Psicologia

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Os autores apresentam em Psicologia uma das mais contundentes abordagens acerca dessa disciplina. Este é um instrumento acessível que mostra aos leitores, por meio de um tratamento criterioso dos conteúdos, como e por que a psicologia é relevante em suas vidas. Este livro envolve o campo da psicologia em sua totalidade expondo teorias, pesquisas e métodos e propõe aos estudantes que compreendam como esses diversos elementos são interligados, terminando por constituir um conjunto integrado e conexo.

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Capítulo 1. Introdução

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CAPÍTULO

1

O ALCANCE DO CONTEÚDO DA PSICOLOGIA 34

ECLETISMO METODOLÓGICO 57

A DIVERSIDADE DE PERSPECTIVAS DA

PSICOLOGIA 37

GENERALIZANDO A PARTIR DA PESQUISA 58

O QUE UNIFICA A PSICOLOGIA?

42

ÉTICA DE PESQUISA 60

COMENTÁRIOS FINAIS: CIÊNCIA, ARTE E O

62

O MÉTODO CIENTÍFICO 43

INDIVÍDUO

ESTUDOS OBSERVACIONAIS 53

RESUMO

63

I NTRODUÇÃO

O

que é psicologia? É um campo que costuma ser definido como o estudo científico do comporta-

mento e dos processos mentais. Mas o que isso significa?

A psicologia se preocupa, para começar, com a razão por que fazemos o que fazemos, sentimos o que sentimos e pensamos o que pensamos. Ela se preocupa com o que

distingue os seres humanos de outros animais, mas também com os traços que os humanos compartilham com os outros animais. A psicologia considera o que todos os humanos têm em comum entre si, mas também como cada um de nós difere de outros membros da nossa espécie – em nossas ideias, nossas personalidades e nossas capacidades. O campo se preocupa com quem cada um de nós é e também como chegamos a ser o quê e quem somos. E a psicologia não está preocupada apenas com cada um de nós como indivíduo, ela também busca entender como agimos em grupos, incluindo como percebemos os outros, tratamos os outros e nos sentimos em relação aos outros.

 

Capítulo 2. A evolução e as raízes biológicas do comportamento

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CAPÍTULO

2

AS ORIGENS EVOLUTIVAS DO COMPORTAMENTO

MOTIVADO 70

SEXO

ALCANÇANDO A HOMEOSTASE 76

CONTRIBUIÇÃO DA PERSPECTIVA BIOLÓGICA

ALIMENTAÇÃO 78

RESUMO

AMEAÇAS E AGRESSIVIDADE 86

94

COMENTÁRIOS FINAIS: REFLEXÕES SOBRE A

106

105

A E VOLUÇÃO E AS

R AÍZES B IOLÓGICAS

DO C OMPORTAMENTO

O

s seres humanos são criaturas biológicas. Cada um de nós tem um coração e dois pulmões, assim

como os cavalos e as hienas. Temos ossos e músculos, assim como os lobos ou as baleias. Nossos corpos contêm trilhões de células, e cada uma delas necessita de glicose e oxigênio para sobreviver – assim como as células do

nosso cachorro ou dos esquilos do parque.

Esses pontos de semelhança entre os seres humanos e outras espécies têm sido bastante instrutivos para os cientistas. Aprendemos muitas coisas sobre a fisiologia, a anatomia e os efeitos de diversas drogas, estudando outros animais – simplesmente porque seus corpos contêm muitas das mesmas estruturas e se baseiam nos mesmos mecanismos que os nossos.

 

Capítulo 3. O cérebro e o sistema nervoso

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CAPÍTULO

3

O ORGANISMO COMO MÁQUINA 110

COMO SE ESTUDA O SISTEMA NERVOSO

INTERAÇÕES PELA CORRENTE SANGUÍNEA 141

111

A ARQUITETURA DO SISTEMA NERVOSO 116

143

COMENTÁRIOS FINAIS: TODAS AS QUESTÕES

PSICOLÓGICAS DEVEM TER RESPOSTAS

O CÓRTEX 121

AS ORIGENS DO CÉREBRO

PLASTICIDADE

BIOLÓGICAS?

127

RESUMO

OS COMPONENTES DO SISTEMA NERVOSO 130

COMUNICAÇÃO ENTRE NEURÔNIOS

132

146

145

O C ÉREBRO E O

S ISTEMA N ERVOSO

N

o Capítulo 2, apresentamos lembretes poderosos de que os seres humanos são organismos biológi-

cos, com muito em comum com as outras criaturas que habitam este planeta. Isso significa, entre outras coisas, que devemos entender nossos comportamentos, pensamentos e sentimentos em termos da máquina biológica

dentro de cada um de nós, máquina essa que possibilita tudo que fazemos.

Essa máquina, por sua vez, foi moldada em grande medida pelos genes que herdamos dos nossos pais, e os genes, enfim, são o produto final de milhares de gerações de seleção natural.

 

Capítulo 4. Sensação

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CAPÍTULO

4

AS ORIGENS DO CONHECIMENTO 150

VISÃO 166

PSICOFÍSICA 152

COMENTÁRIOS FINAIS: PERCEPÇÃO ATIVA

O FUNCIONAMENTO DOS SENTIDOS 157

RESUMO 182

AUDIÇÃO 159

182

S ENSAÇÃO

P

ara sobreviver, devemos conhecer o mundo que nos rodeia, pois os objetos que existem no mundo es-

tão repletos de significados. Alguns são alimentos, outros são companheiros e outros ainda são inimigos mortais. A capacidade de distinguir entre eles – digamos, entre um tronco e um crocodilo – pode ser questão de vida ou

morte. Para fazer essas distinções, devemos usar os nossos sentidos. Temos que fazer o possível para ver e ouvir o crocodilo, para que possamos reconhecê-lo pelo que ele é antes que nos veja, escute, cheire e (especialmente) nos prove. Mas exatamente como os nossos sentidos funcionam? Qual é o nível de precisão e quanto são completas as informações que recebemos dos nossos olhos, ouvidos e outros órgãos sensoriais? E até que ponto a nossa percepção do mundo é objetiva – fiel às informações sensoriais que recebemos, com um mínimo de interpretação? Da mesma forma, até que ponto a nossa percepção é influenciada por nossas predisposições, nossas expectativas e quem sabe até por nossas esperanças? São essas questões que abordaremos a partir de agora.

 

Capítulo 5. Percepção

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CAPÍTULO

5

PERCEPÇÃO DA DISTÂNCIA: ONDE ESTÁ?

187

PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ

FAZENDO? 191

PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É ISSO?

194

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE A PERCEPÇÃO 199

A ABORDAGEM CLÁSSICA À PERCEPÇÃO

200

A ABORDAGEM DO MODELO DE PROCESSO À

PERCEPÇÃO 206

A ABORDAGEM DA NEUROCIÊNCIA À

PERCEPÇÃO 210

SELEÇÃO PERCEPTIVA: ATENÇÃO

OUTRAS MODALIDADES

214

217

COMENTÁRIOS FINAIS: VER, SABER E O PAPEL ATIVO

DO INDIVÍDUO NA PERCEPÇÃO 218

RESUMO 220

P ERCEPÇÃO

N

o capítulo anterior, discutimos como os sistemas sensoriais detectam alguns dos atributos mais sim-

ples da experiência sensorial, como bordas, a cor vermelha ou frequências sonoras altas. Os filósofos empiristas acreditavam que essas experiências eram registradas passivamente pelos sentidos e depois montadas, por meio de

associações, para formar percepções mais complexas. Todavia, começamos a ver que essa visão não está correta. Observamos que, desde o princípio, os sistemas sensoriais transformam o estímulo de maneira ativa, enfatizando

 

Capítulo 6 - Aprendizagem

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CAPÍTULO

6

A PERSPECTIVA DA TEORIA DA APRENDIZAGEM 226

A BASE NEUROLÓGICA DA APRENDIZAGEM 257

HABITUAÇÃO 227

COMENTÁRIOS FINAIS: ALÉM DA TEORIA

DA APRENDIZAGEM 259

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO 228

CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL 239

VARIEDADES DE APRENDIZAGEM

252

RESUMO 260

A PRENDIZAGEM

À

medida que avançamos em nossa vida, é claro que somos sensíveis aos estímulos que nos cercam, mas

a maneira como respondemos a esses estímulos é bastante influenciada pela aprendizagem. É a aprendizagem que diz que o objeto em suas mãos é uma barra de chocolate e terá gosto bom se você a comer. É a aprendizagem que

lhe diz que você não tem chance com o homem sentado ao seu lado, pois ontem mesmo ele rejeitou sua aproximação. E é a aprendizagem que lhe diz que passar horas jogando bilhar na véspera de um exame não é uma boa ideia e não vai melhorar o seu desempenho acadêmico.

Mas o que é exatamente a aprendizagem? De modo geral, podemos dizer que a aprendizagem é uma adaptação do nosso comportamento ou ideias, com base em experiências passadas, mas essa definição é um tanto bruta e não reconhece algumas distinções importantes entre tipos de aprendizagem.

 

Capítulo 7. Memória

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CAPÍTULO

7

AQUISIÇÃO, ARMAZENAMENTO E

RECUPERAÇÃO 264

AQUISIÇÃO 264

QUANDO A MEMÓRIA FALHA 278

VARIEDADES DA MEMÓRIA 288

ARMAZENAMENTO 275

COMENTÁRIOS FINAIS: TIPOS DIFERENTES,

MAS PRINCÍPIOS COMUNS 297

RECUPERAÇÃO 276

RESUMO 298

M EMÓRIA

A

memória é um tema de interesse central para os psicólogos, e não é difícil ver por quê. Sem a memó-

ria, não haveria recordação de acontecimentos passados e, assim, não seria possível refletir sobre nossas experiências ou contar as nossas vidas aos outros. Sem a memória, não teríamos conhecimento, pois, afinal, para sabermos

que alto é o oposto de baixo, que as pessoas são mais bondosas com seus amigos do que com seus inimigos e que Elvis Presley foi um cantor famoso, temos que tirar essas informações de algum lugar – e esse lugar, é claro, é a memória.

A memória também é crucial por outras razões. Você se orgulha de ser quem é? Se sim, em parte é porque você lembra suas conquistas. Você se envergonha de quem é? Se sim, é porque lembra de suas falhas. Da mesma forma, se você se sente feliz ou triste, com a sua vida, provavelmente está sendo influenciado pela sua recordação de coisas positivas que viveu, ou de coisas negativas. Assim, a percepção de si mesmo e da sua vida – e, com ela, seu humor e sua autoestima – depende da memória.

 

Capítulo 8. Pensamento

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CAPÍTULO

8

REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS

REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS

302

307

CONTROLE EXECUTIVO

332

CONSCIÊNCIA 333

O PROCESSO DE PENSAMENTO: RESOLVENDO

PROBLEMAS 310

COMENTÁRIOS FINAIS: OS DOMÍNIOS

DA COGNIÇÃO 338

O PROCESSO DE PENSAMENTO: RACIOCÍNIO E

TOMADA DE DECISÃO 320

RESUMO 340

P ENSAMENTO

E

m linguagem comum, a palavra pensar tem uma ampla variedade de significados. Ela pode ser sinônimo para

lembrar (como em “não consigo pensar o nome dela”) ou para crer (como em “eu pensava que as serpentes marinhas eram reais”). Também pode se referir a um estado vago de devaneio (como em “não estou pensando em nada em

particular”). Porém, pensar tem um significado mais restrito, que pode ser transmitido por palavras como raciocinar e refletir. Os psicólogos que estudam o pensamento se interessam principalmente por esse sentido da palavra, que chamam de pensamento direto – as atividades mentais que usamos sempre que tentamos resolver um problema, avaliamos a veracidade de uma afirmação, ou ponderamos os custos e benefícios de uma decisão importante.

 

Capítulo 9. A linguagem

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CAPÍTULO

9

AS UNIDADES BÁSICAS DA LINGUAGEM 344

COMO A LINGUAGEM TRANSMITE O

SIGNIFICADO 349

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM COM CAPACIDADES

DIFERENTES 372

LINGUAGEM E PENSAMENTO

376

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA

CRIANÇA 359

COMENTÁRIOS FINAIS: LINGUAGEM E

COGNIÇÃO 381

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM EM AMBIENTES

DIFERENTES 368

RESUMO 382

A L INGUAGEM

Lila R. Gleitman e Daniel Reisberg

Q

uando consideramos as formas sociais e os artefatos físicos das sociedades humanas, surpreendemo-nos

com a diversidade de culturas em diferentes épocas e locais.

Algumas pessoas andam a pé, outras viajam em camelos e outras ainda pilotam foguetes até a lua. Porém, em todas as comunidades e em todas as épocas, os seres humanos são

semelhantes por terem linguagem. Essa conexão psicológica crucial, entre ter linguagem e ser humano, sempre intrigou aqueles que se interessam pela natureza da mente humana. De fato, para filósofos como Descartes, a linguagem é a função mental que mais distingue os humanos de outros animais e é “o único sinal e a única marca certa do pensamento oculto e envolto no corpo”. Neste capítulo, apresentamos um quadro geral da linguagem humana e sua aprendizagem.

 

Capítulo 10. O desenvolvimento cognitivo

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CAPÍTULO

10

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO 388

INTERAÇÕES ENTRE OS GENES E O AMBIENTE 390

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO 394

AS CAUSAS DO DESENVOLVIMENTO

COGNITIVO 410

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NA VELHICE 420

QUAL É O PONTO DE PARTIDA COGNITIVO? 397

COMENTÁRIOS FINAIS: MATURAÇÃO E

AMBIENTE 422

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO EM PRÉ-ESCOLARES 405

RESUMO 424

O D ESENVOLVIMENTO

C OGNITIVO

U

m recém-nascido humano é minúsculo e impotente, quase incapaz de controlar seus próprios mo-

vimentos, e capaz apenas de interações muito limitadas com outras pessoas. Alguns anos depois, a criança é praticamente outra pessoa: seu corpo está claramente maior e mais maduro, e ela consegue fazer uma grande variedade

de movimentos hábeis, incluindo movimentos (como falar ou caminhar) que exigem a coordenação intricada de muitos músculos diferentes. A criança certamente também terá adquirido uma ampla variedade de conhecimentos e habilidades intelectuais e aprendido muito sobre como se relacionar com os outros.

 

Capítulo 11. O desenvolvimento social

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CAPÍTULO

11

CAMINHO PARA O APEGO

428

O DESENVOLVIMENTO MORAL

446

APEGO 429

O DESENVOLVIMENTO SEXUAL 451

AS DIFERENÇAS ENTRE AS CRIANÇAS 430

O DESENVOLVIMENTO APÓS A INFÂNCIA 459

PARENTAGEM

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

PERSPECTIVAS DIVERSAS 463

439

RELAÇÕES COM OS PARES

442

O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL 444

RESUMO 464

O D ESENVOLVIMENTO

S OCIAL

N

o Capítulo 10, discutimos como as pessoas crescem e se desenvolvem intelectualmente – adquirindo

novos conhecimentos e habilidades na infância, decaindo de certa maneira na velhice. Porém, da mesma forma, também nos desenvolvemos no sentido social: aprendemos o que esperar das outras pessoas, e também o que se

espera de nós. Quando pequenos, desenvolvemos um sentido de apego com nossos cuidadores. Mais adiante, formamos amizades e encontramos parceiros amorosos. Como todos esses relacionamentos emergem, e até que ponto somos mudados por cada um deles?

 

Capítulo 12. Cogniçaõ social e emoção

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CAPÍTULO

12

PERCEBENDO E ENTENDENDO OS OUTROS

468

EMOÇÃO 493

PERCEBENDO E ENTENDENDO A NÓS

MESMOS 477

COMENTÁRIOS FINAIS: COGNIÇÃO, EMOÇÃO E

PROCESSOS SOCIAIS 504

ATITUDES 483

RESUMO 506

C OGNIÇÃO S OCIAL

E E MOÇÃO

C

omo as formigas, os chimpanzés e muitos outros animais sociais, nós, humanos, somos rodeados por

outros membros da nossa espécie e passamos a maior parte dos nossos dias interagindo com eles. Mesmo quando não estamos diretamente envolvidos com outras pessoas, costumamos pensar nelas, fazer planos envolvendo elas e

talvez até fantasiar a seu respeito – sem mencionar obedecer (ou quebrar) suas leis, usar seus produtos, ler seus livros, cantar suas canções e falar suas línguas. Em outras palavras, a maioria dos nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos é influenciada pelo mundo social.

A psicologia social é o estudo de como pensamos, sentimos e agimos em relação a outras pessoas (reais e imaginárias), e como os pensamentos, sentimentos e comportamentos das outras pessoas nos influenciam (Allport, 1968).

 

Capítulo 13. Influências sociais e relacionamentos

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CAPÍTULO

13

INFLUÊNCIA SOCIAL

510

DINÂMICA DE GRUPO 522

RELACIONAMENTOS 531

COMENTÁRIOS FINAIS: SITUAÇÕES, INTERPRETAÇÕES

541

E A NATUREZA HUMANA

RESUMO 542

I NFLUÊNCIAS S OCIAIS

E R ELACIONAMENTOS

N

ós, humanos, desenvolvemos sintonia perfeita uns com os outros. Muitos dos nossos comportamentos

cotidianos – quando e o que comemos, como nos vestimos, que tipo de música escutamos e o que pensamos sobre acontecimentos recentes – são determinados pelas pessoas que nos rodeiam. O mesmo vale para comporta-

mentos mais extremos, como se dirigimos perigosamente, se fumamos ou se doamos a maior parte da nossa renda para organizações de caridade. Essas atitudes também são influenciadas por nossos pais, familiares e amigos – pelo que valorizam, pelo que rejeitam e por como agem.

Neste capítulo, discutiremos as maneiras em que nossos comportamentos no trabalho e no lazer, nossas ações morais, nossa disposição para correr riscos ou para ser bons com os outros são todos determinados pelas situações sociais em que nos encontramos. Como veremos, essas influências sociais são tão instigantes, tão extensas em seu alcance, que observaremos, em todas as situações com que nos deparamos uma influência muito maior em nosso comportamento do que têm as nossas personalidades, prioridades ou valores.

 

Capítulo 14. Inteligência

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CAPÍTULO

14

TESTES MENTAIS 548

O QUE É INTELIGÊNCIA? ALÉM DO QI 563

TESTES DE INTELIGÊNCIA 553

GENÉTICA, AMBIENTE E INTELIGÊNCIA 568

O QUE É INTELIGÊNCIA? A ABORDAGEM

PSICOMÉTRICA 556

COMENTÁRIOS FINAIS: PESQUISAS CIENTÍFICAS E

VALORES DEMOCRÁTICOS 578

A ABORDAGEM DO PROCESSAMENTO DE

INFORMAÇÕES 560

RESUMO 580

I NTELIGÊNCIA

T

odos nós somos diferentes das pessoas que nos rodeiam. Diferimos em nossas personalidades e em

nossos valores, e também em nossas capacidades: alguns de nós são bons em matemática, outros se arrastam em problemas de álgebra simples. Alguns de nós são bastante articulados, outros têm dificuldade para se expressar de

qualquer maneira. Alguns de nós conseguem ler as emoções dos outros com facilidade, outros parecem não ter ideia do que as pessoas estão sentindo.

Alguns de nós aprendem novas habilidades facilmente, outros se atrapalham com o menor desafio.

 

Capítulo 15. Personalidade

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CAPÍTULO

15

A ABORDAGEM DE TRAÇOS: DEFININDO NOSSAS

DIFERENÇAS 584

O PODER DA INTERPRETAÇÃO

A ABORDAGEM SOCIOCOGNITIVA: ENXERGANDO

615

AS PROFUNDEZAS

A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: INVESTIGANDO

596

ABORDAGENS MÚLTIPLAS

A ABORDAGEM HUMANISTA: AVALIANDO

NOSSO POTENCIAL 611

RESUMO 622

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

621

P ERSONALIDADE

A

s pessoas diferem não apenas em sua inteligência, conforme discutimos no capítulo anterior, mas tam-

bém em seus desejos, sentimentos e comportamentos, em suas visões de si mesmas e dos outros, e em suas perspectivas sobre o mundo e o futuro. Todas essas maneiras em que as pessoas diferem se agrupam sob a categoria

geral da personalidade. Porém, o estudo da personalidade envolve mais que apenas catalogar as diferenças entre as pessoas, acarretando também explorar como as diferentes partes de cada pessoa se unem para tornar aquela pessoa quem ela é. Assim, a psicologia da personalidade examina como diferimos uns dos outros e o que motiva cada um de nós. Dessa forma, é tão ambiciosa que nenhuma abordagem única proporciona uma explicação completamente satisfatória de toda a personalidade. Neste capítulo, portanto, descrevemos várias abordagens diferentes à personalidade e mostramos como cada uma se concentra em uma parte diferente do quebra-cabeça de quem somos.

 

Capítulo 16. Psicopatologia

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CAPÍTULO

16

DIFERENTES CONCEPÇÕES DE TRANSTORNO

MENTAL 626

TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS 656

TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO 658

A CONCEPÇÃO MODERNA DE TRANSTORNO

629

TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE 660

MENTAL

CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS

ESQUIZOFRENIA 635

TRANSTORNOS DO HUMOR 643

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE 650

631

COMENTÁRIOS FINAIS: PSICOPATOLOGIA E

MEDICINA FÍSICA 661

RESUMO 662

P SICOPATOLOGIA

J

á discutimos algumas das maneiras em que as pessoas diferem umas das outras, tanto em suas capacidades

(Capítulo 14) quanto em suas personalidades (Capítulo

15). Consideramos qualidades desejáveis (como ser emocionalmente sensível ou solidário) e também qualidades não tão desejáveis (como ser rude ou agressivo), mas,

mesmo assim, todos os atributos que consideramos estão dentro da faixa que a maioria das pessoas considera aceitável ou normal. Neste capítulo, porém, consideramos diferenças que estão fora dessa faixa – diferenças que nos conduzem ao domínio da doença mental. O estudo dessas condições é a psicopatologia, ou, como é chamada às vezes, psicologia anormal.

 

Capítulo 17. Tratamento de Transtornos Mentais

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CAPÍTULO

17

TERAPIAS BIOMÉDICAS 666

PSICOTERAPIAS 672

AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA TERAPIA 687

COMENTÁRIOS FINAIS: PROGRESSO, MAS AINDA

695

NÃO O SUFICIENTE

RESUMO 696

T RATAMENTO DE

T RANSTORNOS M ENTAIS

N

o capítulo anterior, descrevemos diversos transtornos mentais, cada um podendo causar profundos

problemas para a pessoa que desenvolve a doença e para os que a rodeiam. Além disso, esses transtornos podem atrapalhar imensamente a vida das pessoas, tornando difícil manter um emprego, relacionamentos sociais ou, em

alguns casos, lidar com as exigências mínimas da vida cotidiana. Tudo isso torna imperativo que perguntemos: o que podemos fazer para ajudar aqueles que sofrem desses problemas? Há uma variedade de opções terapêuticas, e cada uma tem seus seguidores. Alguns profissionais se baseiam em intervenções biológicas, como os medicamentos. Outros favorecem abordagens psicológicas e empregam tipos variados de psicoterapia. Muitos outros usam uma combinação de procedimentos, misturando diferentes tipos de terapia ou usando um amálgama de terapias e tratamentos farmacológicos. Será que essas diversas formas ajudam? Neste capítulo, iremos analisar as opções de tratamento disponíveis e as evidências que sugerem que o tratamento pode, em muitos casos, levar a melhoras genuínas no estado da pessoa.

 

Apêndice. Estatística: Descrição, organização e interpretação de dados

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APÊNDICE

E STATÍSTICA :

D ESCRIÇÃO , O RGANIZAÇÃO

E I NTERPRETAÇÃO DE D ADOS

DESCREVENDO OS DADOS

700

ORGANIZANDO OS DADOS 702

DESCREVENDO A RELAÇÃO ENTRE DUAS

VARIÁVEIS: CORRELAÇÃO 710

INTERPRETANDO OS DADOS 713

RESUMO 724

No Capítulo 1, consideramos como os psicólogos coletam dados – como eles projetam um estudo ou um experimento, como garantem a validade externa e interna, e assim por diante. Porém, o que eles fazem depois de coletarem os dados? Neste apêndice, enfocaremos os métodos estatísticos que os pesquisadores usam para organizar e interpretar dados numéricos.

Vamos começar com um exemplo. Suponhamos que alguns pesquisadores desejem descobrir se os garotos de 3 anos são mais agressivos fisicamente do que as garotas da mesma idade. Para descobrir, os pesquisadores deverão primeiramente identificar uma medida adequada da agressividade física. Depois, deverão escolher os sujeitos para o estudo. Como os pesquisadores supostamente querem falar sobre crianças de 3 anos em geral, e não apenas sobre as de 3 anos que participaram do estudo, eles devem selecionar seus sujeitos de um modo adequado. Ainda mais importante, devem selecionar garotos e garotas que correspondam em todos os sentidos, com exceção do gênero, para que possam ter um grau razoável de certeza de que quaisquer diferenças que surjam entre os grupos possam ser atribuídas à diferença no sexo, em vez de outros fatores (como desenvolvimento intelectual, classe social, e assim por diante).

 

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