Princípios Básicos de Análise do Comportamento - 2.ed.

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Princípios Básicos de Análise do Comportamento, principal livro-texto brasileiro da área, chega à sua 2ª edição totalmente atualizado. Nesta obra ricamente ilustrada e com uma linguagem dinâmica, os autores proporcionam ao leitor uma visão global do comportamento humano.

12 capítulos

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Capítulo 1 - O reflexo inato

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir, identificar e prover exemplos de estímulos e respostas;

2Definir, identificar e prover exemplos de comportamento reflexo inato;

3Definir, identificar e prover exemplos das leis do reflexo inato: intensidade-magnitude, limiar e latência;

4Definir, identificar e prover exemplos de habituação e sensibilização da resposta;

5Relacionar de forma geral os comportamentos reflexos inatos à compreensão e ao estudo das emoções;

6Definir o comportamento reflexo em termos de contingências estímulo-resposta.

Quando você vai ao médico e ele bate o martelo no seu joelho, o músculo de sua coxa é contraído (você “dá um chute no ar”); quando a luz incide sobre a pupila do seu olho, esta se contrai; quando você ouve um barulho alto e repentino, seu coração dispara (taquicardia); quando entra em uma sala muito quente, você começa a suar. Esses são apenas alguns exemplos de comportamentos reflexos inatos. Note que há algo em comum em todos eles: há sempre uma alteração no ambiente que produz uma alteração no organismo.

 

Capítulo 2 - O reflexo aprendido: condicionamento pavloviano

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir, identificar e prover exemplos de estímulos neutros, incondicionados e condicionados;

2Definir, identificar e prover exemplos de respostas incondicionadas e condicionadas;

3Definir, identificar e prover exemplos de comportamentos reflexos incondicionados e condicionados;

4Descrever e exemplificar o paradigma do condicionamento pavloviano;

5Descrever e exemplificar os processos comportamentais de extinção respondente, generalização respondente e recuperação espontânea;

6Descrever e exemplificar os procedimentos de extinção respondente, contracondicionamento, dessensibilização sistemática e condicionamento de ordem superior;

7Aplicar, de maneira geral, o paradigma do condicionamento pavloviano à análise de situações cotidianas e intervenções psicológicas.

 

Capítulo 3 - Aprendizagem pelas consequências: o reforçamento

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir, identificar e prover exemplos de comportamento operante;

2Definir, identificar e prover exemplos de estímulos reforçadores;

3Definir, identificar e prover exemplos de extinção operante;

4Descrever e aplicar o procedimento de modelagem operante;

5Diferenciar modelagem de modelação;

6Descrever, exemplificar e identificar os efeitos da extinção operante;

7Descrever e identificar exemplos de relações de contingências de reforçamento;

8Descrever e identificar exemplos de reforçamento diferencial;

9Identificar e fornecer exemplos de estímulos reforçadores sociais;

10Indicar problemas relacionados à distinção entre reforçadores naturais e arbitrários;

11Definir e identificar classes de respostas;

 

Capítulo 4 - Aprendizagem pelas consequências: o controle aversivo

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir, identificar e prover exemplos de contingências de reforçamento negativo, contingências de punição positiva e contingências de punição negativa;

2Definir, identificar e prover exemplos de controle aversivo do comportamento;

3Definir, identificar e prover exemplos de comportamentos de fuga, comportamentos de esquiva e contracontrole;

4Descrever e exemplificar os principais efeitos comportamentais do uso do controle aversivo do comportamento;

5Descrever e exemplificar as principais diferenças entre o uso dos procedimentos de punição, extinção e reforçamento diferencial.

Como já sabemos, o comportamento operante é aquele que produz modificações no ambiente e é afetado por elas. Chamamos tais modificações no ambiente de consequências do comportamento. Já vimos um tipo dessas consequências, as chamadas conse-quências reforçadoras. Os exemplos apresentados até então ilustram um subtipo de consequências reforçadoras, denominadas consequências reforçadoras positivas, cujo processo comportamental, assim como o procedimento do qual elas fazem parte, é denominado reforçamento positivo. O termo reforçamento é utilizado porque a apresentação dessa consequência resulta no aumento ou na manutenção da probabilidade de o comportamento reforçado voltar a ocorrer. Já o termo positivo especifica que a modificação produzida no ambiente é sempre a adição de um estímulo como consequência da resposta. Por exemplo, quando o rato pressiona a barra, uma gota de água é adicionada ao seu ambiente; quando a criança pede um doce, ela o recebe (ela não tinha o doce, agora tem). Ambos os comportamentos, pressionar a barra e pedir doce, terão sua probabilidade mantida ou aumentada em função da adição de um estímulo ao ambiente do rato e da criança, respectivamente. Da mesma forma, nos demais exemplos de reforçamento positivo vistos no Capítulo 3, o organismo comportava-se em função do seu comportamento ter produzido a adição de estímulos reforçadores em seu ambiente.

 

Capítulo 5 - Primeira revisão do conteúdo

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Neste capítulo, revisaremos o que foi visto até agora. Como se trata de uma revisão, os conceitos serão apresentados de forma sucinta. Em caso de dúvidas, retorne ao capítulo correspondente para rever com mais detalhes determinado assunto. Ao final do capítulo, será dada ênfase à distinção e à interação entre os comportamentos operante e respondente.

Ao estudar reflexos incondicionados, você aprendeu que as espécies, durante a sua evolução, passaram por mudanças que as tornaram o que são hoje quanto às suas características anatômicas, fisiológicas e comportamentais. Essas mudanças tornaram os indivíduos das espécies mais adaptados ao mundo em que vivem, ou seja, aumentaram suas chances de sobreviver e de se reproduzir. Além disso, elas ocorreram tanto no aspecto anatômico, modificando a estrutura desses organismos, quanto no aspecto fisiológico, alterando seu funcionamento. Ademais, também foram selecionados aspectos comportamentais, modificando a forma como os indivíduos de determinada espécie interagem com o mundo que os cerca.

 

Capítulo 6 - Controle de estímulos: o papel do contexto

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir controle de estímulos;

2Descrever, de forma geral, a relevância do estudo do controle de estímulos para a compreensão do comportamento humano;

3Apresentar exemplos da relevância do estudo do controle de estímulos para a compreensão do comportamento humano;

4Definir, identificar e prover exemplos de estímulos discriminativos;

5Definir, identificar e prover exemplos de estímulos delta;

6Definir, identificar e prover exemplos de discriminação de estímulos;

7Definir, identificar e prover exemplos de operante discriminado;

8Definir, identificar e prover exemplos de contingência tríplice;

9Definir, planejar e prover exemplos de treino discriminativo;

10Definir, identificar e prover exemplos de generalização de estímulos;

 

Capítulo 7 - Esquemas de reforçamento

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Diferenciar esquemas de reforçamento contínuo de esquemas de reforçamento intermitente;

2Definir esquemas de reforçamento intermitente;

3Definir e dar exemplos de esquemas de reforçamento de intervalo fixo;

4Definir e dar exemplos de esquemas de reforçamento de intervalo variável;

5Definir e dar exemplos de esquemas de reforçamento de razão fixa;

6Definir e dar exemplos de esquemas de reforçamento de razão variável;

7Descrever os padrões comportamentais gerados por esquemas de intervalo fixo e variável e de razão fixa e variável;

8Definir e dar exemplos de resistência à extinção;

9Especificar o efeito de diferentes esquemas de reforçamento sobre a resistência à extinção;

10Definir e dar exemplos de esquemas de reforçamento não contingente;

 

Capítulo 8 - Segunda revisão do conteúdo

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No Capítulo 6, analisamos como os eventos antecedentes ao comportamento podem passar a controlá-lo. Assim, para compreender o comportamento, temos que entender não só suas consequências, mas também o contexto em que ele ocorre. No Capítulo 7, analisamos que, dependendo da forma como o estímulo reforçador é apresentado, o padrão comportamental do organismo muda. Analisamos também diversos critérios que podem ser estabelecidos para que o comportamento seja reforçado. Chamamos esses critérios de esquemas de reforçamento. Neste capítulo, faremos uma breve revisão dos Capítulos 6 e 7.

Os organismos também aprendem em quais circunstâncias seus comportamentos serão reforçados. Chamamos de operantes discriminados os comportamentos que estão sob o controle de estímulos antecedentes e consequentes, isto é, aqueles cuja ocorrência é determinada tanto pelo contexto em que ocorrem quanto pelas consequências que produzem. A maior parte do comportamento dos organismos não “ocorre no vácuo”, mas em situações específicas, ou seja, na presença de determinados estímulos e na ausência de outros. Chamamos de estímulos discriminativos (SD) os estímulos na presença dos quais uma determinada resposta será reforçada e se tornará mais provável de ocorrer. Chamamos de estímulos delta (SΔ) aqueles em cuja presença a resposta não será reforçada e será menos provável. O controle que os estímulos que antecedem o comportamento exercem sobre ele está diretamente ligado à aprendizagem de comportamentos operantes simples e complexos, sobretudo aqueles relacionados à leitura, à escrita e ao que chamamos cotidianamente de compreensão, por exemplo. A Tabela 8.1 traz uma série de exemplos de comportamentos operantes discriminados.

 

Capítulo 9 - A análise funcional: aplicação dos conceitos

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir análise funcional;

2Justificar a importância das análises funcionais para a predição e o controle do comportamento;

3Listar, descrever e exemplificar os três níveis de seleção;

4Realizar análises funcionais em contextos controlados de experimentação, utilizando os paradigmas operante e/ou respondente quando for o caso;

5Realizar análises funcionais de comportamentos em contexto aplicado utilizando os paradigmas operante e/ou respondente quando for o caso.

Se quisermos entender a conduta de qualquer pessoa, mesmo a nossa própria, a primeira pergunta a fazer é: “O que ela fez?”. O que significa dizer identificar o comportamento. A segunda pergunta é: “O que aconteceu então?”. O que significa dizer identificar as consequências do comportamento. Certamente, mais do que consequências determinam nossa conduta, mas essas primeiras perguntas frequentemente hão de nos dar uma explicação prática. Se quisermos mudar o comportamento, mudar a contingência de reforçamento – a relação entre o ato e a consequência – pode ser a chave.

 

Capítulo 10 - Atividades de laboratório com animais não humanos

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Realizar modelagem de comportamentos simples;

2Conduzir reforçamento contínuo de um comportamento;

3Realizar procedimento de extinção;

4Analisar gráficos de frequência e comparar os efeitos do reforçamento e da extinção sobre o comportamento;

5Realizar um treino discriminativo;

6Identificar padrões comportamentais de diferentes esquemas de reforça-mento;

7Registrar frequência de comportamentos simples.

Os livros de psicologia, das mais diversas áreas e abordagens, apresentam uma grande gama de teorias sobre uma infinidade de assuntos relativos ao ser humano e, em alguns casos, aos organismos vivos em geral (em se tratando da psicologia, organismos pertencentes ao reino animal). Nesses livros você pode encontrar, por exemplo, dezenas de teorias sobre a aprendizagem, muitas das quais fornecem explicações bastante diferentes para um mesmo fenômeno. Por que tantas teorias sobre um mesmo assunto? Todas elas estão certas e se completam? Existem várias teorias porque nenhuma é, de fato, correta ou completa?

 

Capítulo 11 - Algumas normas e dicas para redigir um relatório científico

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Listar a estrutura geral de um relatório científico;

2Descrever os conteúdos relacionados a cada seção de um relatório científico;

3Descrever, em linhas gerais, as orientações para a redação de um relatório científico;

4Formatar figuras e tabelas de acordo com as normas de redação científica;

5Citar e formatar adequadamente referências bibliográficas, identificando seus elementos constituintes;

6Fazer referências à literatura ao longo do texto de acordo com as normas de citação direta, secundária e de paráfrases, respeitando a autoria do material de referência;

7Elaborar um relatório reportando uma pesquisa empírica.

A habilidade de transmitir informação de forma escrita é essencial para qualquer profissional, esteja ele voltado para a área de pesquisa ou não. Tenha certeza de que, não importa o ramo da psicologia no qual você trabalhará, envolvendo ele pesquisa ou não, saber transmitir informação escrita de forma adequada será um grande diferencial em sua carreira. Além disso, as próprias diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em Psicologia (Brasil, 2011) estabelecem que eles devem, obrigatoriamente, capacitar seus alunos a:

 

Capítulo 12 - B. F. Skinner, Análise do Comportamento e o Behaviorismo Radical

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Listar dados históricos da carreira e da obra de Burrhus Frederic Skinner;

2Conceituar Análise do Comportamento;

3Caracterizar Análise Experimental do Comportamento;

4Caracterizar Análise do Comportamento Aplicada;

5Caracterizar Behaviorismo Radical;

6Identificar e contrapor concepções equivocadas sobre o Behaviorismo Radical.

Todos os assuntos abordados neste livro baseiam-se na ciência/abordagem psicológica chamada Análise do Comportamento, cujo maior expoente histórico é Burrhus Frederic Skinner. A concepção de ser humano, as premissas epistemológicas, a proposta de objeto de estudo da psicologia, o modelo de causalidade e as discussões conceituais acerca dos fenômenos psicológicos, entre outras discussões filosóficas que embasam essa abordagem, constituem o corpo de conhecimento filosófico chamado Behaviorismo Radical, também concebido por Skinner, e que constitui a filosofia da Ciência do Comportamento. Neste capítulo veremos um pouco sobre quem foi Skinner e sobre as características definidoras tanto da ciência e profissão chamada de Análise do Comportamento como da filosofia chamada de Behaviorismo Radical.

 

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