Planejamento, Programação e Controle da Produção - MRP II / ERP, 6ª edição

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“Antes de submeter sua organização a sofisticados sistemas de MRP II/ERP, certifique-se de que seus usuários estão conscientes e capacitados a manipular as variáveis que esses gerenciadores oferecem. Se não tiver convicção disso, faça-os ler este livro.” Victorio De Marchi – EX-PRESIDENTE DO GRUPO ANTARCTICA “Este livro fornece um excelente guia para entendimento e implantação de processos de planejamento e controle no âmbito da empresa como um todo. Fornece a orientação para que se tenham os processos e ferramentas necessários para a melhoria contínua dos níveis de excelência operacional.” Paul Husby – EX-DIRETOR-PRESIDENTE DA 3M DO BRASIL “Esta é a primeira obra em português que trata – de forma abrangente, conceitual e prática – dos Sistemas MRP II/ERP. Leitura obrigatória tanto para acadêmicos como para executivos.” Prof. Marcos A. Vasconcellos – PROFESSOR DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS “Este é o tipo de assunto que, além de atual, é de extrema importância para quem busca competitividade em gestão de negócios. O texto deste livro é simples e claro, desmistificando para o leitor temas considerados como de difícil interpretação.” Augusto César Vieira Pinto – E X-DIRETOR-PRESIDENTE DA SAP – BRASIL “Este livro demonstra as técnicas mais modernas de planejamento em linguagem simples e clara, trazendo a teoria aos níveis práticos de aplicação, tornando-se assim muito envolvente. Leitura recomendada para várias áreas e níveis das empresas.” Helio Mattar – EX-DIRETOR-PRESIDENTE DA GE/DAKO._x000D_
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12 capítulos

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1 - Importância estratégica do sistema de administração da produção

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CAPÍTULO

1

Importância estratégica do sistema de administração da produção

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender a importância estratégica de um sistema de administração da produção para a empresa, e como ele pode apoiar os tomadores de decisões de forma a melhorar a posição competitiva da empresa.

■■ Compreender quais são os aspectos de desempenho de um sistema produtivo e como estes podem tornar a empresa competitiva.

■■ Identificar como um sistema de administração da produção pode influenciar os aspectos de desempenho de um sistema produtivo.

■■ Compreender o conceito de planejamento, a dinâmica de um processo de planejamento e o conceito de planejamento hierárquico da produção.

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2  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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1.1 INTRODUÇÃO

Chamamos genericamente Sistemas de Administração da Produção os sistemas de informação para apoio à tomada de decisões, táticas e operacionais, referentes às seguintes questões logísticas básicas:

 

2 - Gestão de estoques

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CAPÍTULO

2

Gestão de estoques

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Compreender e explicar claramente a função dos estoques em sistemas produtivos.

■■ Identificar e listar as razões para o surgimento e a necessidade de manutenção de estoques.

■■ Entender o funcionamento dos modelos básicos de gestão de estoques e ser capaz de utilizá-los.

■■ Compreender como as formas de determinação do momento de ressuprimento, da quantidade a ser ressuprida e da definição de estoque de segurança influenciam na gestão de estoque.

■■ Diferenciar um item de demanda independente de um item de demanda dependente, e o impacto dessa diferença na lógica de cálculo.

■■ Entender a técnica ABC de classificação de estoque.

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32  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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2 .1 INTRODUÇÃO

Um dos principais conceitos dentro do escopo dos sistemas de administração da produção é o conceito de estoques. Trata-se de um elemento gerencial essencial na administração de hoje e do futuro. Hoje, o conceito de estoques é mais bem entendido que já foi em anos recentes. Nos anos 1980 e 1990, por exemplo, muitas empresas tiveram problemas estratégicos sérios por acharem que deveriam, a todo custo, baixar a zero seus estoques, seduzidas por uma leitura equivocada das mensagens subliminarmente passadas pela superioridade incontestável dos sistemas de gestão japoneses daquela época. Na verdade, a mensagem era quase esta, mas não exatamente esta. Hoje, entendemos de forma mais clara que o que devemos buscar incessantemente é não ter um grama a mais de estoques do que a estrita quantidade necessária estrategicamente. Às vezes, as pessoas (leigos e profissionais) pensam que, pelo fato de os modelos de gestão de estoques estarem no mercado há muitos anos na forma de conceitos e aplicativos, as empresas já teriam chegado a um nível adequado de desempenho na gestão dos seus estoques, mas nada poderia ser mais distante da realidade. Ainda hoje, no final da década de 2010, a maioria das empresas debate-se com problemas como altos níveis de estoque e simultâneo baixo nível de atendimento ao cliente. Este é o escopo das discussões que se seguem no próximo item.

 

3 - MRP – Cálculo de necessidade de materiais

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CAPÍTULO

3

MRP – Cálculo de necessidade de materiais

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender o conceito de cálculo de necessidade de materiais.

■■ Compreender os objetivos do planejamento de necessidade de materiais (MRP): o que, quanto e quando produzir e comprar, baseando-se na necessidade dos produtos finais e nas quantidades em estoque.

■■ Descrever a mecânica do MRP, detalhando seus parâmetros e o cálculo de necessidades ao longo da estrutura de produto.

■■ Entender conceitos do MRP como estrutura de produto, lead time de obtenção, relação “pai-filho” entre itens e necessidades brutas e líquidas.

■■ Relacionar as necessidades dos itens “filhos”

(componentes) com os itens “pais”.

■■ Compreender a importância da acurácia dos dados de estoque e da correta parametrização de um sistema

MRP para a gestão de planejamento de materiais.

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4 - MRP II – Planejamento dos recursos de manufatura

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CAPÍTULO

4

MRP II – Planejamento dos recursos de manufatura

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender e explicar o que é um sistema MRP II.

■■ Diferenciar MRP de um sistema MRP II: além de orientar as decisões de planejamento típicas do MRP (“o que”, “quanto” e “quando” produzir e comprar), engloba as decisões sobre “com que recursos produzir”.

■■ Descrever os principais módulos do MRP II e suas funções básicas.

■■ Compreender a lógica do CRP – Capacity Requirements

Planning, ou planejamento das necessidades de capacidade de produção.

■■ Entender a estrutura de planejamento hierárquico de um sistema MRP II, formado por módulos agrupados em três blocos: comando (S&OP, Gestão da Demanda e

MPS/RCCP), motor (MRP e CRP), e rodas (Compras e

SFC).

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138  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

 

5 - S&OP – Planejamento de vendas e operações

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CAPÍTULO

5

S&OP – Planejamento de vendas e operações

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Compreender a importância da função de planejamento de vendas e operações (S&OP) para a integração e gestão da empresa.

■■ Entender o que é o S&OP, seus objetivos, pré-requisitos e a importância de uma política interna para seu bom funcionamento.

■■ Assimilar a ideia de que o processo de S&OP é complexo e evolutivo, nem sempre aderente aos pacotes ERP de mercado.

■■ Descrever o funcionamento do processo de S&OP e suas etapas.

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Corrêa – Gianesi – Caon

5.1 INTRODUÇÃO

Mais do que um simples módulo ou função do sistema MRP II, o S&OP – sales and operations planning ou planejamento de vendas e operações1 pode e deve exercer uma função mais importante dentro do processo de gestão da empresa. Parte desse papel se refere à integração vertical entre níveis de decisão diferentes, e.g. estratégicos e operacionais, visando garantir que aquilo que foi decidido estrategicamente, com uma perspectiva de longo prazo, seja efetivamente realizado por meio das decisões operacionais. Representaria assim o elo entre as reuniões de planejamento estratégico da alta direção e as decisões gerenciais do dia a dia da produção. Outra parte se refere

 

6 - MPS – Planejamento-mestre da Produção

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CAPÍTULO

6

MPS – Planejamento-mestre da Produção1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender a importância do MPS – Planejamento-Mestre de Produção na integração entre plano estratégico e planos operacionais de manufatura da empresa.

■■ Compreender a lógica de funcionamento do MPS em um sistema MRP II.

■■ Relacionar os tipos de mensagem de ação típicas de um sistema MPS com as suas consequências no planejamento.

■■ Entender a relação entre os gerenciamentos do MPS em diferentes ambientes produtivos, como make-to-stock, assembly-to-order, make-to-order e engineer-to-order.

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Neste texto, assim como na maioria das empresas, são utilizados indistintamente os termos planejamento-mestre e programação-mestre (plano-mestre e programa-mestre).

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212  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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7 - Gestão de demanda

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CAPÍTULO

7

Gestão de demanda

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender a importância e os principais elementos do processo de gestão de demanda nas empresas.

■■ Identificar os responsáveis pela gestão de demanda nas empresas.

■■ Aprender sobre sistemas de previsão de vendas e requisitos para uma boa previsão de vendas.

■■ Desenvolver conhecimento sobre alguns modelos para a previsão de curto prazo, como média móvel e suavização exponencial.

■■ Entender o DRP – distribution requirements planning, ou planejamento das necessidades de distribuição.

CORREA-GIANESI-CAON.indb 251

14/09/2018 17:11:46

252  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Corrêa – Gianesi – Caon

7.1 INTRODUÇÃO

Como visto no Capítulo 4, assim como a produção, a demanda da empresa também deve ser gerenciada. Algumas das razões apontadas foram:

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■■

 

8 - CRP: Planejamento de capacidade dos recursos produtivos

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CAPÍTULO

8

CRP: Planejamento de capacidade dos recursos produtivos

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender a importância do planejamento de capacidade de produção dentro do sistema MRP II.

■■ Relacionar os diferentes níveis de planejamento de capacidade com os níveis de planejamento de materiais no MRP II, de acordo com o horizonte de planejamento.

■■ Descrever os objetivos e a lógica de cálculo de cada nível de planejamento de capacidade: RRP (Resource

Requirements Planning), RCCP (Rough Cut Capacity

Planning) e CRP (Capacity Requirements Planning).

■■ Identificar as diferenças entre os distintos níveis de planejamento de capacidade.

■■ Compreender as razões para a existência da gestão de capacidade de curtíssimo prazo.

CORREA-GIANESI-CAON.indb 305

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306  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Corrêa – Gianesi – Caon

 

9 - Shop Floor Control (SFC), Manufacturing Execution Systems (MES) e Sistema de Programação da Produção com Capacidade Finita

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CAPÍTULO

9

Shop Floor Control (SFC),

Manufacturing Execution

Systems (MES) e sistema de programação da produção com capacidade finita

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender quando a utilização de sistemas MES/SFC é recomendada como complemento a um sistema MRP II.

■■ Descrever as funcionalidades e a lógica de funcionamento de sistemas MES/SFC, e o impacto na gestão do chão de fábrica.

■■ Entender quando a utilização de sistemas de programação da produção com capacidade finita é recomendada.

CORREA-GIANESI-CAON.indb 337

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338  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Corrêa – Gianesi – Caon

Identificar os principais fatores que levam à utilização de um sistema de programação de produção com capacidade finita, em horizonte de planejamento de curto prazo.

Descrever as características e princípios do OPT –

 

10 - Sistemas Híbridos com o MRP II/ERP

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CAPÍTULO

10

Sistemas híbridos com o MRP II/ERP

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final do capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

■■ Entender o que são sistemas híbridos e quando a sua utilização é indicada.

■■ Compreender a filosofia e objetivos do JIT/Lean – Just in Time.

■■ Identificar as diferenças entre o JIT/Lean e o sistema tradicional de produção.

■■ Entender a lógica de planejamento, programação e controle da produção em um sistema JIT/Lean

■■ Descrever o fluxo “puxado” de materiais com o uso do sistema Kanban.

■■ Compreender a lógica de funcionamento do sistema híbrido MRP II e JIT/Lean, beneficiando-se da conjugação de suas diferentes vocações e filosofias.

CORREA-GIANESI-CAON.indb 379

14/09/2018 17:12:03

380  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Corrêa – Gianesi – Caon

10.1 INTRODUÇÃO

Nenhum sistema ou lógica específica é panaceia para todos os males. Quando pensamos em administração industrial, atualmente, ninguém mais discute que as abordagens contingenciais são as mais adequadas. Segundo essas abordagens, problemas característicos de diferentes contingências (ou situações) demandam diferentes soluções; assumimos que não há uma “melhor solução” para todos os problemas. Em outras palavras, diferentes lógicas de gestão teriam, segundo esta abordagem, diferentes “vocações”, ou se encaixariam melhor para proverem soluções para determinadas situações, mas seriam piores para lidar com outras, de características diferentes.

 

11 - Sistemas ERP – Enterprise Resources Planning

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CAPÍTULO

11

Sistemas ERP –

Enterprise Resources

Planning

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

■■ Descrever a evolução dos sistemas de planejamento de recursos de uma organização: do MRP ao MRP II e ao

ERP.

■■ Compreender a lógica do sistema ERP e os módulos integrados disponíveis.

■■ Identificar a importância de uma base de dados comum

à empresa, podendo ser gerenciada por um sistema ERP ou por módulos independentes conectados.

■■ Entender a estrutura conceitual do sistema ERP.

CORREA-GIANESI-CAON.indb 409

14/09/2018 17:12:06

410  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Corrêa – Gianesi – Caon

11.1 INTRODUÇÃO

Um sistema dito ERP tem a pretensão de suportar todas as necessidades de informação para a tomada de decisão gerencial de um empreendimento como um todo. Em uma tradução livre, Enterprise Resource Planning poderia significar “Planejamento de

 

12 - Implantação do Sistema MRP II

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CAPÍTULO

12

Implantação do

Sistema MRP II

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

■■ Entender o que significa implantação de um sistema

MRP II.

■■ Identificar as fases do processo de implantação.

■■ Detalhar os pressupostos para uma implantação bem-sucedida.

■■ Descrever a estruturação de uma equipe de implantação de sistema MRP II.

■■ Compreender as macroatividades necessárias para a gestão do projeto de implantação de um sistema

MRP II.

12.1 INTRODUÇÃO

A implantação de um sistema MRP II numa empresa é frequentemente confundida com um simples processo de instalação de um novo software. Esse equívoco encontra justificativas em vários aspectos:

CORREA-GIANESI-CAON.indb 421

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422  |  PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Corrêa – Gianesi – Caon

parte preponderante do processo será a escolha e instalação de um aplicativo desenvolvido por uma fornecedora de software (como SAP ou Oracle); os maiores gastos em investimento tangíveis dar-se-ão na aquisição e instalação de um software (e possível necessidade adicional de hardware); o “produto“ material, que geralmente a empresa recebe do fornecedor do sistema

 

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