Fundamentos de saúde coletiva e o cuidado de enfermagem

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A prática do ensino de enfermagem em saúde coletiva representa o desafio deformar enfermeiros capazes de uma prática social que considere os determinantes sociais no processo saúde-doença na transformação do objeto do trabalho em saúde. O ensino da saúde coletiva busca o desenvolvimento de políticas de transformação das condições de saúde e de atenção à saúde no Brasil. Este livro procura organizar os conteúdos da disciplina Saúde Coletiva de maneira didática e abrangente, com o objetivo de fornecer ao aluno a base teórica necessária para conhecer as necessidades das populações das áreas de abrangência das Unidades Básicas de Saúde e, com isso, problematizar a realidade encontrada e desenvolver projetos que possam tanto responder em alguma medida às necessidades de saúde quanto servir como instrumento no processo de ensinoaprendizagem, possibilitanto a elaboração de práticas condizentes com essas necessidades e superando práticas estabelecidas em serviços primordialmente verticalizados.

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13 capítulos

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1. Saúde como direito

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1

SAÚDE COMO DIREITO*

S ylvia M aria C alipo

C assia B aldini S oares

P on ­t os

1.

2.

3.

4.

a apren ­d er

Os fundamentos dos direitos humanos.

Os principais direitos historicamente conquistados.

Os direitos sociais e o direito à saúde.

O papel dos trabalhadores de saúde na luta pelos direitos sociais e pelo direito à saúde.

P alavras - chave

Saúde coletiva, direitos humanos, direitos sociais, direito à saúde.

E strutura

dos tópicos

Introdução: a saúde coletiva e o projeto da saúde como direito social. O que são direitos humanos? História social dos direitos humanos. Direitos no Brasil.

Para fazer a síntese: a saúde coletiva e a luta pelo direito à saúde. Resumo.

Propostas para estudo. Atividades sugeridas. Referências bibliográficas. Para saber mais.

*

Texto baseado na dissertação de mestrado de Sylvia Maria Calipo, defendida em 2002, e na prova escrita de livre-docência de Cassia Baldini Soares, realizada em 2007.

 

2. Participação popular em saúde

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2

PARTICIPAÇÃO POPULAR EM SAÚDE*

M aria I nês S ouza B ravo

J uliana S ouza B ravo de M enezes

P on ­t os

a apren ­d er *

1. Subsídios para o fortalecimento da participação popular na saúde.

2. O papel da sociedade civil** na defesa da saúde, enfatizando o potencial dos conselhos oriundos do processo de democratização da sociedade brasileira dos anos 1980 e inscritos na Constituição Cidadã de 1988.

3. Os fóruns de saúde criados nos anos 2000 e a Frente Nacional contra a

Privatização da Saúde.

4. Um contraponto ao projeto privatista, reconstruído na década de 1990, que propõe o controle social nas organizações sociais, diferindo da concepção contida na Constituição de 1988. A base de sustentação dessa proposta é o esgotamento das formas de articulação Estado-sociedade e a composição dos conselhos pautada em critérios meritocráticos e não paritários, diferenciando-se frontalmente da perspectiva gestada nos anos 1980.

 

3. Educação popular e saúde

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3

EDUCAÇÃO POPULAR E SAÚDE

E duardo N avarro S totz

H elena M aria S cherlowski L eal D avid

P on ­t os

a apren ­d er

1. Reconhecer as bases do pensamento crítico em saúde que dão origem ao movimento da Educação Popular e Saúde no Brasil, identificando aspectos relevantes do seu processo histórico e social.

2. Compreender o papel das práticas educativas em saúde como mediação social referida aos processos de adoecimento e sofrimento individual e coletivo.

3. Conhecer os pressupostos teóricos e metodológicos que sustentam a

Educação Popular e saúde como movimento social e campo de reflexões e práticas.

P alavras - chave

Educação popular e saúde, movimentos sociais populares e participação democrática, problematização, construção partilhada do conhecimento.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Processo histórico. O legado da medicina social. A educação popular e saúde: o ponto de partida. A problematização como ponto de partida. Experiências partilhadas de construir conhecimento em saúde.

 

4. Reprodução social e processo saúde-doença: para compreender o objeto da saúde coletiva

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4

REPRODUÇÃO SOCIAL E PROCESSO

SAÚDE-DOENÇA: PARA COMPREENDER

O OBJETO DA SAÚDE COLETIVA*

C elia

P on ­t os

N ildo V iana

C assia B aldini S oares

M aria S ivalli C ampos

a apren ­d er

1. Os principais elementos da formação do campo da saúde coletiva e a contribuição dos principais teóricos nesse processo, identificando a integração da enfermagem.

2. O modo de produção, a reprodução social e as classes sociais no capitalismo.

3. A saúde-doença como processo social.

4. A dimensão dos determinantes e dos resultados na composição de perfis epidemiológicos do coletivo – objeto da saúde coletiva.

5. As práticas de atenção à saúde com base nos perfis epidemiológicos.

P alavras - chave

Saúde coletiva, processo saúde-doença, reprodução social, perfis epidemiológicos, práticas de atenção à saúde.

E strutura

dos tópicos

Introdução: a constituição do campo da saúde coletiva. Sociedade e modo de produção capitalista: conceitos fundamentais. Perfis epidemiológicos e práticas de atenção à saúde. Resumo. Propostas para estudo. Atividades sugeridas. Referências bibliográficas. Para saber mais.

 

5. Os territórios da urbanidade e a promoção da saúde coletiva

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5

OS TERRITÓRIOS DA URBANIDADE E A

PROMOÇÃO DA SAÚDE COLETIVA

A nderson K azuo N akano

D irce K oga

P on ­t os

a apren ­d er

1. Os processos desiguais, excludentes e predatórios de produção dos espaços urbanos nas cidades brasileiras, especialmente nas décadas da segunda metade do século XX, quando ocorreram as chamadas transições urbana, demográfica e epidemiológica no país.

2. As implicações, para a saúde do coletivo, das desigualdades, precariedades e vulnerabilidades socioterritoriais presentes nos territórios das cidades brasileiras.

3. As necessidades de metodologias de pesquisa e análise em torno das dimensões territoriais que, além de considerarem os usos políticos, econômicos e culturais dos espaços, deem conta das dinâmicas geradas pelas interações entre diferentes forças e processos e promovem transformações socioterritoriais.

4. As influências ativas dos processos de territorialização-desterritorialização-reterritorialização da vida social, especialmente em contextos urbanos, nas condições de vida, saúde e vulnerabilidades dos diferentes grupos sociais.

 

6. Epidemiologia e saúde coletiva

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6

EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE COLETIVA

E lizabeth F ujimori

A na L uiza V ilela B orges

A na P aula S ayuri S ato

C arla A ndrea T rapé

T atiana Y onekura

P on ­t os

a apren ­d er

1.

2.

3.

4.

Definir os conceitos fundamentais da epidemiologia.

Identificar as principais diferenças entre epidemiologia clássica e crítica.

Conhecer os principais indicadores utilizados na epidemiologia.

Reconhecer características para identificar grupos sociais em uma determinada população.

5. Conhecer as principais aplicações da epidemiologia no campo da saúde coletiva.

6. Conhecer os principais Sistemas de Informação em Saúde utilizados no

Brasil.

P alavras - chave

Epidemiologia, perfis epidemiológicos, indicadores de saúde, Sistemas de

Informação em Saúde, epidemiologia nos serviços de saúde.

E strutura

dos tópicos

Introdução: epidemiologia clássica e epidemiologia crítica. Aplicação da epidemiologia na saúde coletiva. Sistemas de Informação em Saúde. Sistema de

 

7. Enfermagem como prática social e trabalho em equipe

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7

ENFERMAGEM COMO PRÁTICA SOCIAL

E TRABALHO EM EQUIPE

M arina P eduzzi

A driana M arques da S ilva

M aria A lice D ias da S ilva L ima

P on ­t os

a apren ­d er

1. Por que a enfermagem pode ser compreendida como prática social, ao mesmo tempo que também pode ser entendida como profissão e como disciplina ou área de conhecimento.

2. O que é trabalho e processo de trabalho.

3. Divisão social e técnica do trabalho.

4. Características do trabalho em saúde e do trabalho de enfermagem.

5. Mudanças no mundo do trabalho na contemporaneidade e suas repercussões no setor de saúde e no trabalho de enfermagem/enfermeiro.

6. Trabalho em equipe de enfermagem e equipe de saúde.

P alavras - chave

Trabalho, processo de trabalho, divisão do trabalho, processo de trabalho em saúde, processo de trabalho de enfermagem, trabalho em equipe.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Trabalho e processo de trabalho. Divisão técnica e social do trabalho. Processo de trabalho em saúde e enfermagem. Processo de trabalho de enfermagem e do enfermeiro. Modelos de organização do trabalho de enfermagem. Mudanças no mundo do trabalho e suas repercussões no trabalho de enfermagem. Trabalho em equipe de enfermagem e de saúde.

 

8. O cuidado de enfermagem em saúde coletiva

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8

O CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE

COLETIVA

E lma L. P avone Z oboli

L islaine A. F racolli

A nna M aria C hiesa

P on ­t os

a apren ­d er

1. As concepções de cuidado e cuidado em saúde ao longo da história.

2. A abrangência do cuidado de enfermagem em saúde coletiva na construção da integralidade preconizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

3. As proposições da clínica ampliada no âmbito do cuidado de enfermagem em saúde coletiva.

4. A importância dos protocolos de enfermagem como instrumentos que apoiam a prática dos enfermeiros na dimensão assistencial.

P alavras - chave

Cuidado em saúde, cuidado em enfermagem em saúde coletiva.

E strutura

dos tópicos

Concepções de cuidado em saúde e em saúde coletiva. A especificidade do cuidado de enfermagem em saúde coletiva: a dimensão do tratar e do curar. A ampliação da clínica na atenção básica: o desafio para o cuidado de enfermagem em saúde coletiva. Resumo. Propostas para estudo. Atividades sugeridas. Referências bibliográficas. Para saber mais.

 

9. Necessidades de saúde e o cuidado de enfermagem em saúde coletiva

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9

NECESSIDADES DE SAÚDE E O CUIDADO DE

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

C elia M aria S ivalli C ampos

C assia B aldini S oares

P on ­t os

a apren ­d er

1. Identificar as concepções do processo saúde-doença e as necessidades de saúde a elas relacionadas, associando-as à prática social de enfermagem.

2. Identificar como são averiguadas as necessidades de saúde para implementar o cuidado de enfermagem.

3. Definir necessidades humanas básicas e necessidades de saúde.

4. Compreender por que as necessidades de saúde não são universais.

5. Descrever formas concretas de cuidado de enfermagem em saúde coletiva, tomando por referência as necessidades de saúde dos grupos sociais.

P alavras - chave

Necessidades de saúde, necessidades humanas básicas, determinação de necessidades de saúde, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução: de que necessidades estamos falando? Concepções do processo saúde-doença e necessidades de saúde a elas relacionadas. Necessidades de saúde e o cuidado de enfermagem. Necessidades de saúde na perspectiva da saúde coletiva. Formas concretas de cuidado de enfermagem em saúde coletiva, tomando por referência as necessidades de saúde de grupos sociais.

 

10. Educação em saúde no trabalho de enfermagem

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10

EDUCAÇÃO EM SAÚDE no trabalho de enfermagem

A lva H elena de A lmeida

C arla A ndrea T rapé

C assia B aldini S oares

P on ­t os

a apren ­d er

1. As especificidades do processo de trabalho educativo, o papel social do enfermeiro e as particularidades da ação educativa como instrumento do processo de trabalho assistencial ou gerencial da enfermagem.

2. A dimensão social e política da educação em saúde, relacionando-a ao contexto sócio-histórico brasileiro.

3. Os diferentes enfoques da educação em saúde, identificando suas contradições e como interferem na prática assistencial.

4. Os principais aspectos constitutivos da pedagogia histórico-crítica e seu potencial emancipatório.

P alavras - chave

Processo de trabalho educativo, educação em saúde, abordagens educativas em saúde, educação emancipatória, pedagogia histórico-crítica.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Mas, o que é educação? As bases da educação em saúde no Brasil: coerção, controle e culpabilização individual. Abordagens de educação em saúde. Resumo. Propostas para estudo. Atividade sugerida. Referências bibliográficas. Para saber mais.

 

11. Modelos de atenção à saúde no brasil

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11

MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE NO BRASIL

C élia R egina R odrigues G il

S ayuri T anaka M aeda

P on ­t os

a apren ­d er

1. Os contextos brasileiros em que se entrelaçam fatores que determinam os modelos de atenção à saúde.

2. Os conceitos de modelo de atenção à saúde na perspectiva da cidadania.

3. As singularidades dos contextos da atenção primária, atenção básica e saúde da família no Brasil.

4. A influência dos modelos Ação Programática, Vigilância da Saúde e Em

Defesa da Vida na construção da atenção primária e da saúde da família.

5. As redes de atenção à saúde e as possibilidades do cuidado integral.

P alavras - chave

Modelos de atenção, atenção primária à saúde, atenção básica, redes de atenção à saúde, Sistema Único de Saúde.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Conceito de modelos de atenção. A Reforma Sanitária Brasileira e as mudanças do modelo assistencial. Modelo assistencial ou modelo de atenção à saúde? A Reforma Sanitária Brasileira e os conceitos de atenção primária, atenção básica e saúde da família. As redes de atenção à saúde como caminho para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

 

12. Projetos e ações inovadoras na Atenção Primária à Saúde

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12

Projetos e ações inovadoras na Atenção

Primária à Saúde

E laine T humé

M ariangela U hlmann S oares

A litéia S antiago D ilélio

P on ­t os

a apren ­d er

1. O planejamento do trabalho baseado nas necessidades de saúde de indivíduos, famílias e grupos sociais, com destaque para a dimensão das condições de vida.

2. Projetos e ações inovadoras na atenção primária à saúde e a participação da enfermagem.

P alavras - chave

Atenção primária à saúde, enfermagem em saúde comunitária, projetos de desenvolvimento tecnológico e inovação.

E strutura

dos tópicos

Introdução. A organização do trabalho na atenção primária à saúde. Ações inovadoras e sua inter-relação com os determinantes sociais do processo saúde-doença. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

349

Fund Book 1.indb 349

09/05/17 19:43

f undamen to s de saúde c o l eti va e o cuida d o d e enfer magem

 

13. Instrumentos de leitura de necessidades de saúde: geoprocessamento, inquérito populacional e Cipesc®

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13

INSTRUMENTOS DE LEITURA DE NECESSIDADES

DE SAÚDE: GEOPROCESSAMENTO, INQUÉRITO

POPULACIONAL E CIPESC®

E miko Y oshikawa E gry

M arcia R egina C ubas

L ucia Y asuko I zumi N ichiata

P on ­t os

1.

2.

3.

4.

5.

6.

a apren ­d er

Perspectiva das necessidades de saúde.

Definição de geoprocessamento.

Conhecimento de estudos que utilizaram geoprocessamento.

O que é inquérito domiciliar.

O que é a Classificação das Práticas em Saúde Coletiva (Cipesc®).

Como a Cipesc® pode ser um instrumento capaz de capturar necessidades em saúde.

P alavras - chave

Geoprocessamento em saúde, georreferenciamento em saúde, espaço, território, vocabulário controlado, cuidados de enfermagem, determinação de necessidades em saúde.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Geoprocessamento: aplicação para leitura de necessidades de saúde. Inquérito domiciliar. Cipesc®: instrumento para captar necessidades em saúde. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

 

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