Cirurgia Dermatológica Cosmética e Corretiva

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O Tratado Cirurgia Dermatológica Cosmética e Corretiva apresenta o que há de mais moderno em procedimentos cosméticos e cirúrgicos, como preenchimento, bioestimulação, toxina botulínica, laser, reconstrução após tumores cutâneos, entre outras técnicas, como as recém-chegadas indução percutânea de colágeno com agulhas (IPCA©), radiofrequência multiagulhada pulsada (RFMP©) e tunelização dérmica (TD©). Além disso, são descritos técnicas emergentes, critérios básicos em cirurgia dermatológica e recursos para correção de cicatrizes em sua amplitude polimórfica._x000D_
O livro é composto por 105 capítulos – divididos em regiões anatômicas ricamente ilustradas – que refletem a experiência dos colaboradores que o escreveram, profissionais reconhecidos por sua competência e seu comprometimento com o paciente. Indispensável a todos os dermatologistas e estudantes de Dermatologia, fornece ainda um roteiro prático para estudo e pesquisa de técnicas aclamadas e tratamentos inovadores na condução de diferentes situações clínicas._x000D_
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Conteúdo englobando o que há de mais moderno em procedimentos cosméticos e cirúrgicos_x000D_
Abordagem por regiões anatômicas, inédita em Dermatologia_x000D_
Organização didática do conteúdo, que facilita o estudo e a pesquisa._x000D_
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Obra indicada para: Médicos dermatologistas e residentes em dermatologia.

105 capítulos

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1 - Apresentação Anatômica

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1

Apresentação

Anatômica

Thais Sakuma

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Região periorbital, 3

Região frontal, 5

Região temporal, 5

Bibliografia, 6

Região periorbital

Estrutura óssea

A órbita fundamenta o complexo periorbitário, sendo composta pelos seguintes ossos:

••

••

••

••

Margem superior: frontal e esfenoide

Margem inferior: maxila, zigomático e palatino

Margem medial: etmoide, lacrimal e maxila

Margem lateral: zigomático e esfenoide.

A região periorbital tem uma estrutura cônica que abriga o globo ­ocular, os músculos extra­oculares e a gordura orbital. Por ser um compartimento com uma cavidade fixa, sem possível alargamento, um sangramento nessa região pode elevar a pressão o

­ cular e promover conse­quências desastrosas.

Músculos

Músculos extra­oculares

Trata-se dos seis ­músculos que controlam o movimento dos olhos somado àquele que controla a elevação da pálpebra (Figura  1.1 e

 

2 - Blefaroplastia

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2

Blefaroplastia

Eliandre Costa Palermo, Maurício Paixão, Roney Gonçalves Fechine Feitosa

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Lima 02.indd 7

Introdução, 7

Anatomia da região orbital, 8

Avaliação do paciente, 13

Blefaroplastia superior, 15

Blefaroplastia inferior, 17

Complicações, 23

Considerações finais, 25

Bibliografia, 25

Introdução

A blefaroplastia representa um dos procedimentos cirúrgicos mais rea­li­zados para correção cosmética da região palpebral, preservando sua forma e aparência naturais. Além de promover melhorias significativas na estética facial, a operação é relativamente rápida, de baixo custo e perfil de risco bastante aceitável, constituindo um dos procedimentos estéticos mais rea­li­zados mundialmente. Estima-se que, nos EUA, no ano de 2012, mais de 150 mil pacientes tenham sido submetidos a esse procedimento, com um crescimento de 4% em relação ao ano anterior. Embora 85% dos pacientes submetidos a esse procedimento sejam mulheres, a blefaroplastia compreende a terceira cirurgia estética mais comum em homens.

 

3 - Peeling nas Pálpebras

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3

Peeling nas Pálpebras

Emerson Lima

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Introdução, 27

Escolha do agente, 29

Etapas e peculiaridades da técnica, 29

Passo a passo, 29

Complicações, 32

Considerações finais, 32

Bibliografia, 32

Introdução

O peeling nas pálpebras, ou blefaroplastia quí­mica, tem como propósito substituir o tecido periorbicular envelhecido por um novo. Esse processo instala-se com uma inflamação controlada desen­ca­dea­da por um agente caú­stico aplicado em toda a extensão de pele delineada pelo m

­ úsculo orbicular subjacente.

Considerada a mais delgada do corpo humano, a pele dessa região é fina e está sujeita ao desencadeamento de rugas, flacidez e escurecimento. É importante lembrar que o desconforto cosmético sentido pelo paciente quando procura o médico dermatologista para o tratamento da região periorbital deriva basicamente de quatro queixas:

•• Sobra de pele e flacidez, resultando em rugas estáticas com graus variados de profundidade

 

4 - RFPM® nas Pálpebras

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4

RFPM nas Pálpebras

®

Emerson Lima

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Lima 04.indd 33

Introdução, 33

Ação da RFPM® na região periorbital, 35

Etapas e peculiaridades da técnica, 36

Passo a passo, 37

Considerações finais, 39

Bibliografia, 39

Introdução

A degeneração progressiva da delicada arquitetura de componentes cutâ­neos da região periorbital, em associação à senescência das estruturas óssea, ­muscular e ligamentar, resulta em flacidez, sobras de pele, rugas dinâmicas e estáticas, bem como evidenciação de bolsas de gordura e hiperpigmentação. Essas alterações causam um impacto substancial no equilíbrio cosmético da face, o que resulta em busca frequente de intervenções.

Alternativas cirúrgicas e não cirúrgicas se apresentam para restaurar os danos sofridos por essa região, isoladamente ou em associações. Técnicas como blefaroplastia cirúrgica e quí­mica, preenchimento com ácido hialurônico, aplicação de toxina botulínica e lasers são frequentemente utilizadas com essa finalidade.

 

5 - Fios de Sustentação

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5

Fios de Sustentação

Rachel Guerra de Castro

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Lima 05.indd 40

Introdução, 40

Considerações anatômicas, 41

Fios/suturas de sustentação, 43

Considerações finais, 50

Bibliografia, 50

Introdução

Nos últimos anos, houve um salto na compreensão do processo de envelhecimento, e o conhecimento das modificações pelas quais as estruturas faciais (ossos, ligamentos, m

­ úsculos, subcutâneo e pele) passam ao longo do tempo possibilitou atuar de maneira específica em cada uma dessas estruturas, revertendo os sinais do envelhecimento ou mesmo modulando esse processo.

A modulação do processo de envelhecimento abriu novas fronteiras, passando-se a trabalhar com in­di­ví­duos cada vez mais jovens, o que promove um envelhecimento mais lento e harmônico.

Se antes o olhar artístico, intuitivo, guiava muitos dos procedimentos, hoje a ciên­cia encontrou a arte, e os conhecimentos anatômicos representaram os grandes catalisadores dessa mudança. Estudando a anatomia facial, além de compreender as relações anatômicas entre as estruturas e as modificações que ocorrem com o envelhecimento, é possível restaurar e, sobretudo, embelezar os in­di­ví­duos.

 

6 - Preenchimento

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6

Preenchimento

André Braz, Daniel Dal'asta Coimbra, Igor Soares Manhães

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Região periorbital, 51

Região temporal, 53

Glabela, 55

Fronte, 57

Referências bibliográficas, 61

Bibliografia, 61

Região periorbital

Daniel Dal'asta Coimbra, Igor Soares Manhães

Trata-se de uma das ­áreas da face que mais sofrem alterações pelo processo de envelhecimento: a modificação anatômica das estruturas ao redor dos olhos ao longo do tempo causa um aspecto de olhar cansado e envelhecido.

Por muitos anos, a toxina botulínica representou o único tratamento injetável com resultados consistentes na região peri­ocular, atuando na prevenção e amenizando os “pés de galinha”. Entretanto, atualmente, o principal objetivo no tratamento dessa área consiste em preservar a jovialidade do olhar, o que tem se tornado mais importante que apenas tratar as rítides na região lateral dos olhos. Dessa maneira, preservar ou corrigir o posicionamento das estruturas com preenchedores, mantendo ou devolvendo um aspecto jovial à expressão do paciente tem se destacado no rejuvenescimento periorbitário com injetáveis.

 

7 - Toxina Botulínica

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7

Toxina Botulínica

Ada Regina Trindade de Almeida, Ana Flávia Nogueira Saliba Scoppetta

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Introdução, 62

Região peri­ocular (“pés de galinha”), 62

Região infraorbital | Aumento da abertura o

­ cular, 63

Rugas da glabela, 64

Rugas frontais, 65

Elevação das sobrancelhas, 66

Referências bibliográficas, 66

Introdução

A aplicação da toxina botulínica exige não apenas habilidades técnicas, mas também um conhecimento profundo da anatomia da face para resultados estéticos satisfatórios. Cada paciente deve ser minuciosamente analisado, atentando-se para o padrão de contração ­muscular, assimetrias e força de cada musculatura. Isso possibilitará uma aplicação in­di­vi­dualizada da toxina e aprimorará o resultado estético final, diminuindo as chances de efeitos adversos e aumentando o grau de satisfação do paciente.

Convém lembrar que o equilíbrio facial depende da interação entre os m

 

8 - Laser e Outras Tecnologias

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Laser e Outras

Tecnologias

Carlos Roberto Antonio, João Roberto Antonio, Lívia Arroyo Trídico

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Introdução, 68

Rugas periorbitais, 68

Flacidez periorbital, 70

Olheiras, 71

Siringomas, 71

Xantelasma palpebral, 72

Referências bibliográficas, 72

Bibliografia, 73

Introdução

A região periorbital é uma subuni­dade facial que engloba sobrancelha, pálpebra superior, pálpebra inferior, região glabelar e epicanto.

Ela tem papel essencial na comunicação, na expressão emocional, na expressão de bem-estar e no envelhecimento.1,2 Na maior parte das vezes, as percepções relativas ao grau de cansaço pessoal e desgaste estão associadas à aparência da região periorbital3, que desempenha um papel importante quanto ao aspecto geral da face e é uma das primeiras ­áreas a demonstrarem sinais de envelhecimento. Expressões faciais repetidas, exposição à radiação ultravioleta, tabagismo e características genéticas contribuem para a alteração da pele nessa região.1

 

9 - TD® em Rugas

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9

TD em Rugas

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Emerson Lima

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Lima 09.indd 74

Introdução, 74

Etapas e peculiaridades da técnica, 75

Passo a passo, 75

Considerações finais, 77

Referências bibliográficas, 77

Bibliografia, 77

Introdução

Rugas estáticas sempre se apresentam como um desafio terapêutico.

A rigidez do tecido e a elastose do envelhecimento cutâ­neo, além do espessamento dessa pele, muitas vezes acompanhado por um excesso de oleosidade, são determinantes, oferecendo a essa ruga o comportamento de uma cicatriz. Esse estado é acen­tuado quando há uma ­musculatura correspondente hipertrofiada e ativa. Por sua profundidade e seu aspecto inestético, essas linhas incomodam demasiadamente muitos pacientes. Quanto mais profunda e antiga, mais frustrantes tornam‑se as tentativas de correção, resultando em um desafio terapêutico (Figura 9.1).

A toxina botulínica oferece bons resultados no caso de rugas dinâmicas, principalmente no terço superior da face; porém, a resposta é insatisfatória em rugas estáticas profundas. Quando a pele é fina, a utilização de preenchedores dérmicos, como o ácido hialurônico, pode garantir bons resultados em associação à toxina botulínica. Contudo, quando a pele é espessa e a ruga profunda, a tentativa de preenchimento comumente não oferece um resultado natural. O preenchedor fica encarcerado entre as traves fibróticas da ruga e é difícil obter uniformização, com ba­se na experiência clínica

 

10 - Cirurgia Corretiva Periorbital

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10

Cirurgia Corretiva

Periorbital

Ana Carolina Serra Gomes da Silva Rodrigues, Joaquim Mesquita Filho,

Kléber Danilo Ollague Córdova

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Introdução, 78

Anatomia, 78

Anestesia, 80

Reconstruções de defeitos da região peri­ocular, 80

Reconstrução palpebral superior, 80

Reconstrução da á­ rea cantal medial, 84

Considerações finais, 85

Bibliografia, 85

Introdução

A cirurgia na região periorbital deve ser planejada de modo a garantir bons resultados estéticos e, principalmente, funcionais. Como se está diante de uma estrutura nobre, são fundamentais o conhecimento apurado da técnica a ser utilizada na reconstrução da região e a certificação de que o resultado final não comprometerá seu equilíbrio homeostático. Para tanto, faz-se necessário conhecer a anatomia da região; e embora o Capítulo 1 traga informações detalhadas, reforça-se a seguir uma descrição prévia.

Anatomia

 

11 - Condução Cirúrgica de Tumores Cutâneos Malignos

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11

Condução Cirúrgica de

Tumores Cutâneos Malignos

Ana Carolina Serra Gomes da Silva Rodrigues, Joaquim Mesquita Filho, Kléber Danilo Ollague Córdova

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Lima 11.indd 86

Abordagem geral, 86

Abordagem específica, 93

Bibliografia, 96

Abordagem geral

Aproximadamente 5 a 10% de todos os cânceres de pele surgem na região periocular. O tratamento dos tumores malignos das pálpebras exige ressecção completa do tumor com uma margem de segurança de tecido perilesional. Dois aspectos são importantes quando se trata de um tumor periorbital: primeiro, é importante conhecer o tipo histológico [os mais frequentes são o carcinoma basocelular (CBC), o carcinoma de células escamosas (CEC), o carcinoma de glândula sebácea, o tumor de células de Merkel e o melanoma maligno, que, se não forem tratados adequadamente, resultam em invasão orbital]; segundo, avaliar se o tumor é primário ou recidivado, já que os últimos têm maior risco de invasão orbital, uma complicação grave e potencialmente fatal, com frequência resultante de uma excisão incompleta com recorrências subsequentes ou de tumores invasivos altamente agressivos.

 

12 - Detalhamento Anatômico

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12

Detalhamento

Anatômico

Thai­s Sakuma

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Introdução, 99

Músculos, 99

Vascularização, 99

Compartimento de gordura, 100

Bibliografia, 100

Introdução

Os lábios são formados por uma porção interna e outra externa.

A interna constitui‑se por mucosa labial (epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado e córion rico em vasos sanguí­neos e glândulas salivares menores ou acessórias) e uma zona de tran‑ sição, chamada vermelhão do lábio (epitélio pavimentoso estratifi‑ cado queratinizado sem folículos pilosos, glândulas sudoríparas ou salivares, mas eventualmente com glândulas sebáceas). Já a porção externa é representada pela pele e por seus anexos. A porção interna

é úmida e a externa, seca.

Músculos

No limite entre a porção interna (mucosa labial e a zona de tran‑ sição), inserem‑se as fibras m

­ uscula­res do ­músculo orbicular da boca, que, por sua vez, delimita dois compartimentos de gordura:

 

13 - Minilift

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13

Minilift

Emerson Lima

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Introdução, 101

Conduta, 101

Passo a passo, 102

Complicações, 104

Considerações finais, 105

Bibliografia, 105

Introdução

A proporcionalidade entre as medidas cosméticas da face propicia uma harmonização considerada padrão de beleza. A Figura  13.1 apresenta uma demonstração didática desse racional, sempre tendo em conta variações étnicas, constitucionais e de gênero.

O terço inferior da face é bastante afetado pelo envelhecimento, com substancial alteração das suas proporções (Figura  13.2).

Tratamentos ablativos, como peelings quí­micos e abrasão cirúr‑ gica, promovem um estímulo na produção de colágeno, atenuando rugas e flacidez e melhorando a textura da pele. As microagulhas, por meio da radiofre­quência pulsada com multiagulhas (RFPM®) e outras tecnologias, também cumprem essa função. Contudo, apesar de os preenchedores e bioestimuladores serem benéficos na eversão dos lábios e na correção da queda das comissuras labiais, em alguns casos a intervenção cirúrgica convencional torna‑se necessária.

 

14 - TD® em Sulcos Nasogenianos e Mentonianos

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TD® em Sulcos

Nasogenianos e Mentonianos

Emerson Lima

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Introdução, 106

Etapas e peculiaridades da técnica, 106

Passo a passo, 107

Considerações finais, 110

Referências bibliográficas, 110

Bibliografia, 110

Introdução

Sabe‑se que o terço inferior da face representa a região que mais sofre com o processo de envelhecimento. A reabsorção óssea, a atrofia e a frouxidão de músculos e ligamentos, além da redistribuição do coxim adiposo, favorecem uma acen­tuação dos sulcos nasogeniano e mentoniano – estas são queixas frequentes nos consultórios derma‑ tológicos: “bigode chinês” e “rugas da marionete” (Figura 14.1).

A flacidez do tecido e a sobra de pele que se instala conforme a senescência são facilmente percebidas com o aprofundamento dos sulcos periorais. A ritidoplastia clássica com tratamento do sis‑ tema musculoaponeurótico superficial (SMAS) compreende uma das técnicas utilizadas, que busca sustentação dos terços médio e inferior da face e remoção da sobra de pele. Tecnologias usando diferentes comprimentos de luz e ultrassom, bem como microagu‑ lhas, radiofre­quência e técnicas ablativas, propõem o estímulo de um colágeno, substituindo o degradado e atenuando esses sulcos.

 

15 - Cirurgia Quí

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15

Cirurgia Quí­mica e Abrasão

Cirúrgica da Região Perioral

Emerson Lima

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Introdução, 111

Etapas e peculiaridades da técnica, 111

Passo a passo, 113

Complicações, 115

Bibliografia, 115

Introdução

Com o sofrimento do terço inferior da face no processo de envelhecimento intrínseco e extrínseco, a pele caminha para o enrugamento. Essa perda de volumerização por atrofia óssea, ­muscular e adelgaçamento cutâ­neo resulta na formação de rítides, inicialmente dinâmicas e posteriormente estáticas, muitas vezes difíceis de tratar. A elastose envolvida nesse processo torna essas rugas cada vez mais rígidas e profundas, dificultando a melhoria com tratamentos tópicos convencionais. Esses vincos assumem o comportamento de cicatrizes, tornando-se mandatória a necessidade de uma intervenção que libere o seu fundo para obter resultados cosméticos satisfatórios. Preenchedores ou bioestimuladores depositados nesse campo inóspito ficam encarcerados entre traves fibróticas resultantes do processo de senectude (Figura 15.1). Portanto, é necessário tratar previamente a região com uma técnica que reorganize esse tecido e corrija essa rigidez.

 

16 - RFPM® em Rugas Periorais

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16

RFPM em

Rugas Periorais

®

Emerson Lima

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Introdução, 116

RFPM® na região perioral, 116

Etapas e peculiaridades da técnica, 118

Passo a passo, 119

Considerações finais, 121

Bibliografia, 121

Introdução

O processo de envelhecimento intrínseco e extrínseco oferece à face uma redução considerável de volume. Observam-se reabsorção

óssea, redução de massa muscular, redistribuição da gordura e frouxidão ligamentar. Além disso, a pele, um envelope que recobre toda a estrutura descrita, fica folgada, frouxa, resultando em sobras, flacidez e rugas finas e profundas (Figura 16.1). A derme e a epiderme, que também sofrem com a degeneração, afinam, acen­tuando ainda mais o aspecto decorrente do tempo e do estresse oxidativo.

Peelings quí­micos médios e profundos propiciam incontestável estímulo à produção de colágeno, o que resulta na ate­nua­ção de rugas, flacidez, melhoria da textura, brilho e coloração da superfície cutâ­nea, além de ate­nua­ção substancial do fotodano. Resultados efetivos também são observados com a associação dos peelings à abrasão cirúrgica-quimioabrasão. Contudo, a recupe­ração desses procedimentos é longa, além de não estarem adequados a todos os tipos de pele, preferencialmente recomendados para in­di­ví­duos de pele clara.

 

17 - Preenchimento

PDF Criptografado

17

Preenchimento

Ligia Piccinini Colucci

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Lima 17.indd 122

Introdução, 122

Assessment | Avaliação do paciente, 123

Tratamento com ácido hialurônico, 123

Considerações finais, 125

Bibliografia, 125

Introdução

O envelhecimento da face implica diversas va­riá­veis que personalizam o tratamento. A região perioral, par­ticular­mente, representa um dos marcos do envelhecimento da face, pois compreende a ­área utilizada para comer, conversar, expressar emoções e, também, como órgão sensorial, além de simbolizar sensualidade e sexualidade. As mudanças da ­área perioral decorrem de diversos fatores, sobretudo perda de volume, mudanças na estrutura óssea e flacidez por perda de colágeno intrínseco e extrínseco.

A região perioral consiste no terço inferior da face, entre a ­área subnasal e o mento, subdividindo-se em duas: da base do nariz até o lábio superior, a metade superior da área; e do lábio inferior até o mento, a metade inferior. Proporcionalmente, não são iguais, e, de acordo com as medidas i­deais, a parte superior deve ser igual à metade da parte inferior (Figura 17.1). A análise dessa

 

18 - Toxina Botulínica

PDF Criptografado

18

Toxina Botulínica

Alessandra Ribeiro Romiti, Sylvia Ypiranga

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Introdução, 126

Anatomia dos m

­ úsculos da região perioral, 126

Tratamento da região perioral com toxina botulínica, 127

Bibliografia, 131

Introdução

Como dito em outros capítulos, a região perioral é uma ­área da face muito suscetível aos sinais do envelhecimento. A perda intrín‑ seca do volume labial, o fotodano e a movimentação constante dos

­músculos formam rugas estáticas e dinâmicas. Os melhores resul‑ tados terapêuticos são atingidos quando da combinação de vários tipos de tratamento, como preenchimentos, lasers, peelings, micro‑ agulhamento e toxina botulínica.

O tratamento de rugas dinâmicas com toxina botulínica é conside‑ rado padrão‑ouro quando rea­li­zado no terço superior da face. Nos ter‑

ços médio e inferior, seu uso pode ser observado como um refinamento de técnica, rea­li­zado por injetores experientes a fim de complementar e melhorar os resultados de outros procedimentos cosmiá­tricos.

 

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