dawn é uma treinadora esportiva certificada que trabalha com a equipe de tênis de uma universidade. No final da última temporada,

 

11. Postura e mecânica corporal

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CAPÍTULO 11

Postura e mecânica corporal

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Identificar os elementos essenciais do alinhamento correto da postura em pé observada pelas vistas anterior, posterior e lateral.

2. Discutir falhas posturais comuns e descrever suas causas.

3. Esboçar exercícios corretivos para defeitos posturais comuns.

4. Explicar a importância da boa postura e da mecânica corporal adequada nas atividades esportivas e físicas.

5. Relacionar os princípios básicos da boa mecânica corporal.

6. Discutir um exemplo do uso, pelo profissional de reabilitação, da mecânica corporal adequada durante um programa de tratamento.

7. Explicar as diferenças e similaridades entre o método Feldenkrais e a técnica de Alexander.

8. Identificar os conceitos envolvidos nas técnicas de exercício de pilates.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

 

12. Deambulação e dispositivos auxiliares para marcha

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CAPÍTULO 12

Deambulação e dispositivos auxiliares para marcha

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Discutir os conceitos gerais relacionados à marcha.

2. Identificar as mudanças na amplitude de movimento durante o ciclo da marcha.

3. Explicar a atividade muscular envolvida na deambulação.

4. Descrever as diferenças mecânicas gerais entre caminhada e corrida.

5. Discutir uma marcha anormal observada comumente após uma lesão musculoesquelética.

6. Resumir os vários tipos de marcha com dispositivos auxiliares.

7. Explicar a técnica envolvida na subida de escadas com dispositivos auxiliares.

8. Identificar medidas de segurança envolvidas na deambulação com dispositivos auxiliares.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

Quando Michelle, uma jogadora de futebol competitiva de 38 anos de idade, machucou seu tornozelo pela primeira vez, ficou incapaz de andar sobre ele. A entorse de segundo grau foi tratada de modo conservador com gesso por duas semanas e, depois, colocada em uma tala por quatro semanas. Quando foi atendida por Drew Williams, um treinador esportivo certificado, ela já estava sem a tala e sem muletas, porém, ainda não era capaz de caminhar normalmente. Drew analisou sua marcha para avaliar as deficiências na amplitude de movimento e força, antes de realizar testes específicos de mobilidade e força. Ele não pediu que ela corresse, já que não estava andando de maneira normal, mas sabia que um dia teria que analisar também sua marcha durante a corrida.

 

13. Exercício terapêutico aquático

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CAPÍTULO 13

Exercício terapêutico aquático

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Identificar e discutir as propriedades físicas da água que afetam a habilidade de exercitar-se na água.

2. Definir e explicar a diferença entre equipamento aquático para assistência e para resistência, e dar exemplos de cada um.

3. Citar precauções e contraindicações para os exercícios aquáticos.

4. Identificar três vantagens do exercício terapêutico aquático.

5. Citar três exercícios aquáticos para cada segmento do corpo e identificar seus propósitos.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

Antes de Casey Marran obter seu certificado de treinadora esportiva, ela era instrutora de natação nas praias locais durante o verão. Tinha boa consciência das propriedades físicas da água e sabia como utilizá-las para assistir o corpo na água ou criar resistência. No seu trabalho atual como terapeuta de reabilitação aquática na maior clínica de medicina esportiva da cidade, acredita que essa função combina perfeitamente com ela, já que une seu conhecimento de medicina esportiva ao seu amor pela água.

 

14. Bolas suíças e rolos de espuma

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Capítulo 14

Bolas suíças e rolos de espuma

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Explicar como as bolas suíças e os rolos de espuma podem aumentar o desafio de um exercício tradicional.

2. Identificar os parâmetros de reabilitação que são beneficiados pelo uso de bolas suíças ou rolos de espuma.

3. Discutir fatores de segurança, precauções e contraindicações relativas ao uso de bolas suíças e rolos de espuma.

4. Explicar como escolher o tamanho apropriado da bola suíça.

5. Citar um exercício usando bola suíça para tronco, outro para membro superior e outro para membro inferior, identificando seu propósito.

6. Citar um exercício usando rolo de espuma para tronco, outro para membro superior e outro para membro inferior, identificando seu propósito.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

De todos os equipamentos para exercícios disponíveis na clínica de medicina esportiva onde

 

15. Exercícios terapêuticos para tendinopatia

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CAPÍTULO 15

Exercícios terapêuticos para tendinopatia

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Definir tendinopatia.

2. Discutir as várias etiologias da tendinopatia.

3. Explicar a resposta inflamatória dos tendões.

4. Identificar os parâmetros que governam o tratamento inicial para tendinopatia.

5. Descrever a progressão de um programa de tratamento da tendinopatia.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

Ao longo de sua carreira, Ella Bella tem atendido muitos atletas com tendinopatia. Por mais que ela insista com os atletas para avisarem logo no início se surgirem sintomas de tendinopatia, parece que eles sempre esperam até que o problema se torne mais difícil de tratar do que seria caso o tratamento começasse nos estágios iniciais da condição.

Ella sabe que a tendinopatia não pode ser tratada do mesmo modo que as lesões agudas, em especial durante o estágio inicial do atendimento.

 

16. Exercícios terapêuticos para artroplastia

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Capítulo 16

Exercícios terapêuticos para artroplastia

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Conhecer os diferentes termos e abreviações para as artroplastias totais.

2. Identificar a progressão da osteoartrite e como ela leva à artroplastia.

3. Reconhecer os fatores secundários que se somam à debilitação quando ocorre a osteoartrite.

4. Descrever as opções disponíveis para uma pessoa jovem com osteoartrite de joelho.

5. Identificar as precauções envolvidas no tratamento e cuidados após uma cirurgia de artroplastia total de quadril.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

Floyd Williams ocupa o cargo de treinador esportivo da maior clínica esportiva da cidade há dois anos, desde sua graduação como treinador esportivo no Cue Creek College. Hoje, está agendada uma paciente que ele atenderá pela primeira vez,

Jan Violet, que foi submetida a uma substituição total de joelho. De acordo com o prontuário, Jan tem 31 anos de idade, mas precisou fazer uma artroplastia total de joelho por causa de uma lesão grave que sofreu como jogadora de hóquei em campo durante uma competição entre escolas no ensino médio. A cirurgia foi há seis semanas. Floyd examina Jan e observa que a cicatriz cirúrgica está bem formada e que ela é capaz de caminhar com uma muleta, porém, quando tenta caminhar sem dispositivos auxiliares, apresenta um leve desvio de marcha. Apresenta movimento ativo do joelho na amplitude de 15° a 90°, força do quadril 4-/5 no glúteo médio e 4/5 no glúteo máximo, exatamente como Floyd esperava. Ele já trabalhou com pacientes que fizeram substituições totais de quadril antes, mas esse é seu primeiro paciente com joelho total.

 

17. Considerações sobre a idade e os exercícios terapêuticos

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CAPÍTULO 17

Considerações sobre a idade e os exercícios terapêuticos

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Entender por que há mais pessoas envolvidas em esportes hoje e, portanto, mais casos de lesões esportivas.

2. Entender por que se conhece tão pouco sobre lesões esportivas em crianças e idosos.

3. Compreender por que é importante saber como tratar lesões de atletas pré-adolescentes e idosos.

4. Fornecer uma descrição do crescimento e desenvolvimento baseada no sistema de Tanner e compreender como meninos e meninas diferem no processo.

5. Identificar os problemas associados a uma reconstrução do ligamento cruzado anterior em um atleta mais jovem.

6. Explicar as precauções que se deve ter ao fornecer um programa de exercícios terapêuticos para um paciente idoso.

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

Durante a sua carreira, Chaz Michaels tem trabalhado em diversas clínicas de treinamento esportivo, desde estabelecimentos dentro de escolas de ensino médio e universidades até clínicas ortopédicas. Seu novo trabalho em uma clínica esportiva tem uma clientela variada, incluindo faixas etárias desde os dez anos de idade até pacientes na casa dos 80. Essa é a primeira vez que Chaz trabalha com atletas acima de 35 anos de idade. Embora ele não esteja nessa clínica há muito tempo, surpreendeu-se ao perceber o quanto aprecia trabalhar com atletas mais velhos.

 

18. Coluna vertebral e articulação sacroilíaca

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Capítulo 18

Coluna vertebral e articulação sacroilíaca

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Explicar três exercícios de flexibilidade para as partes cervical e lombar da coluna vertebral.

2. Explicar três exercícios de fortalecimento para as partes cervical e lombar da coluna vertebral.

3. Identificar três exercícios progressivos de estabilidade para a coluna.

4. Identificar três técnicas de liberação de energia muscular para a articulação sacroilíaca e suas indicações de uso.

5. Delinear um programa de exercício terapêutico para uma entorse cervical.

6. Listar precauções relacionadas a um programa de exercício terapêutico para lesões discais.

7. Discutir a diferença entre programas de exercício terapêutico para uma distensão lombar e uma lesão facetária.

8. Apresentar uma sequência de atividades para começar um programa de fortalecimento do core.

9. Delinear os exercícios no programa de flexão de Williams e no programa de coluna de McKenzie.

 

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