Nutrição e Transtornos Alimentares: Avaliação e Tratamento

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Os transtornos alimentares apresentam uma importância clínica e epidemiológica crescente, porém, ainda são escassos os trabalhos na área de Nutrição sobre o tema. Este livro cobre essa lacuna e apresenta ainda um diferencial: embora esteja focado na Nutrição, foi construído a partir de uma concepção transdisciplinar. Assim, também é indicado a estudantes e profissionais das áreas de Medicina, Psicologia, Terapia Ocupacional, Enfermagem e Educação Física, já que os temas aqui abordados – comida e corpo – são transversais, isto é, estão presentes em qualquer atendimento a um paciente com transtorno alimentar. De forma didática, escrito com base na literatura científica e na experiência de diferentes profissionais que tratam desse assunto, o terceiro volume da coleção Guias de Nutrição e Alimentação apresenta, primeiramente, os transtornos alimentares e as temáticas associadas a eles. Na sequência, apresenta manuais de terapia nutricional para pacientes com anorexia e bulimia nervosa, e com transtorno da compulsão alimentar periódica.

 

21 capítulos

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Capítulo 1 - Aspectos gerais dos transtornos alimentares: características, critérios diagnósticos, epidemiologia e etiologia

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1

Aspectos Gerais dos

Transtornos Alimentares características, critérios diagnósticos, epidemiologia e etiologia

Descritores critérios diagnósticos, epidemiologia, etiologia, anorexia nervosa, bulimia nervosa, transtorno da compulsão alimentar periódica

Táki Athanássios Cordás

Fábio Tapia Salzano

sumário

Conceitos e critérios diagnósticos, 5

Epidemiologia, 10

Fatores etiológicos, 11

Tratamento, 12

Referências, 14

a s p e c t o s g e r a i s d o s t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s

5

Conceitos e critérios diagnósticos

Os transtornos alimentares (TA) são transtornos psiquiátricos que afetam, na sua maioria, adolescentes e adultos jovens do sexo feminino, podem levar a grandes prejuízos biológicos e psicológicos e ao aumento de morbidade e mortalidade. Neste capítulo, serão abordados a anorexia ner‑ vosa (AN), a bulimia nervosa (BN), o transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP) e os transtornos alimentares não es­pecificados (TANE).

 

Capítulo 2 - Estrutura, padrão, consumo e atitude alimentar: conceitos e aplicações nos transtornos alimentares

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2

Estrutura, Padrão,

Consumo e Atitude Alimentar:

Conceitos e Aplicações nos

Transtornos Alimentares

Descritores estrutura alimentar, padrão alimentar, consumo alimentar, atitude alimentar

Marle Alvarenga

Sonia Tucunduva Philippi

sumário

Conceitos sobre estrutura, padrão, consumo e atitudes alimentares, 19

Transtornos alimentares: estrutura, consumo e atitudes alimentares, 23

Avaliação de estrutura, padrão, consumo e atitudes alimentares nos TA, 31

Referências, 32

e s t r u t u r a , pa d r ã o , c o n s u m o e at i t u d e a l i m e n ta r

19

Conceitos sobre estrutura, padrão, consumo e atitudes alimentares

Para avaliação dos aspectos da alimentação de indivíduos ou gru‑ pos, vários termos são utilizados, mas nem sempre de forma padroniza‑ da, permitindo entendimentos e interpretações diferentes.

O consumo alimentar, aparentemente, apresenta‑se como um concei­ to claro, que envolve a ingestão de alimentos, os quais, quando transfor‑ mados em energia, macro e micronutrientes, representam o consumo nu­ tricional. Mas termos como padrão, comportamento e atitudes alimentares, muitas vezes, são utilizados sem definição precisa ou como sinônimos.

 

Capítulo 3 - Conceituação de alimentação saudável sob a perspectiva biopsicossocial

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3

Conceituação de Alimentação

Saudável sob a Perspectiva

Biopsicossocial

Descritores alimentação saudável, cultura, prazer, pirâmide alimentar, ciências humanas

Fernanda Baeza Scagliusi

Marle Alvarenga

Sonia Tucunduva Philippi

sumário

Introdução – abordagem biológica da alimentação saúdavel, 39

Críticas à abordagem biológica sobre alimentação saúdavel, 41

Importância do enfoque psicossocial da alimentação nos transtornos alimentares, 51

Alimentação saúdavel: uma tentativa de abordagem mais humana, 52

Referências, 56

c o n c e i t u a ç ã o d e a l i m e n ta ç ã o s a u d á v e l

39

Introdução – ABORDAGEM biológica DA alimentação saudável

A relação do ser humano com a alimentação pode ser vista como um prisma. Em uma ponta, encontra‑se a dimensão cultural e coletiva, na qual depara‑se com termos como comida, gosto, práticas, símbolos, representações e significados. Na outra ponta, encontra‑se a dimensão individual e nutricional, na qual a “comida” se torna o “alimento” e este

 

Capítulo 4 - A ditadura da beleza e suas consequências no discurso nutricional

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4

A ditadura da beleza e suas consequências no discurso nutricional

Descritores corpo, imagem corporal, ditadura da beleza, mito da beleza

Fernanda Baeza Scagliusi

Bárbara Hatzlhoffer Lourenço

sumário

Introdução, 61

Evolução do padrão estético do corpo feminino, 61

O surgimento do conceito de ditadura da beleza, 65

Dinâmicas sociais envolvidas na ditadura da beleza, 67

Conclusão, 77

Referências, 80

a d i ta d u r a d a b e l e z a e s u a s c o n s e q u ê n c i a s n o d i s c u r s o n u t r i c i o n a l

61

Introdução

A discussão proposta no presente capítulo concerne aos significados do corpo dentro da nossa cultura, bem como à maneira que o corpo está condicionado a padrões estéticos, relacionando‑se, assim, com a dimensão da ditadura da beleza. Tal reflexão será pautada primordial‑ mente no que diz respeito ao corpo feminino, uma vez que é possível afirmar que as mulheres têm sido extensivamente controladas tanto por estereótipos quanto por meios de ordem material. Desse modo, depen‑ dem dos modelos culturais mais que os homens e têm maior tendência a serem influenciadas por eles (Wolf, 1992).

 

Capítulo 5 - Transtornos alimentares e obesidade

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5

Transtornos Alimentares e Obesidade

Descritores transtorno da compulsão alimentar periódica; síndrome alimentar noturna; transtorno de evitação alimentar pós-cirurgia bariátrica; obesidade

Fernanda Pisciolaro

Alexandre Pinto de Azevedo

sumário

Introdução, 87

Aspectos psiquiátricos da obesidade, 87

Obesidade e transtornos alimentares, 88

Transtornos alimentares relacionados à cirurgia bariátrica, 92

Tratamento interdisciplinar, 93

Estudo de caso, 95

Conclusão, 96

Referências, 97

t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s e o b e s i d a d e

87

Introdução

Durante décadas, a obesidade foi avaliada como sendo decorrente de uma falha na motivação em perder peso por parte do indivíduo.

Contudo, graças às descobertas etiopatogênicas dos últimos anos, a visão sobre a obesidade vem sendo modificada de modo progressivo, derrubando os preconceitos relacionados a esta doença. Assim, tor‑ na‑se claro, à visão dos conhecimentos atuais, que a obesidade é uma doença crônica de etiologia multifatorial, na qual se inclui fatores ge‑ nético‑biológicos, endócrinos, ambientais, sociais e também psicológi‑ cos e psiquiá­tricos.

 

Capítulo 6 - Transtornos alimentares em homens: quais são as diferenças em relação às mulheres

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6

Transtornos alimentares em homens: quais são as diferenças em relação às mulheres?

Descritores homens, transtornos alimentares, anorexia nervosa, bulimia nervosa, imagem corporal, gênero

Alessandra Donzelli Fabbri

Priscila de Morais Sato

Gisele Kawamura de Oliveira Queiroz

Mariana Bento da Silva

sumário

Introdução, 101

Comparações entre homens e mulheres com transtornos alimentares, 102

Imagem corporal em homens, 106

Diferenciais no tratamento, 109 estudos de caso, 109

Referências, 114

t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s e m h o m e n s

101

Introdução

Os transtornos alimentares (TA) são mais comuns entre as mulhe‑ res. Durante muito tempo acreditou‑se que eles afetavam quase que ex‑ clusivamente pessoas do sexo feminino. O aumento da incidência de TA em homens vem sendo relatado em estudos recentes, e estudos de caso de TA em homens têm sido encontrados na literatura atual (Button et al., 2008; Forman‑Hoffman et al., 2008; Scagliusi et al., 2009).

 

Capítulo 7 - Transtornos alimentares e diabetes mellitus

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7

Transtornos Alimentares e Diabetes Mellitus

Descritores diabetes mellitus, diabulimia, glicemia, retinopatia

Raquel Franzini Pereira

Marle Alvarenga

Cláudia Pieper

Marcela Salim Kotait

sumário

Introdução e definições, 119

Prevalência, 120

Estudos no Brasil, 122

Diagnóstico, 123

Características da comorbidade do diabetes com anorexia nervosa, 123

Características da comorbidade do diabetes com bulimia nervosa, 124

Características da comorbidade do diabetes com transtorno compulsivo alimentar periódico, 124

Complicações, 125

Estudo de caso, 125

Conduta terapêutica, 127

Conclusão, 129

Referências, 130

t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s e d i a b e t e s m e l l i t u s

119

Introdução e definições

O tratamento dos transtornos alimentares (TA) apresenta obstáculos complexos aos profissionais de saúde (ver Capítulos 1, 10, 11, 19 e

20). A coexistência do TA com diabetes mellitus (DM), também conhecida como diabulimia, é muito desafiadora. A diabulimia pode ser definida pela omissão ou utilização de menos insulina que a necessária para o gerenciamento do DM, com o objetivo de perda de peso; é um comportamento encontrado entre adolescentes ou adultos jovens com

 

Capítulo 8 - Relação entre exercício físico e transtornos alimentares

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8

Relação entre Exercício Físico e Transtornos Alimentares

Descritores exercício físico, atleta, dismorfia muscular, tríade da mulher atleta, exercício compulsivo

Paula Costa Teixeira

Viviane Ozores Polacow

Gisele Kawamura de Oliveira Queiroz

Marle Alvarenga

sumário

Introdução, 135

Transtornos alimentares em atletas: exercício como fim ou meio?,135

A prática de exercícios físicos em pacientes com TA, 140

Conclusão, 143

Referências, 143

r e l a ç ã o e n t r e e x e r c í c i o f í s i c o e t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s

135

Introdução

O exercício físico possui uma relação intrigante com os transtornos alimentares (TA). Para facilitar a abordagem e a didática do assunto a ser discutido, faremos uma divisão em duas correntes:

1. Transtornos alimentares em atletas – exercício como fim ou meio?

2. A prática de exercícios físicos em pacientes com TA.

Transtornos alimentares em atletas: exercício como fim ou meio?

 

Capítulo 9 - Instrumentos de avaliação em transtornos alimentares

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9

Instrumentos de Avaliação em Transtornos Alimentares

Descritores instrumentos; entrevistas; escalas; questionários; psicometria

Tatiana Moya

Fernanda Baeza Scagliusi

sumário

Conceitos básicos, 147

Tipos de instrumentos, 153

Conclusão, 166

Agradecimento, 166

Referências, 166

i n s t r u m e n t o s d e ava l i a ç ã o e m t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s

147

Conceitos básicos

Instrumentos

Cientistas e clínicos utilizam-se de mensurações como uma forma de compreender, avaliar e diferenciar características de pessoas e objetos

(Portney e Watkins, 2000). Na psiquiatria, instrumentos ou escalas de avaliação são questionários, entrevistas ou testes, elaborados para realizar essas mensurações na avaliação dos transtornos mentais e, dentre eles, dos transtornos alimentares (TA).

Sua maior vantagem é a objetividade, isto é, ao responder uma entrevista padronizada, todos os avaliados ouvirão a mesma pergunta, da mesma forma, independentemente das suas características clínicas e pes­ soais. Além disso, muitos instrumentos de avaliação permitem transformar um dado qualitativo por natureza, como a psicopatologia, em uma variável numérica, a qual possibilita maior exploração estatística. De for­ ma geral, tais instrumentos de avaliação são mais utilizados em pesquisas científicas, porém alguns autores também defendem seu uso na prá­tica clínica (Jorge e Custódio, 2000). Entretanto, o clínico deve ter cautela se quiser aplicar tais instrumentos e não os utilizar como a única forma de avaliação dos pacientes. Certamente, na prática clínica, uma boa anamnese e a construção de uma narrativa com a história de vida do paciente são as formas de avaliação indispensáveis, que não devem ser substituídas pelos instrumentos padronizados (Cardoso et al., 2002). Nesse cenário, tais instrumentos padronizados funcionam melhor como, no máximo, um complemento.

 

Capítulo 10 - Complicações clínicas nos transtornos alimentares

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10

Complicações Clínicas nos

Transtornos Alimentares

Descritores complicações clínicas, alterações hidroeletrolíticas, osteoporose, amenorreia, síndrome da realimentação

Viviane Ozores Polacow

Marle Alvarenga

sumário

Introdução, 175

Complicações clínicas dos transtornos alimentares, 175

Exames recomendados no início e/ou ao longo do tratamento, 187

Efeito da restrição alimentar sobre o gasto energético, 188

Eficácia do vômito autoinduzido para a perda de peso, 189

Efeito do uso abusivo de laxantes, 189

Efeito do uso de anfetaminas, 190

Conclusão, 191

Referências, 192

c o m p l i c a ç õ e s c l í n i c a s n o s t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s

175

Introdução

Transtornos alimentares (TA) são condições psiquiátricas marcadas por diversas complicações clínicas agudas ou crônicas. Frequentemente, os pacientes, familiares e mesmo os profissionais de saúde estão tão fo­ cados nos aspectos psiquiátricos dos quadros que podem não dar a devi­ da importância às complicações clínicas, as quais podem levar inclusive

 

Capítulo 11 - Comorbidades psiquiátricas nos transtornos alimentares

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11

Comorbidades Psiquiátricas nos Transtornos Alimentares

Descritores comorbidades, transtornos do humor, transtornos ansiosos, abuso de substâncias, transtornos de personalidade

Erlei Sassi Jr.

Fernanda Sassi

sumário

Introdução, 199

Transtornos de humor e transtornos alimentares, 200

Transtornos ansiosos e transtornos alimentares, 201

Abuso de substâncias psicoativas e transtornos alimentares, 202

Transtornos de personalidade e transtornos alimentares, 203

Conclusão, 206

Referências, 207

c o m o r b i d a d e s p s i q u i á t r i c a s n o s t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s

199

Introdução

Definimos comorbidade como a ocorrência conjunta de duas ou mais doenças em um mesmo indivíduo. Em psiquiatria, as comorbida‑ des são comuns, sendo que alguns estudos sugerem que quase 50% dos pacientes psiquiátricos recebem mais de um diagnóstico (Martins e Sas‑ si, 2004).

As seguintes interpretações são possíveis diante de dois transtornos comórbidos (Martins e Sassi, 2004):

 

Capítulo 12 - Comer em família: impacto no comportamento de crianças e adolescentes

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12

Comer em Família

Impacto no Comportamento de Crianças e Adolescentes

Descritores alimentação em família, alimentação infantil, adolescência, refeições

Camilla de Chermont Prochnik Estima

Greisse Viero da Silva Leal

Marle Alvarenga

Sonia Tucunduva Philippi

sumário

Introdução, 211

Hábitos e práticas alimentares na infância e adolescência, 211

Consumo de refeições, 212

Determinantes do consumo alimentar, 213

O papel das refeições em família nos transtornos alimentares, 215

Conclusão, 218

Referências, 218

c o m e r e m fa m í l i a

211

Introdução

Os aspectos sociais envolvidos na alimentação são importantes deter‑ minantes do consumo alimentar e também dos comportamentos em re‑ lação à alimentação. A família tem um importante papel na educação alimentar de crianças e adolescentes, podendo ter um impacto positivo ou negativo, dependendo das atitudes tomadas para com a alimentação.

 

Capítulo 13 - Transtornos alimentares e gestação

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13

Transtornos Alimentares e Gestação

Descritores gestação, parto, puerpério, feto, pregorexia, hiperêmese gravídica, picacismo

Karin Louise Lenz Dunker

Marle Alvarenga

sumário

Introdução, 223

Transtornos alimentares e reprodução, 224

Comportamentos de risco e preocupação com ganho de peso durante a gestação, 225

Evolução dos transtornos alimentares na gestação, 227

Consequências de um transtorno alimentar durante a gestação, 228

Consequência de um transtorno alimentar na alimentação dos filhos, 229

Tratamento da gestante com transtorno alimentar, 230

Conclusão, 231

Referências, 232

t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s e g e s ta ç ã o

223

Introdução

Transtornos alimentares (TA) são problemas predominantemente femininos e que podem acarretar complicações para a saúde da mulher, bem como para sua capacidade reprodutiva, e podem trazer consequên‑ cias pa­ra uma possível gestação, além de afetar o cuidado das mães com a ali­mentação de seus filhos.

 

Capítulo 14 - Aspectos gerais da terapia nutricional para os transtornos alimentares: avaliação nutricional, objetivos, modalidades e alta

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14

Aspectos Gerais da Terapia

Nutricional para os

Transtornos Alimentares:

Avaliação Nutricional, Objetivos,

Modalidades e Alta

Descritores avaliação nutricional, terapia nutricional, terapeuta nutricional, alta, modalidades de tratamento, objetivos do tratamento, internação, ambulatório, hospital-dia

Viviane Ozores Polacow

Rita de Cássia Aquino

Fernanda Baeza Scagliusi

sum á r io

Introdução, 239

Modalidades de tratamento, 239

Objetivos da terapia nutricional, 243

Princípios do tratamento nutricional, 244

Fases do tratamento nutricional, 244

Papéis do terapeuta nutricional, 246

Avaliação nutricional, 247

Conclusão, 252

Referências, 252

aspectos gerais da terapia nutricional para os transtornos alimentares

239

Introdução

Os transtornos alimentares (TA) são caracterizados por complexos aspectos biopsicossocias e, por este motivo, o tratamento deve ser interdis‑ ciplinar. A equipe mínima de tratamento deve ser composta por médico psiquiatra, psicólogo e nutricionista. Além destes, outros profissionais podem colaborar no tratamento, como enfermeiro, educador físico, tera‑ peuta ocupacional e assistente social. Independentemente da modalidade de tratamento adotada (ambulatorial, regime de internação completa ou parcial, atendimento individual ou em grupo), é essencial que o tratamen‑ to seja interdisciplinar e que toda a equipe seja treinada na área de TA.

 

Capítulo 15 - Protocolo de terapia nutricional para pacientes com bulimia nervosa

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15

Protocolo de Terapia

Nutricional para Pacientes com Bulimia Nervosa

Descritores bulimia nervosa, terapia nutricional, planejamento alimentar, educação alimentar, aconselhamento nutricional, restrição alimentar, imagem corporal

Fernanda Baeza Scagliusi

Marle Alvarenga

Alessandra Donzelli Fabbri

Gisele Kawamura de Oliveira Queiroz

Viviane Ozores Polacow

Bárbara Hatzlhoffer Lourenço

Priscila de Morais Sato

sumário

Introdução, 259

Efeito da restrição alimentar sobre a compulsão alimentar, 259

Componentes da terapia nutricional, 262

Descrição dos grupos educativos, 265

Descrição do grupo de dinâmicas, 293

Planejamento alimentar, 323

Aconselhamento nutricional, 327

Evidências acerca da terapia nutricional, 328

Conclusão, 330

Referências, 331

p r o t o c o l o d e t e r a p i a n u t r i c i o n a l pa r a pa c i e n t e s c o m b n

259

Introdução

 

Capítulo 16 - Protocolo de terapia nutricional para pacientes com anorexia nervosa

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16

Protocolo de Terapia

Nutricional para Pacientes com Anorexia Nervosa

Descritores anorexia nervosa, realimentação, recuperação do peso, necessidades energéticas, ganho de peso

Maria Aparecida Larino

Ester Fassarella

Marle Alvarenga

Fernanda Baeza Scagliusi

sumário

Introdução, 337

A recuperação do peso no tratamento da anorexia nervosa, 337

Planejamento dietético no tratamento da anorexia nervosa, 343

Aconselhamento nutricional na anorexia nervosa, 352

Programa de educação nutricional para a anorexia nervosa, 359

Conclusão, 369

Referências, 369

protocolo de terapia nutricional para pacientes com an

337

Introdução

O principal objetivo do tratamento nutricional da anorexia nervosa

(AN) é a recuperação do peso e do estado nutricional do paciente. Este primeiro passo é necessário para salvar a vida do paciente, evitar ou di‑ minuir o risco de complicações clínicas e permitir melhora cognitiva pa‑ ra a continuação das metas nutricionais, que envolvem uma mudança de atitude em relação à alimentação, visando eliminar práticas alimentares inadequadas, reintroduzir alimentos excluídos da alimentação e repen‑ sar a relação estabelecida com os alimentos e com o corpo. Tais objetivos são trabalhados de forma diferenciada neste tratamento nutricional, uti‑ lizando estratégias de terapia e aconselhamento nutricional.

 

Capítulo 17 - Suporte nutricional especializado para pacientes com anorexia e bulimia nervosa

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17

Suporte Nutricional

Especializado para

Pacientes com Anorexia e Bulimia Nervosa

Descritores nutrição enteral, nutrição parenteral, suporte nutricional, síndrome da realimentação

Viviane Chaer Borges

Dan Linetzky Waitzberg

sumário

Introdução, 377

Suporte nutricional especializado, 378

Terapia nutricional enteral, 380

Terapia nutricional parenteral, 384

Prós e contras do uso do suporte nutricional especializado nos transtornos alimentares, 386

Conclusão, 387

Referências, 388

suporte nutricional especializado

377

Introdução

A utilização do suporte nutricional enteral e parenteral no tratamen­ to nutricional de pacientes com transtornos alimentares (TA), especifi­ camente anorexia e bulimia nervosa (AN e BN, respectivamente), deve con­siderar aspectos clínicos e de morbidades destes pacientes e também aspectos psicológicos, éticos e legais.

A recusa alimentar autoimposta, no caso da AN, e o ciclo restrição

 

Capítulo 18 - Protocolo de terapia nutricional para pacientes com transtorno da compulsão alimentar periódica

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18

Protocolo de Terapia

Nutricional para Pacientes com Transtorno da Compulsão

Alimentar Periódica

Descritores transtorno da compulsão alimentar periódica, compulsão alimentar, atitudes alimentares, terapia nutricional

Fernanda Pisciolaro

Camila Sanches

Clariana Colaço

Fátima Labate

Gisele Magri

Maria Carolina Pedrosa

Maria Clara de Moraes Prata Gaspar

Maria Paula Benez Baracat

Sophie Deram

Vanessa Moretti Jorge

sumário

Introdução, 393

A terapia nutricional, 394

Programa de educação nutricional para o transtorno da compulsão alimentar periódica 396

Conclusão 441

Referências, 441

p r o t o c o l o d e t e r a p i a n u t r i c i o n a l pa r a pa c i e n t e s c o m t c a p

393

Introdução

O aconselhamento e educação nutricionais são componentes indis‑ pensáveis para todos os planos de tratamento para os transtornos alimen‑ tares – TA (Halmi, 2009). Para pacientes com transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP), os poucos tratamentos eficazes documen‑ tados na literatura combinam terapia cognitiva‑comportamental (TCC), acompanhamento psiquiátrico e terapia nutricional (Molinari et al.,

 

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