Contabilidade de custos: um enfoque direto e objetivo

Autor(es): VICECONTI, Paulo
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Com o objetivo de oferecer noções diretas e objetivas de contabilidade de custos, esta obra apresenta os principais fundamentos da área, explicando as características dos métodos de custeio tradicionais (absorção, variável e padrão) e fazendo uma breve introdução ao método de custeio ABC, que possibilita melhor visualização dos custos por meio das atividades realizadas pela empresa no processo de fabricação de seus produtos.
Nesta nova edição, os autores incluíram:
• novo capítulo sobre Custos dos serviços prestados;
• orientações de como informar corretamente os itens solicitados pelo Fisco Federal no quadro Custo dos Serviços Prestados, atual exigência da Secretaria da Receita Federal no preenchimento da Escrituração Contábil Fiscal (ECF);
• atualizações na formação do preço de venda, como exclusão do ICMS no cálculo do PIS/COFINS, e o impacto dessa mudança na fixação do preço de venda das sociedades empresárias.
Constam da obra também as principais modificações introduzidas na contabilidade brasileira pelo processo de convergência às normas contábeis internacionais iniciado com a Lei nº 11.638, de 2007, possibilitando ao leitor o acesso a um conteúdo completo e atualizado.
Para estimular a aplicação prática, há exercícios de fixação em cada capítulo e um anexo com todas as respostas, o que permite ao aluno analisar a precisa evolução do aprendizado.
Em suma, Contabilidade de custos é uma ferramenta essencial para estudantes e profissionais que desejam se iniciar na matéria, que precisam se atualizar no assunto ou, ainda, que estão se preparando para concursos públicos.
Indicação: abrange as disciplinas Contabilidade de Custos, Análise de Custos e Contabilidade Geral dos cursos de Contabilidade e Administração; indicado também para estudantes e profissionais que se preparam para o Exame de Suficiência ou para concursos públicos na área fiscal.

207 capítulos

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1.1 OS INVESTIMENTOS

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

O patrimônio da empresa é constituído pelo conjunto de bens, direitos e obrigações desta.

O ativo, a parte positiva do patrimônio, mostra onde os recursos colocados à disposição da empresa foram investidos. O passivo mostra os financiamentos que originaram tais aplicações e pode ser subdividido em duas grandes categorias: capitais próprios e de terceiros.

1.1 ` OS INVESTIMENTOS

Bens Numerários: São os bens de liquidez imediata, constituindo o disponível da empresa: dinheiro em espécie, depósitos bancários e aplicações financeiras de liquidez imediata (Fundo de

Investimento Financeiro, por exemplo).

Bens de Venda: São aqueles destinados à venda pela sociedade e constituem o objeto de seu negócio. No caso de empresas industriais, são constituídos pelos estoques de produtos em elaboração e pelo de produtos acabados. Segundo Hilário Franco, alguns autores consideram os estoques de matérias-primas (ou de material direto ou indireto) como Bens de Venda, pois, embora sua finalidade não seja a de serem vendidos, integram direta ou indiretamente o produto a ser vendido. Outros autores preferem classificá-los como Bens Circulantes, por não serem fixos

 

CAPÍTULO 1 - A CONTABILIDADE

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CAPÍTULO 1 a contabilidade

1.1 O desafio da terminologia

A terminologia é um dos desafios dos que iniciam o estudo da contabilidade, pois pode, num primeiro momento, dificultar o entendimento da matéria.

Na Língua Portuguesa encontramos palavras que, dependendo do ponto de vista, assumem significados diversos. A palavra “ativo”, por exemplo, poderá significar coisas diferentes, dependendo do setor de atuação no qual será empregada. Há casos em que dezenas de palavras podem ser utilizadas para significar a mesma coisa. Por exemplo, de acordo com o Novo Aurélio da Língua Portuguesa: Século XXI (São Paulo, Nova Fronteira,

1999), há mais de 20 maneiras diferentes de se dizer “ideia”.

Assim, é comum encontrarmos, em toda profissão, um conjunto de palavras cujo significado seja específico para aquela área de trabalho.

A Contabilidade também possui vocabulário próprio e, em muitos casos, alguns termos, palavras ou expressões também são usados na nossa linguagem comum. Contudo, nem sempre significam a mesma coisa.

 

1.1 OS INVESTIMENTOS

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

O patrimônio da empresa é constituído pelo conjunto de bens, direitos e obrigações desta.

O ativo, a parte positiva do patrimônio, mostra onde os recursos colocados à disposição da empresa foram investidos. O passivo mostra os financiamentos que originaram tais aplicações e pode ser subdividido em duas grandes categorias: capitais próprios e de terceiros.

1.1 ` OS INVESTIMENTOS

Bens Numerários: São os bens de liquidez imediata, constituindo o disponível da empresa: dinheiro em espécie, depósitos bancários e aplicações financeiras de liquidez imediata (Fundo de

Investimento Financeiro, por exemplo).

Bens de Venda: São aqueles destinados à venda pela sociedade e constituem o objeto de seu negócio. No caso de empresas industriais, são constituídos pelos estoques de produtos em elaboração e pelo de produtos acabados. Segundo Hilário Franco, alguns autores consideram os estoques de matérias-primas (ou de material direto ou indireto) como Bens de Venda, pois, embora sua finalidade não seja a de serem vendidos, integram direta ou indiretamente o produto a ser vendido. Outros autores preferem classificá-los como Bens Circulantes, por não serem fixos

 

1.2 FONTES DE FINANCIAMENTO

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Contabilidade de Custos

Bens de Renda: são aqueles adquiridos com a finalidade de produzir renda para a sociedade e que não estão diretamente ligados a sua atividade operacional principal.

EXEMPLOS

• Participações societárias de caráter permanente ou temporário.

• Aplicações financeiras de liquidez não imediata, tais como CDBs, fundos de renda fixa, ouro, debêntures etc.

• Imóveis para alugar.

Créditos de Funcionamento: valores a receber decorrentes da própria atividade da empresa.

Exemplos: Contas a receber, duplicatas a receber etc.

Créditos de Financiamento: valores a receber decorrentes de financiamentos a terceiros e que não são diretamente relacionados com o objeto da atividade da empresa. Exemplos: Empréstimos a coligadas e/ou controladas e depósitos judiciais.

Valores Imateriais: bens não tangíveis que figuram no ativo, tais como marcas e patentes, despesas pré-operacionais, gastos com reorganização administrativa etc.

 

1.2 FONTES DE FINANCIAMENTO

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Contabilidade de Custos

Bens de Renda: são aqueles adquiridos com a finalidade de produzir renda para a sociedade e que não estão diretamente ligados a sua atividade operacional principal.

EXEMPLOS

• Participações societárias de caráter permanente ou temporário.

• Aplicações financeiras de liquidez não imediata, tais como CDBs, fundos de renda fixa, ouro, debêntures etc.

• Imóveis para alugar.

Créditos de Funcionamento: valores a receber decorrentes da própria atividade da empresa.

Exemplos: Contas a receber, duplicatas a receber etc.

Créditos de Financiamento: valores a receber decorrentes de financiamentos a terceiros e que não são diretamente relacionados com o objeto da atividade da empresa. Exemplos: Empréstimos a coligadas e/ou controladas e depósitos judiciais.

Valores Imateriais: bens não tangíveis que figuram no ativo, tais como marcas e patentes, despesas pré-operacionais, gastos com reorganização administrativa etc.

 

CAPÍTULO 2 - PATRIMÔNIO

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CAPÍTULO 2

Patrimônio

2.1 Conceito

O patrimônio – objeto da Contabilidade – é um conjunto de bens, direitos e obrigações avaliado em moeda e pertencente a uma pessoa.

Bens são as coisas capazes de satisfazer às necessidades humanas e suscetíveis de avaliação econômica. Podem ser materiais ou imateriais.

Bens materiais, corpóreos ou tangíveis são os objetos que a empresa tem para uso

(armários, prateleiras, computadores, máquinas, automóveis, vitrinas etc.), troca (mercadorias e dinheiro) ou consumo (materiais de limpeza, de expediente e de embalagem).

Bens imateriais, incorpóreos ou intangíveis correspondem a determinados gastos efetuados pela empresa que, por sua natureza, devem fazer parte do patrimônio.

Exemplos: fundo de comércio (valor que se paga a maior (além dos valores dos Ativos e Passivos) por ocasião da compra do total ou parte de uma empresa); marcas, patentes de invenção etc.

Direitos são todos os valores que a empresa tem para receber de terceiros, como:

 

1.3 RESUMO

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

3

do Capítulo 12), essa conta não pode ter mais saldo credor, porque o valor que não for destinado

à constituição de reservas de lucros deverá, obrigatoriamente, ser distribuído como dividendos

(ver Capítulo 12, subitem 12.3.5.3). Nos outros tipos de sociedades, não há essa restrição e essa conta poderá ter saldo credor.

1.2.2 Capitais de Terceiros

Débitos de Funcionamento: recursos obtidos para o funcionamento normal da empresa, por exemplo: fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar.

Débitos de Financiamento: recursos obtidos para a ampliação e o desenvolvimento da empresa, tais como os decorrentes de debêntures e empréstimos de longo prazo, bem como os recursos de terceiros destinados ao financiamento do capital de giro.

1.3 ` RESUMO

INVESTIMENTOS (APLICAÇÕES) DE RECURSOS

FINANCIAMENTOS (ORIGEM) DOS RECURSOS

ATIVO

PASSIVO

Bens Numerários

 

1.3 RESUMO

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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do Capítulo 12), essa conta não pode ter mais saldo credor, porque o valor que não for destinado

à constituição de reservas de lucros deverá, obrigatoriamente, ser distribuído como dividendos

(ver Capítulo 12, subitem 12.3.5.3). Nos outros tipos de sociedades, não há essa restrição e essa conta poderá ter saldo credor.

1.2.2 Capitais de Terceiros

Débitos de Funcionamento: recursos obtidos para o funcionamento normal da empresa, por exemplo: fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar.

Débitos de Financiamento: recursos obtidos para a ampliação e o desenvolvimento da empresa, tais como os decorrentes de debêntures e empréstimos de longo prazo, bem como os recursos de terceiros destinados ao financiamento do capital de giro.

1.3 ` RESUMO

INVESTIMENTOS (APLICAÇÕES) DE RECURSOS

FINANCIAMENTOS (ORIGEM) DOS RECURSOS

ATIVO

PASSIVO

Bens Numerários

 

CAPÍTULO 3 - CONTAS

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CAPÍTULO 3

CONTAS

3.1 Conceito

Conta é o nome técnico que identifica um Componente Patrimonial (Bem,

Direito, Obrigação ou Patrimônio Líquido) ou um Componente de Resultado

(Despesa ou Receita).

Todos os acontecimentos que fazem parte do dia a dia da empresa, responsáveis pela movimentação do patrimônio – como compras, vendas, pagamentos, recebimentos etc. –, são registrados pela Contabilidade por meio de contas. Assim, toda movimentação de dinheiro (entrada e saída) efetuada dentro da empresa é registrada em uma conta denominada Caixa; os objetos comercializados pela empresa são registrados em uma conta denominada Mercadorias; os Bens de Uso da empresa são registrados em contas que evidenciam a espécie do respectivo Bem, como Móveis e Utensílios, Computadores, Veículos, e assim por diante.

3.2 Classificação das contas

As contas podem ser classificadas em dois grupos: contas patrimoniais e contas de resultado (Teoria Patrimonialista).

 

1.4 CONCEITOS BÁSICOS DE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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do Capítulo 12), essa conta não pode ter mais saldo credor, porque o valor que não for destinado

à constituição de reservas de lucros deverá, obrigatoriamente, ser distribuído como dividendos

(ver Capítulo 12, subitem 12.3.5.3). Nos outros tipos de sociedades, não há essa restrição e essa conta poderá ter saldo credor.

1.2.2 Capitais de Terceiros

Débitos de Funcionamento: recursos obtidos para o funcionamento normal da empresa, por exemplo: fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar.

Débitos de Financiamento: recursos obtidos para a ampliação e o desenvolvimento da empresa, tais como os decorrentes de debêntures e empréstimos de longo prazo, bem como os recursos de terceiros destinados ao financiamento do capital de giro.

1.3 ` RESUMO

INVESTIMENTOS (APLICAÇÕES) DE RECURSOS

FINANCIAMENTOS (ORIGEM) DOS RECURSOS

ATIVO

PASSIVO

Bens Numerários

 

CAPÍTULO 4 - ESCRITURAÇÃO

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CAPÍTULO 4

ESCRITURAÇÃO

4.1 Conceito

Escrituração é uma técnica contábil que consiste em registrar nos livros próprios

(Diário, Razão, Caixa etc.) todos os acontecimentos que ocorrem na empresa e que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial.

Segundo estabelece o artigo 1.179 do Código Civil Brasileiro (Lei n. 10.406/2002), todas as empresas (sejam elas caracterizadas como empresário – antiga empresa individual – ou como sociedade empresária) estão obrigadas a seguir um sistema de

Contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva.

O controle contábil das empresas começa com a escrituração dos atos administrativos relevantes e de todos os fatos administrativos no livro Diário, completando-se, depois, nos demais livros de escrituração.

nota:

• A escrituração é de responsabilidade de contabilista legalmente habilitado, salvo se nenhum houver na localidade (artigo 1.182 do Código Civil/2002).

 

1.4 CONCEITOS BÁSICOS DE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL

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Capítulo 1

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do Capítulo 12), essa conta não pode ter mais saldo credor, porque o valor que não for destinado

à constituição de reservas de lucros deverá, obrigatoriamente, ser distribuído como dividendos

(ver Capítulo 12, subitem 12.3.5.3). Nos outros tipos de sociedades, não há essa restrição e essa conta poderá ter saldo credor.

1.2.2 Capitais de Terceiros

Débitos de Funcionamento: recursos obtidos para o funcionamento normal da empresa, por exemplo: fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar.

Débitos de Financiamento: recursos obtidos para a ampliação e o desenvolvimento da empresa, tais como os decorrentes de debêntures e empréstimos de longo prazo, bem como os recursos de terceiros destinados ao financiamento do capital de giro.

1.3 ` RESUMO

INVESTIMENTOS (APLICAÇÕES) DE RECURSOS

FINANCIAMENTOS (ORIGEM) DOS RECURSOS

ATIVO

PASSIVO

Bens Numerários

 

TESTES DE FIXAÇÃO

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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a obrigação de pagar tributos ao Estado em função de sua atividade e o prazo de pagamento desse tributo ainda não venceu. Será feito o seguinte registro contábil:

Despesas com Tributos (conta de resultado) a Tributos a Recolher (Passivo Exigível)

No final do exercício, as contas de resultado (Receitas e Despesas) são encerradas (a crédito e a débito da conta Apuração do Resultado do Exercício), e o resultado, assim apurado (lucro ou prejuízo), será transferido a crédito ou a débito, respectivamente, de uma conta patrimonial denominada Lucros ou Prejuízos Acumulados.

Os lançamentos efetuados no livro Diário são transpostos para o livro Razão, onde é feito o controle do saldo da conta. No livro Diário, é feito apenas o registro do fato contábil. No livro

Razão, controla-se o saldo de cada conta. No final do exercício, para montar o Balanço Patrimonial, basta consultar os saldos das contas no Razão. Se a escrituração contábil tiver sido efetuada corretamente, o total do ativo e o do passivo serão automaticamente iguais.

 

CAPÍTULO 5 - RAZONETE E BALANCETE

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CAPÍTULO 5

RAZONETE E

BALANCETE

NOTA:

• Esses dois instrumentos contábeis raramente são objeto de questões nas provas dos concursos, contudo, o domínio deles é indispensável para que você possa não só compreender com mais facilidade as noções básicas da Contabilidade como também solucionar cerca de 90% das questões práticas da matéria.

5.1 Razonete

Também denominado gráfico em T ou conta em T, o Razonete nada mais é do que uma versão simplificada do Livro Razão.

Entre os quatro principais livros utilizados pela Contabilidade (Diário, Razão, Caixa e Contas Correntes), o Razão é o mais importante sob o ponto de vista contábil, pois por meio dele se controla separadamente o movimento de cada conta.

O controle individualizado das contas é importante para se conhecer os seus saldos, possibilitando a apuração de resultados e a elaboração de Demonstrações Contábeis, como o Balancete de Verificação do Razão, o Balanço Patrimonial e muitas outras.

 

TESTES DE FIXAÇÃO

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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a obrigação de pagar tributos ao Estado em função de sua atividade e o prazo de pagamento desse tributo ainda não venceu. Será feito o seguinte registro contábil:

Despesas com Tributos (conta de resultado) a Tributos a Recolher (Passivo Exigível)

No final do exercício, as contas de resultado (Receitas e Despesas) são encerradas (a crédito e a débito da conta Apuração do Resultado do Exercício), e o resultado, assim apurado (lucro ou prejuízo), será transferido a crédito ou a débito, respectivamente, de uma conta patrimonial denominada Lucros ou Prejuízos Acumulados.

Os lançamentos efetuados no livro Diário são transpostos para o livro Razão, onde é feito o controle do saldo da conta. No livro Diário, é feito apenas o registro do fato contábil. No livro

Razão, controla-se o saldo de cada conta. No final do exercício, para montar o Balanço Patrimonial, basta consultar os saldos das contas no Razão. Se a escrituração contábil tiver sido efetuada corretamente, o total do ativo e o do passivo serão automaticamente iguais.

 

CAPÍTULO 6 - APURAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO E BALANÇO PATRIMONIAL SIMPLIFICADO

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CAPÍTULO 6

6.1 Introdução

APURAÇÃO DO

RESULTADO DO

EXERCÍCIO E BALANÇO

PATRIMONIAL

SIMPLIFICADO

Até aqui você estudou o conceito de Contabilidade, a composição do patrimônio, o registro dos fatos administrativos no livro Diário e no Razonete, bem como a elaboração do Balancete de Verificação do Razão.

Você já sabe que a movimentação do patrimônio da empresa gera um resultado que poderá ser lucro ou prejuízo.

Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que apuração simplificada?

Porque a apuração do resultado do exercício das empresas em geral envolve uma série de procedimentos que vão desde a elaboração do Balancete de Verificação do Razão, passando pela elaboração de inventários físicos de bens de uso e de outros materiais (mercadorias, produtos, materiais de expediente etc.) de conciliações e ajustes de saldos de contas, chegando até a apuração do resultado bruto, do resultado líquido, de cálculos e contabilizações dos tributos incidentes sobre o lucro líquido (Contribuição Social e Imposto de Renda), das participações, das reservas e dos dividendos, concluindo com a elaboração das diversas demonstrações contábeis.

 

GABARITO

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6

Contabilidade de Custos

2. Um apartamento, adquirido e alugado por empresa industrial, é bem: a) do Ativo Diferido; b) Fixo; c) Numerário; d) de Renda; e) de Venda.

3. Máquina destinada à produção de calçados é, para a indústria calçadista, um Bem: a) de Renda, produzindo Bens de Venda; b) Fixo, produzindo Bens de Renda; c) Fixo, porque é utilizado mais tempo que o Bem de Renda; d) Fixo de Renda; e) Fixo, produzindo Bens de Venda.

4. O estoque de produtos em elaboração é composto de Bens: a) de Venda, porque, após acabados, serão vendidos; b) de Renda, porque, após acabados, sua venda resultará em renda; c) semifixos, porque, enquanto sua estocagem é de menor giro, a de produtos acabados gira menos lentamente; d) de Renda; e) de Reposição Automática, porque não podem ser vendidos, mas devem ser renovados para se incorporarem aos custos diretos.

5. O patrimônio da empresa Silpa Ltda. é constituído por:

Bens Fixos

Nota Promissória de sua emissão

 

GABARITO

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6

Contabilidade de Custos

2. Um apartamento, adquirido e alugado por empresa industrial, é bem: a) do Ativo Diferido; b) Fixo; c) Numerário; d) de Renda; e) de Venda.

3. Máquina destinada à produção de calçados é, para a indústria calçadista, um Bem: a) de Renda, produzindo Bens de Venda; b) Fixo, produzindo Bens de Renda; c) Fixo, porque é utilizado mais tempo que o Bem de Renda; d) Fixo de Renda; e) Fixo, produzindo Bens de Venda.

4. O estoque de produtos em elaboração é composto de Bens: a) de Venda, porque, após acabados, serão vendidos; b) de Renda, porque, após acabados, sua venda resultará em renda; c) semifixos, porque, enquanto sua estocagem é de menor giro, a de produtos acabados gira menos lentamente; d) de Renda; e) de Reposição Automática, porque não podem ser vendidos, mas devem ser renovados para se incorporarem aos custos diretos.

5. O patrimônio da empresa Silpa Ltda. é constituído por:

Bens Fixos

Nota Promissória de sua emissão

 

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