Enfermagem psiquiátrica em suas dimensões assistenciais 2a ed.

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A Série Enfermagem busca facilitar o acesso ao conteúdo do programa de formação do enfermeiro, incorporando práticas pedagógicas compatíveis com os recursos de saúde e de educação. Para isso, foram convidados professores e profissionais com experiência nas áreas de educação, assistência e pesquisa para ensinar os processos específicos do cuidar em enfermagem. Ao investir dessa maneira na divulgação dos conhecimentos da prática da enfermagem, esta série certamente produzirá um grande salto qualitativo no cenário da saúde. A abordagem proposta neste livro respeita a interdisciplinaridade no atendimento às diversas dimensões do ser humano, onde ele estiver sendo atendido, considerando não só sua pessoa mas seus familiares, os profissionais envolvidos e a comunidade. O objetivo é oferecer um caminhar mais digno no cuidado do paciente com transtorno mental, da prevenção à reintegração social. Não se pode deixar de mencionar, embora com ousadia, a esperança de que o conteúdo deste livro possa contribuir para o desempenho de nossos colegas que atuam nos mais diferentes locais do Brasil, considerando também sua teia social e cultural.

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1. Teoria interpessoal de Peplau

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1

Teoria interpessoal de Peplau

Evalda Cançado Arantes

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Discorrer sobre a pioneira do desenvolvimento de teorias de enfermagem.

2. Evidenciar contexto, conteúdo e processo da teoria interpessoal de

Peplau.

3. Apresentar as fases da aplicação da teoria interpessoal de Peplau.

4. Descrever o papel do enfermeiro psiquiátrico segundo a teoria interpessoal de Peplau.

5. Discorrer sobre as principais contribuições da teoria interpessoal de

Peplau para o desenvolvimento da enfermagem.

PALAVRAS-CHAVE

Teorias de enfermagem, teoria interpessoal de Peplau, papel do enfermeiro psiquiátrico, relacionamento enfermeiro-paciente, enfermagem psiquiátrica, saúde mental.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

A teorista Hildegard E. Peplau. Teoria interpessoal de Peplau. Assertivas básicas. Conceitos básicos. Componentes centrais da teoria interpessoal de Peplau. Métodos para estudar enfermagem como processo interpessoal. Modificações na teoria de Peplau. Considerações finais.

 

2. Dimensões ético-legais na assistência de enfermagem em saúde mental, psiquiátrica e forense

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2

Dimensões ético-legais na assistência de enfermagem em saúde mental, psiquiátrica e forense

Taka Oguisso

Maguida Costa Stefanelli

PONTOS A APRENDER

1. Citar os princípios básicos da Organização Mundial da Saúde para a elaboração da legislação sobre saúde mental, a fim de proteger os direitos das pessoas acometidas por transtornos mentais.

2. Identificar as ações desencadeadas pelo Conselho Internacional de

Enfermeiros em relação à saúde mental e à enfermagem psiquiátrica.

3. Comentar as formas pelas quais um profissional de enfermagem pode ser envolvido em questões de responsabilidade penal ou criminal.

4. Enumerar e explicar os tipos de internação psiquiátrica no Brasil.

5. Discorrer sobre as implicações éticas e legais nas ações de enfermagem.

6. Descrever a importância dos registros de enfermagem no prontuário do paciente e quais podem ser as consequências em caso de sua omissão.

7. Definir e especificar o campo de atuação da enfermagem forense como especialidade com suas subespecialidades.

 

3. Evolução histórica da enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

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3

Evolução histórica da enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

Evalda Cançado Arantes

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Descrever dados da evolução histórica da enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

2. Situar a enfermagem em saúde mental e psiquiátrica em diferentes

épocas.

3. Identificar a complementaridade dos serviços do continuum da assistência na área da saúde mental.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica, história, evolução.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Antes de Florence Nightingale até 1880. Criação das escolas de enfermagem (1880-1930). Influências mundiais, leis e escolas (19301960). Da modernidade à contemporaneidade. Década do cérebro

(1990). Movimento que redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Continuum da assistência em saúde mental. Considerações finais.

Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

 

4. Papel do enfermeiro na enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

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4

Papel do enfermeiro na enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

Maguida Costa Stefanelli

Evalda Cançado Arantes

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Descrever a evolução do papel do enfermeiro na enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

2. Discutir os fatores que exercem influência na definição do papel do enfermeiro.

3. Refletir sobre os desafios atuais e futuros no papel do enfermeiro na enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica, papel do enfermeiro, legislação.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Fatores que afetam o desempenho do enfermeiro.

Qualificação profissional. Legislação. Funções que compõem o papel do enfermeiro. Prevenção primária. Prevenção secundária. Prevenção terciária e reabillitação social. Considerações finais. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

O papel do enfermeiro na enfermagem em saúde mental e psiquiátrica apresentou evolução lenta pois, até 1946, era totalmente voltado para o cuidado relacionado às terapias somáticas existentes e para a satisfação de necessidades elementares. Passou a receber mais atenção, com a aprovação da Lei

 

5. Serviços de atendimento em saúde mental e psiquiatria

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5

Serviços de atendimento em saúde mental e psiquiatria

Rita de Cássia Chamma

Maguida Costa Stefanelli

Evalda Cançado Arantes

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1.

2.

3.

4.

Discorrer sobre os diversos tipos de serviços de saúde mental.

Conhecer os diferentes serviços de saúde mental.

Descrever os serviços de saúde mental existentes.

Comparar a assistência observada nos diferentes serviços de saúde mental.

PALAVRAS-CHAVE

Serviços de saúde mental, enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica, saúde mental.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Serviços Residenciais Terapêuticos. Centro de Atenção

Psicossocial. Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Outras Drogas.

Centro de Atenção Psicossocial Infantil. Internação hospitalar (hospital geral e hospital especializado). Comunidades terapêuticas. Grupos de ajuda mútua. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

 

6. Correntes psiquiátricas e tratamento dos distúrbios mentais

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6

Correntes psiquiátricas e tratamento dos distúrbios mentais

Jorge Wolnhey Ferreira Amaro

PON­TOS A APREN­DER

1. Reconhecer as diversas correntes psiquiátricas.

2. Identificar os diferentes tratamentos psiquiátricos.

PALAVRAS-CHAVE

Evolução histórica, psicanálise, tratamentos biológicos, neurolinguística, análise transacional, psicodrama, terapia cognitivo-comportamental.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Antiguidade e pensamento mágico. Séculos XVII a XIX. Séculos

XIX e XX – grandes descobertas. Psicanálise. Grandes guerras mundiais.

Psicopatologia objetiva e subjetiva. Psicoterapia. Psicopatologias e bases neurofisiológicas. Psicanálise e terapia comportamental. Terapia cognitivo-comportamental. Psicoterapia por programação neurolinguística. Análise transacional. Psicodrama. Considerações finais. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

A tentativa de explicar os distúrbios mentais e, por consequência, o seu método de tratamento, oscilou desde a Antiguidade até o período contemporâneo sob três tendências: a tentativa de explicar as doenças da mente em termos físicos, isto é, o método orgânico; a tentativa de encontrar explicações psicológicas e sociais; e a tentativa de lidar com o desconhecido por meio de explicações sobrenaturais.

 

7. Avanços do conhecimento em saúde mental e psiquiatria

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Avanços do conhecimento em saúde mental e psiquiatria

Quirino Cordeiro

Alexandra Martini de Oliveira

Homero Vallada

PONTOS A APRENDER

1. Avanços do conhecimento em psiquiatria e saúde mental nas áreas de neurociência, epidemiologia e terapêutica.

2. Estimular o enfermeiro a acompanhar os avanços do conhecimento.

3. Capacitar o enfermeiro a integrar o conhecimento à sua prática em face da multidimensionalidade da etiologia das doenças mentais.

PALAVRAS-CHAVE

Saúde mental, psiquiatria, neurociência, epidemiologia, farmacogenética, neuroimagem, ressonância magnética, psicofarmacologia, estimulação magnética transcraniana.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Avanços em neurociências. Avanços epidemiológicos. Avanços terapêuticos. Neuromodulação. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, o conhecimento em saúde mental sofreu um grande avanço. Este capítulo aborda os principais resultados de pesquisas nas áreas de neurociências, epidemiologia e terapêutica.

 

8. Funções psíquicas – psicopatologia

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Funções psíquicas – psicopatologia

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Maguida Costa Stefanelli

Renato Teodoro Ramos

PON­TOS A APREN­DER

1. Apresentar uma visão global da terminologia utilizada em psicopatologia descritiva.

2. Oferecer subsídio para a identificação de manifestações patológicas, segundo as diferentes funções psíquicas.

3. Oferecer elementos para a compreensão das manifestações de comportamento do paciente.

PALAVRAS-CHAVE

Funções psíquicas, psicopatologia.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Consciência. Atenção. Orientação. Memória. Sensopercepção.

Pensamento. Impulsividade. Afetividade e emotividade. Atividade. Vontade.

Sono. Inteligência. Julgamento e raciocínio. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

O ser humano se distingue de outros seres vivos por possuir linguagem articulada, atividade psíquica identificável e capacidade de raciocínio desenvolvida. Além disso, tais capacidades se desenvolvem em dimensões biológicas, psicológicas, sociais, culturais, espirituais e intelectuais sendo altamente integradas entre si. No curso de sua vida, todo indivíduo experimenta emoções, sentimentos, percepções, pensamentos, recordações, desejos e impulsos, de forma integrada, como resultado de suas funções psíquicas. A vivência desses fenômenos é parte do viver saudável do ser humano.

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9. Padrões de assistência de enfermagem e o processo de enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

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9

Padrões de assistência de enfermagem e o processo de enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Evalda Cançado Arantes

PONTOS A APRENDER

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

Conceituar os padrões de assistência de enfermagem.

Refletir sobre a importância dos padrões de cuidado de enfermagem.

Conceituar o processo de enfermagem.

Discorrer sobre as etapas do processo e as ações relacionadas a cada uma delas.

Refletir sobre a importância do diagnóstico de enfermagem.

Implementar as etapas do processo, de acordo com o nível de formação.

Descrever as ações específicas realizadas em cada etapa.

Avaliar a utilização do processo de enfermagem no cuidado à pessoa com transtorno mental ou na promoção de sua saúde.

Identificar os padrões de desempenho profissional.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem em saúde mental e psiquiátrica, padrões de assistência de enfermagem, processo de enfermagem.

 

10. Psicofarmacologia

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Psicofarmacologia

Clarice Gorenstein

Monica L. Zilberman

Elaine D. Henna

PONTOS A APRENDER

1. Estado da arte em psicofarmacologia.

2. Terminologia atual e avanços do conhecimento sobre psicofarmacologia.

3. Assistência de enfermagem em pacientes submetidos a tratamento por drogas psicotrópicas.

PALAVRAS-CHAVE

Psicofármacos, hipnóticos e ansiolíticos, antidepressivos, estabilizadores do humor, antipsicóticos, fitoterápicos.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Aspectos gerais. Hipnóticos e ansiolíticos. Antidepressivos.

Estabilizadores do humor. Antipsicóticos. Fitoterápicos. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

O tratamento psicofarmacológico vem se tornando, cada vez mais, um componente crucial do atendimento psiquiátrico. Os profissionais que atuam em enfermagem psiquiátrica desempenham papel relevante no cuidado dos pacientes que necessitam desse tipo de tratamento. Além disso, como o arsenal terapêutico se multiplicou na última década, tornou-se ainda mais necessário o conhecimento sobre os conceitos básicos de psicofarmacologia e a administração dos principais medicamentos utilizados. O objetivo deste capítulo é revisar

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11. Anticonvulsivantes eficazes no tratamento do transtorno bipolar

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Anticonvulsivantes eficazes no tratamento do transtorno bipolar

Ricardo Alberto Moreno

Diego Freitas Tavares

Doris Hupfeld Moreno

PONTOS A APRENDER

1. Discorrer sobre o uso de anticonvulsivantes no tratamento do transtorno bipolar.

2. Familiarizar o leitor com a terminologia atual e os avanços do conhecimento sobre anticonvulsivantes.

3. Descrever a importância do conhecimento sobre anticonvulsivantes para a assistência de enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

PALAVRAS-CHAVE

Transtorno bipolar, anticonvulsivantes, carbamazepina, oxcarbazepina,

ácido valproico, lamotrigina, gabapentina, topiramato.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Os anticonvulsivantes no transtorno bipolar. Tratamento da fase aguda. Tratamento de manutenção. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

O transtorno bipolar (TB) é um dos quadros nosológicos mais consistentes ao longo da história da medicina, pelo menos para suas formas típicas (TB I).

 

12. Assistência de enfermagem à pessoa submetida à psicofarmacoterapia

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12

Assistência de enfermagem à pessoa submetida à psicofarmacoterapia

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Maguida Costa Stefanelli

PONTOS A APRENDER

1. Discorrer sucintamente sobre a evolução histórica dos tratamentos em psiquiatria.

2. Analisar a relação entre a descoberta dos psicofármacos e o papel do enfermeiro.

3. Discorrer sobre as ações de enfermagem em relação aos diferentes tipos de fármaco.

4. Descrever a orientação aos pacientes e familiares em tratamento com psicofármacos.

5. Discorrer sobre a importância de ter o paciente e os familiares como parceiros no tratamento.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem em saúde mental e psiquiátrica, psicofarmacoterapia.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Anexo.

INTRODUÇÃO

Até 1950, aproximadamente, o tratamento do doente mental limitava-se a algumas medidas físico-químicas, como insulinoterapia (atualmente não utilizada) eletroconvulsoterapia e fisioterapia. O enfermeiro utilizava a maior parte de seu tempo na contenção e vigilância dos pacientes. Após 1950, com a síntese da clorpromazina e sucessivas pesquisas sobre novos fármacos, e suas indicações no

 

13. Assistência de enfermagem a pacientes submetidos à eletroconvulsoterapia

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13

Assistência de enfermagem a pacientes submetidos à eletroconvulsoterapia

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Elizabeth da Costa Jóia

Cristina Emiko Igue

PONTOS A APRENDER

1. Adquirir informações embasadas em conhecimento científico sobre a eletroconvulsoterapia.

2. Comentar as crenças e as ideias preconcebidas em relação à eletroconvulsoterapia.

3. Examinar a própria atitude em relação à eletroconvulsoterapia.

4. Descrever os procedimentos da assistência de enfermagem ao paciente submetido à eletroconvulsoterapia.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem, saúde mental/psiquiátrica, eletroconvulsoterapia, assistência de enfermagem.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Mecanismos de ação. Indicações. Contraindicações. Número e frequência. Equipe de tratamento. Avaliação pré-tratamento. Ambiente e equipamento de tratamento. Técnica. Duração da crise. Reações adversas.

Estimulação magnética transcraniana (EMT). Considerações éticas. Papel do enfermeiro na eletroconvulsoterapia. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Anexo.

 

14. Terapia cognitivo-comportamental

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Terapia cognitivo-comportamental

Francisco Lotufo Neto

José Gilberto Prates

Cristina Emiko Igue

Fabiana Saffi

PONTOS A APRENDER

1. Discorrer sobre conceitos teórico-práticos da terapia comportamental cognitiva.

2. Identificar a aplicabilidade das diferentes modalidades de terapia comportamental cognitiva na assistência de enfermagem.

PALAVRAS-CHAVE

Terapia cognitivo-comportamental, terapia comportamental, terapia cognitiva, papel do enfermeiro.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Terapia comportamental: fundamentos teóricos.

Comportamento operante. Aprendizagem social. Abordagem clínica.

Terapias cognitivas. Terapias cognitiva e cognitivo-comportamental. Terapia cognitivo-comportamental. Terapia cognitivo-comportamental em grupo.

Indicação da TCC. Papel do enfermeiro na TCC. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

A visão teórica da terapia cognitiva está baseada na ideia de que os sentimentos e os comportamentos das pessoas estão associados ao modo como elas estruturam e interpretam o mundo. Dessa forma, o objetivo do terapeuta que trabalha com terapia cognitivo-comportamental (TCC) é produzir modificações cognitivas, ou seja, alterações no pensamento e nas crenças do paciente com o intuito de provocar mudanças emocionais e comportamentais duradouras.1 Os terapeutas cognitivos utilizam, com frequência, os princípios

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15. Psicoterapia de grupo: fundamentos básicos

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15

Psicoterapia de grupo: fundamentos básicos

Eduardo Ferreira-Santos

PONTOS A APRENDER

1.

2.

3.

4.

Discorrer sobre o conceito de psicoterapia de grupo.

Descrever os diferentes tipos de grupos.

Citar as diferentes indicações e contraindicações.

Identificar os princípios básicos das terapias de grupo.

PALAVRAS-CHAVE

Psicoterapia de grupo, grupo operativo, psicoterapia breve, estresse pós­

‑traumático.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Conceito de psicoterapia de grupo. Breve histórico das grupoterapias.

Objetivos e aplicações da psicoterapia de grupo. Critérios de inclusão.

Indicações e contraindicações. Tipos de grupos. Cuidados básicos e condução dos trabalhos. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

CONCEITO DE PSICOTERAPIA DE GRUPO

A psicoterapia de grupo, em seu aspecto geral, tem como base a identificação de um indivíduo com a história, a vivência, a atitude, os fracassos e as vitórias de seu semelhante. Por meio dessa identificação, é oferecida a possibilidade de reflexão sobre conflitos e inseguranças, levando a mudanças internas e à tentativa de explorar externamente tais mudanças. Isso significa uma real utilização dos recursos adquiridos nas sessões e na vida prática do paciente.

 

16. Intervenção psicoeducacional: orientação e educação em saúde mental

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Intervenção psicoeducacional: orientação e educação em saúde mental

Ricardo Alberto Moreno

Maguida Costa Stefanelli

PONTOS A APRENDER

1. Descrever os objetivos das intervenções psicoeducacionais.

2. Discorrer sobre os elementos que compõem o programa de intervenções psicoeducacionais.

3. Citar os conteúdos gerais que devem ser considerados em um programa psicoeducacional.

4. Discorrer sobre a importância da intervenção psicoeducacional em saúde mental.

PALAVRAS-CHAVE

Psicoeducacional, psicoeducação, educação em saúde, enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Histórico. Conceito. Metodologia. Metas. Objetivos. Sugestões de conteúdo. Alguns resultados. Organização de programa de intervenção psicoeducacional. Considerações finais. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

Formas de educação e orientação em saúde para pacientes, famílias e comunidade devem ser consideradas um dos pontos cruciais na abordagem da saúde, para que os três níveis de assistência sejam implementados com eficiência, facilitando a reintegração social e aumentando as chances de alcançar resultados positivos.

 

17. Proposta de cuidado profissional às famílias com base na teoria de Bronfenbrenner e nos cinco campos da vida familiar de Anderson

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17

Proposta de cuidado profissional às famílias com base na teoria de Bronfenbrenner e nos cinco campos da vida familiar de Anderson

Ingrid Elsen

Wanda Beatriz Elsen Barcellos

PON­TOS A APREN­DER

1. Conceitos de família como sistema de saúde familiar e seus processos, cuidado familiar e cuidado profissional de enfermagem com as famílias.

2. Ações de cuidado profissional visando a um processo de vivência familiar saudável frente à convivência com um de seus membros portador de transtorno mental (PTM), com base no modelo ecológico de Bronfenbrenner.

PALAVRAS-CHAVE

Cuidado familial, cuidado profissional de enfermagem, sistema de saúde familiar, modelo bioecológico.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Proposta teórica. O sistema de saúde familiar: os cinco campos da vida familiar. Por que a opção pelo modelo bioecológico?

Aplicação do modelo proposto a estudos sobre a vivência de famílias com um dos membros PTM. O modelo aplicado em relatos de cuidados de enfermagem ao PTM e sua família. Reflexões sobre os cuidados de enfermagem/saúde a famílias e seus membros PTM na perspectiva do modelo ecológico de Bronfenbrenner. Considerações finais. Proposta para estudo. Referências bibliográficas.

 

18. Comunicação em enfermagem

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18

Comunicação em enfermagem

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Evalda Cançado Arantes

PONTOS A APRENDER

1. Conceituar comunicação.

2. Conceituar comunicação verbal e não verbal.

3. Especificar os elementos básicos e as variáveis do processo de comunicação.

4. Discorrer sobre os modos de comunicação.

5. Conceituar comunicação terapêutica.

6. Refletir sobre as premissas e os pressupostos da comunicação entre enfermeiro e paciente.

7. Descrever as características e a sequência na comunicação terapêutica.

PALAVRAS-CHAVE

Comunicação, enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Conceito de comunicação. Elementos funcionais do processo de comunicação. Tipos de comunicação. Variáveis do processo de comunicação. Funções da comunicação. Ruídos na comunicação. Níveis de comunicação. Modos de comunicação. Introdução à comunicação terapêutica. Características da comunicação terapêutica. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

 

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