Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação

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A Série Enfermagem busca facilitar o acesso ao conteúdo do programa de formação do enfermeiro, incorporando práticas pedagógicas compatíveis com os recursos de saúde e educação. Para isso, foram convidados professores e profissionais com experiência nas áreas de educação, assistência e pesquisa para abordar os processos específicos do cuidar em enfermagem. Ao investir dessa maneira na divulgação dos conhecimentos da prática da enfermagem, esta série certamente produzirá um grande salto qualitativo no cenário da saúde. Esta segunda edição do livro Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação destaca aspectos assistenciais do ser humano em um dos momentos mais críticos do processo saúde-doença: o procedimento anestésico-cirúrgico. Aborda, de maneira clara e objetiva, temas como: recursos físicos, humanos, materiais, equipamentos e, essencialmente, a assistência de enfermagem prestada no período perioperatório. Espera-se que esta obra contribua para aprofundar os conhecimentos específicos nas áreas de Centro Cirúrgico e Recuperação Pós-Anestésica, envolvidos nas esferas de assistência, ensino e pesquisa.

19 capítulos

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1. Inserção do Centro Cirúrgico no contexto hospitalar

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1

Inserção do Centro Cirúrgico no contexto hospitalar

Rachel de Carvalho

Márcia Wanderley de Moraes

PONTOS A APRENDER

1. Definir Centro Cirúrgico (CC).

2. Reconhecer os aspectos históricos dos procedimentos anestésico-cirúrgicos.

3. Descrever as finalidades, os objetivos e as metas do CC.

4. Definir os períodos pré, trans e pós-operatório, que estão inseridos no período perioperatório.

5. Descrever as fases da assistência perioperatória.

6. Conceituar e exemplificar as áreas do CC.

7. Identificar os tipos de cirurgias, classificadas quanto ao momento operatório, à finalidade do procedimento, ao risco cardiológico, à duração e ao potencial de contaminação.

8. Reconhecer a inserção do CC ambulatorial no contexto da saúde.

PALAVRAS-CHAVE

Centro cirúrgico hospitalar; centros de cirurgia; assistência perioperatória; cuidados de enfermagem.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Aspectos históricos. Unidade de Centro Cirúrgico.

 

2. Planejamento físico do Centro Cirúrgico

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Planejamento físico do Centro Cirúrgico

Estela Regina Ferraz Bianchi

Ruth Natalia Teresa Turrini

Dulcilene Pereira Jardim

PONTOS A APRENDER

1. Descrever a legislação pertinente para o planejamento de um Centro

Cirúrgico (CC).

2. Citar os componentes essenciais do CC e a função de cada um deles.

3. Relacionar os requisitos para o acabamento dos elementos que compõem a estrutura física de um CC.

4. Descrever aspectos da bioengenharia do CC.

5. Reconhecer o papel do enfermeiro no planejamento de um CC e necessidade da correta utilização desse ambiente para o sucesso do procedimento anestésico-cirúrgico.

PALAVRAS-CHAVE

Centro cirúrgico hospitalar; enfermagem; cirurgia; planejamento hospitalar.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Configuração do Centro Cirúrgico. Componentes do Centro Cirúrgico. Características arquitetônicas. Bioengenharia.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

 

3. Modelos de assistência de enfermagem perioperatória

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Modelos de assistência de enfermagem perioperatória

Estela Regina Ferraz Bianchi

Rita Catalina Aquino Caregnato

Rita de Cássia Burgos de Oliveira

PONTOS A APRENDER

1. Definir a importância do modelo de assistência para a enfermagem perioperatória.

2. Descrever as etapas da elaboração de um modelo de assistência.

3. Citar os modelos de assistência existentes na enfermagem perioperatória.

4. Discutir o papel do enfermeiro na implementação de um modelo de assistência perioperatória.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem perioperatória; cuidados de enfermagem; modelos teóricos; modelos de enfermagem.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Componentes de um modelo de assistência.

Modelos de assistência de enfermagem perioperatória. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

RESUMO

A assistência de enfermagem perioperatória é considerada vital para a realização e o sucesso de um ato anestésico-cirúrgico, tanto com relação às necessidades e expectativas do paciente e da família como com relação à equipe de saúde.

 

4. Recursos humanos em Centro Cirúrgico

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Recursos humanos em Centro Cirúrgico

Rachel de Carvalho

Raquel Machado Cavalca Coutinho

Ana Lucia Siqueira Costa

PONTOS A APRENDER

1. Descrever os recursos humanos que atuam no Centro Cirúrgico (CC).

2. Enumerar as atribuições dos profissionais de saúde que atuam no CC: cirurgiões, anestesiologistas, auxiliar de anestesia, instrumentador, auxiliar administrativo.

3. Destacar as atividades do enfermeiro coordenador e do enfermeiro assistencial que atuam no CC.

4. Reconhecer as atribuições do técnico e/ou do auxiliar de enfermagem atuando como circulante de sala.

5. Discutir os aspectos referentes ao dimensionamento de pessoal e à capacitação da equipe cirúrgica.

PALAVRAS-CHAVE

Recursos humanos; equipe de assistência ao paciente; equipe de enfermagem; enfermagem de centro cirúrgico.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Atribuições dos profissionais que atuam no Centro

Cirúrgico. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

 

5. Gestão de enfermagem em Centro Cirúrgico

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Gestão de enfermagem em Centro Cirúrgico

Regiane Baptista Martins Porfírio

Maria do Carmo Querido Avelar

Rachel de Carvalho

Estela Regina Ferraz Bianchi

Sarah Munhoz

Márcia Galluci Pinter

PONTOS A APRENDER

1. Descrever os fatores-chave do perfil profissional do enfermeiro de

Centro Cirúrgico (CC).

2. Compreender o uso de ferramentas administrativas na gestão da unidade de CC.

3. Reconhecer aspectos da gestão do enfermeiro de CC, em relação a liderança, mudança, trabalho sob pressão, conflito e negociação.

4. Identificar os princípios norteadores da elaboração do regimento e dos principais manuais de enfermagem.

5. Citar as áreas de atuação do enfermeiro de CC.

6. Discorrer sobre a importância do papel do enfermeiro no Bloco

Cirúrgico.

7. Reconhecer as perspectivas da atuação do enfermeiro no CC.

8. Entender os fatores que interferem no dimensionamento de pessoal em

 

6. Precauções para controle e prevenção da infecção no Centro Cirúrgico e limpeza do ambiente

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Precauções para controle e prevenção da infecção no Centro Cirúrgico e limpeza do ambiente

Kazuko Uchikawa Graziano

Rita Catalina Aquino Caregnato

Rúbia Aparecida Lacerda

PONTOS A APRENDER

1. Conhecer as recomendações das precauções-padrão e das precauções baseadas na transmissão.

2. Implementar criticamente as recomendações das precauções para o controle das infecções relacionadas às práticas de assistência à saúde.

3. Conhecer aspectos relacionados à implementação das precauções-padrão na proteção do paciente e do profissional.

4. Reconhecer a tomada de decisões relacionadas ao controle da contaminação ambiental de uma unidade de Centro Cirúrgico (CC).

5. Estabelecer regras a serem observadas na limpeza do ambiente da unidade de CC.

PALAVRAS-CHAVE

Centro cirúrgico hospitalar; centros de cirurgia; precauções universais; contaminação ambiental; salas de cirurgia.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Precauções-padrão. Precauções baseadas na transmissão. Limitações das precauções-padrão no controle das infecções de sítio cirúrgico. Limpeza da sala de operações e do Centro Cirúrgico.

 

7. Terminologia cirúrgica

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7

Terminologia cirúrgica

Rachel de Carvalho

PONTOS A APRENDER

1.

2.

3.

4.

5.

Definir terminologia cirúrgica.

Reconhecer a importância do uso da terminologia cirúrgica apropriada.

Citar os objetivos da utilização de terminologia cirúrgica adequada.

Conhecer o significado dos prefixos e dos sufixos para a cirurgia.

Identificar os procedimentos cirúrgicos com terminologia adequada.

PALAVRAS-CHAVE

Terminologia; cirurgia geral.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Objetivos da terminologia cirúrgica. Prefixos e sufixos cirúrgicos. Termos cirúrgicos: cirurgias, procedimentos e exames.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

RESUMO

Terminologia cirúrgica é o conjunto de termos que expressam o segmento corpóreo afetado e a intervenção realizada para tratar a afecção. A utilização de uma terminologia apropriada fornece definição de termos cirúrgicos, descreve os tipos de cirurgias e facilita o preparo de instrumentais e equipamentos para cada tipo de procedimento cirúrgico. Neste capítulo, são apresentados, por meio de quadros, os significados dos prefixos e dos sufixos em cirurgia, com destaque aos procedimentos e exames com os sufixos: -ectomia, -tomia,

 

8. Assistência de enfermagem no período transoperatório

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8

Assistência de enfermagem no período transoperatório

Dulcilene Pereira Jardim

Raquel Machado Cavalca Coutinho

Estela Regina Ferraz Bianchi

Ana Lucia Siqueira Costa

Maria de Fátima Fernandes Vattimo

PONTOS A APRENDER

1. Refletir sobre a importância da atuação do enfermeiro para a eficácia do procedimento anestésico-cirúrgico.

2. Descrever a assistência de enfermagem no período transoperatório.

3. Identificar as atividades do enfermeiro e de sua equipe, antes, durante e após o procedimento anestésico-cirúrgico.

4. Ressaltar a importância da realização do checklist cirúrgico antes da indução anestésica, antes da incisão da pele e antes da saída do paciente da sala de cirurgia, com vistas à segurança do paciente.

PALAVRAS-CHAVE

Assistência de enfermagem; centro cirúrgico hospitalar; perioperatório; transoperatório; segurança do paciente.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Assistência de enfermagem antes do procedimento anestésico-cirúrgico. Assistência de enfermagem durante o procedimento anestésico-cirúrgico. Assistência de enfermagem após o procedimento anestésico-cirúrgico. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

 

9. Posicionamento do paciente para o procedimento anestésico-cirúrgico

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Posicionamento do paciente para o procedimento anestésico-cirúrgico

Cleidileno Teixeira Silveira

Regiane Teixeira Silveira

Laura de Azevedo Guido

Rita de Cássia Burgos de Oliveira

PONTOS A APRENDER

1. Evidenciar e discutir a importância da assistência de enfermagem no posicionamento cirúrgico.

2. Citar os recursos de proteção das estruturas anatômicas do paciente e suas funções.

3. Reconhecer as diversas posições cirúrgicas.

4. Discutir o papel do enfermeiro no período perioperatório na prevenção de eventos adversos relacionados ao posicionamento cirúrgico.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem perioperatória; cuidados de enfermagem; posicionamento do paciente; equipamentos de proteção; segurança do paciente.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Assistência de enfermagem no posicionamento cirúrgico. Recursos de proteção para auxiliar no posicionamento do paciente. Posições para procedimentos anestésico-cirúrgicos. Cuidados com o posicionamento do paciente ao final do procedimento anestésico-cirúrgico. Eventos adversos relacionados ao posicionamento cirúrgico.

 

10. Tipos e riscos anestésicos

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10

Tipos e riscos anestésicos

Luzia Elaine Galdeano

Aparecida de Cassia Giani Peniche

Rachel de Carvalho

PONTOS A APRENDER

1. Descrever as atividades desenvolvidas pelo enfermeiro durante o procedimento anestésico.

2. Descrever a assistência prestada ao paciente anestesiado.

3. Definir os diferentes tipos de anestesia geral e identificar suas fases.

4. Descrever os agentes anestésicos utilizados nos diversos tipos de anestesia geral.

5. Descrever as possíveis complicações relacionadas à anestesia geral.

6. Definir anestesia regional e identificar os diferentes tipos.

7. Descrever as complicações relacionadas à anestesia regional.

8. Definir anestesia local.

9. Identificar os tipos de anestesia local.

PALAVRAS-CHAVE

Anestesia; anestesia geral; raquianestesia; anestesia epidural; anestesia local; complicações intraoperatórias; cuidados de enfermagem.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução: conceito e histórico. Anestesia: aspectos gerais. Anestesia geral. Anestesia regional. Anestesia local. Sedação.

 

11. Tempos cirúrgicos, tipos de sutura, eletrocirurgia e laser

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Tempos cirúrgicos, tipos de sutura, eletrocirurgia e laser

Ruth Natalia Teresa Turrini

Cristina Silva Sousa

Rita de Cássia Burgos de Oliveira

PONTOS A APRENDER

1. Conhecer os tempos cirúrgicos fundamentais: diérese, hemostasia, exérese e síntese.

2. Descrever os principais tipos de hemostasia, exérese, síntese, eletrocirurgia e laser.

3. Reconhecer os tipos de eletrocirurgia (monopolar, bipolar, ultrassom e argônio) e de laser.

4. Relacionar os tempos cirúrgicos com tipos de hemostasia, síntese, eletrocirurgia e laser.

5. Discorrer sobre os cuidados prestados por ocasião da utilização da unidade de eletrocirurgia (monopolar, bipolar, ultrassom e argônio) e do laser.

PALAVRAS-CHAVE

Tempo/cirurgia; hemostasia cirúrgica; suturas; eletrocirurgia; lasers.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Tempos cirúrgicos. Eletrocirurgia. Laser.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

 

12. Aspectos organizacionais da Sala de Recuperação Pós-Anestésica

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12

Aspectos organizacionais da Sala de

Recuperação Pós-Anestésica

Aparecida de Cassia Giani Peniche

Dulcilene Pereira Jardim

Rita de Cássia Burgos de Oliveira

PONTOS A APRENDER

1. Conceituar Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA).

2. Descrever os componentes do planejamento físico da SRPA.

3. Conhecer os materiais e os equipamentos indispensáveis para o adequado funcionamento da SRPA.

4. Identificar os recursos humanos e o papel do enfermeiro na recuperação anestésica.

5. Compreender o perfil e o tempo de permanência de pacientes em leitos de retaguarda na SRPA.

6. Discutir as principais dificuldades na assistência de enfermagem ao paciente crítico e não crítico em leito de retaguarda na recuperação anestésica.

PALAVRAS-CHAVE

Recuperação pós-anestésica; recursos humanos; planejamento físico; materiais; equipamentos.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Planejamento físico. Materiais e equipamentos.

 

13. Assistência de enfermagem na Recuperação Pós-Anestésica

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13

Assistência de enfermagem na Recuperação Pós-Anestésica

Lídia Aparecida Rossi

Carina Aparecida Marosti Dessotte

Daniele Alcalá Pompeo

Luzia Elaine Galdeano

Aparecida de Cassia Giani Peniche

PONTOS A APRENDER

1. Definir período pós-operatório imediato (POI).

2. Identificar os objetivos da sala de recuperação pós-anestésica (SRPA).

3. Descrever as atividades desenvolvidas no preparo da unidade para o recebimento do paciente na SRPA.

4. Descrever as ações do enfermeiro na admissão do paciente na SRPA.

5. Descrever os principais diagnósticos de enfermagem para o paciente em POI.

6. Descrever as intervenções de enfermagem, de acordo com cada sistema, para o paciente em POI.

PALAVRAS-CHAVE

Sala de recuperação; período de recuperação da anestesia; cuidados pós-operatórios; complicações pós-operatórias.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Período pós-operatório imediato. Recuperação pós-anestésica. Assistência de enfermagem ao paciente no período pós-operatório imediato. Complicações mais frequentes no período pós-operatório imediato e intervenções de enfermagem. Alta da recuperação pós-anestésica. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

 

14. Repercussões do trauma anestésico-cirúrgico

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14

Repercussões do trauma anestésico-cirúrgico

Estela Regina Ferraz Bianchi

Ana Lucia Siqueira Costa

PONTOS A APRENDER

1. Definir estresse e reconhecer as fases da Síndrome da Adaptação

Geral (SAG).

2. Descrever as repercussões orgânicas observadas no paciente cirúrgico.

3. Citar as repercussões comportamentais a serem reconhecidas na avaliação do paciente cirúrgico.

4. Definir coping e os grupos de estratégias de enfrentamento.

5. Discutir o papel do enfermeiro na prestação da assistência ao paciente com repercussões do trauma anestésico-cirúrgico.

PALAVRAS-CHAVE

6. Assistência perioperatória; anestesia; cirurgia geral; ansiedade; transtornos de estresse pós-traumáticos.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Estresse e manifestações orgânicas e comportamentais. Estresse e suas implicações em diversos sistemas orgânicos. Estresse e coping. Avaliação realizada pelo enfermeiro de Centro Cirúrgico. Considerações finais. Propostas para estudo.

 

15. Assistência humanizada e tecnologia no Bloco Cirúrgico

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15

Assistência humanizada e tecnologia no Bloco Cirúrgico

Rachel de Carvalho

Maria de Fatima Corrêa Paula

Márcia Wanderley de Moraes

PONTOS A APRENDER

1. Definir tecnologia.

2. Definir humanização.

3. Correlacionar tecnologia e humanização na assistência ao paciente cirúrgico.

4. Discutir os aspectos tecnológicos e humanísticos relevantes para a atuação do enfermeiro.

5. Reconhecer os objetivos e as finalidades do Programa Nacional de

Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH).

6. Enumerar as estratégias para humanizar a assistência prestada no

Bloco Cirúrgico.

PALAVRAS-CHAVE

Cirurgia geral; humanização da assistência; tecnologia; relações enfermeiro-paciente.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Evolução tecnológica na área da saúde.

Humanização da assistência de enfermagem. Humanizando a assistência prestada com tecnologia ao paciente cirúrgico. Considerações finais.

 

16. Riscos físicos e químicos do trabalho no Bloco Cirúrgico

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16

Riscos físicos e químicos do trabalho no Bloco

Cirúrgico

Maria Belén Salazar Posso

Vânia Maria de Araújo Giaretta

Ana Lúcia Gargione Galvão de Sant’anna

PONTOS A APRENDER

1. Definir risco, acidente de trabalho e doença ocupacional.

2. Citar os riscos ambientais em Centro Cirúrgico (CC).

3. Enumerar os riscos físicos que podem estar presentes no Bloco

Cirúrgico (BC).

4. Enumerar os riscos químicos que podem estar presentes no BC.

5. Identificar as condições de segurança físico-química do ambiente cirúrgico.

6. Identificar e reconhecer as formas de prevenção dos riscos físico-químicos no CC e, especificamente, na Sala de Operações (SO).

PALAVRAS-CHAVE

Centro Cirúrgico hospitalar; risco ocupacional; risco de equipamentos; riscos químicos.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Definições. Tipos de riscos físico-funcionais no

Centro Cirúrgico. Riscos físicos. Riscos químicos. Considerações finais.

 

17. Riscos ergonômicos e psicossociais em Centro Cirúrgico

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17

Riscos ergonômicos e psicossociais em Centro Cirúrgico

Jeane Aparecida Gonzalez Bronzatti

Estela Regina Ferraz Bianchi

PONTOS A APRENDER

1. Definir ergonomia.

2. Discutir as condições de trabalho, quanto à ergonomia, no Centro

Cirúrgico (CC).

3. Reconhecer os riscos ergonômicos presentes no CC e na

Recuperação Pós-Anestésica (RPA).

4. Relatar os estressores vividos pelo enfermeiro de CC.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem de Centro Cirúrgico; estresse; ergonomia; trabalho.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Riscos ergonômicos. Estresse do enfermeiro de CC.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

RESUMO

O trabalho do enfermeiro em Centro Cirúrgico (CC) requer conhecimento científico e também a análise de sua condição de trabalho. A sobrecarga física e emocional pode afetar o desempenho do profissional na coordenação do processo de cuidar e da gerência da unidade. A discussão dos riscos ergonômicos e emocionais faz parte da competência do enfermeiro em prol de recursos para a prestação da assistência e da funcionalidade da unidade, proporcionando um ambiente de trabalho adequado para a atuação da equipe de enfermagem.

 

18. Ética e legislação na práxis da enfermagem no Bloco Cirúrgico

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18

Ética e legislação na práxis da enfermagem no Bloco Cirúrgico

Regiane Baptista Martins Porfírio

Paulo Cobellis Gomes

Rachel de Carvalho

PONTOS A APRENDER

1. Relacionar os aspectos éticos e legais do exercício profissional da enfermagem no Bloco Cirúrgico.

2. Definir imprudência, imperícia, negligência e omissão.

3. Correlacionar as responsabilidades civil, criminal e ético-legal na prática da enfermagem perioperatória.

4. Discutir os cuidados de enfermagem prestados ao paciente cirúrgico livre de riscos decorrentes da má prática profissional.

5. Verificar a importância da necessidade de um envolvimento humanizado junto ao paciente nos diferentes ambientes do Bloco Cirúrgico.

6. Discutir a inserção da bioética na prática da enfermagem perioperatória.

PALAVRAS-CHAVE

Centro Cirúrgico hospitalar; código de ética de enfermagem; ética; enfermagem; legislação profissional.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Exercício da enfermagem no Bloco Cirúrgico.

 

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