Tratado de Fisioterapia em Saúde da Mulher, 2ª edição

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Por ser uma ciência aplicada a estudo, diagnóstico, prevenção e tratamento das disfunções dos órgãos e sistemas, a fisioterapia integra equipes multiprofissionais para oferecer qualidade e completude à assistência da saúde humana, particularmente da mulher._x000D_
A segunda edição de Tratado de Fisioterapia em Saúde da Mulher, revisada e atualizada, além de manter a elaboração multidisciplinar dos capítulos, conta com atividades complementares para fixação dos conteúdos, que abordam oncologia, obstetrícia, uroginecologia, cuidados paliativos, políticas públicas, entre outros temas de relevância na área. _x000D_
A experiência das autoras proporciona uma perspectiva dinâmica da complexidade do cuidado da mulher, o que torna esta obra fundamental a todos os profissionais que buscam conhecimentos novos e diversificados para melhor atender suas pacientes._x000D_
Novidades da segunda edição_x000D_
• Encarte com fotografias coloridas_x000D_
• Atividades complementares de fixação do conteúdo ao final de cada seção_x000D_
• Temas revisados e atualizados

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1 - Cuidados em Saúde da Mulher

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1

Cuidados em Saú­de da Mulher

Maria Silvia Vellutini Setubal  •  Andrea de Vasconcelos Gonçalves

Introdução

As mudanças históricas nos últimos tempos tornaram as mulheres do ­século 21 mais livres que suas antepassadas nas suas escolhas pessoais, sociais e políticas. Entre os vários direitos conquistados, pode-se citar o direito ao voto, ao prazer sexual e ao controle da natalidade.

As mulheres atualmente têm protagonizado diversos novos papéi­s que se ampliaram para além da esfera privada, como, por exemplo, no mercado de trabalho, alcançando carreiras profissionais antes ocupadas apenas por homens e atingindo patamares decisivos nas á­ reas política, econômica e social. Atualmente, é possível ver mulheres empresárias, presidentes, estadistas, primeiras-ministras e jogadoras de futebol.

O horizonte feminino se ampliou para muito além do reservado e esperado pela sociedade: ser mãe. A maternidade tornouse uma das muitas escolhas possíveis e não mais o destino da mulher.1

 

Pagina de créditos

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� � As autoras deste livro e a Editora Roca empenharam seus melhores esforços para assegurar que as informações e os procedimentos apresentados no texto estejam em acordo com os padrões aceitos à época da publicação, e todos os dados foram atualizados pelas autoras até a data da entrega dos originais à editora. Entretanto, tendo em conta a evolução das ciências da saúde, as mudanças regulamentares governamentais e o constante fluxo de novas informações sobre terapêutica medicamentosa e reações adversas a fármacos, recomendamos enfaticamente que os leitores consultem sempre outras fontes fidedignas, de modo a se certificarem de que as informações contidas neste livro estão corretas e de que não houve alterações nas dosagens recomendadas ou na legislação regulamentadora.

� � As autoras e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida.

 

1 - Cuidados em Saúde da Mulher

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1

Cuidados em Saú­de da Mulher

Maria Silvia Vellutini Setubal  •  Andrea de Vasconcelos Gonçalves

Introdução

As mudanças históricas nos últimos tempos tornaram as mulheres do ­século 21 mais livres que suas antepassadas nas suas escolhas pessoais, sociais e políticas. Entre os vários direitos conquistados, pode-se citar o direito ao voto, ao prazer sexual e ao controle da natalidade.

As mulheres atualmente têm protagonizado diversos novos papéi­s que se ampliaram para além da esfera privada, como, por exemplo, no mercado de trabalho, alcançando carreiras profissionais antes ocupadas apenas por homens e atingindo patamares decisivos nas á­ reas política, econômica e social. Atualmente, é possível ver mulheres empresárias, presidentes, estadistas, primeiras-ministras e jogadoras de futebol.

O horizonte feminino se ampliou para muito além do reservado e esperado pela sociedade: ser mãe. A maternidade tornouse uma das muitas escolhas possíveis e não mais o destino da mulher.1

 

2 - Fisiologia do Ciclo Hormonal Feminino

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Fisiologia do Ciclo

Hormonal Feminino

Andrea de Vasconcelos Gonçalves

Menstruação

A menstruação e o ciclo hormonal feminino são definidos por alguns autores, médicos e pesquisadores como uma orquestra que deve funcionar harmonicamente, e a mulher precisa utilizar seus ciclos em prol de uma inteligência hormonal. Outros autores caracterizam a menstruação como inútil e alegam que

“ciclar” muitas vezes pode causar o surgimento de doen­ças.1

Por mais paradoxal o assunto, as próprias mulheres revelam que, mesmo sendo um incômodo, a menstruação está associada à saú­de, à fertilidade, à feminilidade e à juventude. Ela marca, portanto, a distinção entre os sexos de modo par­ticular, expressando uma natureza diferente, à parte dos atributos físicos, pois é cíclica. Define as mulheres, permitindo-lhes agir em causa própria, sem o julgamento dos homens, e representa um testemunho recorrente e intrusivo da feminilidade reprodutiva, ou seja, a essência de seu estado reprodutivo.2

 

2 - Fisiologia do Ciclo Hormonal Feminino

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Fisiologia do Ciclo

Hormonal Feminino

Andrea de Vasconcelos Gonçalves

Menstruação

A menstruação e o ciclo hormonal feminino são definidos por alguns autores, médicos e pesquisadores como uma orquestra que deve funcionar harmonicamente, e a mulher precisa utilizar seus ciclos em prol de uma inteligência hormonal. Outros autores caracterizam a menstruação como inútil e alegam que

“ciclar” muitas vezes pode causar o surgimento de doen­ças.1

Por mais paradoxal o assunto, as próprias mulheres revelam que, mesmo sendo um incômodo, a menstruação está associada à saú­de, à fertilidade, à feminilidade e à juventude. Ela marca, portanto, a distinção entre os sexos de modo par­ticular, expressando uma natureza diferente, à parte dos atributos físicos, pois é cíclica. Define as mulheres, permitindo-lhes agir em causa própria, sem o julgamento dos homens, e representa um testemunho recorrente e intrusivo da feminilidade reprodutiva, ou seja, a essência de seu estado reprodutivo.2

 

Colaboradores

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Colaboradores

Ana Beatriz Francioso Oliveira do Monte

Fisioterapeuta. Especialista em Fisioterapia Aplicada à Unidade de Terapia Intensiva de Adultos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mestre em Ciências pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Cesar Cabello dos Santos

Médico. Mestre e Doutor em Tocoginecologia pela Unicamp.

Professor-associado Livre-docente do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Chefe da área de Mastologia do CAISM/Unicamp.

Andrea de Vasconcelos Gonçalves

Fisioterapeuta. Mestre em Tocoginecologia e Doutora em Ciências da Saúde pela Unicamp. Professora convidada do Curso de

Especialização em Fisioterapia em Saúde da Mulher da Unicamp.

Claudia Pignatti Frederice

Fisioterapeuta. Especialista em Saúde da Mulher pela Unicamp.

Mestre e Doutoranda em Tocoginecologia pela Unicamp. Professora Titular de Fisioterapia em Saúde da Mulher da Faculdade de Fisioterapia da Unimetrocamp.

 

3 - Sexualidade Humana e Disfunção Sexual Feminina

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3

Sexualidade Humana e

Disfunção Sexual Feminina

Marcela G. Bardin  •  Virgínia Piassaroli

Introdução

A sexualidade humana é tão complexa e relativa quanto a riqueza que compõe o próprio ser humano e provavelmente sua definição sofrerá tantas alterações quanto a sociedade e a história político-social no decorrer do tempo. Entretanto, a definição mais atual elaborada pela Organização Mundial da

Saú­de (OMS) é:

Sexualidade é um aspecto central da vida do ser humano e abrange sexo, identidades e papéi­s de gênero, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. É experimentada e expressada nos pensamentos, nas fantasias, nos desejos, na opinião, nas atitudes, nos valores, nos comportamentos, nas práticas, nos papéi­s e nos relacionamentos. Embora a sexualidade possa incluir todas estas dimensões, nem sempre todas são vivenciadas. A sexualidade sofre in­fluên­cia da interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais,

 

Agradecimentos

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Agradecimentos

Este livro é fruto de um trabalho de equipe e coube a mim, a “sênior”, fazer os agradecimentos. Que privilégio minhas colegas me ofereceram! Após mais de 30 anos de CAISM, não me faltam recordações que vêm do coração. Nessa trajetória, quantas lembranças e gratidão nos levaram a escrever essa obra.

É muito difícil nomear as diversas pessoas que deixaram um pouquinho de si em nosso trabalho: diretores, supervisores, chefes de área e docentes. Foram muitos os que nos incentivaram, ofereceram desafios e proporcionaram um espaço para que pudéssemos nos desenvolver, organizar e agir. Recebemos desde uma simples sugestão de estudo e pesquisas até questionamentos que nos impulsionaram a buscar respostas e encontrar caminhos, sempre pensando no objetivo maior: nossas pacientes.

Temos também muito a agradecer a elas pela confiança que depositaram em nossa equipe. De mãos dadas, juntas, cruzamos o período muitas vezes árduo e impreciso dos tratamentos. A cada passo, uma conquista. Todas as pacientes nos ensinaram muito; e não apenas sobre fisioterapia, mas principalmente sobre a vida. São “guerreiras do cotidiano”. Só temos a agradecer.

 

3 - Sexualidade Humana e Disfunção Sexual Feminina

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3

Sexualidade Humana e

Disfunção Sexual Feminina

Marcela G. Bardin  •  Virgínia Piassaroli

Introdução

A sexualidade humana é tão complexa e relativa quanto a riqueza que compõe o próprio ser humano e provavelmente sua definição sofrerá tantas alterações quanto a sociedade e a história político-social no decorrer do tempo. Entretanto, a definição mais atual elaborada pela Organização Mundial da

Saú­de (OMS) é:

Sexualidade é um aspecto central da vida do ser humano e abrange sexo, identidades e papéi­s de gênero, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. É experimentada e expressada nos pensamentos, nas fantasias, nos desejos, na opinião, nas atitudes, nos valores, nos comportamentos, nas práticas, nos papéi­s e nos relacionamentos. Embora a sexualidade possa incluir todas estas dimensões, nem sempre todas são vivenciadas. A sexualidade sofre in­fluên­cia da interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais,

 

4 - Anatomia da Mama e Complexo Articular do Ombro

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4

Anatomia da Mama e

Complexo Articular do

Ombro

Marco Cesar Somazz

Introdução

As descrições tratadas neste capítulo se referem especialmente

à região axilar, que apresenta inúmeros elementos anatômicos importantes para a funcionalidade de todo o membro superior. Por outro lado, as á­ reas e as estruturas adjacentes que têm relação morfofuncional com a axila também serão descritas.

Axila

É uma subdivisão do ombro pertencente ao membro superior. O ombro, que também pode ser denominado raiz, une o membro superior e o tórax. As demais re­giões são a escapular e a deltói­dea.1

A região axilar, ou simplesmente axila, é um espaço interposto entre a face interna da ar­ticulação escapuloumeral e a parede lateral do tórax. De forma piramidal, essa cavidade contém os elementos vascula­res e nervosos que transitam para o membro superior e parte do tórax, a partir da raiz do pescoço ou viceversa (Figura 4.1). É constituí­da por um ápice, uma base e paredes anterior, posterior, lateral e medial. O ápice está dirigido para cima e tem como limites: anterior à clavícula; posterior à borda superior da escápula; e medial à borda externa da primeira costela. Por esse espaço, vasos, nervos e linfáticos entram ou saem do membro superior (ver Figura 4.1). A base apresenta-se limitada à frente pela prega axilar anterior, formada pelo ­músculo peitoral maior, atrás pela prega axilar posterior, constituí­da pelo tendão dos músculos latíssimo do dorso e redondo maior. Medialmente, está delimitada pelas quatro ou cinco costelas supe­ úsculos serrátil anterior e intercostais.2,3 As pareriores e pelos m des da axila podem ser descritas da seguinte forma:

 

4 - Anatomia da Mama e Complexo Articular do Ombro

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4

Anatomia da Mama e

Complexo Articular do

Ombro

Marco Cesar Somazz

Introdução

As descrições tratadas neste capítulo se referem especialmente

à região axilar, que apresenta inúmeros elementos anatômicos importantes para a funcionalidade de todo o membro superior. Por outro lado, as á­ reas e as estruturas adjacentes que têm relação morfofuncional com a axila também serão descritas.

Axila

É uma subdivisão do ombro pertencente ao membro superior. O ombro, que também pode ser denominado raiz, une o membro superior e o tórax. As demais re­giões são a escapular e a deltói­dea.1

A região axilar, ou simplesmente axila, é um espaço interposto entre a face interna da ar­ticulação escapuloumeral e a parede lateral do tórax. De forma piramidal, essa cavidade contém os elementos vascula­res e nervosos que transitam para o membro superior e parte do tórax, a partir da raiz do pescoço ou viceversa (Figura 4.1). É constituí­da por um ápice, uma base e paredes anterior, posterior, lateral e medial. O ápice está dirigido para cima e tem como limites: anterior à clavícula; posterior à borda superior da escápula; e medial à borda externa da primeira costela. Por esse espaço, vasos, nervos e linfáticos entram ou saem do membro superior (ver Figura 4.1). A base apresenta-se limitada à frente pela prega axilar anterior, formada pelo ­músculo peitoral maior, atrás pela prega axilar posterior, constituí­da pelo tendão dos músculos latíssimo do dorso e redondo maior. Medialmente, está delimitada pelas quatro ou cinco costelas supe­ úsculos serrátil anterior e intercostais.2,3 As pareriores e pelos m des da axila podem ser descritas da seguinte forma:

 

Apresentação

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Apresentação

A prática fisioterapêutica baseada em evidência tem estado cada vez mais presente na rotina do fisioterapeuta especialista em saúde da mulher e, por isso, a segunda edição do Tratado de Fisioterapia em Saúde da Mulher, revisada e ampliada, foi pensada a partir da necessidade de atualização do tema.

Por ser uma especialidade ainda recente, carece de muitas investigações científicas e discussões acerca do cuidado com a população feminina. Nesse sentido, o conteúdo abordado traz não somente a fisioterapia baseada em evidência, mas também a expertise de uma equipe de profissionais formada em um dos maiores centros de referência do

Brasil no cuidado à mulher: o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Universidade Estadual de

Campinas (Unicamp).

O conteúdo desta obra, apresentado em seções específicas e com questões e casos clínicos, favorece maior aprofundamento de cada tema, além de estimular o raciocínio clínico do profissional/estudante.

 

5 - Epidemiologia e Fatores de Risco do Câncer de Mama

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5

Epidemiologia e

Fatores de Risco do

Câncer de Mama

Natalie Rios Almeida  •  Fabrício Palermo Brenelli  •  Marcela Ponzio Pinto e Silva  • 

Maria Salete Costa Gurgel

Epidemiologia

Quadro 5.1  Fatores de risco para o câncer de mama.

O câncer de mama (CM) representa o segundo tipo de neoplasia maligna mais comum em todo o mundo e o mais prevalente entre as mulheres. Em 2012, foi estimado aproximadamente 1,7  milhão de casos no mundo, cerca de 25% dos cânceres naquele ano.1

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) é o órgão do Ministério da Saú­de responsável pela criação e pela adoção de estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento da doen­ça e, segundo dados relatados recentemente, o CM

(excluí­dos os tumores de pele não melanoma) é a neo­pla­sia mais incidente no país, em todas as re­giões, exceto no Norte, onde fica atrás apenas do câncer de colo uterino.2

A mortalidade associada é va­riá­vel. Nas re­giões Sul e Sudeste, ela tem diminuí­do, provavelmente em decorrência do acesso facilitado ao tratamento e ao diagnóstico precoce.3

 

Prefácio à 1a edição

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Prefácio à 1a edição

O Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas

(Unicamp) foi pioneiro em entender que o ensino da medicina precisava da inclusão de outros profissionais da saúde para que o estudante tivesse um quadro mais completo da saúde, da doença e de seu tratamento. Quando foi criado o

Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), Hospital da Mulher da Unicamp, em 1986, isso ficou ainda mais evidente.

O próprio conceito de “integralidade” do atendimento à saúde da mulher exige a participação de uma equipe multiprofissional, em que, além do médico e da enfermeira, agrega-se, pelo menos, a atuação de psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas.

Na realidade, o Serviço de Ginecologia e Obstetrícia da Unicamp contava com uma fisioterapeuta que atuava principalmente na recuperação pós-operatória de mulheres mastectomizadas desde a década de 1970. Essa experiência serviu para demonstrar a enorme contribuição desta profissional no atendimento ginecológico-obstétrico.

 

5 - Epidemiologia e Fatores de Risco do Câncer de Mama

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5

Epidemiologia e

Fatores de Risco do

Câncer de Mama

Natalie Rios Almeida  •  Fabrício Palermo Brenelli  •  Marcela Ponzio Pinto e Silva  • 

Maria Salete Costa Gurgel

Epidemiologia

Quadro 5.1  Fatores de risco para o câncer de mama.

O câncer de mama (CM) representa o segundo tipo de neoplasia maligna mais comum em todo o mundo e o mais prevalente entre as mulheres. Em 2012, foi estimado aproximadamente 1,7  milhão de casos no mundo, cerca de 25% dos cânceres naquele ano.1

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) é o órgão do Ministério da Saú­de responsável pela criação e pela adoção de estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento da doen­ça e, segundo dados relatados recentemente, o CM

(excluí­dos os tumores de pele não melanoma) é a neo­pla­sia mais incidente no país, em todas as re­giões, exceto no Norte, onde fica atrás apenas do câncer de colo uterino.2

A mortalidade associada é va­riá­vel. Nas re­giões Sul e Sudeste, ela tem diminuí­do, provavelmente em decorrência do acesso facilitado ao tratamento e ao diagnóstico precoce.3

 

Prefácio à 2a edição

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Prefácio à 2a edição

Entende-se a Fisioterapia como uma ciência aplicada ao estudo, ao diagnóstico, à prevenção e ao tratamento das disfunções cinéticas e funcionais de aparelhos, órgãos e sistemas. Como descrito pela Profa. Ellen Hardy (in memoriam), com proverbial sabedoria, no prefácio que inaugura a primeira edição desta obra, os profissionais da área da saúde integram, de modo definitivo e absolutamente complementar, as equipes multidisciplinares que podem oferecer qualidade e completude à assistência da saúde humana e, em particular, à da mulher.

A enorme e expressiva qualidade do Serviço de Fisioterapia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher

(CAISM) revelou-se um modelo que se configurou como centro de referência regional, nacional e internacional e que atrai profissionais de várias origens, com o intuito de aprimorar a formação por meio de cursos, estágios e aperfeiçoamentos específicos, que se mostraram inspiradores nesses quase 40 anos de produtiva existência.

 

6 - Diagnóstico, Rastreamento e Prevenção do Câncer de Mama

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6

Diagnóstico,

Rastreamento e Prevenção do Câncer de Mama

Maria Virginia Thomazini de Figueiredo  •  Fabrício Palermo Brenelli  • 

Laura Ferreira de Rezende   •  Maria Salete Costa Gurgel

Introdução

Atualmente, o câncer de mama (CM) é considerado uma doen­

ça curável em boa parte dos casos graças ao diagnóstico preco­ ce, aos avanços das técnicas cirúrgicas e dos tratamentos com­ plementares. Entretanto, para as mulheres serem beneficiadas pelos avanços terapêuticos e terem excelente prognóstico após o tratamento, a doen­ça precisa ser detectada precocemente, com consequente reflexo no aumento da sobrevida. A mulher tem papel fundamental no diagnóstico inicial da doen­ça ao rea­li­zar exame clínico e mamografia periodicamente.1,2

A incidência do CM nos últimos anos aumentou mais de

20%, representando um em cada quatro cânceres na popula­

ção feminina. Segundo estimativas da International Agency for Reseach on Cancer (IARC), 1,7  milhão de mulheres foi diagnosticado com CM em todo o mundo em 2012. Vale res­ saltar que as maiores taxas de incidência são as dos paí­ses mais desenvolvidos.3

 

6 - Diagnóstico, Rastreamento e Prevenção do Câncer de Mama

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6

Diagnóstico,

Rastreamento e Prevenção do Câncer de Mama

Maria Virginia Thomazini de Figueiredo  •  Fabrício Palermo Brenelli  • 

Laura Ferreira de Rezende   •  Maria Salete Costa Gurgel

Introdução

Atualmente, o câncer de mama (CM) é considerado uma doen­

ça curável em boa parte dos casos graças ao diagnóstico preco­ ce, aos avanços das técnicas cirúrgicas e dos tratamentos com­ plementares. Entretanto, para as mulheres serem beneficiadas pelos avanços terapêuticos e terem excelente prognóstico após o tratamento, a doen­ça precisa ser detectada precocemente, com consequente reflexo no aumento da sobrevida. A mulher tem papel fundamental no diagnóstico inicial da doen­ça ao rea­li­zar exame clínico e mamografia periodicamente.1,2

A incidência do CM nos últimos anos aumentou mais de

20%, representando um em cada quatro cânceres na popula­

ção feminina. Segundo estimativas da International Agency for Reseach on Cancer (IARC), 1,7  milhão de mulheres foi diagnosticado com CM em todo o mundo em 2012. Vale res­ saltar que as maiores taxas de incidência são as dos paí­ses mais desenvolvidos.3

 

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