Manual para Desenvolvimento de Pesquisa Profissional

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O Mestrado Profissional tem como objetivo promover a integração dos ambientes científico e profissional por meio da pesquisa. No programa profissional, parte-se de uma experiência prática, o que requer a necessidade de estudar diferentes partes da teoria e como estas se relacionam, para resolver a questão de pesquisa. Este livro orienta o aluno a pesquisar na sua prática profissional, mostrando passos a serem seguidos para o desenvolvimento de seus trabalhos de conclusão de curso. Livro-texto para a disciplina Metodologia de Pesquisa em Mestrados Profissionais. Bibliografia complementar para os trabalhos de conclusão de curso de especialização lato sensu, MBA executivo e graduação. _x000D_
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Capítulo 1 - DIFERENÇAS ENTRE GRADUAÇÕES E PÓS-GRADUAÇÕES EM ADMINISTRAÇÃO

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DIFERENÇAS ENTRE

GRADUAÇÕES E

PÓS-GRADUAÇÕES

EM ADMINISTRAÇÃO

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Capítulo 1 | DIFERENÇAS ENTRE GRADUAÇÕES E PÓS-GRADUAÇÕES EM ADMINISTRAÇÃO

O curso de Administração no Brasil surgiu em 1952 com o objetivo de formar profissionais com habilidades para gerir qualquer tipo de empreendimento. Inicialmente era oferecido apenas por instituições de ensino superior. (CFA, 2016).

Posteriormente, tivemos o advento do mestrado, doutorado e cursos de pós-graduação lato sensu. As diferenças entre esses cursos em Administração serão apresentadas a seguir.

1.1 Tipos de cursos em Administração

O ensino da Administração tem início no ensino médio, quando o aluno opta por realizar o curso técnico profissionalizante. A educação profissional e tecnológica, por meio da Lei no 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases – LDB) e depois modificada pela Lei no 11.741/2008, é composta pelos seguintes cursos:

 

Capítulo 2 - PESQUISA COM ADAPTAÇÃO AOS CURSOS PROFISSIONAIS

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PESQUISA COM

ADAPTAÇÃO

AOS CURSOS

PROFISSIONAIS

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Capítulo 2 | PESQUISA COM ADAPTAÇÃO AOS CURSOS PROFISSIONAIS

Um dos primeiros teóricos a pensar no aproveitamento da experiência prática no aprendizado foi Kolb, com a Teoria de

Aprendizagem Experiencial, que se caracteriza por ser uma teoria orientada a uma visão profissional, pela necessidade de se ter vivenciado uma experiência concreta, ou estarse inserido em uma, durante o período de geração de conhecimento (KRAKAUER; MARQUES e ALMEIDA, 2015).

A teoria remete a um ciclo que parte da experiência concreta, representando o fazer, passa pela observação reflexiva, momento de pensar sobre a experiência, chega à conceitualização abstrata, quando o pesquisador passa a entender as teorias ligadas à sua prática, e culmina na experimentação ativa, quando este faz uso da teoria absor­vida em prol da e retornando à aplicação prática.

 

Capítulo 3 - RELATO, QUESTÃO DE PESQUISA, OBJETIVOS E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA

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RELATO, QUESTÃO

DE PESQUISA,

OBJETIVOS E

FUNDAMENTAÇÃO

TEÓRICA E

PRÁTICA

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Capítulo 3 | RELATO, QUESTÃO DE PESQUISA, OBJETIVOS E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA

Este capítulo traz orientações para aplicação das etapas iniciais do processo de pesquisa para os cursos profissionais, conforme sequência apresentada anteriormente.

O início de um projeto de pesquisa com tais características remete que o autor, em primeiro lugar, aporte para o trabalho toda a sua experiência relacionada à pesquisa, por meio do relato de seu conhecimento vivenciado na prática.

A partir desse relato, é possível a identificação do problema ou de uma oportunidade prática, a análise e segmentação para facilitar o entendimento e a identificação dos pontos relevantes, o que permitirá, em paralelo:

 

Capítulo 4 - PESQUISA DE CAMPO

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PESQUISA

DE CAMPO

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Capítulo 4 | PESQUISA DE CAMPO

Desde os primórdios da humanidade havia a curiosidade de se descobrir e explicar a natureza. Primeiro, por meio do misticismo e do sobrenatural e, em seguida, o senso comum, a religião e o conhecimento filosófico. Apenas no século XVI surgiu o primeiro método científico para a construção do conhecimento, o método da Indução Experimental de Galileu.

Por meio desse método, chega-se a uma lei geral observando certo número de casos particulares.

Na pesquisa acadêmica, segue-se o processo científico em que se procura verificar como se comporta determinada teoria em relação à prática.

Na pesquisa profissional, também segue-se um método científico, mas por sua natureza o pesquisador procura soluções teoricamente embasadas para atender a sua experiência profissional. Essa solução se traduz em forma de relato técnico ou tecnológico, que pode vir a se tornar uma nova teoria, passível de utilização em outras organizações.

 

Capítulo 5 - COLETA DE DADOS

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COLETA DE DADOS

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Capítulo 5 | COLETA DE DADOS

O propósito deste capítulo é apresentar alguns dos principais métodos de coleta de dados e seus instrumentos, aplicáveis ao desenvolvimento de uma pesquisa, não tendo como objetivo esgotar o assunto.

Os instrumentos de pesquisa são divididos em qualitativos e quantitativos e devem atender à estratégia de pesquisa, conforme descrito no Capítulo 4.

A coleta de pesquisa parte de algumas fontes de informação, como as destacadas a seguir:

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Campo: lugar real onde acontece o fenômeno que é pesquisado, onde o pesquisador chega aos dados primários.

Laboratório: local artificial da produção do fenômeno. Em Admi­ nistração, podemos chamar de laboratórios de gestão em que são simuladas ações e variáveis e descobrir possíveis resultados. Ex.: jogos de empresas.

 

Capítulo 6 - ANÁLISE DE DADOS

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ANÁLISE

DE DADOS

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Capítulo 6 | ANÁLISE DE DADOS

Após aplicar a pesquisa de campo, os dados coletados deverão ser trabalhados para que possamos tirar conclusões.

Os dados devidamente organizados irão gerar informações que nos auxiliarão no processo de tomada de decisão.

Por exemplo, pesquisando com os clientes sobre o interesse na compra de um novo produto, os dados coletados dos interessados na  compra, ao serem analisados, transformam-se em informações que permitirão concluirmos a viabilidade do novo produto e do mercado potencial.

Os dados coletados por instrumentos de pesquisa qualitativa deverão ter uma forma de análise diferente daqueles obtidos por pesquisas quantitativas.

6.1 Análise de dados – qualitativa

 

Capítulo 7 - RECOMENDAÇÕES

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RECOMENDAÇÕES

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Capítulo 7 | RECOMENDAÇÕES

Neste capítulo apresentamos algumas recomendações para o desenvolvimento da pesquisa profissional, que certamente deverão ser discutidas com o seu orientador, respeitando as características, normas de cada programa.

7.1 �O que deve ser mencionado na conclusão de uma pesquisa profissional

A conclusão da pesquisa naturalmente é deixada para o fim e, se o prazo para entrega final é curto, há uma tendência de se dedicar pouco tempo para a conclusão, tornando-a insuficiente.

Nesse sentido, recomendamos que, à medida que os resultados vão sendo analisados, as conclusões devem ser relacionadas, de forma que fique mais fácil escrever a conclusão posteriormente.

Muitas vezes, a conclusão segue a mesma forma da pesquisa acadêmica, em que o pesquisador procura dar as referências para todos os pontos tratados. Recomendamos que na conclusão o pesquisador possa fazer as suas reflexões sem a necessidade de fazer citações; quando muito, citar a parte do trabalho em que as suas reflexões estão se baseando, a fim de que se torne um texto de fácil leitura.

 

Anexos

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ANEXOS

Anexo I – Modelo de Protocolo de Ética

Protocolo de Ética

Esta pesquisa é de cunho acadêmico e você pode se recusar a responder a pergunta que desejar, bem como interromper a entrevista a qualquer momento.

Você concorda: Sim ( ) Não ( ).

Nome: ____________________________________________________________________________________________________

Cargo: ___________________________________________________________________________________________________

Formação: _____________________________________________________________________________________________

Instituição: ____________________________________________________________________________________________

Tempo na Instituição: ____________________________________________________________________________

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MANUAL PARA DESENVOLVIMENTO DE PESQUISA PROFISSIONAL | ALMEIDA | FRANCESCONI | FERNANDES

Anexo II – Modelo de Carta de Autorização do

 

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