Contabilidade de Custos, 11ª edição

Autor(es): MARTINS, Eliseu
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Esta obra chega à sua 11a edição alinhada às Normas Internacionais de Contabilidade, com o texto totalmente voltado à realidade brasileira, uma vez que se debruça em situações típicas observadas no país, seus institutos legais e as condições organizacionais prevalecentes no meio empresarial._x000D_ Ao tratar dos critérios técnicos, normativos e legais relacionados, por exemplo, à contabilização dos custos de mão de obra e de tributos, o texto refere-se explicitamente às condições brasileiras, destacando os principais aspectos relacionados aos encargos sociais existentes no país e aos dois principais tributos indiretos, o ICMS e o IPI._x000D_ Outra característica do texto é a abordagem dedicada ao uso da Contabilidade de Custos como instrumento para fins gerenciais, tais como o enfoque dado à utilização das informações para as funções de planejamento e controle de custos, relacionadas ao estabelecimento de padrões, orçamentos e outras formas de gestão, com vistas ao acompanhamento e análise das variações observadas. Além do critérios usuais dos sistemas de custo-padrão, o autor desenvolveu modelos para fixar padrões de custos indiretos por unidade._x000D_ Finalmente, traz uma avaliação crítica da implantação de sistemas de custos. A partir de uma abordagem realista, foram destacadas as principais barreiras e reações comportamentais às tentativas de implantação e os custos e benefícios dos diferentes sistemas disponíveis._x000D_ Livro-texto para as disciplinas Contabilidade de Custos e Análise de Custos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Controladoria. Recomendado para formação e atualização profissional. _x000D_ 

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1 - A Contabilidade de Custos, a Contabilidade Financeira e a Contabilidade Gerencial

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A CONTABILIDADE DE CUSTOS, A CONTABILIDADE

FINANCEIRA E A CONTABILIDADE GERENCIAL

1.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Descrever, em poucas palavras, a origem da Contabilidade de Custos.

Compreender a relevância da Contabilidade de Custos no auxílio ao planejamento, controle e tomada de decisões.

Compreender a importância do conhecimento dos custos dentro de uma empresa.

Entender os objetivos da Contabilidade de Custos tanto para usuários externos como para usuários internos das informações contábeis.

1.2 INTRODUÇÃO

Sentimo-nos muitas vezes confundidos com as expressões Contabilidade Financeira, Contabilidade de Custos e Contabilidade Gerencial. São sinônimas? Representam disciplinas distintas? São apenas enfoques diferentes dados à Contabilidade?

Essas e outras dúvidas são comumente dirimidas por meio de uma ligeira análise histórica; esta, ao explicar cronologicamente o aparecimento de cada expressão e a razão de seu uso, acaba por dar-nos uma visão mais ampla dos conceitos em questão. Por isso, e para podermos também saber o porquê de muitos dos princípios utilizados na Contabilidade de Custos, faremos um breve retrospecto histórico.

 

2 - TERMINOLOGIA CONTÁBIL BÁSICA

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TERMINOLOGIA CONTÁBIL BÁSICA

2.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender que a utilização de uma terminologia homogênea simplifica o entendimento e a comunicação.

Conceituar gasto, desembolso, investimento, custo, despesa e perda.

Entender por que a distinção entre esses conceitos é importante para a Contabilidade de Custos.

2.2 INTRODUÇÃO

Desde que duas pessoas resolvam comunicar-se, é absolutamente necessário que passem a dar aos objetos, conceitos e ideias o mesmo nome, sob pena de, no mínimo, reduzir-se o nível de entendimento. O que comumente se denomina de “mero problema de terminologia” talvez fosse mais bem tratado como “magno problema de terminologia”.

Infelizmente, encontramos em todas as áreas, principalmente nas sociais (e econômicas, em particular), uma profusão de nomes para um único conceito e também conceitos diferentes para uma única palavra.

 

3 - PRINCÍPIOS CONTÁBEIS APLICADOS A CUSTOS

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PRINCÍPIOS CONTÁBEIS APLICADOS A CUSTOS

3.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Entender os princípios contábeis aplicados à Contabilidade de Custos.

Compreender como funciona o método de Custeio por Absorção.

Compreender os critérios para separação de Custos e Despesas.

3.2 INTRODUÇÃO

Já foi vista no início do Capítulo 1 a origem histórica da Contabilidade de Custos e também sua aderência aos princípios de contabilidade geralmente aceitos em razão de sua vinculação com a Contabilidade Financeira.

Verificaremos aqui com um pouco mais de detalhes como alguns dos princípios contábeis são aplicados à

Contabilidade de Custos.

Princípios Contábeis Geralmente Aceitos é uma expressão mais antiga que abarca hoje o conjunto de normas contábeis vigentes e as políticas e práticas de contabilidade reconhecidas.

3.3 CONCEITOS

3.3.1  Alguns princípios contábeis aplicados à Contabilidade de Custos

 

4 - ALGUMAS CLASSIFICAÇÕES E NOMENCLATURAS DE CUSTOS

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ALGUMAS CLASSIFICAÇÕES E

NOMENCLATURAS DE CUSTOS

4.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Analisar a composição de uma demonstração de resultados típica de indústrias de manufatura.

Identificar, na demonstração de resultados, o Custo de Produção do Período, Custo de Produção Acabada e Custos dos Produtos Vendidos.

Classificar os custos em diretos ou indiretos e em fixos ou variáveis.

4.2 INTRODUÇÃO

Após uma breve introdução conceitual, histórica e terminológica, nos capítulos anteriores, vamos exemplificar e demonstrar alguns modelos de demonstrações de resultados, sua composição e principais classificações e termos a serem trabalhados dentro da Contabilidade de Custos que servirão de base para maior compreensão nos próximos capítulos.

4.3 CONCEITOS

4.3.1  Demonstração de resultados da indústria

Suponhamos um caso extremamente simples de uma indústria que produza um único produto, de forma continuada, e que tenha os seguintes movimentos em diversos meses seguidos:

 

5 - Esquema Básico da Contabilidade de Custos (I)

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ESQUEMA BÁSICO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS (I)

5.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender a importância do esquema básico da Contabilidade de Custos para sua posterior contabilização, de acordo com o fluxo de produção.

Descrever as etapas do esquema básico da Contabilidade de Custos em diferentes situações.

Distinguir os critérios simples e complexos de contabilização de custos.

5.2 INTRODUÇÃO

Vamos exemplificar o esquema básico da Contabilidade de Custos, lembrando ser esta Parte (os primeiros

14 capítulos) relativa à utilização de Custos para Avaliação de Estoques para fins legais (fiscais e societários); por essa razão estamos trabalhando com o Custeio por Absorção.

5.3 PROCESSO DE CUSTEAMENTO

5.3.1 1o passo: a separação entre custos e despesas

Suponhamos que estes sejam os gastos de determinado período da Empresa X:

Comissões de Vendedores

 

6 - Esquema Básico da Contabilidade de Custos (II) – Departamentalização

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ESQUEMA BÁSICO DA CONTABILIDADE DE

CUSTOS (II) – DEPARTAMENTALIZAÇÃO

6.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Descrever as etapas da contabilização de custos.

Compreender a relevância da Departamentalização para a Contabilidade de Custos.

Compreender o que é e para que serve um centro de custos.

Distinguir centros de custos de departamentos.

6.2 INTRODUÇÃO

Vamos aprofundar-nos um pouco mais no problema relativo à alocação dos Custos Indiretos, verificando o que é e por que se faz a Departamentalização.

6.3 CONCEITOS

6.3.1  Por que departamentalizar

Suponhamos que uma empresa, produzindo três produtos, D, E e F, tenha já apropriado a eles os seguintes

Custos Diretos:

Produto D

Produto E

Produto F

Total

$50.000

$30.000

$45.000

$125.000

Estão agora para ser alocados os Custos Indiretos seguintes:

 

7 - CRITÉRIO DE RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS

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CRITÉRIO DE RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS

7.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Definir critérios de alocação de custos dos departamentos de apoio aos de produção.

Compreender a importância da consistência na adoção do critério de Rateio ao longo do tempo.

7.2 INTRODUÇÃO

Mais do que fazer uma enumeração de quais são os critérios para rateio dos Custos Indiretos de Produção, vamos, neste capítulo, discutir como devem ser analisados os diversos fatores a se considerar na escolha dessas bases de alocação.

7.3 CONCEITOS

7.3.1  Análise dos critérios de rateio – custos comuns

Todos os Custos Indiretos só podem ser alocados, por sua própria definição, de forma indireta aos produtos, isto é, mediante estimativas, critérios de rateio, previsão de comportamento de custos etc. Todas essas formas de distribuição contêm, em menor ou maior grau, certo subjetivismo; portanto, a arbitrariedade sempre vai existir nessas alocações, sendo que às vezes ela existirá em nível bastante aceitável, e em outras oportunidades só a aceitamos por não haver alternativas melhores. (Há recursos matemáticos e estatísticos que podem ajudar a resolver esses problemas, mas nem sempre é possível sua utilização.)

 

8 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC) – ABORDAGEM INICIAL

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CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES

(ABC) – ABORDAGEM INICIAL

8.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Reconhecer as características do método de Custeio baseado em atividades (ABC).

Compreender a forma como é utilizado o método de Custeio baseado em atividades (ABC).

Entender o mecanismo de alocação de custos indiretos por meio de direcionadores de custos.

8.2 INTRODUÇÃO

Com o avanço tecnológico e a crescente complexidade dos sistemas de produção, em muitas indústrias os custos indiretos vêm aumentando continuamente, tanto em valores absolutos quanto em termos relativos, comparativamente aos custos diretos (destes, o item Mão de Obra Direta é o que mais vem decrescendo).

O Custeio Baseado em Atividades, conhecido como ABC (Activity-Based Costing), é um método de custeio que procura reduzir sensivelmente as distorções provocadas pelo rateio arbitrário dos custos indiretos, discutidas nos três últimos capítulos.

 

9 - APLICAÇÃO DE CUSTOS INDIRETOS DE PRODUÇÃO

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APLICAÇÃO DE CUSTOS INDIRETOS DE PRODUÇÃO

9.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender a importância do uso de estimativas para previsão dos custos indiretos.

Calcular taxas de aplicação de Custos Indiretos de Produção (CIP).

Entender a finalidade e aplicação da Taxa de Aplicação de Custos Indiretos de Produção.

9.2 INTRODUÇÃO

Até agora foram discutidos diversos problemas relativos à alocação dos Custos Indiretos, mas sempre considerados conhecidos os custos e a produção realizada. Isso é possível apenas quando encerrado cada período.

Se quisermos fazer o acompanhamento do custo de cada produto durante o mês, ficaremos obrigados a esboçar algumas estimativas, já que poderemos ir acompanhando os Custos Diretos, medidos durante o próprio processo de produção, mas só poderemos efetuar a alocação correta dos Indiretos após conhecermos os valores totais do mês e também a quantidade de produtos elaborados.

 

10 - MATERIAIS DIRETOS

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MATERIAIS DIRETOS

10.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Entender quais gastos fazem e quais não fazem parte do valor de custo dos materiais.

Realizar teste de recuperabilidade do valor dos estoques de materiais.

Descrever, em poucas palavras, os critérios de avaliação dos materiais: Preço Médio, PEPS e UEPS.

Compreender o tratamento contábil das perdas de materiais, dos subprodutos e das sucatas.

Entender o tratamento contábil dado ao IPI e ICMS contidos no valor das compras.

10.2 INTRODUÇÃO

Como regra geral, as matérias-primas, os componentes adquiridos prontos, as embalagens e os outros materiais diretos utilizados no processo de produção são apropriados aos produtos ou serviços por seu custo histórico de aquisição.

Obviamente, para que se saiba quanto de cada material foi aplicado em cada produto, alguma forma de controle deve ser exercida: menção na própria requisição ao almoxarifado, apontamento pelo chefe do departamento, apontamento por parte de alguém do próprio Sistema de Custos, captação por meio de código de barras etc.

 

11 - MÃO DE OBRA DIRETA

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11

MÃO DE OBRA DIRETA

11.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender o tratamento dado pela Contabilidade de Custos a Mão de Obra Direta.

Descrever o que, normalmente, integra o Custo de Mão de Obra Direta.

Entender a importância da correta definição de Mão de Obra Direta.

Compreender a natureza do custo com encargos sociais e seu impacto no custo de mão de obra.

11.2 INTRODUÇÃO

Mão de Obra Direta é aquela relativa ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em elaboração, desde que seja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o trabalho, sem necessidade de qualquer alocação indireta ou rateio. Se houver qualquer tipo de alocação por meio de estimativas ou divisões proporcionais, desaparece a característica de “direta”.

11.3

CONCEITOS

11.3.1  Exemplos de separação entre Mão de Obra Direta e Indireta

 

12 - PROBLEMAS ESPECIAIS DA PRODUÇÃO POR ORDEM: CUSTEIO DE ORDENS E DE ENCOMENDAS

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12

PROBLEMAS ESPECIAIS DA PRODUÇÃO POR ORDEM:

CUSTEIO DE ORDENS E DE ENCOMENDAS

12.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender a distinção entre Produção por Ordem e Produção Contínua.

Entender o tratamento contábil dado a Produção por Ordem.

Conhecer os principais critérios de reconhecimento de custos e receitas em encomendas de longo prazo de execução.

Conhecer o tratamento contábil de ordens de produção danificadas.

12.2 INTRODUÇÃO

Tanto se fala e se escreve sobre Custos para Produção por Ordem e para Produção Contínua que às vezes se acaba por acreditar que sejam duas formas de custear totalmente distintas. Na verdade, as diferenças entre uma forma e outra são pequenas. Vamos primeiramente discutir uma e outra, compará-las e depois então mostrar alguns procedimentos específicos da Produção por Ordem; no Capítulo 13 serão evidenciados os da Produção Contínua.

 

13 - PROBLEMAS ESPECIAIS DA PRODUÇÃO CONTÍNUA: CUSTEIO POR PROCESSO

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13

PROBLEMAS ESPECIAIS DA PRODUÇÃO

CONTÍNUA: CUSTEIO POR PROCESSO

13.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Compreender a importância do conceito de Equivalência de Produção na Produção Contínua.

• Entender a utilização dos métodos PEPS e Custo Médio na Produção Contínua.

13.2 INTRODUÇÃO

Existem algumas características especiais na contabilização de custos na Produção Contínua vistas neste capítulo e outras que somente serão analisadas na Seção de Custos para Controle. Por exemplo, é comum nesta forma de produção debitarem-se os custos de materiais não aos produtos diretamente, e sim aos departamentos onde foram utilizados, para depois serem apropriados às linhas; isso se deve à necessidade, muitas vezes, de se saber os custos por Departamento para efeito de controle. Esses aspectos serão discutidos posteriormente. Neste capítulo vamo-nos preocupar mais com os problemas de atribuição de custos para efeito de avaliação contábil do produto elaborado.

 

14 - PRODUÇÃO CONJUNTA E PROBLEMAS FISCAIS NA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES INDUSTRIAIS: CUSTOS CONJUNTOS

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14

PRODUÇÃO CONJUNTA E PROBLEMAS

FISCAIS NA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES

INDUSTRIAIS: CUSTOS CONJUNTOS

14.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Reconhecer as diferenças entre Coprodutos, Subprodutos e Sucatas.

Entender, de que forma ocorre a apropriação dos Custos aos Coprodutos.

Compreender os principais critérios de apropriação dos Custos Conjuntos.

Entender o que significa produção conjunta.

Entender o que significa custos conjuntos.

14.2 INTRODUÇÃO

Em muitas empresas de Produção Contínua existe o fenômeno da Produção Conjunta, que é o aparecimento de diversos produtos a partir, normalmente, da mesma matéria-prima, como é o caso do tratamento industrial da quase totalidade dos produtos naturais na agroindústria: aparecimento de óleo, farelos etc. (a partir da soja); ossos, diferentes tipos de carnes etc. (a partir do boi); gasolina, querosene, emulsão asfáltica etc. (a partir do petróleo) etc. Decorrem de um mesmo material diversos produtos conjuntos normalmente classificados em coprodutos e subprodutos.

 

15 - CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

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15

CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

15.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender por que a alocação de custos indiretos fixos aos produtos pode prejudicar a tomada de decisão.

Entender o conceito de Margem de Contribuição e sua aplicação para fins decisoriais.

15.2 INTRODUÇÃO

Vimos até agora os procedimentos da Contabilidade de Custos para efeito de avaliação de estoques e de

Resultado e analisamos as normas e os Princípios Contábeis Geralmente Aceitos e sua relação com a Contabilidade de Custos, verificando como podem ser tratados os custos de produção para sua incorporação aos bens fabricados (também serviços, às vezes).

Entretanto, como já foi possível perceber, nem sempre esses critérios são os desejáveis e necessários para outras finalidades; vamos agora analisá-los, criticá-los e estudar as necessárias adaptações, para que possamos obter Custos aptos a auxiliar no apoio à tomada de decisão.

 

16 - MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO E LIMITAÇÕES NA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

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16

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO E LIMITAÇÕES

NA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

16.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender os fatores que limitam a capacidade de produção em uma empresa e sua relação com a

Margem de Contribuição.

Usar o conceito de margem de contribuição para decisões face a situações de restrição.

16.2 INTRODUÇÃO

Ao comentarmos a grande importância do conceito de Margem de Contribuição no capítulo anterior, verificamos algumas de suas aplicações, mas não atentamos ao problema decorrente da existência de diversos fatores que naturalmente limitam a capacidade de produção da empresa. Vamos agora entrar nesse tipo de problema.

16.3

CONCEITOS

16.3.1  Margem de contribuição antes da existência de limitações

Suponhamos que uma determinada empresa fabricante de barracas para camping produza quatro modelos diferentes (A, B, C e D).

Os dados de Custos que a empresa possui são bastante minuciosos:

 

17 - CUSTEIO VARIÁVEL

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17

CUSTEIO VARIÁVEL

17.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender o método de Custeio Variável.

Entender a distinção entre Custeio Variável e Custeio por Absorção.

Conciliar os resultados obtidos pelos dois métodos.

17.2 INTRODUÇÃO

Devido aos problemas vistos com relação à dificuldade trazida pela alocação dos Custos Fixos aos produtos e em função da grande utilidade do conhecimento do Custo Variável e da Margem de Contribuição, nasceu uma forma alternativa para custeamento.

17.3

CONCEITOS

17.3.1  Custeio variável

Até o final da Seção anterior, quando havíamos falado em Custos para avaliação de estoques, tínhamos estudado o que se denomina Custeio por Absorção. Resume-se este no critério fartamente analisado por nós em que se apropriam todos os custos de produção, quer fixos, quer variáveis, quer diretos ou indiretos, e tão somente os custos de produção, aos produtos elaborados.

 

18 - MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO, CUSTOS FIXOS IDENTIFICADOS E RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO

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18

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO, CUSTOS FIXOS

IDENTIFICADOS E RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO

18.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Compreender o cálculo da Segunda Margem de Contribuição e os valores que o integram.

Entender como se aplica a Margem de Contribuição ao cálculo da Taxa de Retorno.

18.2 INTRODUÇÃO

Já se estudou bastante nos Capítulos 15 e 16 a influência da Margem de Contribuição nas decisões com relação a custo, inclusive nas condições de existência ou não de limitações na capacidade produtiva. Vamos agora verificar outros aspectos ligados ao problema dos custos fixos e dos investimentos identificados, bem como ao da taxa de retorno.

18.3

CONCEITOS

18.3.1  Margens de contribuição e custos fixos identificados

Após tudo o que comentamos sobre os Custos Fixos, talvez tenha permanecido a ideia de que devam eles sempre ser abandonados nos aspectos decisoriais. Obviamente, essa hipótese não é totalmente correta. Afinal, eles existem, representam gastos e desembolsos e têm que ser sempre lembrados. Além disso, sabe-se que os custos indiretos de produção e as despesas – genericamente denominadas de overhead – vêm crescendo muito, representando proporção significativa dos custos e despesas totais de muitas empresas. Como foi dito no

 

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