Contabilidade de custos

Autor(es): Osni Moura Ribeiro
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Seguindo o mesmo modelo dos demais títulos da Série em Foco (antiga Série Fácil), Contabilidade de custos traz os temas necessários ao entendimento dos mecanismos utilizados no controle e na contabilização do custo de produção, possibilitando ao leitor a aquisição de vasto conhecimento a respeito da contabilidade de custos em geral. Esta 10ª edição contempla revisões em várias NBCS TGS, processadas pelo Conselho Federal de Contabilidade até o início de 2017, bem como a revogação da Resolução CFC n. 750/1993, efetuada por meio da NBC TSP Estrutura Conceitual ¿ Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de informação contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público. Essas atualizações abrangeram, também, as mudanças introduzidas na legislação brasileira em geral, desde o ano de 1992 (data da 1ª edição) até o ano de 2017. Portanto, atualizado de acordo com as Leis n. 11.638/07 e n. 11.941/09 e NBCS TGS convergentes com as Normas Internacionais de Contabilidade IFRS, o livro é excelente ferramenta para todos os que pretendem se iniciar no estudo de custos, sempre de maneira didática, gradual e eficaz. Sobre a Série em Foco: Com abordagem clara e acessível, e escrita pelos mais renomados autores em suas áreas de atuação, a Série em Foco (antiga Série Fácil) é uma das principais do mercado editorial brasileiro. Com o objetivo de facilitar o aprendizado, traz um conteúdo focado na aplicação dos conceitos e na prática da disciplina. Os assuntos são tratados sempre de forma didática e gradual, mantendo o rigor acadêmico. Além disso, traz uma sequência lógica, partindo de situações fáceis para as complexas, permitindo ao estudante familiarizar-se com o tema de maneira natural e intuitiva. O foco da Série é atender ao conteúdo programático de cursos de nível superior, podendo atender também ao nível técnico de diversas áreas do conhecimento, além de servir como instrumento de consulta para todos os profissionais, inclusive para os que pretendem se preparar para concursos públicos.

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1.1 OS INVESTIMENTOS

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

O patrimônio da empresa é constituído pelo conjunto de bens, direitos e obrigações desta.

O ativo, a parte positiva do patrimônio, mostra onde os recursos colocados à disposição da empresa foram investidos. O passivo mostra os financiamentos que originaram tais aplicações e pode ser subdividido em duas grandes categorias: capitais próprios e de terceiros.

1.1 ` OS INVESTIMENTOS

Bens Numerários: São os bens de liquidez imediata, constituindo o disponível da empresa: dinheiro em espécie, depósitos bancários e aplicações financeiras de liquidez imediata (Fundo de

Investimento Financeiro, por exemplo).

Bens de Venda: São aqueles destinados à venda pela sociedade e constituem o objeto de seu negócio. No caso de empresas industriais, são constituídos pelos estoques de produtos em elaboração e pelo de produtos acabados. Segundo Hilário Franco, alguns autores consideram os estoques de matérias-primas (ou de material direto ou indireto) como Bens de Venda, pois, embora sua finalidade não seja a de serem vendidos, integram direta ou indiretamente o produto a ser vendido. Outros autores preferem classificá-los como Bens Circulantes, por não serem fixos

 

1.2 FONTES DE FINANCIAMENTO

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Contabilidade de Custos

Bens de Renda: são aqueles adquiridos com a finalidade de produzir renda para a sociedade e que não estão diretamente ligados a sua atividade operacional principal.

EXEMPLOS

• Participações societárias de caráter permanente ou temporário.

• Aplicações financeiras de liquidez não imediata, tais como CDBs, fundos de renda fixa, ouro, debêntures etc.

• Imóveis para alugar.

Créditos de Funcionamento: valores a receber decorrentes da própria atividade da empresa.

Exemplos: Contas a receber, duplicatas a receber etc.

Créditos de Financiamento: valores a receber decorrentes de financiamentos a terceiros e que não são diretamente relacionados com o objeto da atividade da empresa. Exemplos: Empréstimos a coligadas e/ou controladas e depósitos judiciais.

Valores Imateriais: bens não tangíveis que figuram no ativo, tais como marcas e patentes, despesas pré-operacionais, gastos com reorganização administrativa etc.

 

1.3 RESUMO

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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do Capítulo 12), essa conta não pode ter mais saldo credor, porque o valor que não for destinado

à constituição de reservas de lucros deverá, obrigatoriamente, ser distribuído como dividendos

(ver Capítulo 12, subitem 12.3.5.3). Nos outros tipos de sociedades, não há essa restrição e essa conta poderá ter saldo credor.

1.2.2 Capitais de Terceiros

Débitos de Funcionamento: recursos obtidos para o funcionamento normal da empresa, por exemplo: fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar.

Débitos de Financiamento: recursos obtidos para a ampliação e o desenvolvimento da empresa, tais como os decorrentes de debêntures e empréstimos de longo prazo, bem como os recursos de terceiros destinados ao financiamento do capital de giro.

1.3 ` RESUMO

INVESTIMENTOS (APLICAÇÕES) DE RECURSOS

FINANCIAMENTOS (ORIGEM) DOS RECURSOS

ATIVO

PASSIVO

Bens Numerários

 

1.4 CONCEITOS BÁSICOS DE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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do Capítulo 12), essa conta não pode ter mais saldo credor, porque o valor que não for destinado

à constituição de reservas de lucros deverá, obrigatoriamente, ser distribuído como dividendos

(ver Capítulo 12, subitem 12.3.5.3). Nos outros tipos de sociedades, não há essa restrição e essa conta poderá ter saldo credor.

1.2.2 Capitais de Terceiros

Débitos de Funcionamento: recursos obtidos para o funcionamento normal da empresa, por exemplo: fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar.

Débitos de Financiamento: recursos obtidos para a ampliação e o desenvolvimento da empresa, tais como os decorrentes de debêntures e empréstimos de longo prazo, bem como os recursos de terceiros destinados ao financiamento do capital de giro.

1.3 ` RESUMO

INVESTIMENTOS (APLICAÇÕES) DE RECURSOS

FINANCIAMENTOS (ORIGEM) DOS RECURSOS

ATIVO

PASSIVO

Bens Numerários

 

TESTES DE FIXAÇÃO

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Capítulo 1

O patrimônio, os investimentos e as fontes de financiamento

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a obrigação de pagar tributos ao Estado em função de sua atividade e o prazo de pagamento desse tributo ainda não venceu. Será feito o seguinte registro contábil:

Despesas com Tributos (conta de resultado) a Tributos a Recolher (Passivo Exigível)

No final do exercício, as contas de resultado (Receitas e Despesas) são encerradas (a crédito e a débito da conta Apuração do Resultado do Exercício), e o resultado, assim apurado (lucro ou prejuízo), será transferido a crédito ou a débito, respectivamente, de uma conta patrimonial denominada Lucros ou Prejuízos Acumulados.

Os lançamentos efetuados no livro Diário são transpostos para o livro Razão, onde é feito o controle do saldo da conta. No livro Diário, é feito apenas o registro do fato contábil. No livro

Razão, controla-se o saldo de cada conta. No final do exercício, para montar o Balanço Patrimonial, basta consultar os saldos das contas no Razão. Se a escrituração contábil tiver sido efetuada corretamente, o total do ativo e o do passivo serão automaticamente iguais.

 

GABARITO

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Contabilidade de Custos

2. Um apartamento, adquirido e alugado por empresa industrial, é bem: a) do Ativo Diferido; b) Fixo; c) Numerário; d) de Renda; e) de Venda.

3. Máquina destinada à produção de calçados é, para a indústria calçadista, um Bem: a) de Renda, produzindo Bens de Venda; b) Fixo, produzindo Bens de Renda; c) Fixo, porque é utilizado mais tempo que o Bem de Renda; d) Fixo de Renda; e) Fixo, produzindo Bens de Venda.

4. O estoque de produtos em elaboração é composto de Bens: a) de Venda, porque, após acabados, serão vendidos; b) de Renda, porque, após acabados, sua venda resultará em renda; c) semifixos, porque, enquanto sua estocagem é de menor giro, a de produtos acabados gira menos lentamente; d) de Renda; e) de Reposição Automática, porque não podem ser vendidos, mas devem ser renovados para se incorporarem aos custos diretos.

5. O patrimônio da empresa Silpa Ltda. é constituído por:

Bens Fixos

Nota Promissória de sua emissão

 

2.1 CONTABILIDADE GERAL OU FINANCEIRA

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Capítulo 2

As relações entre a contabilidade financeira, a de custos e a gerencial

2.1 ` CONTABILIDADE GERAL OU FINANCEIRA

A contabilidade financeira tem por objetivo controlar o patrimônio das empresas e apurar o resultado (variação do patrimônio). Ela deve também prestar informações a usuários externos que tenham interesse em acompanhar a evolução da empresa, tais como entidades financeiras que irão lhe conceder empréstimos, debenturistas e quaisquer pessoas que desejem adquirir ações da empresa (se ela for uma companhia aberta).

A contabilidade financeira exerce esta função através da utilização da escrituração contábil pelo método das partidas dobradas, que tem como corolário a elaboração das demonstrações contábeis: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração de Lucros ou Prejuízos

Acumulados ou Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e a Demonstração dos Fluxos de Caixa. Estas demonstrações contábeis devem ser elaboradas com base nos princípios contábeis geralmente aceitos, para fins de homogeneização e uso na comparação com outras empresas ou com o desempenho da própria empresa em outro período de tempo.

 

2.2 CONTABILIDADE DE CUSTOS

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Contabilidade de Custos

Lb2 = V – CMV

2

onde:

CMV = Custo da Mercadoria Vendida

Ei = Estoque inicial

C = Compras

Ef = Estoque final

V = Vendas

Lb = Lucro Bruto

Nas pessoas jurídicas que utilizam o inventário periódico, é muito comum o contador apresentar ao empresário uma primeira estimativa do valor do lucro (antes do Imposto de Renda) que depende apenas da avaliação do estoque final para certificar o seu valor definitivo.

A apuração do Resultado Líquido nas empresas comerciais obedece à seguinte sequência:

RESULTADO BRUTO (Lb)

(–) DESPESAS

− Comerciais

− Administrativas

− Financeiras

(=) RESULTADO LÍQUIDO

2.2 ` CONTABILIDADE DE CUSTOS

Com o advento da Revolução Industrial e a consequente proliferação das empresas industriais, a contabilidade viu-se às voltas com o problema de adaptar os procedimentos de apuração do resultado em empresas comerciais (que apenas revendiam mercadorias compradas de outrem) para as empresas industriais, que adquiriam matérias-primas e utilizavam fatores de produção para transformá-las em produtos destinados à venda.

 

2.3 CONTABILIDADE GERENCIAL

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Capítulo 2

As relações entre a contabilidade financeira, a de custos e a gerencial

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Conforme já comentado, a solução adotada para apurar o resultado na empresa industrial foi similar à utilizada na contabilidade comercial: avaliam-se os estoques inicial e final (produtos acabados e em elaboração) e substitui-se a conta de compras pelos gastos efetuados na produção:

CPV = Estoques Iniciais + Gastos na Produção – Estoques Finais

Lb = Vendas – Custo dos Produtos Vendidos (CPV)

Diminuindo-se o valor do CPV da Receita Líquida de Vendas, obtém-se o Resultado Bruto Industrial, e, deduzindo-se deste as despesas comerciais, administrativas e financeiras, tem-se o

Resultado Líquido, à semelhança das empresas comerciais.

Observa-se que o Custo de Produção do período, ou seja, todos os gastos incorridos com a produção industrial, foi totalmente absorvido, seja pelos estoques finais de produtos, seja pelo custo dos produtos vendidos. Este tipo de custeamento chama-se Custeio por Absorção,3 originou-se da analogia com a contabilidade geral e é normalmente exigido pela auditoria externa das companhias abertas e pela Legislação do Imposto de Renda. Ele será desenvolvido em detalhes nos Capítulos 6 e 7 desta obra.

 

TESTES DE FIXAÇÃO

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Contabilidade de Custos

É também objetivo da contabilidade gerencial fornecer informações para os administradores da empresa que lhes permitam gerenciar o desempenho da mesma, avaliando se foram cumpridas as metas previstas no orçamento (função de controle).

Como a contabilidade gerencial visa atender às necessidades dos usuários internos da empresa, não é preciso levar em conta de forma rígida os princípios contábeis geralmente aceitos, e as informações podem ser fornecidas de modo a atender o interesse dos administradores.

A contabilidade gerencial também se vale, em suas aplicações, de outros campos de conhecimento não circunscritos à contabilidade (estatística, administração financeira e de produção, análise das demonstrações financeiras etc.).

A contabilidade gerencial é relativamente recente entre nós, e pode-se afirmar que a contabilidade financeira é muito mais difundida e estudada que a Gerencial, embora, como foi visto, esta

última seja estratégica na tarefa de fornecer subsídios à administração da empresa.

 

GABARITO

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Capítulo 2

As relações entre a contabilidade financeira, a de custos e a gerencial

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c) a contabilidade de custos fornece informações para o estabelecimento de padrões, orçamentos ou previsões e acompanha o efetivamente acontecido com os valores previstos, auxiliando, dessa forma, a função administrativa de controle; d) o custeio variável é aceito pelas auditorias independentes e também pela Legislação do

Imposto de Renda; e) quanto maior o estoque final de produtos, maior é o Lucro Bruto.

3. Uma empresa comercial adquiriu 100 unidades do produto X para revenda pagando R$ 30,00 por cada uma. Efetuando a venda de 80 dessas unidades por R$ 50,00 cada uma, auferiu um

Lucro Bruto de (em R$): a) 4.000,00; b) 2.400,00; c) 1.600,00; d) 3.000,00; e) 5.000,00.

4. O estoque final da empresa citada na questão anterior corresponde a (em R$): a) 1.000,00; b) 600,00; c) 1.600,00; d) 2.400,00; e) 3.000,00.

5. A fórmula que traduz o Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) é: a) Ei + C – Ef; b) V – C; c) Ef + Ei; d) Ef + C – Ei; e) V – Ei – C + Ef.

 

3.1 TERMINOLOGIA CONTÁBIL

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Capítulo 3

Terminologia contábil

3.1 ` TERMINOLOGIA CONTÁBIL

O objetivo deste capítulo é uniformizar o entendimento de determinados termos que serão utilizados ao longo deste livro.

3.1.1 Gasto

Renúncia de um ativo pela entidade com a finalidade de obtenção de um bem ou serviço, representada pela entrega ou promessa de entrega de bens ou direitos (normalmente dinheiro).

O gasto se concretiza quando os bens ou serviços adquiridos são prestados ou passam a ser de propriedade da empresa.

EXEMPLOS

Gasto com mão de obra (salários e encargos sociais) = aquisição de serviços de mão de obra

Gasto com aquisição de mercadorias para revenda

Gasto com aquisição de matérias-primas para industrialização

Gasto com aquisição de máquinas e equipamentos

Gasto com energia elétrica = aquisição de serviços de fornecimento de energia

Gasto com aluguel de edifício (aquisição de serviços)

 

3.2 PERDA

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Capítulo 3

Terminologia contábil

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Em termos práticos, nem sempre é fácil distinguir custos e despesas. Pode-se, entretanto, propor uma regra simples do ponto de vista didático: todos os gastos realizados com o produto até que este esteja pronto são custos; a partir daí, são despesas. Assim, por exemplo, gastos com embalagens são custos se realizados no âmbito do processo produtivo (o produto é vendido embalado); são despesas se realizados após a produção (o produto pode ser vendido com ou sem embalagem).

Todos os custos que estão incorporados nos produtos acabados da empresa industrial são reconhecidos como despesas (apropriação em conta de resultado) no momento em que tais produtos são vendidos.

EXEMPLOS

Salários e encargos sociais do pessoal de vendas

Salários e encargos sociais do pessoal do escritório de administração

Energia elétrica consumida no escritório

Gasto com combustíveis e refeições do pessoal de vendas

 

3.3 EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÃO DE GASTOS EM INVESTIMENTOS (I), CUSTOS (C), DESPESAS (D), PERDAS (P) E DESEMBOLSO (DB)

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Capítulo 3

Terminologia contábil

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Em termos práticos, nem sempre é fácil distinguir custos e despesas. Pode-se, entretanto, propor uma regra simples do ponto de vista didático: todos os gastos realizados com o produto até que este esteja pronto são custos; a partir daí, são despesas. Assim, por exemplo, gastos com embalagens são custos se realizados no âmbito do processo produtivo (o produto é vendido embalado); são despesas se realizados após a produção (o produto pode ser vendido com ou sem embalagem).

Todos os custos que estão incorporados nos produtos acabados da empresa industrial são reconhecidos como despesas (apropriação em conta de resultado) no momento em que tais produtos são vendidos.

EXEMPLOS

Salários e encargos sociais do pessoal de vendas

Salários e encargos sociais do pessoal do escritório de administração

Energia elétrica consumida no escritório

Gasto com combustíveis e refeições do pessoal de vendas

 

TESTES DE FIXAÇÃO

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Capítulo 3

Terminologia contábil

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TESTES DE FIXAÇÃO

1. Em relação à terminologia utilizada pela contabilidade de custos, é correto afirmar que: a) Gastos são custos ou despesas que a empresa incorre para realizar a produção e vendê-la; b) Despesas são gastos incorridos com a produção de bens e serviços, com a intenção de sua venda posterior; c) Investimentos não são gastos, uma vez que se trata de ativos adquiridos pela empresa que somente são depreciados lentamente; d) Perdas são sacrifícios ocorridos na produção, de forma involuntária ou fortuita; e) Custos são gastos que a empresa incorre para a comercialização dos produtos por ela fabricados.

2. O gasto do Departamento de Faturamento, a depreciação das máquinas de produção, a compra de matéria-prima e o tempo do pessoal em greve (remunerado) são, respectivamente: a) despesa, perda, ativo, custo; b) despesa, ativo, perda, custo; c) despesa, custo, ativo, perda; d) despesa, custo, perda, ativo; e) despesa, ativo, custo, perda.

 

GABARITO

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Capítulo 3

Terminologia contábil

17

TESTES DE FIXAÇÃO

1. Em relação à terminologia utilizada pela contabilidade de custos, é correto afirmar que: a) Gastos são custos ou despesas que a empresa incorre para realizar a produção e vendê-la; b) Despesas são gastos incorridos com a produção de bens e serviços, com a intenção de sua venda posterior; c) Investimentos não são gastos, uma vez que se trata de ativos adquiridos pela empresa que somente são depreciados lentamente; d) Perdas são sacrifícios ocorridos na produção, de forma involuntária ou fortuita; e) Custos são gastos que a empresa incorre para a comercialização dos produtos por ela fabricados.

2. O gasto do Departamento de Faturamento, a depreciação das máquinas de produção, a compra de matéria-prima e o tempo do pessoal em greve (remunerado) são, respectivamente: a) despesa, perda, ativo, custo; b) despesa, ativo, perda, custo; c) despesa, custo, ativo, perda; d) despesa, custo, perda, ativo; e) despesa, ativo, custo, perda.

 

4.1 EM RELAÇÃO À APROPRIAÇÃO AOS PRODUTOS FABRICADOS

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Capítulo 4

Classificação de custos e os diferentes tipos de custeio

4.1 ` EM RELAÇÃO À APROPRIAÇÃO AOS PRODUTOS FABRICADOS

4.1.1 Custos diretos

São aqueles que podem ser apropriados diretamente aos produtos fabricados, porque há uma medida objetiva de seu consumo nesta fabricação.

EXEMPLOS

1) Matéria-prima.

Normalmente, a empresa sabe a quantidade exata de matéria-prima que está sendo utilizada para a fabricação de uma unidade do produto. Sabendo-se o preço da matéria-prima, o custo daí resultante está associado diretamente ao produto.

2) Mão de Obra Direta.

Trata-se dos custos com os trabalhadores, utilizados diretamente na produção. Sabendo-se quanto tempo cada um trabalhou no produto e o preço da mão de obra, é possível apropriá-la diretamente ao produto.

3) Material de embalagem.

4) Depreciação de equipamento (quando este é utilizado para produzir apenas um tipo de produto).

5) Energia elétrica das máquinas (quando é possível saber quanto foi consumido na fabricação de cada produto).

 

4.2 EM RELAÇÃO AOS NÍVEIS DE PRODUÇÃO

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Contabilidade de Custos

EXEMPLOS

1)

2)

3)

4)

5)

Depreciação de equipamentos que são utilizados na fabricação de mais de um produto.

Salários dos chefes de supervisão de equipes de produção.

Aluguel da fábrica.

Gastos com limpeza da fábrica.

Energia elétrica que não pode ser associada ao produto.

ATENÇÃO

1)

2)

Se a empresa produz apenas um produto, todos os seus custos são diretos.

Às vezes, o custo é direto por natureza, mas é de tão pequeno valor que não compensa o trabalho de associá-lo a cada produto, sendo tratado como indireto.

Exemplo: Gastos com verniz e cola na fabricação de móveis.

4.2 ` EM RELAÇÃO AOS NÍVEIS DE PRODUÇÃO

4.2.1 Conceito

Custos fixos são aqueles cujos valores são os mesmos, qualquer que seja o volume de produção da empresa. É o caso, por exemplo, do aluguel da fábrica. Este será cobrado pelo mesmo valor qualquer que seja o nível da produção, inclusive no caso de a fábrica nada produzir.

 

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