Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição

Autor(es): LIPPERT, Lynn S.
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Cinesiologia Clínica e Anatomia, a obra mais respeitada e procurada por profissionais, professores e estudantes interessados em conhecer e compreender os fundamentos da cinesiologia e da anatomia sob o ponto de vista clínico, chega à sexta edição com texto totalmente revisado e atualizado, novas imagens e diversas novidades, sem perder sua característica marcante de apresentar o conteúdo de modo objetivo e didático. _x000D_
Os elementos da obra, como organização e recursos pedagógicos, tornam as informações ainda mais diretas e ajudam a estabelecer as conexões entre as estruturas anatômicas e os movimentos do corpo. Entre as principais características elaboradas para complementar o texto, destacam-se as ilustrações, as tabelas, as seções resumo dos músculos, resumo da inervação dos músculos, resumo da ação dos músculos, pontos-chave e autoavaliação, bem como os boxes aplicação clínica, elaborados especialmente para esta edição.

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Capítulo 1 - Informações Básicas

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1

Informações Básicas

JJ

Segmentos do corpo, 4

JJ

Terminologia descritiva, 4

JJ

Tipos de movimento, 6

JJ

Movimentos das articulações

(osteocinemática), 6

Autoavaliação, 10

01-Lippert - 6ed.indd 3

Por definição, cinesiologia é o estudo do movimento; no entanto, este conceito é inespecífico demais para ser muito utilizado. A cinesiologia reúne os campos da anatomia, da fisiologia, da física e da geometria, correlacionandoos com o movimento humano. Assim, cinesiologia utiliza princípios da mecânica, da anatomia do aparelho locomotor e da fisiologia neuromuscular.

Princípios mecânicos que se relacionam diretamente com o corpo humano são usados no estudo da biomecânica. Ao utilizarmos uma bola, uma raquete, uma muleta, uma prótese ou algum outro utensílio, é fundamental que consideremos nossa interação biomecânica com eles. Isso envolve a análise dos sistemas estático (imóvel) e/ou dinâmico (móvel) associados a várias atividades. Os sistemas dinâmicos podem ser divididos em cinéticos e cinemáticos. Cinética consiste nas forças que provocam movimento, enquanto cinemática engloba os elementos tempo, espaço e massa de um sistema móvel. Esses e outros conceitos básicos de biomecânica serão abordados no Capítulo 8.

 

Capítulo 2 - Sistema Esquelético

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2

Sistema Esquelético

JJ

Funções do esqueleto, 11

JJ

Tipos de esqueleto, 11

JJ

Composição do osso, 11

JJ

Estrutura do osso, 12

JJ

Tipos de ossos, 13

JJ

Patologias esqueléticas comuns, 14

Autoavaliação, 16

CC

Funções do esqueleto

O sistema esquelético, que é constituído por numerosos ossos, é o arcabouço rígido do corpo humano. Dá apoio e forma ao corpo, protege órgãos vitais, como o encéfalo, a medula espinal e o coração, auxilia nos movimentos ao fornecer uma estrutura rígida para inserção dos músculos e funciona como um sistema de alavancas. O sistema esquelético também produz células sanguíneas em vários locais. Os principais locais de formação do sangue são o ílio, as vértebras, o esterno e as costelas. Esta formação ocorre principalmente em ossos planos. Cálcio e outros sais minerais são armazenados em todo o tecido ósseo do sistema esquelético.

CC

Tipos de esqueleto

 

Capítulo 3 - Sistema Articular

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3

Sistema Articular

JJ

Tipos de articulações, 17

JJ

Estrutura das articulações, 21

JJ

Planos e eixos, 22

JJ

Graus de liberdade, 24

JJ

Termos de doenças comuns, 24

Autoavaliação, 25

Articulação é uma conexão entre dois ossos. Embora as articulações tenham várias funções, talvez a mais importante seja tornar o movimento possível.

Articulações também ajudam a sustentar o peso do corpo e promovem esta­ bilidade. Esta estabilidade se deve principalmente ao formato dos ossos que compõem a articulação, como na articulação do quadril, ou pode resultar das características dos tecidos moles, como observado no ombro e no joe­ lho. Muitas articulações contêm a sinóvia, secreção que lubrifica as articula­

ções e nutre a cartilagem articular.

CC

Tipos de articulações

A articulação possibilita diversos movimentos, como no ombro, ou pouco movimento, como na articulação esternoclavicular. Assim como há diferen­

 

Capítulo 4 - Artrocinemática

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4

Artrocinemática

JJ

Movimento osteocinemático, 27

Sensação final, 27

JJ

Movimento artrocinemático, 28

Terminologia do movimento acessório, 28

Mobilização da articulação, 28

Formato da superfície articular, 30

Tipos de movimento artrocinemático, 30

Regra convexo-côncava, 31

Posições da superfície articular

(congruência articular), 32

Pontos-chave, 34

Autoavaliação, 35

CC

Movimento osteocinemático

Comumente, o movimento articular é imaginado como um osso movendose sobre o outro e causando movimentos como flexão, extensão, abdução, adução e rotação. Esses deslocamentos, que são realizados sob controle voluntário, são frequentemente descritos como movimento clássico, fisiológico ou osteocinemático e foram descritos no Capítulo 1. O movimento osteocinemático pode ser ativo ou passivo. A amplitude de movimento ativo ocorre quando os músculos se contraem para deslocar as articulações ao longo de sua amplitude de movimento. Quando movemos nossas articulações durante o dia, estamos realizando ativamente movimentos osteocinemáticos. A amplitude de movimento passiva ocorre quando uma articulação é movimentada passivamente ao longo de sua amplitude de movimento.

 

Capítulo 5 - Sistema Muscular

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5

Sistema Muscular

JJ

Inserções musculares, 37

JJ

Nomes dos músculos, 38

JJ

Disposição das fibras musculares, 39

JJ

Características funcionais do tecido muscular, 40

JJ

Teoria do filamento deslizante, 41

JJ

Correlação comprimento-tensão no tecido muscular, 42

Comprimento ótimo, 42

Insuficiências ativa e passiva, 44

Encurtamento e alongamento adaptativos do tecido muscular, 46

CC

Inserções musculares

Um músculo é um feixe de tecido elástico com capacidade de contração e produção de movimento ou manutenção de uma parte do corpo. Como foi descrito no Capítulo 3, os músculos se conectam com os ossos por tendões.

O tendão é formado por tecido conjuntivo fibroso que conecta músculos a ossos, enquanto um ligamento (também formado por tecido conjuntivo) conecta osso a osso. Com frequência, quando se fala de patologia muscu­ loesquelética, o ponto em que o músculo encontra o tendão é denomina­ do junção musculotendinosa, e o ponto em que o tendão encontra o osso, junção tenoperiosteal (Figura 5.1)

 

Capítulo 6 - Sistema Nervoso

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6

Sistema Nervoso

JJ

Introdução, 57

JJ

Tecido nervoso (neurônios), 57

JJ

Sistema nervoso central, 59

Encéfalo, 59

Medula espinal, 62

JJ

Sistema nervoso periférico, 64

Nervos cranianos, 64

Nervos espinais, 64

Importância funcional do nível da medula espinal, 66

Formação dos plexos, 68

JJ

Doenças comuns das partes central e periférica do sistema nervoso, 75

Doenças comuns do sistema nervoso central, 75

Doenças comuns dos nervos periféricos, 76

Autoavaliação, 77

CC

Introdução

O sistema nervoso é um mecanismo extremamente complexo em nosso corpo, que controla, estimula e coordena todos os outros sistemas do corpo.

Conforme descrito na Figura 6.1, pode ser dividido anatomicamente em sistema nervoso central (SNC), que inclui o encéfalo e a medula espinal, sistema nervoso periférico (SNP), que inclui os nervos espinais e cranianos, e sistema nervoso autônomo (SNA), que controla principalmente as vísceras.1

 

Capítulo 7 - Sistema Circulatório

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7

Sistema Circulatório

JJ

Sistema circulatório

(cardiovascular), 79

Coração, 80

Vasos sanguíneos, 83

JJ

Sistema linfático, 91

Funções, 91

Padrões de drenagem, 93

JJ

Doenças comuns, 94

Autoavaliação, 95

O sistema circulatório abrange dois tipos de sistemas de transporte: (1) o sistema sanguíneo e (2) o sistema linfático.1

O sistema circulatório (cardiovascular), que inclui os vasos sanguíneos (artérias e veias) e o coração, transporta o sangue por todo o corpo.

As artérias e as veias transportam sangue desde os capilares nos pulmões

– onde o dióxido de carbono é trocado por oxigênio – até os capilares de todo o corpo, onde o oxigênio é trocado por dióxido de carbono. O coração é a bomba que impulsiona o sangue ao longo das artérias e veias. O sangue e a linfa são os meios líquidos em que são transportadas as substâncias.

Diretamente relacionado ao sistema circulatório e à imunidade, o sistema linfático é constituído de vasos linfáticos e linfonodos. Recolhe o excesso de líquido extracelular sob a forma de linfa, e o transporta da periferia para as veias de maior calibre, ajudando o sistema circulatório a manter o volume sanguíneo e a pressão arterial adequados. Além disso, o sistema linfático auxilia a imunidade, filtrando bactérias, vírus, resíduos e outros agentes nocivos, bem como produzindo anticorpos específicos que ajudam a combater infecções provocadas pelos referidos agentes.

 

Capítulo 8 - Biomecânica Básica

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8

Biomecânica Básica

JJ

Leis de movimento, 98

JJ

Força, 99

JJ

Torque, 101

JJ

Estabilidade, 103

JJ

Máquinas simples, 106

Alavancas, 106

Polias, 111

Roda e eixo, 112

Plano inclinado, 113

Pontos-chave, 114

Autoavaliação, 114

08-Lippert - 6ed.indd 97

Em muitos aspectos o corpo humano pode ser referido como uma máquina viva. Isso é importante porque, quando aprendemos os mecanismos de movimento do corpo (cinesiologia), é importante aprendermos também quais são as forças aplicadas a ele que causam o movimento. Como ilustrado na Figura 8.1, a mecânica é um ramo da física que estuda as forças e o movimento produzido por suas ações. A biomecânica é a aplicação dos princípios e métodos da mecânica à estrutura e à função do corpo humano.

Como mencionado no Capítulo 1, a mecânica pode ser dividida em duas principais áreas: estática e dinâmica. A estática estuda os fatores associados a sistemas imóveis ou quase imóveis. A dinâmica estuda fatores associados a sistemas móveis e pode ser dividida em cinética e cinemática. A cinética engloba as forças que produzem o movimento em um sistema, enquanto a cinemática descreve o movimento criado pela força que abrange os aspectos relativos ao tempo, ao espaço e à massa de um sistema em movimento.

 

Capítulo 9 - Cíngulo do Membro Superior

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9

Cíngulo do Membro Superior

JJ

Significado dos termos, 119

JJ

Ossos e pontos de referência, 120

Pontos de referência importantes da escápula, 120

Pontos de referência importantes da clavícula, 121

Pontos de referência importantes do esterno, 121

JJ

Articulações e ligamentos, 122

Articulação esternoclavicular, 122

Articulação acromioclavicular, 122

Articulação escapulotorácica, 123

JJ

Movimentos articulares, 123

Movimentos concomitantes da articulação do ombro e do cíngulo do membro superior, 124

Ritmo escapuloumeral, 125

JJ

Músculos do cíngulo do membro superior, 125

CC

Significado dos termos

A função do ombro e de todo o membro superior é fazer com que a mão seja capaz de executar as muitas tarefas de que é capaz em várias posições. A articulação do ombro, a mais móvel do corpo, é capaz de efetuar uma grande amplitude de movimentos. No entanto, ao discorrer sobre o movimento do ombro, é preciso reconhecer que o movimento também ocorre em outras três articulações ou áreas. Complexo do ombro é um termo usado, às vezes, para incluir todas as estruturas envolvidas no movimento do ombro. O complexo do ombro é constituído pela escápula, clavícula, esterno, úmero e caixa torácica, e inclui as articulações esternoclavicular, acromioclavicular, do ombro e articulação escapulotorácica (Figura 9.1). Em outras palavras, inclui o cíngulo do membro superior (escápula e clavícula) e a articulação do ombro (escápula e úmero). A articulação escapulotorácica não é uma articulação propriamente dita. Embora não haja um ponto de fixação entre a escápula e o tórax, a escápula se move junto à caixa torácica. A escápula e o tórax não estão diretamente fixados, mas estão unidos indiretamente pela clavícula e por alguns músculos. A articulação escapulotorácica confere maior movimento ao complexo do ombro.

 

Capítulo 10 - Articulação do Ombro

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10

Articulação do Ombro

JJ

Movimentos da articulação, 137

JJ

Ossos e pontos de referência, 139

Pontos de referência importantes da escápula, 139

Pontos de referência importantes do úmero, 139

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 140

JJ

Músculos da articulação do ombro, 141

Relações anatômicas, 148

Movimento glenoumeral, 148

Resumo da ação dos músculos, 150

Resumo da inervação dos músculos, 150

Doenças comuns do ombro, 150

A articulação do ombro é do tipo sinovial esferóidea e possibilita movimentos nos três planos e em torno dos três eixos no espaço (Figura 10.1).

Portanto, a articulação tem três graus de liberdade. A cabeça do úmero se articula com a cavidade glenoidal da escápula, constituindo a articulação do ombro. É uma das articulações mais móveis do corpo e, consequentemente, uma das menos estáveis.

CC

Movimentos da articulação

Há quatro grupos de movimentos possíveis na articulação do ombro

 

Capítulo 11 - Articulação do Cotovelo

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11

Articulação do Cotovelo

JJ

Estrutura e movimentos da articulação, 155

Ângulo de carregamento, 156

Sensação final, 157

JJ

Ossos e pontos de referência, 157

Pontos de referência importantes da escápula, 158

Pontos de referência importantes do úmero, 158

Pontos de referência importantes da ulna, 159

Pontos de referência importantes do rádio, 159

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 159

JJ

Músculos do cotovelo e do antebraço, 160

Relações anatômicas, 166

Resumo da ação dos músculos, 167

Resumo da inervação dos músculos, 167

CC

Estrutura e movimentos da articulação

O complexo do cotovelo abrange três ossos, três ligamentos, duas articulações e uma cápsula articular. A articulação do úmero com a ulna e com o rádio é conhecida como articulação do cotovelo (Figura 11.1). A tróclea do úmero se articula com a incisura troclear da ulna, e o capítulo do

úmero se articula com a cabeça do rádio. Essas articulações são, às vezes, denominadas articulações umeroulnar e umerorradial, respectivamente.

 

Capítulo 12 - Articulação Radiocarpal

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12

Articulação Radiocarpal

JJ

Estrutura da articulação, 173

JJ

Movimentos da articulação, 174

JJ

Ossos e pontos de referência, 175

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 175

JJ

Músculos do punho, 176

Relações anatômicas, 179

Patologias comuns do punho, 181

Resumo da ação dos músculos, 181

Resumo da inervação dos músculos, 182

Pontos-chave, 182

Autoavaliação, 183

CC

Estrutura da articulação

A articulação do punho é, talvez, uma das articulações mais complexas do corpo. Ela viabiliza o controle e a estabilidade necessários para manter a mão em uma posição funcional. Na verdade, é constituída por duas articulações: a articulação radiocarpal e a articulação mediocarpal. A articulação radiocarpal (Figura 12.1) é formada pela extremidade distal do rádio e o disco articular (ulnocarpal), na parte proximal, e pelos ossos carpais escafoide, semilunar e piramidal na parte distal. Por haver um disco articular entre a ulna e a fileira proximal dos ossos carpais, a ulna não é considerada parte dessa articulação. O osso pisiforme, localizado na fileira proximal de ossos carpais, não se articula com o disco articular porque se situa anteriormente ao osso piramidal. Portanto, o osso pisiforme também não é considerado parte dessa articulação. A articulação radiocarpal é do tipo sinovial, elipsóidea biaxial, possibilitando os movimentos de flexão e extensão, além de adução e abdução da mão. A combinação desses quatro movimentos é denominada circundução. Não há rotação na articulação radiocarpal.

 

Capítulo 13 - Mão

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13

Mão

JJ

Estrutura articular e movimentos do polegar, 185

Articulação carpometacarpal, 185

Articulações metacarpofalângicas e interfalângicas, 187

JJ

Articulações e movimentos do

2o ao 5o dedo da mão, 187

Articulações carpometacarpais, 187

Articulações metacarpofalângicas, 187

Articulações interfalângicas, 188

JJ

Ossos e pontos de referência, 188

Marco do antebraço, 189

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 189

JJ

Músculos do polegar e dos outros dedos, 190

Músculos extrínsecos, 190

Músculos intrínsecos da mão, 195

Relações anatômicas, 199

Doenças comuns do punho e da mão, 200

Resumo da ação dos músculos, 201

Resumo da inervação dos músculos, 201

JJ

Função da mão, 202

Preensão, 203

Pontos-chave, 206

Autoavaliação, 206

13-Lippert - 6ed.indd 185

A mão está na extremidade distal do membro superior e é formada pelos ossos metacarpais e pelas falanges dos dedos. A mão é a principal parte funcional do membro superior. Usamos as mãos para executar inúmeras atividades, que variam de tarefas muito simples até outras bastante complexas. O principal objetivo das outras articulações do membro superior é fazer com que a mão assuma várias posições para executar essas tarefas. A mão não é só extremamente útil e versátil, mas também muito complexa; contudo, este capítulo abordará somente as estruturas e as funções mais básicas da mão.

 

Capítulo 14 - Articulação Temporomandibular

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14

Articulação

Temporomandibular

JJ

Estrutura e movimentos da articulação, 211

JJ

Ossos e pontos de referência, 212

Pontos de referência importantes da mandíbula, 212

Pontos de referência importantes do osso temporal, 213

Pontos de referência importantes do osso esfenoide, 214

Pontos de referência importantes do osso zigomático, 215

Ponto de referência importante da maxila, 215

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 215

JJ

Mecânica do movimento, 216

JJ

Músculos da ATM, 217

CC

Estrutura e movimentos da articulação

A articulação temporomandibular, frequentemente referida como ATM,

é uma das articulações mais utilizadas do corpo. É empregada durante os movimentos de mastigação, deglutição, bocejo, fala e em qualquer outra atividade em que haja movimento da mandíbula. A ATM está localizada anteriormente à orelha e na extremidade posterossuperior da mandíbula

(Figura 14.1). É a articulação entre a fossa mandibular do osso temporal, superiormente, e a cabeça da mandíbula, inferiormente. A ATM é uma articulação sinovial e é mais bem descrita como gínglimo modificado. Como também possibilita algum deslizamento, não é uma articulação sinovial do tipo gínglimo puro.

 

Capítulo 15 - Pescoço e Tronco

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15

Pescoço e Tronco

JJ

Curvaturas da coluna vertebral, 227

JJ

Significado dos termos, 227

JJ

Movimentos da ar­ticulação, 228

JJ

Ossos e pontos de referência, 229

Pontos de referência importantes do crânio, 229

Pontos de referência importantes das vértebras, 230

Vértebras com pontos de referência singulares, 231

JJ

Articulações e ligamentos, 233

Articulações vertebrais atípicas, 233

Articulações vertebrais típicas, 233

JJ

JJ

Outras estruturas de tecidos moles, 235

Músculos do pescoço e do tronco, 235

Músculos da região cervical da coluna vertebral, 236

Músculos do tronco, 239

Relações anatômicas, 245

Resumo da ação dos ­ músculos, 247

Resumo da inervação dos

­músculos, 247

Doenças comuns da coluna vertebral, 247

Pontos-chave, 249

Autoavaliação, 249

15-Lippert - 6ed.indd 227

A coluna vertebral constitui e mantém o eixo longitudinal do corpo. Como se trata de uma haste multiar­ticulada, a mobilização da coluna vertebral é consequente a movimentos combinados das vértebras.

 

Capítulo 16 - Sistema Respiratório

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16

Sistema Respiratório

JJ

Caixa torácica, 253

JJ

Ossos e pontos de referência, 254

Pontos de referência das costelas, 254

Pontos de referência do esterno, 254

Pontos de referência das vértebras torácicas, 254

JJ

Articulações do tórax, 254

Movimentos do tórax, 255

JJ

Estruturas da respiração, 255

Mecânica da respiração, 257

JJ

Fases da respiração, 257

JJ

Músculos da respiração, 258

Em poucas palavras, a principal função do sistema respiratório é levar o oxigênio até os pulmões e eliminar o dióxido de carbono dos pulmões. Os

órgãos respiratórios são os condutores do ar que entra e sai dos pulmões, bem como os próprios pulmões. O tórax garante a proteção óssea dos pulmões e auxilia a troca gasosa. Embora este capítulo apresente uma breve descrição da passagem do ar pelos órgãos respiratórios, o seu principal foco é o mecanismo ósseo e muscular que torna possível a difusão de gases nos pulmões.

 

Capítulo 17 - Cíngulo do Membro Inferior

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17

Cíngulo do Membro Inferior

JJ

Estrutura e função, 267

JJ

Pelves maior e menor, 267

Articulação sacroilíaca, 268

JJ

Ossos e pontos de referência, 269

Pontos de referência importantes do sacro, 270

Pontos de referência importantes do ílio, 270

Pontos de referência importantes do ísquio, 271

Sínfise púbica, 272

Pontos de referência importantes do púbis, 272

Articulação lombossacral, 272

JJ

Movimentos do cíngulo do membro inferior, 273

CC

O cíngulo do membro inferior (também denominada cintura pélvica) é constituído por quatro ossos: o sacro, o cóccix e os dois ossos do quadril.

Cada osso do quadril é formado pelos ossos ílio, ísquio e púbis. As articulações do cíngulo do membro inferior incluem as articulações sacroilíacas direita e esquerda, a sínfise púbica anteriormente e a articulação lombos­ sacral superoposteriormente (Figura 17.1).

O cíngulo do membro inferior, também referido como pelve, tem várias funções. Talvez, o mais importante para o movimento e para postura seja o fato de que o referido cíngulo sustenta o peso do corpo por meio da coluna vertebral e transmite essa força ao osso do quadril via sacro. Por outro lado, recebe as forças do solo geradas quando o pé o toca e as transmite superiormente em direção à coluna vertebral. Durante a caminhada, o cíngulo do membro inferior move-se como uma unidade nos três planos do espaço, o que possibilita o movimento relativamente suave. Além disso, o cíngulo do membro inferior sustenta e protege as vísceras pélvicas, proporciona inserções para alguns músculos e constitui a parte óssea do canal de parto nas mulheres.

 

Capítulo 18 - Articulação do Quadril

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18

Articulação do Quadril

JJ

Estrutura e movimentos da articulação, 283

Artrocinemática, 284

JJ

Ossos e pontos de referência, 285

Pontos de referência importantes do ílio, 285

Pontos de referência importantes do ísquio, 286

Pontos de referência importantes do púbis, 286

Pontos de referência importantes do fêmur, 286

Pontos de referência importantes da tíbia, 287

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 287

O membro inferior abrange a pelve, a coxa, a perna e o pé (Figura 18.1). Os ossos da pelve são os dois ossos do quadril, o sacro e o cóccix. O osso do quadril é formado pela fusão de três ossos (ílio, ísquio e púbis). A coxa contém o fêmur e a patela. A perna compreende a tíbia e a fíbula, e o pé tem sete ossos tarsais, cinco ossos metatarsais e 14 falanges. A Tabela 18.1 apresenta um resumo dos ossos do membro inferior.

CC

Estrutura e movimentos da articulação

A articulação do quadril é a mais proximal do membro inferior. É muito importante nas atividades com sustentação de peso e na marcha. Assim como a do ombro, é uma articulação sinovial esferóidea. A cabeça do fêmur, arredondada ou convexa, encaixa-se no acetábulo côncavo e articula-se com ele (Figura 18.2). A cabeça do fêmur, convexa, desliza em sentido oposto ao movimento da coxa. Ao contrário do ombro, o quadril é uma articulação muito estável, e, por isso, sua amplitude de movimento é um pouco menor.

 

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