Mercado Financeiro, 14ª edição

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Este livro oferece uma visão ampla e moderna dos mercados financeiros e de capitais, abordando o funcionamento de suas instituições e operações financeiras e estudando os principais modelos de avaliação dos ativos negociados e de seus riscos. O autor adota como premissa para o moderno estudo dos mercados financeiros um modelo de desenvolvimento econômico baseado principalmente na participação do setor privado. Procura, em essência, esclarecer as seguintes questões: ■ como funcionam os mercados financeiros; ■ qual sua participação e importância no desenvolvimento da economia e no contexto de seus diversos agentes; ■ como são avaliados os instrumentos financeiros negociados no mercado; ■ como são tomadas as decisões financeiras e estabelecidas as estratégias de investimentos; ■ como utilizar os mercados financeiros e de capitais na gestão de risco. Livro-texto para a disciplina Mercado Financeiro e de Capitais dos cursos de graduação e pós-graduação (lato sensu) em Economia, Administração de Empresas e Ciências Contábeis. Leitura complementar, e de relevante interesse profissional, para a área de Administração. Este livro oferece uma visão ampla e moderna dos mercados financeiros e de capitais, abordando o funcionamento de suas instituições e operações financeiras e estudando os principais modelos de avaliação dos ativos negociados e de seus riscos. O autor adota como premissa para o moderno estudo dos mercados financeiros um modelo de desenvolvimento econômico baseado principalmente na participação do setor privado. Procura, em essência, esclarecer as seguintes questões: ■ como funcionam os mercados financeiros; ■ qual sua participação e importância no desenvolvimento da economia e no contexto de seus diversos agentes; ■ como são avaliados os instrumentos financeiros negociados no mercado; ■ como são tomadas as decisões financeiras e estabelecidas as estratégias de investimentos; ■ como utilizar os mercados financeiros e de capitais na gestão de risco. Livro-texto para a disciplina Mercado Financeiro e de Capitais dos cursos de graduação e pós-graduação (lato sensu) em Economia, Administração de Empresas e Ciências Contábeis. Leitura complementar, e de relevante interesse profissional, para a área de Administração. _x000D_
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20 capítulos

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1 - Intermediação Financeira

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Intermediação Financeira

O capítulo trata da atividade econômica como essencial a um melhor entendimento do funcionamento e funções dos mercados financeiros. A compreensão da economia permite que se estabeleçam relações entre seus resultados agregados e o desempenho dos vários agentes econômicos que a compõem. Por agentes econômicos entendem-se todas as pessoas e formas de organização (indivíduos, empresas e governo) com capacidade de tomar decisões.

Nesse contexto, é dado especial destaque aos intermediários financeiros. Os instrumentos de movimentação de fundos são os ativos financeiros que se constituem, em essência, em direito que um agente possuidor apresenta em relação a outro.

1.1 Escassez e rendimentos decrescentes

mercado financeiro, permitindo que se responda às diversas questões que envolvem poupança, investimentos, desenvolvimento, avaliação etc.

A economia estuda a riqueza, as transações de troca que se verificam entre as pessoas. Procura compreender a decisão de utilização de recursos produtivos escassos

 

2 - Políticas Econômicas

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Políticas Econômicas

A gestão da economia visa atender às necessidades de bens e serviços da sociedade e atingir determinados objetivos sociais e macroeconômicos, como pleno emprego, distribuição de riqueza, estabilidade de preços e crescimento econômico. Para tanto, o governo atua na economia por meio de políticas econômicas, identificadas pela política monetária, política fiscal e política cambial, principalmente.

Os instrumentos das políticas econômicas são mais eficientes quando aplicados em mercados financeiros mais desenvolvidos. Em mercados menos evoluídos, cuja pequena dimensão e alta concentração de riqueza limitam os efeitos desses instrumentos econômicos, o governo costuma promover maior intervenção no mercado, por meio, principalmente, da fixação das taxas de juros, controle direto do crédito e subsídios ao setor produtivo.

2.1 Política monetária

A política monetária enfatiza sua atuação sobre os meios de pagamento, títulos públicos e taxas de juros, modificando o custo e o nível de oferta do crédito. A política monetária

 

3 - Sistema Financeiro Nacional

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Sistema Financeiro Nacional

Este capítulo tem por objetivo apresentar a estrutura do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as principais características das instituições financeiras que o compõem.

Essas instituições devem permitir, dentro das melhores condições possíveis, a realização dos fluxos de fundos entre tomadores e poupadores de recursos na economia.

A necessidade de conhecimento do sistema financeiro

é crescente ao longo do tempo, explicada pela importância que exerce na economia o segmento empresarial de um país, como também pela maior complexidade que suas operações vêm apresentando.

O sistema financeiro é composto por um conjunto de instituições financeiras públicas e privadas, e seu órgão normativo máximo é o Conselho Monetário Nacional

(CMN). Por meio do SFN, viabiliza-se a relação entre agentes carentes de recursos para investimento e agentes capazes de gerar poupança e, consequentemente, em condições de financiar o crescimento da economia. Por agentes carentes de recursos entende-se aqueles que assumem uma posição de tomadores no mercado, isto é, que despendem em consumo e investimento valores mais altos que suas rendas. Os agentes superavitários, por seu lado, são aqueles capazes de gastar em consumo e investimento menos do que a renda auferida, formando um excedente de poupança.

 

4 - Mercados Financeiros: Monetário e Crédito

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Mercados Financeiros: Monetário e Crédito

A intermediação financeira desenvolve-se de forma segmentada, com base em quatro subdivisões estabelecidas para o mercado financeiro:

O mercado de crédito engloba as operações de financiamento de curto e médio prazos, direcionadas aos ativos permanentes e capital de giro das empresas. Esse mercado

é constituído, basicamente, pelos Bancos Comerciais e

Sociedades Financeiras.

�� mercado monetário;

�� mercado de crédito;

�� mercado de capitais;

�� mercado cambial.

Apesar de servirem de referência para o estudo do mercado financeiro, esses segmentos sugeridos de mercado muitas vezes se confundem na prática, permitindo que as várias operações financeiras interajam por meio de um amplo sistema de comunicações. Apresentam, ainda, uma referência comum para as diversas negociações financeiras, a taxa de juros, entendida como a moeda de troca desses mercados.

Este capítulo dedica-se ao estudo do mercado monetário e mercado de crédito. Os demais mercados financeiros são desenvolvidos no Capítulo 5, a seguir.

 

5 - Mercados Financeiros: Capitais e Cambial

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Mercados Financeiros: Capitais e Cambial

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m continuação ao estudo dos Mercados Financeiros, este Capítulo desenvolve o funcionamento e principais operações do mercado de capitais e mercado cambial.

As operações do Mercado de Capitais são de médio e longo prazos, e de prazo indeterminado, envolvendo títulos representativos do capital das empresas e de operações de crédito sem intermediação financeira.

Os principais títulos e valores mobiliários no mercado de capitais são os derivados do capital das empresas (ações), e os representativos de empréstimos realizados através do mercado, como debêntures e comercial papers.

O Mercado Cambial inclui as operações de conversão

(troca) de moeda de um país pela de outro, determinada principalmente pela necessidade da prática de comércio internacional.

O mercado de câmbio é regulamentado, controlado e fiscalizado pelo Banco Central. Os agentes que atuam nesse mercado são as caixas econômicas, sociedades distribuidoras, corretoras, agências de turismo e outras instituições autorizadas pelo Bacen.

 

6 - Fundamentos de Avaliação

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Fundamentos de Avaliação

O capítulo objetiva estudar os diferentes tipos de taxas de juros e as principais medidas estatísticas adotadas na avaliação de ativos e no estudo do risco no mercado financeiro.

onde n1 e n2 representam os prazos de cada taxa, e i1 e i2 os percentuais das taxas consideradas.

As taxas de juros serão definidas conceitualmente e desenvolvidas suas expressões de cálculos. Em outros capítulos, essas taxas serão utilizadas em diversas situações práticas de avaliações. As medidas estatísticas, por seu lado, são de grande importância para o estudo do risco de ativos, encontrando também ampla aplicação prática ao longo dos capítulos.1

a. 2,4% a.m. é proporcional à taxa de 28,8% a.a.;

EXEMPLOS: b. 5,0% a.t. é proporcional à taxa de 20,0% a.a.; c. a taxa de 5,7% a.s. é proporcional a 0,95% a.m.; d. 1,35% a.m., 5,4% a.q. e 16,2% a.a. são taxas proporcionais etc. onde: � a.m = ao mês; a.t. = ao trimestre; a.q. = ao quadrimestre; a.s. = ao semestre; a.a. = ao ano.

 

7 - Juros

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Juros

De forma mais simples e generalista, a taxa de juros pode ser entendida como o preço da mercadoria dinheiro.

No contexto de uma operação financeira, o juro é a remuneração que o tomador (captador) de um empréstimo paga ao doador (aplicador) de recursos.

juro exprime o preço de troca de ativos disponíveis em diferentes momentos do tempo. Em geral, receber uma quantidade de dinheiro hoje é preferível a receber amanhã, e o juro oferecido pela disponibilidade imediata do bem deve remunerar o adiamento de seu uso.

O capítulo desenvolve o estudo das taxas de juros, abrangendo sua formação, comportamento e relações entre os juros e a maturidade de um título. Aborda também a composição do spread bancário e o risco de país.

Quaisquer que sejam os tipos de taxas de juros conhecidos no mercado, todos eles exprimem a remuneração pela alocação de capital. A taxa de juro reflete, portanto, o preço pago pelo sacrifício de poupar, ou seja, a remuneração exigida por um agente econômico ao decidir postergar o consumo, transferindo seus recursos a outro agente.

 

8 - Riscos das Instituições Financeiras

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Riscos das Instituições Financeiras

De maneira mais ampla, o risco no mercado financeiro pode ser entendido como a probabilidade de perda em razão de uma exposição ao mercado. As perdas no mercado financeiro podem decorrer de diversos eventos, principalmente aqueles relacionados às variações nas taxas de juros e nos preços de mercado.

Desde que o risco não possa ser eliminado, é essencial que sejam adotadas medidas para minimizá-lo de maneira a permitir que a organização atinja, da melhor forma possível, seus objetivos estabelecidos. Uma eficiente gestão de risco é essencial para a competitividade dos bancos e estabelecimento de suas estratégias de atuação.

Além do cumprimento dos objetivos da empresa, a gestão de risco é importante para:

�� identificar a exposição da empresa ao risco e identificar seus aspectos mais frágeis;

�� minimizar perdas financeiras;

�� imunizar o capital da empresa.

Os riscos financeiros de um banco podem se originar de suas diversas atividades operacionais, tais como créditos concedidos, captações, variações das taxas de juros de mercado, falhas internas e controle, entre outras.

 

9 - Produtos Financeiros

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Produtos Financeiros

O objetivo deste capítulo é o desenvolvimento de avaliações dos principais pro­dutos financeiros (ativos e passivos) disponíveis no mercado financeiro.

Os vários instrumentos financeiros negociados no mercado foram defini­dos em capítulos anteriores, fixando-se esta parte mais nos cálculos de seus re­sul­tados efetivos.

Nessas avaliações serão utilizadas as formulações apresen­ ta­das no Capítulo 5 referentes aos tipos de taxas de juros, priorizando suas apli­ca­ções práticas por meio de diversos exemplos ilustrativos.

Como orientação geral observada no livro, o capítulo prioriza as formulações e metodologias de cálculo. Aspectos normativos das operações não são tratados com maior profundidade e atualização.

9.1 Certificado/Recibo de Depósito

Bancário (CDB/RDB)

Os CDBs e RDBs são títulos de renda fixa, representativos de depósitos a prazo realizados por pessoas físicas e pessoas jurídicas, e emitidos pelos Bancos Comerciais/

 

10 - Mercado de Renda Fixa – Avaliação de Bônus

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Mercado de Renda Fixa – Avaliação de Bônus

Bônus são títulos de renda fixa representativos de contratações de empréstimos pelas empresas, os quais prometem pagar a seus investidores determinado fluxo futuro de rendimentos. Esses papéis nada mais são do que notas promissórias emitidas sem garantias reais que pagam juros periódicos a seus proprietários, ou determinado montante fixo ao final do prazo de emissão.

Os títulos de renda fixa definem, em sua emissão, as condições de negociação, como a taxa de juros prometida, prazo de emissão, forma de pagamento dos juros (ao final ou em parcelas periódicas) etc.

A taxa de juros de um título de renda fixa representa, ao mesmo tempo, o retorno do investidor (tomador do dinheiro) e o custo do dinheiro a ser pago pelo tomador dos fundos (custo de captação).

A avaliação desses títulos é processada por meio do fluxo de caixa prometido ao investidor, descontado a uma taxa que reflete o risco do investimento. Outras variáveis, como liquidez do mercado, indicadores econômicos e aspectos tributários, também costumam influir sobre o preço de mercado dos títulos.

 

11 - Mercado Primário de Ações

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Mercado Primário de Ações

À medida que a economia se expande, mais relevante se apresenta o sistema de distribuição de valores mobiliários como fator multiplicador da riqueza nacional. O sucesso dos investimentos produtivos está cada vez mais dependente da participação dos acionistas, cujos interesses de participação nos resultados impulsionam o crescimento das empresas.

As empresas têm diversas alternativas de financiamento, obtidas principalmente de empréstimos (capital de terceiros), geração e reinvestimentos de lucros e aporte de capital de acionistas. É por meio da participação dos proprietários que as empresas adquirem melhores condições financeiras de viabilização de seus projetos de investimentos, tanto pela natureza permanente da captação, como pelo baixo comprometimento do caixa.

A função básica do mercado de capitais é a de promover a riqueza nacional por meio da participação da poupança de cada agente econômico. Nesse mercado, os principais ativos negociados são as ações, representativos do capital das empresas. Este capítulo descreve o mercado de ações à vista, seus indicadores de mercado e avaliação, e o processo de abertura de capital das empresas.

 

12 - Mercado Secundário de Ações

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Mercado Secundário de Ações

Em sequência ao mercado primário estudado no capítulo anterior, esta parte dedica-se a desenvolver os principais conceitos, indicadores e operações do mercado secundário de ações.

Finalizada a primeira etapa de colocação de ações, as negociações com títulos e valores mobiliários passam a se realizarem no denominado mercado secundário. As duas principais instituições criadas para facilitar a realização de negócios no mercado secundário são as bolsas de valores e o mercado de balcão organizado. A função básica dessas instituições é a de oferecer aos investidores um ambiente seguro e eficiente para a compra e venda de valores de companhias abertas.

Conforme foi demonstrado no Capítulo 3, ao tratar do Sistema Financeiro Nacional, somente instituições devidamente autorizadas a funcionar pela Comissão de

Valores Mobiliários (CVM) e Banco Central é que podem participar ativamente das Bolsas de Valores e Mercado de

Balcão organizado. Estas instituições atuam em nome dos investidores, seus clientes, comprando e vendendo títulos e valores mobiliários.

 

13 - Avaliação de Ações

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Avaliação de Ações

A decisão de investir em ações deve ser precedida de uma análise das expectativas dos rendimentos a serem auferidos ao longo do prazo de permanência em determinada posição acionária e, também, da valorização que venha a ocorrer nesses valores mobiliários. Em verdade, a principal tarefa de um investidor centra-se na avaliação do retorno esperado de seu capital aplicado, o qual deverá ser condizente com o risco assumido.

Capítulos posteriores tratarão com detalhes do risco associado às decisões de investimentos. Esta parte trata especificamente dos procedimentos e técnicas de avaliação de ações, determinando a taxa de retorno esperada e seu valor intrínseco. Para tanto, são estudados modelos de fluxos de caixa com durações determinadas e indeterminadas, e analisadas ainda as taxas de crescimento dos rendimentos.

13.1 Critérios de análise

Apesar de o processo de decisão de investimento acionário ser, muitas vezes, desenvolvido de maneira mais intuitiva, é indispensável, para efeito de um posicionamento mais racional de mercado, que a aplicação financeira seja reflexo de uma avaliação mais formal desses ativos.

 

14 - Risco, Retorno e Mercado

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Risco, Retorno e Mercado

Na prática, as decisões financeiras não são tomadas em ambiente de total certeza com relação a seus resultados.

Em verdade, por estarem essas decisões fundamentalmente voltadas para o futuro, é imprescindível que se introduza a variável incerteza como um dos mais significativos aspectos do estudo das operações do mercado financeiro.

Toda vez que a incerteza associada à verificação de determinado evento possa ser quantificada por meio de uma distribuição de probabilidades dos diversos resultados previstos, diz-se que a decisão está sendo tomada sob uma situação de risco. Dessa maneira, o risco pode ser entendido pela capacidade de se mensurar o estado de incerteza de uma decisão mediante o conhecimento das probabilidades associadas à ocorrência de determinados resultados ou valores.

A ideia de risco, de forma mais específica, está diretamente associada às probabilidades de ocorrência de determinados resultados em relação a um valor médio esperado. É um conceito voltado para o futuro, revelando uma possibilidade de perda.

 

15 - Seleção de Carteiras e Teoria de Markowitz

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Seleção de Carteiras e Teoria de Markowitz

A avaliação de carteiras de investimentos envolve três grandes fases de estudo: análise dos títulos, análise das carteiras e seleção da carteira.

A análise dos títulos foi desenvolvida no Capítulo 6, ao tratar dos fundamentos de avaliação, cujo estudo considerou o desempenho esperado dos títulos. O valor intrínseco é obtido pelos fluxos futuros esperados de rendimentos de caixa descontados a uma taxa de atratividade definida pelo investidor. Conforme comentou-se, ainda, e será mais profundamente estudado no Capítulo 16, essa taxa de desconto exigida pelo investidor deve embutir, em sua metodologia de cálculo, uma parcela de remuneração pelo risco do ativo e outra referente a uma operação classificada como sem risco (rendimentos dos títulos públicos, por exemplo).

A análise de carteiras envolve as projeções de retorno esperado e risco do conjunto de ativos considerado, conforme estudada no Capítulo 14. Nessa fase do estudo das carteiras é utilizado um instrumental financeiro técnico de avaliação, tendo por base os valores determinados na primeira fase de análise dos títulos. O presente capítulo aprofunda este estudo a partir da moderna teoria de carteiras desenvolvida por Markowitz.

 

16 - Modelos de Precificação de Ativos e Avaliação do Risco

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Modelos de Precificação de Ativos e

Avaliação do Risco

Um dos aspectos mais relevantes do desenvolvimento recente da teoria de finanças e risco é o conhecido modelo de precificação de ativos, amplamente divulgado por capital asset pricing model (CAPM).1 Esse modelo é derivado da teoria do portfólio estudada nos dois capítulos anteriores e busca, mais efetivamente, uma resposta de como devem ser relacionados e mensurados os componentes básicos de uma avaliação de ativos: risco e retorno.

O CAPM é um modelo de precificação unilateral bastante utilizado nas várias operações do mercado de capitais, participando do processo de avaliação de tomada de decisões em condições de risco. Por meio do modelo é possível também apurar-se a taxa de retorno requerida pelos investidores. O coeficiente beta, medida obtida do modelo, indica o incremento necessário no retorno de um ativo de forma a remunerar adequadamente seu risco sistemático.

�� todos os investidores apresentam a mesma percepção com relação ao desempenho dos ativos, formando carteiras eficientes a partir de idênticas expectativas;

 

17 - Derivativos – Mercados Futuros

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Derivativos – Mercados Futuros

Derivativos são instrumentos financeiros que se originam (dependem) do valor de um outro ativo, tido como ativo de referência. Um contrato derivativo não apresenta valor próprio, derivando-se do valor de um bem básico

(commodities, ações, taxas de juros etc.).

Há dois tipos de derivativos: a) financeiros – taxas de juros, moedas, ações e índices; b) não financeiros – petróleo, café, ouro, boi gordo, soja, açúcar, milho e outros ativos agropecuários, além de derivativos de energia e clima, como crédito de carbono, gás, energia elétrica etc.

Em vez dos próprios ativos serem negociados no mercado, os investidores apostam em seus preços futuros e, através de contratos assumem compromissos de pagamentos e entregas físicas futuras.

Esses ativos objetos dos contratos de derivativos devem ter seus preços livremente estabelecidos pelo mercado. As transações com derivativos são realizadas nos mercados futuros, a termo, opções, swaps etc.

 

18 - Derivativos – Mercados de Opções e Swaps

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Derivativos – Mercados de Opções e Swaps

Os contratos de opções são uma sofisticação dos mercados de derivativos e, em especial, das operações a futuro.

Pelo contrato de opções, o investidor assume o direito de adquirir ou vender certo ativo, pagando por isso um prêmio ao vendedor.

Um contrato padrão de opção confere ao seu titular o direito de negociar (comprar ou vender) uma determinada quantidade de ativos, por um preço previamente estabelecido pelas partes, em alguma data futura (vencimento do contrato) ou durante a vigência da opção

O comprador da opção é o titular do contrato, aquele que detém o direito futuro de comprar ou vender, sem assumir uma obrigação. É o que se denomina de “posição comprada”. O vendedor da opção é denominado de lançador, que passa a ter uma obrigação futura de acordo com o direito exercido pelo titular do contrato. Ao contrário, esta posição é conhecida como “vendida”.

Os produtos negociados pelas opções são conhecidos por ativos objetos, podendo ser ações, índices de preços, ouro, dólar, taxas de juros, e assim por diante.

 

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