Biossegurança e Controle de Infecções - Risco Sanitário Hospitalar, 3ª edição

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A nova edição da maior referência em Biossegurança e Controle de Infecções._x000D_
Biossegurança e Controle de Infecções | Risco Sanitário Hospitalar, terceira edição, reafirma-se como grande referência na área e apresenta um conteúdo de alto nível científico, totalmente atualizado para estudantes e profissionais da saúde que buscam qualidade como um referencial e acreditam na biossegurança e no controle de riscos e de infecções como elementos de mudanças nos serviços de saúde._x000D_
Escrito pela Professora Sylvia Lemos Hinrichsen, em parceria com uma equipe multidisciplinar de profissionais, o livro Biossegurança e Controle de Infecções | Risco Sanitário Hospitalar reflete a experiência da organizadora e dos colaboradores, que têm trabalhado na criação e na implementação de processos assistenciais seguros e eficientes, com o objetivo de reduzir o risco de infecções associadas aos cuidados de saúde, por meio da sistematização, da prevenção e do controle dessas infecções, assim como da adesão às práticas de biossegurança._x000D_
Revisada e ampliada, de modo a se adaptar aos novos conceitos e às tendências atuais, esta terceira edição apresenta as interfaces do controle das infecções no contexto da gestão assistencial, segundo os desafios da segurança e do cuidado centrado no paciente. Seu texto também destaca a importância da multirresistência dos microrganismos, uma prioridade global, que, por sua complexidade, passa a exigir a implantação de programas de stewardship de antimicrobianos (PSA) segundo as diversas realidades locais. _x000D_
Destaques:_x000D_
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Setenta capítulos, distribuídos em 3 grandes partes: Biossegurança; Controle de Infecções; Microorganismos e Antimicrobianos._x000D_
Autora e colaboradores experientes e engajados na criação e na instituição de processos assistenciais seguros e eficientes na área. Atuantes na produção de materiais científicos relevantes na área, que têm sido citados, inclusive, por outros autores. _x000D_
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Capítulo 1 - Biossegurança | Conceito e Importância

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Capítulo

1

Biossegurança |

Conceito e Importância

Sylvia Lemos Hinrichsen  Bruno Lemos Hinrichsen  Maria da Conceição Alexandre Castro

O acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído. (Titãs)

Introdução

É fato antigo na história a descrição da associação de doença e trabalho. Entretanto, a sistematização médica da etiologia ocupa‑ cional das doenças surgiu em 1700, com a introdução do ques‑ tionamento sobre a ocupação dos pacientes na anamnese médica.

Foi no transcurso da Revolução Industrial, na Inglaterra, que as relações entre a saúde e o trabalho se traduziram em ações médicas alocadas junto aos ambientes laborais. O pri‑ meiro serviço de medicina do trabalho surgiu em 1830, em uma indústria têxtil inglesa, como instrumento utilizado pelo empregador para ser um anteparo do capital às possíveis rei‑ vindicações operárias, na tentativa de reduzir as possibilidades de associações causais entre o trabalho e a morbidade operária.

 

Capítulo 7 - Uso de Soluções Alcoólicas na Antissepsia das Mãos

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Capítulo

7

Uso de Soluções Alcoólicas na

Antissepsia das Mãos

Sylvia Lemos Hinrichsen  Maria da Conceição Lira  Jorge Belém Oliveira Júnior  Edyla Dourado

A higienização das mãos é um hábito simples e efetivo no controle de infecções. (Sylvia Lemos Hinrichsen)

Introdução

A higienização das mãos deve ser um hábito entre os pro‑ fissionais de saúde (equipe multiprofissional), pois, sem a menor dúvida, tem extrema importância no controle das infecções relacionadas à assistência à saúde (IrAS).

Quanto mais mãos manusearem os pacientes, maior o risco de transmissão e disseminação de microrganismos por fontes múltiplas. Quanto menor a proporção paciente/fun‑ cionário, ou seja, menos mãos por paciente, menor é o risco de surto hospitalar, devido à disseminação de infecção por veículo único.

Um surto de infecção por Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase (KPC) ocorrido em uma unidade de tra‑ tamento semi‑intensivo neonatal no Brasil teve como motivo principal a superlotação da unidade (capacidade para 22 recém‑nascidos, com ocupação de 36).

 

Capítulo 8 - Uso das Precauções Padrão | Via de Transmissão de Microrganismos

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Capítulo

8

Uso das Precauções‑Padrão | Via de

Transmissão de Microrganismos

Sylvia Lemos Hinrichsen  Danielly Mouzinho  Luana Possas  Líbia Moura

Você obtém o melhor espaço dos outros não por acender uma fogueira sob os pés, mas por atear um incêndio dentro deles.

(Bob Nelson)

Introdução

Na assistência à saúde, os profissionais de equipes multiprofis‑ sionais aplicam diariamente medidas que buscam protegê‑los de riscos ocupacionais relacionados a infecções, assim como protegem os pacientes e outros. Assim, os profissionais da

área da saúde (PAS) devem ter conhecimentos não só das precauções básicas de proteção, mas também das adicionais, aplicadas a pacientes infectados e/ou colonizados por deter‑ minados microrganismos e que, por isso, precisam de “isola‑ mentos” para evitar a transmissão de microrganismos entre pessoas e no ambiente.

Desde os anos 1970, vários têm sido os manuais para pre‑ cauções e isolamentos em hospitais publicados pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), com o objetivo de sistematizar práticas assistenciais seguras. As diversas orienta‑

 

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