Planejamento financeiro pessoal e gestão do patrimônio

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Planejamento financeiro pessoal e gestão do patrimônio traz textos fáceis que abordam a importância da educação financeira e o valor do dinheiro no tempo, além dos principais conceitos do planejamento financeiro e da gestão do patrimônio.

 

22 capítulos

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1. O processo de planejamento financeiro

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CAPÍTULO 1

O processo de planejamento financeiro

Maria Angela de Azevedo Nunes

Neste capítulo é apresentado o processo do planejamento financeiro e os componentes que o envolvem, ressaltando o papel transformador que esse planejamento tem sobre a vida dos indivíduos e das famílias.

INTRODUÇÃO

Por este ser o primeiro capítulo do livro, acredito que eu tenha a missão de introduzir o leitor no tema planejamento financeiro de uma maneira mais ampla, sem fugir, no entanto, da proposta específica da qual fui encarregada: escrever sobre o processo de planejamento financeiro propriamente dito e introduzir todos os componentes que o envolvem e que serão desenvolvidos e detalhados pelos demais autores ao longo do livro.

Gostaria de iniciar fazendo uma colocação: talvez o leitor esteja esperando ler um trabalho técnico, descritivo, sobre os passos do processo do planejamento financeiro, mas, antes de me dedicar a essa parte, gostaria de ressaltar um aspecto absolutamente relevante que o leitor deve observar em todos os capítulos desenvolvidos neste livro: a possibilidade transformadora que o planejamento financeiro, verdadeiramente bem-feito, tem sobre a vida dos indivíduos e famílias.

Nos últimos anos, tenho tido a oportunidade de me dedicar a esse prazeroso ofício, o de desenvolver com meus clientes e suas famílias seu planejamento financeiro. Alguns processos são mais simples, outros mais complexos, mas

 

2. Certificação profissional: uma iniciativa de sucesso

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CAPÍTULO 2

Certificação profissional: uma iniciativa de sucesso

Ricardo Nardini

Neste capítulo, são apresentadas as certificações profissionais desenvolvidas pela ANBIMA, que é a maior entidade certificadora dos mercados financeiro e de capitais no Brasil e a certificação CFP®, reconhecida mundialmente como símbolo de excelência para os planejadores financeiros pessoais.

INTRODUÇÃO

Poucos setores da economia concentram tantas responsabilidades nas mãos dos profissionais que neles atuam quanto os mercados financeiro e de capitais.

Por isso, exames de certificação profissional para pessoas que atuam nesse segmento são, há décadas, conhecidos nos mercados mais desenvolvidos. Em diversos países, antes de iniciar um contato com clientes e investidores na oferta de determinado produto ou serviço, exige-se do profissional a obtenção de uma habilitação ou certificação profissional.

No Brasil, a necessidade de obter previamente uma certificação para exercer a atividade de comercialização de produtos de investimento já é realidade para os profissionais do segmento bancário desde 2002, quando a extinta Associação

 

3. Cenário e expectativas econômicas

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CAPÍTULO 3

Cenário e expectativas econômicas

Otto Nogami

Na gestão empresarial, a maior preocupação é adequar a operação para a obtenção do maior lucro possível. Entretanto, há de se ter em mente, sempre, que o lucro nada mais é do que a consequência de uma gestão adequada na produção de bens e serviços para atender necessidades e desejos do mercado, seja ele de produtos para o consumo das famílias, governo, empresas e até mesmo do setor externo.

Para a tomada adequada de uma decisão, portanto, o gestor deve levar em consideração uma série de fatores que poderão influenciar a consecução dessa decisão. Avaliar todo um conjunto de elementos que podem se caracterizar em incertezas – restrições e informações – ao longo do tempo, até o alcance do resultado pretendido. E neste contexto torna-se importante a leitura e a interpretação adequada do cenário econômico.

INTRODUÇÃO

Quando se fala de aplicações financeiras ou de investimentos, a leitura e a interpretação do cenário econômico são fundamentais, pois rentabilidade e lucratividade dependem da melhor forma de alocar os recursos financeiros para minimizar riscos e maximizar ganhos. Especialmente em cenários turbulentos, há a necessidade de acompanhar o comportamento de determinados indicadores e entender suas relações de causa e efeito, pois a combinação de seus efeitos pode trazer mudanças no clima financeiro de uma economia.

 

4. O investidor e a bolsa de valores

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CAPÍTULO 4

O investidor e a bolsa de valores

Walter Cestari

Este capítulo aborda o mercado de capitais, concentrando os conceitos básicos do funcionamento da bolsa de valores, a fim de oferecer os conhecimentos essenciais para a compreensão dos investimentos em títulos e valores mobiliários, especificamente no mercado de ações. Apresenta elementos utilizados para reflexão no processo de decisão, assim como melhor interpretação de oportunidades e riscos.

INTRODUÇÃO

O sistema financeiro pode ser definido como o conjunto de instituições e instrumentos que possibilitam a transferência entre poupadores e tomadores de recursos disponíveis na economia. Esse fluxo não ocorre sempre com as mesmas características operacionais, em razão do tipo de investimento, dos prazos e dos riscos envolvidos.

A forma eficiente para estabelecer as condições de liquidez para o funcionamento do sistema é denominada mercado financeiro.

O mercado financeiro, de acordo com suas características, pode ser segmentado em mercados específicos. O mercado monetário é aquele no qual se concentram as operações de controle da oferta de moeda em circulação e das taxas de juros. O mercado de câmbio é aquele em que ocorrem as operações de troca de moedas por reais. O mercado de crédito é aquele em que atuam as

 

5. Mercado financeiro e governança corporativa

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CAPÍTULO 5

Mercado financeiro e governança corporativa

Elizabeth Krauter

Emilio Otranto Neto

José Carlos Luxo

Patrícia Oda

Ricardo Humberto Rocha

Neste capítulo é apresentada uma visão geral do mercado financeiro e as principais questões de governança corporativa.

INTRODUÇÃO

O planejamento financeiro pessoal e a gestão do patrimônio, para que ocorram de forma eficiente, requerem uma série de conhecimentos que vão desde o cenário político e econômico até as questões sucessórias e tributárias, como gestão de riscos e seguros; enfim, uma gama de conhecimentos que muitas vezes obrigarão você a consultar um especialista, seja ele seu gerente de banco, seja um planejador financeiro. Assim, entender a estrutura e o funcionamento do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e conhecer e acompanhar as práticas de governança corporativa passa a ser fundamental para que possamos responder algumas questões importantes, como: Qual o órgão de instância máxima no SFN? A quem devo recorrer se tiver um problema relacionado aos meus investimentos? Como essa estrutura de regulação influencia os tipos de investimento e os variados produtos oferecidos pelos diversos agentes financeiros? Qual a importância da governança corporativa nas decisões de investimento?

 

6. A autorregulação dos mercados financeiro e decapitais e seu impacto no dia a dia do investidor

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CAPÍTULO 6

A autorregulação dos mercados financeiro e de capitais e seu impacto no dia a dia do investidor

Daniel Walter Maeda Bernardo

Guilherme Benaderet

José Orlando dos Santos Junior

Lucy Aparecida de Sousa

Priscilla Roncy Sorrentino

Vinícius Corrêa e Sá

Este capítulo não tem a pretensão de esgotar o tema, dada sua amplitude e até certo ponto complexidade, porém, sua relevância no dia a dia não permite deixar de abordá-lo.

A intenção principal deste capítulo é mostrar ao leitor e ao investidor, de uma forma geral, a importância da autorregulação, sua relevância e seus vários nichos de atuação.

O capítulo está dividido em cinco tópicos principais: histórico e conceito da autorregulação; autorregulação da atividade do analista de valores mobiliários; autorregulação infralegal dos agentes autônomos de investimento – Instrução CVM n. 497, de 2011; autorregulação voluntária e a

ANBIMA; e, finalmente, o convênio CVM/ANBIMA.

 

7. Política e economia: para compreender e não se perder

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CAPÍTULO 7

Política e economia: para compreender e não se perder

Carlos Alberto Furtado de Melo

Neste capítulo, é demonstrado que política e economia não são atividades que se possam dissociar.

INTRODUÇÃO

De modo geral, as pessoas arrogam para si elevada importância; é natural e humano. E assim, a várias profissões e atividades laborais, praticadas em cada fase histórica, atribui-se importância central, como se o mundo dependesse só daquilo que o sujeito faz em sua vida. Com efeito, todas as profissões são importantes e não se pode conceber um mundo sem médicos, farmacêuticos, juízes, advogados, engenheiros, arquitetos, pedreiros, carpinteiros, professores, cientistas, pesquisadores – sempre será necessária a execução de tarefas aparentemente humildes, mas fundamentais. Basta que uma cidade não tenha quem recolha seu lixo por apenas alguns dias para que o caos se instale. Mesmo as atividades ligadas ao espírito, como a arte, a religião e a estética, têm seu papel.

 

8. Educação financeira

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CAPÍTULO 8

Educação financeira

Ana Claudia Silva Leoni

Neste capítulo, é apresentada uma visão geral sobre educação financeira.

INTRODUÇÃO

Desde que fui convidada para escrever o capítulo de educação financeira deste livro, fiquei, como dizia minha mãe, matutando sobre como e o que escrever.

Colocar no papel pensamentos, ideias, anos de observações. Como organizar isso tudo? Como organizar de forma que façam sentido para quem lê? E mais, como fazer com que um tema nada popular se torne interessante e relevante para você, leitor?

Percebi que essa é uma resposta que não apenas uma aprendiz de escritora busca, mas todos os envolvidos, de uma forma ou de outra, com o tema da educação financeira. Grandes bancos, consultores independentes, estudiosos, curiosos: todos buscam a resposta sobre como tornar um assunto vital para a inclusão social e para o exercício pleno de cidadania de qualquer indivíduo algo relevante, prioritário e que faça parte do cotidiano das pessoas, transformando-o em hábito e destituindo o tabu.

 

9. O valor do dinheiro no tempo

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CAPÍTULO 9

O valor do dinheiro no tempo

Olívio Luccas Filho

Neste capítulo, o autor apresenta o valor do dinheiro no tempo.

INTRODUÇÃO

Quem se lembra dos altos índices de inflação no Brasil até o fim do primeiro semestre de 1994? A hiperinflação corroía o dinheiro dos brasileiros. Era muito difícil naquela época ter bases de comparação de preços, que subiam muito rapidamente, não permitindo que houvesse condições de lembrar-se dos valores.

O pior acontecia com pessoas de baixo poder aquisitivo, que nem sequer podiam aplicar o dinheiro que recebiam do salário. Se elas deixassem para dias futuros, o dinheiro que tinham recebido não teria mais poder de compra. Naquele tempo, qualquer valor era corroído rapidamente pela inflação.

Quem podia aplicava o dinheiro com dois objetivos: compensar a perda causada pela inflação e ter uma rentabilidade real, que na verdade é o objetivo quando se poupa (poupar aqui no sentido de fazer investimento, guardar dinheiro).

 

10. Fundos de investimento

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CAPÍTULO 10

Fundos de investimento

Marcelo de Libero d’Agosto

Neste capítulo, apresenta-se uma visão geral dos fundos de investimento.

INTRODUÇÃO

No Brasil, os fundos de investimento são uma popular alternativa de aplicação de recursos, com números significativos. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)

– a entidade que representa os interesses dos bancos, empresas de administração de recursos, corretoras e distribuidoras de valores mobiliários – existem no país mais de 15 mil carteiras, que reúnem o montante total de R$ 4,0 trilhões sob responsabilidade dos gestores de recursos1.

Um mesmo aplicador pode ter posições em diversos fundos. Sendo assim, não é possível conhecer com exatidão a quantidade de pessoas que investem na modalidade. Contudo, estimativas com base na análise das informações sobre a quantidade de cotistas por fundo, disponibilizadas pela Comissão de Valores

 

11. Renda fixa e mercado de derivativos

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CAPÍTULO 11

Renda fixa e mercado de derivativos

Leonel Molero Pereira

Neste capítulo, faremos uma breve introdução ao principal mercado de renda fixa no Brasil, que é o mercado de títulos públicos e suas formas de negociação em mercado de balcão e por meio do Tesouro Direto. Faremos também uma introdução aos principais instrumentos do mercado de derivativos, termos, futuros, swaps e opções.

O intuito é permitir ao leitor o entendimento da estrutura operacional desses instrumentos e suas formas de negociação e utilidade para cada tipo de investidor, tanto no mercado de balcão como no mercado de bolsa.

RENDA FIXA

O investidor brasileiro está habituado com a renda fixa, que é uma modalidade de investimento muito atrativa, em razão do nível de taxas de juros praticado no país nas últimas décadas.

Entre os instrumentos de renda fixa, os que mais se destacam são os títulos públicos, pelo baixo risco de crédito e pela alta liquidez. Ao comprar um título público, não é necessário carregá-lo até seu vencimento, sendo possível vendê-lo a qualquer momento no mercado secundário.

 

12. Investimento em ações

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CAPÍTULO 12

Investimento em ações

Hudson Antunes Bessa

O valor das ações está iminentemente atrelado aos fatos do dia a dia, principalmente aqueles relacionados aos cenários político e econômico.

Fatores específicos, como a notícia de uma fusão, também podem afetar sobremaneira suas cotações e causar variações mais intensas. Por esse motivo, o investimento em ações é considerado uma alternativa de risco e, portanto, exige que o investidor busque mais informações. Este capítulo pretende ajudá-lo nessa empreitada ao transmitir conhecimentos sobre o que são ações, quais fatores influenciam seu valor ao longo do tempo e como analisar seu desempenho.

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, são abordados aspectos importantes para entender o mercado de ações, como os principais fatores que podem influenciar seus preços, negociação em bolsa de valores, custos, tributação e tantos outros que podem ajudar em sua decisão de investimento.

Para tanto, este capítulo está estruturado da seguinte forma: na primeira seção são abordados conceitos sobre mercado de capitais e mercado acionário; na sequência, são apresentados os mercados primário e secundário. Aprofundando no tema, são descritas as principais características dos níveis de governança. Na sequência, são abordadas algumas definições e formas de cálculo de valor, informações sobre o que são e para que servem as bolsas de valores. As

 

13. Investimento em imóveis

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CAPÍTULO 13

Investimento em imóveis

Arthur Vieira de Moraes

Neste capítulo, são apresentadas as diversas possibilidades de investimento em ativos de base imobiliária, com ênfase nos fundos de investimento imobiliário e suas contribuições para o planejamento financeiro pessoal e diversificação de portfólio.

INTRODUÇÃO

O investimento em imóveis é tradicional, popular e resiliente. Em tempos de inovações disruptivas, em que algumas empresas são descontinuadas, atropeladas por novas tendências e comportamentos, pairam dúvidas sobre a perenidade deste ou daquele segmento de negócio, mas ninguém se questiona se haverá imóveis no futuro.

As tendências mudam. Alguns produtos e serviços tornam-se obsoletos enquanto outros, que até há pouco sequer existiam, surgem e revolucionam o mercado. Mas uma coisa não muda: não existe negócio sem imóveis. Não importa a área de atuação de uma empresa, ela sempre demandará imóveis.

Talvez você tenha adquirido este livro por meio de uma empresa de comércio eletrônico. Bastaram alguns cliques e o cartão de crédito para receber o livro em casa, dias depois. Ainda que tal livraria seja aparentemente virtual, demandará, no mínimo, um escritório de representação, um espaço para equipe e estrutura de atendimento ao cliente, um ou mais galpões para abrigar seus centros de distribuição e um espaço adequado para abrigar seus servidores. Um

 

14. Seguros

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CAPÍTULO 14

Seguros

Olívio Luccas Filho

Neste capítulo, o autor apresenta uma visão geral sobre seguros.

INTRODUÇÃO

Normalmente estamos acostumados a pensar em seguro só em situações nas quais há perdas financeiras e nos momentos de infortúnio. Quando os riscos estão mais presentes é que a gente se lembra dele. É meio automático fazer o seguro do carro e também se preocupar com algum tipo de seguro-saúde, já que a exposição ao risco é muito grande. Enfim, seguro não é comprado por impulso. Não se acorda pensando que “hoje vou comprar um seguro disso ou daquilo”.

Pensar em seguros traz à mente a ideia de prevenção, proteção e tranquilidade.

A necessidade de segurança é inerente ao ser humano. Na Babilônia, 23 séculos antes de Cristo, os cameleiros que atravessavam o deserto em caravanas para comercializar animais nas cidades vizinhas, temendo o risco de morte ou desaparecimento deles durante a travessia, acordavam que, em caso de concretização do evento, se cotizariam para entregar outro animal ao membro do grupo prejudicado. Povos da Antiguidade, como hebreus e fenícios, também faziam acordos semelhantes para garantir a reposição das embarcações se acontecessem infortúnios na travessia entre os mares Egeu e Mediterrâneo.

 

15. Previdência complementar

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CAPÍTULO 15

Previdência complementar

Armando Char

Neste capítulo, Armando Char apresenta uma visão geral sobre previdência privada.

INTRODUÇÃO

A inegável evolução da medicina e as melhorias constantes das condições de vida conduzem à afirmação de que o ser humano está vivendo cada vez mais e, por consequência, à conclusão de que, em um futuro próximo, serão necessárias mudanças profundas nas regras da previdência social.

A necessidade de manutenção de renda durante o período de inatividade produtiva da aposentadoria é, pois, um problema da sociedade moderna, fundamentalmente porque, em geral, em uma unidade familiar, os filhos não carregam consigo o dever de sustento de seus ascendentes, embora a situação contrária seja verdadeira.

Com efeito, é razoável que os pais sejam responsáveis pelo sustento de seus filhos até que completem seus estudos, passem a trabalhar e auferir renda por seus esforços próprios e reúnam, então, as condições de sua própria manutenção, constituindo novas unidades familiares.

 

16. Comparativo de produtos de renda fixa para o investidor pessoa física

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CAPÍTULO 16

Comparativo de produtos de renda fixa para o investidor pessoa física

Liao Yu Chieh

Neste capítulo, apresentam-se riscos e retornos dos principais produtos de investimento em renda fixa disponíveis no mercado financeiro brasileiro.

INTRODUÇÃO

Investir é parte fundamental de qualquer planejamento financeiro pessoal, e cem por cento das carteiras sugeridas para investidores pessoa física brasileiros possuem alocações de recursos em ativos de renda fixa. Entretanto, investir em renda fixa no Brasil é muito mais que negociar o percentual da taxa CDI de um Certificado de Depósito Bancário com o gerente do seu banco, pois envolve compreender, avaliar e escolher seus investimentos dentro de um caldeirão de letrinhas composto por produtos financeiros (CDB, CDI, CRA, CRI, DPGE,

FI, LC, LCA, LCI, LF, LFT, LTN, NTNB, NTNF), indexadores (CDI ou DI, IPCA,

PRÉ), tributos (IR, IOF) e a cobertura pelo FGC.

Mais que apenas decifrar as siglas citadas, este capítulo descreve e compara diversos produtos financeiros em termos de rentabilidade bruta e líquida de tributos para pessoa física, riscos incorridos e garantias envolvidas, sempre de uma forma prática e direta. O capítulo começa pelo produto mais simples e mais popular (a poupança), depois compara diversos produtos emitidos por instituições financeiras, explora os títulos públicos federais disponíveis para negociação no programa Tesouro Direto, terminando nas análises comparativas com os produtos debênture e certificado de recebíveis.

 

17. Investimento em títulos securitizados

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CAPÍTULO 17

Investimento em títulos securitizados

Fernando Antonio Perrone Pinheiro

Neste capítulo, Fernando Antonio Perrone Pinheiro apresenta uma visão geral sobre securitização.

INTRODUÇÃO

A securitização consiste em uma prática do mercado de capitais em que uma empresa vende ativos que geram fluxo de caixa para uma entidade criada especificamente para esse fim. Essa entidade, por sua vez, emitirá títulos lastreados naqueles ativos. A securitização permite converter ativos ilíquidos, como empréstimos feitos a indivíduos em títulos com liquidez, que terão a classificação de crédito melhorada para venda a investidores. Nos Estados Unidos, esses títulos são denominados asset backed securities, porque seu efeito colateral são as obrigações que lhe deram origem, e não a empresa que deu origem a esses recebíveis.

A história da securitização tem suas origens no século XII, quando as comunas italianas, com o intuito de levantar os fundos necessários para custear seus empreendimentos, organizavam sindicatos de investidores denominados compera securitas. Como contrapartida ao investimento realizado, a comuna cedia direitos de créditos tributários aos investidores. A securitização encontra precedente também na Holanda, como instrumento de financiamento para os empreendimentos nas colônias holandesas nas Índias Ocidentais (Kohn, 1999).

 

18. Gestão de riscos

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CAPÍTULO 18

Gestão de riscos

Orlando Vieira Sampaio Júnior

INTRODUÇÃO

Apesar do estudo da gestão de riscos ter se iniciado apenas após a Segunda

Guerra Mundial, a prática de avaliar riscos e agir de acordo com essa avaliação acompanha o homem desde a pré-história. Àquela época, avaliar o risco de sair da relativa segurança da habitação, com o grande número de ameaças que estavam presentes, era questão de sobrevivência. A domesticação de plantas e animais foi um marco para a vida humana e para a diminuição de vários riscos.

Os seres humanos já não precisavam se deslocar por longas distâncias para obter alimentos, diminuindo o risco de estar expostos às intempéries, de ataques de animais selvagens durante a caça e da imprevisibilidade na disponibilidade de comida.

A ideia revolucionária que viria a separar o mundo antigo do mundo moderno foi a noção de que o homem pode mudar o futuro com suas ações e não está nas mãos dos deuses que decidirão a sua sorte. Com isso, é possível avaliar os possíveis resultados de cada ação e decidir racionalmente qual o melhor caminho a ser tomado.

 

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