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Lesões no Esporte: uma Abordagem Anatômica

Autor(es): WALKER, Brad
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Todos aqueles que praticam esportes sabem que estão vulneráveis a lesões. Mas como preveni-las? O que realmente ocorre com a região lesionada? E o que se pode fazer para otimizar a sua recuperação? Em Lesões no Esporte: uma Abordagem Anatômica, de Brad Walker, o leitor encontrará exercícios de prevenção, indicações de tratamento para uma recuperação total e dicas de como evitar futuras complicações. Todos esses tópicos são expostos de maneira pontual em: • 200 ilustrações coloridas que apresentam, de forma detalhada, 119 lesões esportivas • 150 figuras que exemplificam exercícios de alongamento, de reforço muscular e de recuperação Com uma abordagem prática que apresenta informações anatômicas minuciosas de modo simples, esta é uma obra de referência indispensável não apenas para profissionais da área de saúde e do esporte, mas também para atletas em diversos níveis de atuação, desde amadores aos de elite.

 

17 capítulos

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1. Aspectos gerais das lesões no esporte

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Aspectos gerais das lesões no esporte

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

Aspectos gerais das LESÕES no Esporte

Ninguém duvida dos benefícios da prática de exercícios bem estruturados: aumento do condicionamento cardiovascular, melhora da força muscular e aumento da flexibilidade, todos contribuem para uma melhor qualidade de vida.

Entretanto, uma das pouquíssimas desvantagens do exercício é uma maior suscetibilidade a lesões no esporte.

À medida que os índices de participação em esportes e exercícios aumentam, o que é bom, os índices de lesão também estão em elevação. De fato, a U.S. Consumer Product Safety Commission estima que “entre 1991 e 1998, lesões no golfe e na natação aumentaram 110%; lesões no hóquei no gelo e no levantamento de pesos, 75%; no futebol, 55%; ciclismo, 45%; no voleibol, 44% e no futebol americano, 43%”.

Em que consiste uma lesão no esporte?

Uma vez que a lesão física geralmente pode ser definida como qualquer estresse imposto ao corpo que impeça o organismo de funcionar adequadamente e faça com que se inicie um processo de reparação, uma lesão no esporte pode ser então definida como qualquer tipo de lesão, dor ou dano físico que ocorra como resultado do esporte, exercício ou atividade física.

 

2. Prevenção de lesões no esporte

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Prevenção de lesões no esporte

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

PREVENÇÃO DE LESÕES no esporte

Introdução à prevenção de lesões no esporte

Em um artigo recente intitulado “Managing Sports Injuries”, o autor estimou que, todos os dias, mais de 27.000 norte-americanos torcem seus tornozelos. (E não, não é um erro de impressão, TODOS OS DIAS). Além disso, a Sports

Medicine Australia estima que 1:17 participantes de esportes e exercícios sofre uma lesão no esporte praticando seu esporte favorito. Esse número é até mesmo maior para esportes de contato, como futebol americano e de campo. Entretanto, o fato verdadeiramente intrigante é que mais de 50% dessas lesões podem ser prevenidas.

Caso o objetivo seja melhorar o desempenho esportivo, não há melhor caminho para alcançá-lo que permanecer livre de lesões. A seguir, apresentamos diversos tipos de estratégias que irão auxiliar na prevenção de lesões no esporte. Quando adequadamente implementados e seguidos de forma rotineira, eles apresentam o potencial de reduzir a incidência de lesões no esporte em mais de 50%.

 

3. Lesões no esporte: tratamento e reabilitação

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Lesões no esporte: tratamento e reabilitação

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES no esporte: TRATAMENTO E REABILITAÇÃO

Introdução ao tratamento das lesões no esporte

O tratamento das lesões no esporte compreende todo o processo de cuidados com uma lesão desse tipo, desde o momento da ocorrência da lesão até quando o jogador lesionado se encontre totalmente recuperado e tão forte e saudável quanto antes. O objetivo do tratamento das lesões no esporte deve sempre estar voltado à reabilitação da área lesionada de tal modo que o jogador se encontre tão (ou mais) forte após a lesão quanto antes dela.

Os tipos de lesões no esporte a que esse processo de tratamento se refere são as lesões dos tecidos moles, muito comuns na maioria dos esportes, senão em todos. Essas lesões incluem entorses, distensões musculares, lacerações e contusões, que acometem os músculos, tendões, ligamentos e articulações, isto é, os tecidos moles do corpo.

 

4. Lesões da pele

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Lesões da pele

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DA PELE

Grânulos de pigmento

Corpúsculo de Ruffini

(receptor para Corpúsculo de Krause Corpúsculo de Meissner

(termorreceptor)

(receptor tátil) calor)

Terminação nervosa livre (receptor para dor)

Poro

Epiderme

Camada córnea

Melanócito

Camada clara

Camada granular

Papilas dermais

Camada germinativa

Haste do pelo

Derme

Glândula sebácea oleosa

Plexo nervoso da raiz pilosa

Fibra nervosa sensorial

Hipoderme

(camada adiposa)

Músculo eretor do pelo

Capilares venosos arteriais

Raiz do pelo (ou bulbo)

Suprimento sanguíneo para os folículos

Corpúsculo de pilosos, glândulas sudoríparas e receptores Pacini (receptor para cutâneos pressão)

a)

Cortes

b) Camada

Irritações por atrito

Abrasões

Melanócito

c)

de célula basal

 

5. Lesões da cabeça e do pescoço

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Lesões da cabeça e do pescoço

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DA CABEÇA E DO PESCOÇO

Corpo caloso

Córtex cerebral

Hemisfério cerebral

Glândula pineal

Tálamo

Dura-máter

Hipotálamo

Quarto ventrículo

Cerebelo

Glândula pituitária

Mesencéfalo

Ponte

Medula oblonga

Medula espinal

Figura 5.1: Cabeça, vista lateral.

Área de sangramento

Artéria rompida

Hemorragia

007: Concussão, contusão, hemorragia e fratura do crânio

Os traumas na cabeça estão entre as lesões mais graves com as quais o atleta se defronta.

Dentre elas estão: concussão, envolvendo aceleração súbita da cabeça; contusão ou esmagamento do tecido cerebral, hemorragia ou sangramento no interior do crânio e fratura ou quebra dos ossos do crânio. Atletas envolvidos em esportes de contato, como futebol americano, rúgbi, lacrosse e hóquei (assim como boxeadores) são os mais vulneráveis a tais lesões.

 

6. Lesões das mãos e dos dedos

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Lesões das mãos e dos dedos

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DAS MÃOS E DOS DEDOS

Úmero

Crista supracondilar medial

Epicôndilo lateral

Ligamento colateral radial

Epicôndilo medial

Ligamento anular

Processo coronoide

Nervo mediano

Nervo radial

Crista do supinador

Tuberosidade do pronador

Ulna

Rádio

Tubérculo do escafoide

Membrana interóssea

Capitato

Tubérculo do trapézio

Trapezoide

Nervo ulnar

Semilunar

Piramidal

Pisiforme

Gancho do hamato

Nervo mediano

Metacarpais

Entorse do polegar

(ligamento colateral ulnar)

Falanges proximais

Falanges mediais

Falanges distais

Figura 6.1: Ossos do antebraço e mão direitos, vista anterior.

Articulação metacarpofalângica

Extensor longo dos dedos

Osso metacarpal

Articulação interfalângica proximal

 

7. Lesões dos punhos e antebraços

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Lesões dos punhos e antebraços

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DOS PUNHOS E ANTEBRAÇOS

Úmero

Crista supracondilar lateral

Processo do olécrano (ulna)

Epicôndilo lateral

Ligamento colateral radial

Ligamento anular

Rádio

Ulna

Tubérculo dorsal

Membrana interóssea

Processo estiloide

Semilunar

Escafoide (navicular)

Piramidal

Pisiforme

Hamato

Trapézio

Metacarpais

Trapezoide

Falanges proximais

Falanges mediais

Falanges distais

Capitato

Figura 7.1: Ossos do antebraço e mão direitos, vista posterior.

Articulações intermetacarpais

Ligamentos interósseos metacarpais

Trapézio

Primeiro osso metacarpal

Articulação carpometacarpal do dedo mínimo

Articulação carpometacarpal do polegar

Hamato

Articulação mediocarpal

Articulações intercarpais

Trapezoide

 

8. Lesões do cotovelo

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Lesões do cotovelo

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO COTOVELO

Úmero

Úmero

Cápsula articular

Ligamento colateral radial

Epicôndilo lateral

Ligamento anular

Crista supracondilar medial

Ligamento colateral radial

Rádio

Epicôndilo medial

Ligamento anular

Processo coronoide

Tuberosidade do pronador

Crista do supinador

Rádio

Tendão do tríceps braquial

Ulna

Figura 8.1: Articulação do cotovelo, vista anterior.

Ulna

Figura 8.2: Articulação do cotovelo, braço direito, vista lateral.

Tubérculo maior

Úmero

Epicôndilo lateral

Tróclea

Capítulo

Crista do tubérculo menor

Crista do tubérculo maior

Tubérculo menor

Epicôndilo medial

Cabeça do úmero

Figura 8.3: Úmero direito, vista anterior.

Úmero

Rádio

Cápsula fibrosa

Ulna

Coxim adiposo

Cápsula fibrosa

 

9. Lesões do ombro e da porção superior do braço

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Lesões do ombro e da porção superior do braço

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO OMBRO E DA PORÇÃO SUPERIOR DO BRAÇO

Clavícula

Fossa subescapular

Manúbrio

Acrômio

Processo coracoide

Tubérculo supraglenoide

Corpo do esterno

Tubérculo maior do úmero

Tuberosidade do deltoide

Sulco intertubercular

(bicipital)

Processo xifoide

Tubérculo menor do úmero

Ângulo da costela

Tubérculo da costela

Cartilagem costal

Tuberosidade radial

Tuberosidade ulnar

Processo coronoide da ulna

Figura 9.1: Caixa torácica, cíngulo do membro superior, porção superior do braço (vista anterior, a porção anterior direita superior da caixa torácica não está visível).

Veia subclávia

Veia jugular externa

Nervo craniano

Veia jugular interna

Plexo cervical

Veia cefálica

Artéria carótida comum direita

Artéria subclávia

 

10. Lesões do dorso e da coluna

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Lesões do dorso e da coluna

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO DORSO E DA COLUNA

Peitoral maior

Peitoral menor

Intercostais

Oblíquo externo

Serrátil anterior

Músculo distendido

Oblíquo interno

Reto do abdome

Transverso do abdome

Músculo normal

Elevador da escápula

a)

Romboide menor

Distensão muscular

Supraespinal

Latíssimo do dorso

Romboide maior

Infraespinal

Redondo maior

Redondo menor

Eretor da espinha

Intercostal externo

Oblíquo interno do abdome

Oblíquo externo do abdome

Glúteo médio

Glúteo máximo

b)

Figura 10.1: Músculos da região torácica, a) vista anterior, b) vista posterior.

Forame intervertebral

Coluna vertebral

Ligamento da nuca

Contusão torácica

Ligamentos longitudinais anteriores

Ligamento rompido

Ligamentos longitudinais posteriores

 

11. Lesões do tórax e do abdome

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Lesões do tórax e do abdome

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO TÓRAX E do ABDOME

a)

b)

Clavícula

As costelas se elevam e o esterno se contrai

Pulmão

Manúbrio

Costelas verdadeiras

Esterno

Cartilagem costal

Costelas falsas

Processo xifoide

Costelas flutuantes

Diafragma movimenta-se inferiormente

Figura 11.1: a) Costelas e esterno, b) a mecânica da respiração.

Inspiração

Pulmão

Costelas e esterno deprimem

Costelas fraturadas

Diafragma move-se superiormente

Expiração

Tórax oscilante

060: Fratura de costelas

Breve resumo da lesão

Esportes de contato, como futebol americano e hóquei, e esportes que podem resultar em quedas ou traumatismo torácico abrupto apresentam uma incidência maior de fratura de costela que outras atividades. Esportes radicais, montaria e artes marciais são outros exemplos de atividades que podem acarretar essa lesão. Dor e sensibilidade sobre a caixa torácica após uma queda ou um traumatismo nessa área, especialmente se for acompanhada por dificuldade respiratória, devem ser sempre tratadas como possível fratura de costelas e deve ser procurado atendimento médico.

 

12. Lesões do quadril, da pelve e da virilha

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Lesões do quadril, da pelve e da virilha

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO QUADRIL, da PELVE E da VIRILHA

a)

b)

Espinha ilíaca anterossuperior

Psoas maior

Ilíaco

Ligamento inguinal

Espinha ilíaca anteroinferior

Corpo do púbis

Tuberosidade isquiática

Nervo femoral, veia e artéria

Adutor curto

Adutor longo

Fêmur

Adutor magno

Grácil

Músculo distendido

Figura 12.1: Iliopsoas, adutores e região pélvica, vista anterior, b) músculo reto femoral, vista posterior.

Crista ilíaca

Contusão do osso da crista ilíaca

Ilíaco

Fratura por avulsão

Psoas maior

063: Distensão dos músculos flexores do quadril

Breve resumo da lesão

A distensão é um estiramento ou laceração de um músculo ou tendão. Um músculo flexor do quadril é um músculo localizado na porção anterior do quadril que eleva a perna para a frente e para cima ou curva a cintura para a frente quando flexionada. Esse músculo é muito utilizado em atividades como ciclismo, corridas, chutes e saltos. Quando uma nova carga

 

13. Lesões da coxa

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Lesões da coxa

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DA COXA

a)

a)

Espinha ilíaca anterossuperior

Cartilagem articular

Trocanter maior

Cabeça do fêmur

Espinha ilíaca anteroinferior

b)

Superfície semilunar

(articular) do acetábulo

Lábio acetabular

(fibrocartilaginoso)

Colo do fêmur

Linha intertrocantérica

Ligamento acetabular transverso

c)

Tuberosidade isquiática

Ligamento da cabeça do fêmur

Trocanter menor

b)

Ligamento sacrotuberoso

d)

Corpo do púbis

Ramo inferior do púbis

Tuberosidade isquiática

Ramo do ísquio

Trocanter maior

Trocanter menor

Tuberosidade glútea

e)

Linha áspera

Fêmur

Linha supracondilar lateral

Superfície poplítea

Tubérculo do adutor

Côndilo lateral da tíbia

Côndilo medial da tíbia

Cabeça da fíbula

 

14. Lesões do joelho

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Lesões do joelho

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO JOELHO

Côndilo femoral lateral

Ligamento cruzado posterior

Ligamento cruzado anterior

Côndilo femoral medial

Ligamento colateral fibular

Menisco medial

Ligamento colateral tibial (medial)

Menisco lateral

Côndilo tibial medial

Cabeça da fíbula

Ligamento transverso do joelho

Ligamento patelar

Faceta medial da patela

Figura 14.1: Articulação do joelho, perna direita, vista anterior.

Ligamento cruzado anterior

Menisco lateral

Menisco medial

Ligamento rompido

Ligamento colateral tibial (medial)

Laceração do menisco

Ruptura de ligamento

Lesão ligamentar

080: Lesão do ligamento colateral medial

Breve resumo da lesão

Os ligamentos são constituídos de tecido conjuntivo elástico e fibroso que conecta os ossos uns aos outros e promove sustentação e estabilidade à articulação. Uma entorse do ligamento colateral medial envolve laceração ou alongamento desse ligamento e, em geral, é causada por uma força aplicada na face externa da articulação do joelho, como em uma “entrada” violenta durante uma partida de futebol americano.

 

15. Lesões da perna

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Lesões da perna

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DA PERNA

Côndilo lateral

Tuberosidade tibial

Fíbula

Côndilo medial

Membrana interóssea

Tíbia

Maléolo medial

Maléolo lateral

Tálus

Navicular

Figura 15.1: Tíbia e fíbula da perna direita, vista anterior.

091: Fraturas (tíbia, fíbula)

Breve resumo da lesão

A maior parte dos ossos humanos possui uma camada externa de tecido ósseo chamada de osso cortical, a qual por ser compacta, apresenta baixa porosidade. O osso cortical torna a estrutura óssea mais rígida e capaz de suportar grandes estresses. Quando a camada óssea externa é interrompida ou fissurada, a falha óssea é denominada fratura. O osso pode ser parcial ou completamente fraturado.

Anatomia e fisiologia

A tíbia (osso da canela) é o maior e mais medial osso da perna. Na extremidade proximal, os côndilos lateral e medial articulam-se com a extremidade distal do fêmur para formar a articulação do joelho. A tuberosidade tibial é uma área irregular na superfície anterior da tíbia. A fíbula localiza-se na face lateral e paralela à tíbia, e é fina como uma vara. A fíbula não é um osso de sustentação de peso e não tem função na articulação do joelho, ao passo que a tíbia

 

16. Lesões do tornozelo

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Lesões do tornozelo

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO TORNOZELO

Ligamentos tibiofibulares anterior e posterior

Ligamento talofibular posterior

Fíbula

Tíbia

Ligamento calcaneofibular

Ligamento talofibular anterior

Ligamento lateral do tornozelo

Ligamento talocalcaneal interósseo

Retináculo superior dos músculos fibulares

Ligamento talonavicular dorsal

Ligamento calcaneonavicular

Ligamento calcaneocuboide

Ligamento cuboidenavicular dorsal

Tendão do calcâneo

(secção)

Ligamento bifurcado

Ligamento talocalcaneal lateral

Retináculo inferior dos músculos fibulares

Tendão do fibular longo

Ligamento calcaneocuboide dorsal

Tendão do fibular curto

Figura 16.1: Tornozelo direito, vista lateral.

Tíbia

Ligamento medial (deltoide) do tornozelo

Porção tibiotalar posterior

Porção tibiocalcaneal

 

17. Lesões do pé

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Lesões do pé

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Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO PÉ

a)

Membrana interóssea

Tíbia

Fíbula

Cuboide

Cuneiforme lateral

Retináculo inferior do extensor

Cuneiforme intermédio

Tróclea do tálus

Quinto osso metatarsal

Tálus

Calcâneo

Falanges médias

Navicular

1o a 4o ossos metatarsais

Cuneiforme medial

Falanges proximais

Falanges distais

b)

Junção musculotendínea dos músculos da panturrilha

Tendão do calcâneo

Bolsa retrocalcânea

Bolsa subcutânea calcaneal

Inserção do tendão do calcâneo

Calcâneo

Figura 17.1: Ossos do pé direito, vista anteromedial, b) tendão do calcâneo.

221

Uma fratura do pé pode envolver qualquer um dos 26 ossos dessa extremidade, mas ocorre com maior frequência nos metatarsais. Esportes de contato e aqueles que podem resultar em aterrissagem de alto impacto ou colisões podem ocasionar fraturas no pé. Atletas com menor densidade óssea devido à nutrição deficiente e/ou osteoporose (ou ciclos menstruais inadequados ou ausentes nas mulheres) são mais suscetíveis a fraturas.

 

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