Técnicas de Exercícios Terapêuticos: Estratégias de Intervenção Musculoesquelética

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Esta obra apresenta a mais completa gama de programas de reabilitação baseados em evidências, fornecendo aos profissionais e estudantes da área todas as informações necessárias para a elaboração, implementação e administração dos melhores programas de exercícios terapêuticos aplicados a lesões e distúrbios do sistema musculoesquelético. Organizado em cinco partes, o livro apresenta uma revisão indispensável dos fundamentos do processo de reabilitação, do gerenciamento do processo de recuperação, além de uma abordagem da reabilitação musculoesquelética baseada em algoritmos. Outras características: • Questionário completo sobre as ferramentas de reabilitação, que incluem as isocinéticas, terapia aquática e órteses terapêuticas, além de um modelo clínico dividido em quatro etapas para os fundamentos do exercício funcional. • Capítulos dedicados exclusivamente a progressões e testes funcionais, treinamento para estabilização do core, e função e controle muscular deficientes. • Abordagem ímpar acerca de testes de movimento funcional e dos meios de tratamento para populações específicas de pacientes. • Apêndices de utilidade que abordam o posicionamento do American College of Sports Medicine sobre treinamento de força e desenvolvimento de condicionamento físico. • Grande quantidade de ilustrações que irão dinamizar o estudo, além de dicas clínicas e protocolos que objetivam acelerar o processo de tomada de decisões.

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1. Introdução ao processo de reabilitação: Guide to Physical Therapist Practice

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C A P Í T U L O

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Introdução ao processo de reabilitação:

Guide to Physical Therapist Practice

Barbara J. Hoogenboom

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Explicar os conceitos que servem de base para o Guide to Physical Therapist Practice.

• Descrever as mudanças que ocorreram no Guide to Physical Therapist Practice original desde seu início em

1997.

• Explicar os quatro elementos do modelo de incapacitação conforme a descrição de Saad Nagi.

• Comparar e contrastar o modelo de incapacitação com o modelo médico para tratar dos efeitos da doença e lesão.

• Identificar os componentes do processo de exame conforme a definição do guia.

• Discutir o processo de tomada de decisão com base no exame.

• Descrever os três tipos de intervenção conforme a definição do guia e dar exemplos de cada um.

• Descrever as quatro categorias de padrões de prática preferidos desenvolvidos no guia.

 

2. Modelo de atendimento do paciente/cliente e tomada de decisão clínica na reabilitação

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C A P Í T U L O

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Modelo de atendimento do paciente/cliente e tomada de decisão clínica na reabilitação

Barbara J. Hoogenboom

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Compreender e discutir o processo geral de tomada de decisão clínica na reabilitação.

• Descrever os cinco componentes do modelo de tomada de decisão clínica usado pelo Guide to Physical

Therapist Practice.

• Descrever a sequência de passos no processo de tomada de decisão clínica relacionados à avaliação, ao diagnóstico, ao prognóstico e à intervenção.

• Discutir como a avaliação no processo de tomada de decisão clínica leva à determinação do diagnóstico.

• Descrever a importância de se determinar o prognóstico do paciente usando-se a tomada de decisão clínica.

• Descrever os três tipos principais de intervenção e a tomada de decisão clínica que permite que seja feita a escolha entre eles.

• Definir os componentes de uma documentação efetiva, de modo a assegurar que o atendimento do paciente possa ser reproduzido de maneira consistente.

 

3. Compreensão e condução do processo de cicatrização durante a reabilitação

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C A P Í T U L O

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Compreensão e condução do processo de cicatrização durante a reabilitação

William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Descrever a fisiopatologia do processo de cicatrização.

Identificar os fatores que podem impedir o processo de cicatrização.

Distinguir os quatro tipos de tecidos do corpo humano.

Discutir a etiologia e patologia de várias lesões musculoesqueléticas associadas aos diferentes tipos de tecidos.

Comparar os processos de cicatrização de estruturas musculoesqueléticas específicas.

Explicar a importância dos cuidados e tratamentos iniciais dessas lesões e seu impacto no processo de reabilitação.

Discutir o uso de diferentes analgésicos, anti-inflamatórios e antipiréticos para facilitar o processo de cicatrização durante um programa de reabilitação.

A reabilitação de lesões requer conhecimento e compreensão aprofundados da etiologia e da patologia envolvidas nas diferentes lesões musculoesqueléticas que podem ocorrer.24,84,93 Quando ocorre uma lesão, o fisioterapeuta tem a função de elaborar, pôr em prática e supervisionar o programa de reabilitação. Os protocolos e as progressões da reabilitação precisam basear-se principalmente nas respostas fisiológicas dos tecidos à lesão e na compreensão de como os diferentes tecidos se cicatrizam.39,46 Por isso, o fisioterapeuta precisa entender como se dá o processo de cicatrização para supervisionar de modo efetivo o processo de reabilitação. Este capítulo discute o processo de cicatrização relacionado às diferentes lesões musculoesqueléticas que um fisioterapeuta pode encontrar.

 

4. Avaliação neuromusculoesquelética inicial

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Avaliação neuromusculoesquelética inicial

John S. Halle

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Relacionar e discutir os propósitos básicos da avaliação inicial, conforme descritos neste capítulo.

Descrever como a avaliação inicial difere fundamentalmente de um algoritmo.

Discutir o papel potencial de um questionário preliminar na avaliação inicial.

Comparar e contrastar os elementos básicos da avaliação inicial com os “cinco elementos do atendimento do paciente/cliente” descritos no Guide to Physical Therapy Practice.6

Listar os cinco elementos da avaliação inicial apresentados neste capítulo e resumir as informações fundamentais que devem ser obtidas de cada uma dessas áreas focadas.

Descrever os elementos vitais de informação derivados de cada um dos itens a seguir que são parte da porção da história do paciente na avaliação: a. Idade b. Sexo c. Constituição étnica d. Morfologia e. História familiar f. História médica passada g. Medicamentos h. Mecanismo de lesão i. Comportamento da dor ao longo do dia j. Natureza da dor k. História de treinamento esportivo

 

5. Raciocínio clínico: uma abordagem de reabilitação musculoesquelética baseada em algoritmo

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Raciocínio clínico: uma abordagem de reabilitação musculoesquelética baseada em algoritmo

Barbara J. Hoogenboom e Michael L. Voight

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Descrever o processo de raciocínio clínico.

• Relacionar o raciocínio clínico à prestação de serviços de fisioterapia de qualidade, tanto em termos de diagnóstico quanto de seleção das intervenções.

• Perceber que a habilidade de raciocínio clínico está vinculada ao conhecimento e à experiência.

• Mostrar as diferenças entre o processo de decisão clínica de um fisioterapeuta experiente e de um novato.

• Relacionar a prática baseada em evidências com o raciocínio clínico.

• Descrever a abordagem de algoritmo no raciocínio clínico para escolha das intervenções.

• Usar amostras de algoritmos para examinar o raciocínio clínico em cada uma das quatro fases da reabilitação

(aguda, intermediária, avançada e de retorno à função).

 

6. Comprometimento decorrente de dor: tratamento da dor durante o processo de reabilitação

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Comprometimento decorrente de dor: tratamento da dor durante o processo de reabilitação

Craig R. Denegar e Phillip B. Donley

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Definir dor, seus tipos e efeitos positivos e negativos.

Discutir as várias técnicas de avaliação da dor.

Descrever as características dos receptores sensoriais.

Descrever como o sistema nervoso transmite informações sobre estímulos dolorosos.

Descrever um mecanismo neurofisiológico apropriado para controle da dor nas modalidades terapêuticas usadas por fisioterapeutas.

• Descrever como a percepção da dor pode ser modificada por fatores cognitivos.

COMPREENDENDO A DOR

A International Association for the Study of Pain define dor como “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano tecidual real ou potencial, ou descrita nos termos de tal dano”.22 A dor é uma sensação subjetiva com mais de uma dimensão e uma abundância de descritores de suas qualidades e características. Apesar de ser universal, a dor é composta de uma variedade de desconfortos humanos, não sendo uma entidade simples.21 A percepção da dor pode ser modificada de forma subjetiva por experiências passadas e expectativas. Muito daquilo que é feito para tratar a dor dos pacientes consiste em modificar sua percepção de dor.4

 

7. Padrões de postura e função comprometidos

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Padrões de postura e função comprometidos

Gray Cook e Kyle Kiesel

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Compreender a importância de identificar padrões de movimento disfuncionais.

• Compreender a diferença entre incapacidade, disfunção e comprometimento conforme a definição.

• Descrever por que é importante avaliar os padrões de movimento, tanto com carga quanto sem carga, e explicar como essa informação pode ser usada para guiar a intervenção.

• Discutir a relação entre as reações de equilíbrio automáticas e os padrões de movimento fundamentais de agachamento, avanço para a frente e inclinação anterior.

• Compreender a importância de provocar a dor durante o processo de exame e estar ciente de que a dor altera o controle motor.

• Usar a informação obtida na Avaliação Seletiva do Movimento Funcional (SFMA, na sigla em inglês) para selecionar os comprometimentos principais, a fim de avaliar e elaborar intervenções apropriadas para normalizar o movimento disfuncional.

 

8. Desempenho muscular comprometido: recuperação da força e resistência à fadiga muscular

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Desempenho muscular comprometido: recuperação da força e resistência

à fadiga muscular

William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Definir força muscular, resistência à fadiga e potência e discutir sua importância em um programa de reabilitação de lesões.

• Discutir a anatomia e a fisiologia do músculo esquelético.

• Discutir a fisiologia do desenvolvimento da força e os fatores que determinam a força.

• Descrever métodos específicos para melhorar a força muscular.

• Diferenciar entre força muscular e resistência muscular à fadiga.

• Discutir as diferenças entre homens e mulheres em termos de desenvolvimento de força.

Depois de qualquer lesão musculoesquelética, ocorre algum grau de comprometimento na força e resistência à fadiga do músculo. Para o fisioterapeuta que supervisiona um programa de reabilitação, a recuperação e, em muitos casos, a melhora dos níveis de força e resistência à fadiga são críticos para a alta e o retorno do paciente a um nível funcional após a lesão.

 

9. Resistência física comprometida: manutenção da capacidade aeróbica e da resistência física

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Resistência física comprometida: manutenção da capacidade aeróbica e da resistência física

Patrick Sells e William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Explicar as relações entre frequência cardíaca, volume sistólico, débito cardíaco e taxa de consumo de oxigênio.

• Descrever a função do coração, vasos sanguíneos e pulmões no transporte de oxigênio.

• Descrever o sistema de transporte de oxigênio e o conceito de taxa máxima de consumo de oxigênio.

• Descrever os princípios do treinamento contínuo e intervalado e o potencial de cada técnica para melhora da atividade aeróbica.

• Descrever a diferença entre atividade aeróbica e anaeróbica.

• Descrever os princípios de reversibilidade e destreinamento.

• Descrever as metas de limiar calórico associadas aos diferentes estágios da programação dos exercícios.

Embora força e flexibilidade costumem ser consideradas componentes essenciais de qualquer programa de reabilitação de lesões, em geral é dada relativamente pouca consideração à manutenção da capacidade aeróbica e resistência cardiorrespiratória. Quando ocorre uma lesão musculoesquelética, o paciente é forçado a diminuir a atividade física, e os níveis de resistência cardiorrespiratória podem diminuir rapidamente. Desse modo, o fisioterapeuta precisa elaborar ou substituir atividades alternativas que permitam que a pessoa mantenha os níveis existentes de capacidade aeróbica durante o período de reabilitação. Além disso, a importância de manter e melhorar a capacidade funcional está se tornando cada vez mais evidente, independentemente da lesão musculoesquelética. Pesquisas recentes têm mostrado uma redução no risco de doenças cardiovasculares associada à melhora nos níveis de capacidade aeróbica. Sandvik et al.42 relataram taxas de mortalidade de acordo com quatro faixas de preparo físico ao longo de um período de acompanhamento de 16 anos. O número de mortes na porção do estudo com menor preparo físico superou o número de mortes daqueles com melhor preparo físico, com uma margem de 61 mortes para 11 mortes decorrentes de causas cardiovasculares.42 Myers et al. estudaram 6.213 pessoas encaminhadas para teste na esteira ergométrica e concluíram que a capacidade de exercício é um previsor mais potente de mortalidade entre homens do que outros fatores de risco estabelecidos para doença cardiovascular.38

 

10. Mobilidade comprometida: restauração da amplitude de movimento e melhora da flexibilidade

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Mobilidade comprometida: restauração da amplitude de movimento e melhora da flexibilidade

William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Definir flexibilidade e descrever sua importância na reabilitação de lesões.

Identificar os fatores que limitam a flexibilidade.

Diferenciar entre amplitude de movimento ativo e passivo.

Explicar a diferença entre alongamento dinâmico, estático e com uso de facilitação neuromuscular proprioceptiva.

Discutir os princípios neurofisiológicos do alongamento.

Descrever os exercícios de alongamento que podem ser usados para melhorar a flexibilidade em articulações específicas do corpo.

Quando ocorre uma lesão, quase sempre há uma perda associada da habilidade de mover-se normalmente. A perda de mobilidade pode ser decorrente de dor, edema, defesa muscular ou espasmo; inatividade que ocasiona encurtamento do tecido conjuntivo e músculo; perda de controle neuromuscular; ou alguma combinação desses fatores. A restauração da amplitude de movimento normal após a lesão é uma das metas principais de qualquer programa de reabilitação.90 Desse modo, para recuperar a função normal, o fisioterapeuta precisa incluir, rotineiramente, exercícios elaborados para restaurar a amplitude de movimento normal.

 

11. Controle neuromuscular comprometido: treinamento neuromuscular reativo

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Controle neuromuscular comprometido: treinamento neuromuscular reativo

Michael L. Voight e Gray Cook

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Explicar por que o controle neuromuscular é importante no processo de reabilitação.

• Definir e discutir a importância da propriocepção no processo de controle neuromuscular.

• Definir e discutir os diferentes níveis de controle motor do sistema nervoso central (SNC) e as vias neurais responsáveis pela transmissão de informações aferentes e eferentes em cada nível.

• Definir e discutir os dois mecanismos motores envolvidos na interpretação das informações aferentes e na coordenação de uma resposta eferente.

• Desenvolver um programa de reabilitação usando várias técnicas de exercícios para controle neuromuscular.

O que é controle neuromuscular e por que ele é importante?

A meta básica na reabilitação é aumentar a habilidade de uma pessoa de se mover dentro do ambiente e realizar atividades da vida diária (AVD) específicas. A totalidade do processo de reabilitação deve focar a melhora do estado funcional do paciente.

 

12. Isocinética na reabilitação

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Isocinética na reabilitação

Kevin Robinson

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Descrever o conceito de resistência isocinética.

Identificar as vantagens e as desvantagens do exercício isocinético.

Descrever os parâmetros de teste associados ao teste isocinético e fazer escolhas fundamentadas.

Interpretar os dados utilizando uma variedade de métodos (comparação bilateral, torque para peso corporal, etc.).

Determinar quando e como os sistemas multiarticulares devem ser incorporados ao processo de reabilitação.

Aplicar princípios ao tratamento de um paciente com reconstrução de ligamento cruzado anterior, entorse lateral de tornozelo e instabilidade de ombro.

• Familiarizar-se com os avanços na apresentação dos dados isocinéticos.

Embora equipamentos com angulação constante tenham sido usados para determinar a função muscular por mais de 70 anos,44 Hislop e Perrin descreveram, pela primeira vez, o conceito de isocinética em 1967.17 O conceito isocinético é baseado no princípio de que a velocidade angular de um membro em movimento pode ser mantida constantemente, alterando-se a força gerada por um dispositivo que resista ao movimento pretendido.

 

13. Exercício pliométrico na reabilitação

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Exercício pliométrico na reabilitação

Michael L. Voight e Steven R. Tippett

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Descrever os mecanismos de controle mecânico, neurofisiológico e neuromuscular envolvidos no treinamento pliométrico.

• Discutir como a avaliação biomecânica, a estabilidade, o movimento dinâmico e a flexibilidade devem ser avaliados antes do início do programa pliométrico.

• Explicar como um programa pliométrico pode ser modificado alterando a intensidade, o volume, a frequência e a recuperação.

• Discutir como os exercícios pliométricos podem ser integrados em um programa de reabilitação.

O que é exercício pliométrico?

Em treinamento esportivo e reabilitação de lesões atléticas, o conceito de especificidade emergiu como um importante parâmetro na determinação da escolha adequada e da sequência de exercícios em um programa de treinamento. O movimento de salto é inerente a numerosas atividades esportivas, tais como basquete, vôlei, ginástica artística e dança aeróbica. Até a corrida

 

14. Exercícios em cadeia cinética aberta versus cadeia cinética fechada na reabilitação

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Exercícios em cadeia cinética aberta versus cadeia cinética fechada na reabilitação

William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Diferenciar entre os conceitos de cadeia cinética aberta e cadeia cinética fechada.

• Contrastar as vantagens e as desvantagens da utilização de exercícios em cadeia cinética fechada versus cadeia cinética aberta.

• Reconhecer como os exercícios em cadeia cinética fechada podem ser utilizados para recuperar o controle neuromuscular.

• Analisar a biomecânica do exercício em cadeia cinética fechada no membro inferior.

• Comparar como os exercícios em cadeia cinética fechada e aberta devem ser utilizados na reabilitação do membro inferior.

• Identificar os diversos exercícios em cadeia cinética fechada para o membro inferior.

• Examinar a biomecânica dos exercícios em cadeia cinética fechada no membro superior.

 

15. Técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptiva na reabilitação

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C A P Í T U L O

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Técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptiva na reabilitação

William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Explicar as bases neurofisiológicas das técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP).

Examinar a base lógica para o uso das técnicas.

Identificar os princípios básicos do uso de FNP na reabilitação.

Demonstrar as várias técnicas de fortalecimento e alongamento de FNP.

Descrever os padrões de FNP para os membros superior e inferior, para as partes superior e inferior do tronco e para o pescoço.

• Discutir o conceito da técnica de energia muscular e explicar como ela é similar à FNP.

A facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) é uma abordagem de exercício terapêutico baseada nos princípios da anatomia e da neurofisiologia humana funcional.9 Utiliza informação aferente proprioceptiva, cutânea e auditiva para produzir melhora funcional na informação eferente motora e pode ser um elemento vital no processo de reabilitação de várias condições e lesões.

 

16. Mobilização articular e técnicas de tração em reabilitação

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mobilização articular e técnicas de tração em reabilitação

William E. Prentice

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Diferenciar movimentos fisiológicos de acessórios.

Discutir artrocinemática articular.

Discutir como posições articulares específicas podem aumentar a eficácia de uma técnica de tratamento.

Discutir as técnicas básicas da mobilização articular.

Identificar os cinco graus de oscilação de Maitland.

Discutir as indicações e contraindicações para a mobilização.

Discutir o uso de vários graus de tração no tratamento da dor e da hipermobilidade articular.

Explicar por que as técnicas de tração e mobilização devem ser utilizadas simultaneamente.

Demonstrar técnicas específicas de mobilização e tração para diferentes articulações.

Após a lesão de uma articulação, quase sempre haverá alguma perda de mobilidade associada. A perda de movimento pode ser atribuída a um grande número de fatores patológicos, incluindo contratura do tecido conjuntivo inerte (p. ex., ligamentos e cápsula articular), resistência do tecido contrátil ou da unidade musculotendínea (p. ex., músculo, tendão e fáscia), perda da elasticidade, ou alguma combinação de fatores.7,8 Se não tratada, a articulação se tornará hipomóvel e, por fim, começará a apresentar sinais de degeneração.30

 

17. Recuperação da estabilidade postural e do equilíbrio

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C A P Í T U L O

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Recuperação da estabilidade postural e do equilíbrio

Kevin M. Guskiewicz

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

• Definir e explicar as regras das três modalidades sensoriais responsáveis pela manutenção do equilíbrio.

• Explicar como as estratégias de movimento ao longo da cadeia cinética fechada ajudam a manter o centro de gravidade em uma área estável e segura.

• Diferenciar a avaliação de equilíbrio subjetiva da objetiva.

• Diferenciar a avaliação de equilíbrio estática da dinâmica.

• Avaliar o efeito que uma lesão em tornozelo, joelho e cabeça tem sobre o equilíbrio e a estabilidade postural.

• Identificar os objetivos de cada fase do treinamento de equilíbrio e como fazer o paciente progredir por meio das diferentes fases.

• Estabelecer a diferença entre os exercícios de treinamento de equilíbrio estático, semidinâmico e dinâmico.

Embora a manutenção do equilíbrio em pé possa parecer uma tarefa motora simples para indivíduos normais, esta façanha não pode ser tida como certa em pacientes com disfunções musculoesqueléticas. Fraqueza muscular, déficit proprioceptivo e de amplitude de movimento (ADM) podem comprometer a capacidade do indivíduo de manter o centro de gravidade (CG) dentro da base de suporte do corpo, ou, em outras palavras, levá-lo a perder o equilíbrio. O equilíbrio é o mais importante elemento que direciona as estratégias de movimento dentro de uma cadeia cinética fechada. A aquisição de estratégias efetivas para manter o equilíbrio é, portanto, essencial para o desempenho, especialmente do atleta. Embora seja frequentemente visto como um processo estático, o equilíbrio realmente é um processo dinâmico altamente integrativo que envolve múltiplas vias neurológicas. Apesar de equilíbrio ser o termo mais comumente usado, equilíbrio postural é um termo mais amplo que envolve o alinhamento dos segmentos articulares no sentido de manter o CG dentro de uma amplitude ótima dos limites máximos de estabilidade, os quais serão discutidos posteriormente.

 

18. Treinamento de estabilização do core em reabilitação

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Treinamento de estabilização do core em reabilitação

Barbara J. Hoogenboom e Jolene L. Bennett

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Descrever a abordagem funcional para a reabilitação em cadeia cinética.

Definir o conceito de core.

Discutir as relações anatômicas entre os componentes musculares e o core.

Explicar como as ações dos músculos do core mantêm o alinhamento postural e o equilíbrio postural dinâmico durante as atividades funcionais.

Descrever os procedimentos para avaliação do core.

Discutir a justificativa para treinamento de estabilização da musculatura do core e relacionar com a execução funcional eficiente das atividades.

Discutir os protocolos para treinamento de estabilização da musculatura do core.

Identificar os exercícios apropriados para treinamento de estabilização da musculatura do core e suas progressões.

 

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