Enfermagem em UTI: cuidando do paciente crítico

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Enfermagem em UTI: cuidando do paciente crítico, é composto de 59 capítulos divididos em nove seções que focalizam e detalham os diversos distúrbios que acometem o paciente crítico, assim como os cuidados a pacientes oncológicos, em pós-operatório e em outras situações que requerem monitorização especial. Os temas relacionados à gestão em UTI abordam desde aspectos éticos, legais e de humanização do cuidado intensivo até a gestão de qualidade nessas unidades. O conteúdo primoroso em sua essência, abrangência e atualização propicia aos enfermeiros, professores, alunos e estudiosos da atenção ao ser humano uma oportunidade de identificar os principais conhecimentos necessários ao trabalho nas unidades de terapia intensiva, e os modos formais de incorporação desses conteúdos nas ações cuidativas do cotidiano dessas unidades, cujo progresso se destaca dia a dia na área da saúde.

59 capítulos

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Capítulo 1 - Avaliação do paciente crítico

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1

AVALIAÇÃO DO PACIENTE CRÍTICO

A driana J anzantte D ucci

S heila C ristina T osta B ento

D aniella V ianna C orrea K rokoscz

L ilia de S ouza N ogueira

K atia G rillo P adilha

P ontos

a aprender

1. �Os aspectos básicos para a realização da entrevista clínica do paciente crítico.

2. �A linguagem da entrevista de acordo com as necessidades e condições do paciente.

3. �As situações de prioridade na entrevista e no exame físico.

4. �As principais características do exame físico do paciente crítico.

5. �As limitações encontradas durante a realização do exame físico.

P alavras - chave

Entrevista, exame físico, enfermagem, sistematização da assistência de enfermagem, paciente crítico.

E strutura

dos tópicos

Introdução. A entrevista de enfermagem. Coleta de dados. Comunicação.

Conteúdo da entrevista. Registro dos dados. Características gerais do exame físico. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

 

Capítulo 2 - Insuficiência respiratória aguda grave

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2

Insuficiência respiratória aguda grave

S uely S ueko V iski Z anei

P ontos

a aprender

1. �Definição e classificação da insuficiência respiratória aguda.

2. �Os tipos de insuficiência respiratória aguda.

3. �Os mecanismos fisiopatológicos da hipoxemia.

4. �Os sinais e sintomas da insuficiência respiratória aguda.

5. �As ações de enfermagem prioritárias no atendimento do paciente com insuficiência respiratória aguda.

P alavras - chave

Insuficiência respiratória, enfermagem, Unidades de Terapia Intensiva.

E strutura

dos tópicos

Definições e conceitos básicos. Reconhecimento e ações de enfermagem diante de um paciente com insuficiência respiratória. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

Definições e conceitos básicos

A insuficiência respiratória aguda (IRpA), uma condição patológica primária ou secundária a outras condições não pulmonares, é uma causa frequente de internação hospitalar, aumento dos dias de internação e mortalidade nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), principalmente por conta da necessidade de ventilação mecânica

 

Capítulo 3 - Vias aéreas artificias

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3

Vias aéreas artificiais

S uely S ueko V iski Z anei

P ontos

a aprender

1. �As principais complicações relacionadas ao tubo traqueal e à traqueostomia.

2. �Os cuidados específicos do paciente traqueostomizado ou com intubação orotraqueal.

P alavras - chave

Intubação endotraqueal, traqueostomia, enfermagem, Unidade de Terapia

Intensiva.

E strutura

dos tópicos

O paciente intubado. O paciente traqueostomizado. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

O paciente Intubado

A ventilação mecânica (VM) invasiva pressupõe a utilização de uma via aérea artificial. Frequentemente, um tubo (Figura 3.1) é posicionado na traqueia pela cavidade oral (intubação orotraqueal­

– IOT). Os enfermeiros que prestam cuidados intensivos devem valorizar a presença do tubo, o qual, além de apresentar complicações inerentes ao dispositivo, está relacionado à a pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM).1-7 Entre as complicações associadas à presença do tubo orotraqueal, destacam-se:

37

 

Capítulo 4 - Suporte ventilatório

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4

Suporte ventilatório

S uely S ueko V iski Z anei

P ontos

a aprender

1. �Definição e indicações do suporte ventilatório, ventilação mecânica invasiva e não invasiva.

2. �As indicações e os fatores que comprometem a ventilação mecânica invasiva.

3. �Os tipos de ventiladores, os tipos de ciclos e as modalidades ventilatórias.

4. �As condições e as técnicas para o desmame ventilatório.

5. �A assistência de enfermagem do paciente submetido à ventilação mecânica

(avaliação e controle).

P alavras - chave

Ventilação mecânica, desmame do ventilador, Unidades de Terapia Intensiva, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Definição e indicações. Ventilação mecânica invasiva. Fatores que interferem na ventilação mecânica. Tipos de ventiladores pulmonares mecânicos. Ciclos ventilatórios mecânicos. Modos de controle: volume ou pressão-controlada.

Modalidades ventilatórias básicas. Principais ajustes no painel de controles.

 

Capítulo 5 - Ventilação não invasiva

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5

VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA

S uely S ueko V iski Z anei

P ontos

a aprender

1. �Ventilação não invasiva (VNI) e os tipos de interfaces disponíveis.

2. �Os tipos de pacientes que se beneficiam com a VNI.

3. �Os pacientes para os quais a VNI não é indicada.

4. �Os efeitos adversos da VNI e possíveis soluções.

5. �As modalidades mais utilizadas para a aplicação de VNI.

P alavras - chave

Ventilação mecânica, Unidade de Terapia Intensiva, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Definição e indicações. Seleção dos pacientes. Equipamentos necessários.

Geradores de alto fluxo, ventiladores e modalidades ventilatórias. Ventilação não invasiva em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica e edema agudo pulmonar. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

Para saber mais.

Definição e indicações

O suporte ventilatório com pressão positiva aplicado sem a utilização de uma via aérea artificial é denominado ventilação não invasiva (VNI). O paciente é conectado ao ventilador por meio de máscaras especiais (interfaces) adaptadas ao nariz (máscara nasal),

 

Capítulo 6 - Insuficiência cardíaca congestiva

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6

Insuficiência cardíaca congestiva

E liane M azócoli

P ontos

a aprender

1. �Definição de insuficiência cardíaca.

2. �Alterações fisiopatológicas que ocorrem na insuficiência cardíaca.

3. �Classificação da insuficiência cardíaca.

4. �Anamnese e exame físico do paciente com suspeita ou diagnóstico de insuficiência cardíaca.

5. �Diagnóstico precoce da insuficiência cardíaca descompensada, que previne condições clínicas graves.

6. �Assistência de enfermagem direcionada ao paciente com insuficiência cardíaca.

P alavras - chave

Insuficiência cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva, fisiopatologia, cuidados, falência cardíaca, enfermagem, assistência, edema agudo de pulmão, choque cardiogênico, remodelamento cardíaco, ativação neuro-hormonal, sistema renina-angiotensina-aldosterona, natriurese.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Etiopatogenia da insuficiência cardíaca descompensada. Conceitos e princípios fisiopatológicos. Quadro clínico, diagnóstico e estratégia terapêutica. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo.

 

Capítulo 7 - Choque cardiogênico – avaliação e assistência de enfermagem

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7

Choque cardiogênico – avaliação e assistência de enfermagem

R osa M aria M oreira

P ontos

a aprender

1. �Definição de choque.

2. �Estágios do choque.

3. �Fisiopatologia do choque cardiogênico.

4. �Quadro clínico de um paciente com choque cardiogênico.

5. �Terapêuticas apropriadas para o choque cardiogênico.

6. �Medidas necessárias de enfermagem para gerenciar o cuidado a pacientes com choque cardiogênico.

P alavras - chave

Choque cardiogênico, assistência de enfermagem, terapia intensiva.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Tipos de tratamento. Assistência, avaliação e ações do enfermeiro para pacientes com choque cardiogênico. Considerações finais. Resumo.

Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

Introdução

Choque é uma condição na qual a perfusão tecidual está inadequada para manter o suprimento de oxigênio. Caracteriza-se por hipóxia e inadequada função celular, que leva à falência dos órgãos.

 

Capítulo 8 - Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

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8

Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

C ândida M árcia

P ontos

de

B rito

a aprender

1. �Fisiopatologia da sepse.

2. Classificação da sepse, da sepse severa e do choque séptico.

3. Manifestações clínicas.

4. �Recomendações da Surviving Sepse Campaign no tratamento da sepse severa e do choque séptico.

5. Assistência de enfermagem ao paciente com sepse severa e choque séptico.

P alavras - chave

Sepse, sepse severa, choque séptico, cuidados de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Epidemiologia. Fisiopatologia. Definições. Manifestações clínicas. Perfil hemodinâmico e clínico do paciente séptico. Tratamento. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

Introdução

As altas taxas de incidência e mortalidade de sepse severa e choque séptico chamam a atenção dos profissionais da saúde para a necessidade do reconhecimento e do tratamento precoce desses pacientes.1,2,3,4 O enfermeiro deve estar apto a, primeiramente, prevenir a ocorrência da sepse e reconhecer os pacientes de risco, assim como os sinais clínicos que evidenciam um quadro de sepse e as medidas necessárias para o tratamento precoce e a monitorização desse paciente.

169

 

Capítulo 9 - Choque hipovolêmico

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9

Choque Hipovolêmico

L eilane A ndrade G onçalves

P ontos

a aprender

1. �Fisiopatologia do choque hipovolêmico.

2. �Efeitos do choque nos órgãos e sistemas.

3. �Quadro clínico e hemodinâmico do choque hipovolêmico.

4. �Tratamento do choque hipovolêmico.

5. �Planejamento da assistência de enfermagem ao paciente em choque hipovolêmico.

P alavras - chave

Choque hipovolêmico, enfermagem, Unidade de Terapia Intensiva.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Fisiopatologia. Efeitos do choque nos órgãos e sistemas. Quadro clínico, hemodinâmico e alterações laboratoriais. Tratamento. Monitorização. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

Introdução

Na literatura, há diversas definições de choque. Segundo Gross,1 ele pode ser considerado “uma manifestação da rude desmontagem do maquinário da vida”.

A palavra choque foi utilizada pela primeira vez em 1743, para descrever o estado dos pacientes atingidos por armas de fogo. A noção de hipoperfusão tecidual, como substrato do choque, surgiu somente em 1919. Até esse momento, a definição era dada estritamente por bases clínicas.2

197

 

Capítulo 10 - Arritmias no paciente grave

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10

ARRITMIAS NO PACIENTE GRAVE

A ntonio C arlos A medeo V attimo

M aria de F átima F ernandes V attimo

P ontos

a aprender

1. �Os mecanismos arritmogênicos e a sua importância para a abordagem terapêutica das arritmias cardíacas.

2. �As principais características eletrocardiográficas das taquicardias e bradicardias para a realização do diagnóstico eletrocardiográfico em situações que envolvam o atendimento em UTI.

3. �A sequência de ações envolvidas no tratamento das arritmias, incluindo a escolha das medicações ou de procedimentos auxiliares, como o uso de desfibrilador e marca-passo temporário.

P alavras - chave

Bloqueio, bradicardia, cardioversão elétrica, supraventricular, taquicardia, ventricular.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Taquicardias. Bradiarritmias. Resumo. Referências bibliográficas.

Introdução

As arritmias cardíacas são extremamente frequentes na prática clínica. Dados norte-americanos estimam uma taxa de prevalência de aproximadamente 1 em 18 indivíduos ou 5,3­%, o que corresponderia a cerca de 14,4 milhões de pessoas.

 

Capítulo 11 - Monitorização hemodinâmica invasiva

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11

Monitorização Hemodinâmica Invasiva

C ândida M árcia

P ontos

de

B rito

a aprender

1. �Anatomia e fisiologia cardiovascular.

2. Tipos de monitorização hemodinâmica invasiva.

3. �Assistência de enfermagem na inserção, manutenção e retirada dos cateteres.

4. Aplicação clínica dos dados hemodinâmicos.

P alavras - chave

Monitorização hemodinâmica, cateter de artéria pulmonar, cuidados de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Anatomia e fisiologia cardiovascular. Tipos de monitorização hemodinâmica invasiva. Assistência de enfermagem na inserção do cateter de artéria pulmonar, cateter arterial e cateter venoso central. Assistência de enfermagem na retirada do cateter de artéria pulmonar, cateter venoso central e cateter arterial. Resumo. Propostas para estudo. Referências biblio­gráficas.

INTRODUÇÃO

Até o século XIX, os pacientes críticos eram avaliados por um exame clínico. Embora forneça dados preciosos para o diagnóstico e tratamento, esse exame nem sempre reflete o que realmente ocorre na perfusão tecidual. No século XX, com os avanços na monitorização da pressão arterial, a introdução dos antibióticos na prática clínica, o surgimento de unidades de cuidados especializados ao paciente crítico e o

245

 

Capítulo 12 - Monitorização hemodinâmica não invasiva

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12

Monitorização hemodinâmica não invasiva

D aniella V ianna C orrea K rokoscz

P ontos

a aprender

1. �Objetivo do suporte hemodinâmico ao paciente crítico.

2. �Parâmetros não invasivos de monitorização hemodinâmica.

3. �Vantagens e desvantagens da monitorização hemodinâmica não invasiva.

4. �Técnica de monitorização cardíaca não invasiva e cuidados específicos de enfermagem.

5. �Técnica de monitorização da pressão arterial não invasiva e cuidados específicos de enfermagem.

6. �Técnica de monitorização respiratória não invasiva e cuidados específicos de enfermagem.

7. �Técnica de monitorização da temperatura corporal não invasiva e os cuidados específicos de enfermagem.

8. �Fatores que podem influenciar/interferir na monitorização adequada dos parâmetros não invasivos de monitorização hemodinâmica.

9. �Atuação da equipe de enfermagem na monitorização hemodinâmica não invasiva.

P alavras - chave

 

Capítulo 13 - Drogas vasoativas

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13

Drogas vasoativas

A driano R ogério B aldacin R odrigues

M ilena P enteado F erraro M iranda

S ilvia R egina S ecoli

P ontos

a aprender

1. �O mecanismo de ação das drogas vasoativas.

2. �As reações adversas às drogas vasoativas.

3. �As interações medicamentosas das drogas vasoativas e os respectivos desfechos que podem afetar o resultado terapêutico.

4. �As intervenções de enfermagem aos pacientes submetidos a terapia com drogas vasopressoras e vasoconstritoras.

P alavras - chave

Vasodilatadores, vasoconstritores, catecolaminas, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Vasopressores. Catecolaminas. Adrenalina. Dopamina. Dobutamina. Noradrenalina. Vasopressina. Vasodilatadores. Nitroprussiato de sódio.

Nitroglicerina. Lactato de milrinone. Farmacocinética das drogas vasoativas.

Precauções e recomendações relacionadas à administração de drogas vasoativas. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

 

Capítulo 14 - Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

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14

Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

R enata G onçalves

P ontos

de

O liveira

a aprender

1. �Definição de marca-passo cardíaco artificial e cardioversor desfibrilador implantável.

2. �Os tipos de marca-passo cardíaco e as etapas pré, intra e pós-instalação.

3. �As complicações no uso do marca-passo com a assistência de enfermagem.

4. �Os cuidados de enfermagem para todos os tipos de marca-passo e cardioversor desfibrilador implantável.

P alavras - chave

Marca-passo cardíaco artificial, cardioversor desfibrilador implantável, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Tipos de marca-passo. Cardioversor desfibrilador implantável.

Complicações. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referên­cias bibliográficas.

Introdução

Impulso Elétrico Normal

O impulso elétrico normal (Figura 14.1) é iniciado por meio do estímulo de um conjunto de células específicas da parede do átrio direito, denominado nódulo sinoatrial. Esse impulso é transmitido por meio de fibras denominadas sistema de condução para os músculos atriais, que se contraem. Em seguida, alcança outro conjunto

330

 

Capítulo 15 - Suporte mecânico cardiovascular – balão intra-aórtico

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15

Suporte mecânico cardiovascular – balão intra-aórtico

A driano R ogério B aldacin R odrigues

P ontos

a aprender

1. �As modalidades do suporte circulatório mecânico.

2. �Os princípios fisiológicos do sistema cardiovascular para o cuidado de enfermagem.

3. �As características, indicações, contraindicações e cuidados com o balão intraaórtico nas diversas circunstâncias clínicas.

P alavras - chave

Balão intra-aórtico, choque cardiogênico, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Princípios fisiológicos do sistema cardiovascular. Balão intraaórtico. Cateter-balão intra-aórtico e console. Inserção do cateter e vias de acesso. Mecanismo de funcionamento do balão intra-aórtico. Efeitos fisiológicos do balão intra-aórtico. Indicações de uso do balão intra-aórtico.

Contraindicações para o uso do balão intra-aórtico. Complicações do balão intra-aórtico. Programação do balão intra-aórtico. Desmame e retirada do balão intra-aórtico. Assistência de enfermagem. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

 

Capítulo 16 - Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/angioplastia coronária

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16

Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/ angioplastia coronária

P atrícia G onçalves C ustódio F lávio

P ontos

a aprender

1. �Definição de cateterismo e angioplastia.

2. �Indicações para cateterismo cardíaco e angioplastia transluminal coronária.

3. Tipos de stents existentes e sua indicação.

4. �Necessidades e cuidados clínicos com o paciente submetido ao cateterismo/ angioplastia.

5. Possíveis complicações relacionadas ao cateterismo/angioplastia.

6. �Assistência de enfermagem ao paciente submetido à angioplastia, desde a abordagem inicial, cuidados pré-cateterismo, preparo para o exame, cuidados pós-exame e orientações de alta.

P alavras - chave

Cateterismo cardíaco, angioplastia, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Técnica do procedimento. Cuidados clínicos com o paciente.

Complicações. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo.

 

Capítulo 17 - Cateteres implantados e semi-implantados

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17

CATETERES IMPLANTADOS

E SEMI-IMPLANTADOS

D irceu C arrara

P ontos

a aprender

1. �Os diferentes tipos de cateteres implantados e semi-implantados utilizados para o tratamento do paciente grave.

2. �As principais indicações, contraindicações e complicações decorrentes da instalação dos diferentes tipos de cateteres.

3. �Os cuidados de enfermagem relacionados à instalação e manutenção dos cateteres centrais de longa permanência e dos cateteres para procedimentos dialíticos.

4. �As intervenções de enfermagem para a prevenção de riscos relacionadas ao uso de cateteres implantados e semi-implantados na UTI.

P alavras - chave

Infusões intravenosas, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Cateteres centrais de longa permanência. Cateteres para procedimentos dialíticos. Cateter de Swan-Ganz. Resumo. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas. Para saber mais.

Introdução

 

Capítulo 18 - Cateteres periféricos, centrais e centrais de inserção periférica

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18

CATETERES PERIFÉRICOS, CENTRAIS E

CENTRAIS DE INSERÇÃO PERIFÉRICa

D irceu C arrara

P ontos

a aprender

1. �Os vários tipos de cateteres periféricos e centrais utilizados na terapia intravenosa do doente grave.

2. �As principais indicações, contraindicações e complicações decorrentes da instalação dos diferentes tipos de cateteres.

3. �As intervenções de enfermagem relacionadas à instalação, manutenção e remoção dos cateteres periféricos e centrais.

4. �As intervenções de enfermagem para a prevenção de riscos relacionados ao uso de cateteres periféricos e centrais na UTI.

P alavras - chave

Infusões intravenosas, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Tipos de cateteres. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

Introdução

A utilização de cateteres para o acesso vascular ampliou a segurança dos pacientes submetidos a terapias intravenosas prolongadas e subsequentes manipulações da rede vascular periférica, inclusive para a obtenção frequente de amostras laboratoriais de controle.

 

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