Didática do Ensino Superior, 2ª edição

Autor(es): GIL, Antonio Carlos
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Ser professor universitário na atualidade requer muito mais do que simplesmente ter domínio da matéria a ser apresentada aos alunos. Para quem se aventura pelas salas das universidades é preciso saber combinar suas habilidades pessoais com as expectativas dos estudantes e garantir uma aprendizagem agradável e eficiente. É exatamente este o propósito deste livro: ser ferramenta para o desenvolvimento do profissional na atividade docente, para que ele seja capaz de definir objetivos de aprendizagem, selecionar conteúdos relevantes, escolher as estratégias de ensino mais adequadas e promover uma avaliação que esteja comprometida com a aprendizagem de seus alunos._x000D_
Livro-texto para as disciplinas Didática do Ensino Superior, Metodologia do Ensino Superior e Prática do Ensino Superior dos cursos de pós-graduação lato sensu. Leitura de interesse para professores universitários e instrutores de programas de formação e aperfeiçoamento de pessoal de nível superior._x000D_
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1 - O que é Didática do Ensino Superior

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O que é Didática do

Ensino Superior

Durante muito tempo, prevaleceu no âmbito do Ensino Superior a crença de que para se tornar um bom professor neste nível bastaria dispor de comunicação f luente e sólidos conhecimentos relacionados à disciplina que se pretendesse lecionar. A justificativa dessa afirmação fundamentava-se no fato de o corpo discente das escolas superiores ser constituído por adultos, diferentemente do corpo discente do ensino básico, constituído por crianças e adolescentes.

Assim, esses alunos não necessitariam do auxílio de pedagogos. Aliás, o próprio termo pedagogia tem sua origem relacionada à palavra criança (em grego: paidos

= criança; gogein = conduzir). Os estudantes universitários, por já possuírem uma “personalidade formada” e por saberem o que pretendem, não exigiriam de seus professores mais do que competência para transmitir os conhecimentos e para sanar suas dúvidas. Por essa razão é que, até recentemente, não se verificava preocupação explícita das autoridades educacionais com a preparação de professores para o Ensino Superior. Ou melhor, preocupação existia, mas com a preparação de pesquisadores, ficando subentendido que quanto melhor pesquisador fosse mais competente professor seria.

 

2 - Quem é o professor universitário

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Quem é o professor universitário

Vimos no Capítulo 1 que a eficácia do Ensino Superior depende de múltiplos fatores, que podem, no entanto, ser agrupados em três categorias de variáveis: relacionadas aos alunos, aos professores e à organização do curso. Seria muito difícil, ou mesmo impossível, definir qual desses fatores é o mais importante, até mesmo porque eles estão intimamente relacionados. Classicamente, porém, no processo de ensino, tem sido atribuída maior importância ao professor. Tanto

é que este aparece na maioria dos trabalhos publicados nos últimos três séculos como a figura mais importante. Mas esta situação vem se alterando, pois a tendência mais evidente na literatura pedagógica nas últimas décadas tem sido a de relativizar o papel do professor. Sobretudo depois que Rogers (1985, p. 125) escreveu que ensinar “é uma atividade relativamente sem importância e vastamente supervalorizada” e propôs que o professor se transformasse em

“facilitador da aprendizagem”.

 

3 - Quem é o estudante universitário

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Quem é o estudante universitário

O Capítulo 2 versa sobre o professor universitário, os papéis que desempenha e

as competências requeridas para que possa contribuir para a eficácia do processo de ensino-aprendizagem. Mas o professor constitui um dos polos desse processo.

O outro é constituído pelos estudantes. Logo, não há como deixar de considerar o papel desempenhado pelo corpo discente nesse processo.

Qualquer livro elementar de Didática ou de Metodologia do Ensino ressalta hoje a importância do corpo discente. Entretanto, essa preocupação com o estudante é relativamente recente na História da Educação. A razão desta mudança pode ser facilmente explicada. Durante muito tempo, no Brasil e em tantos outros países, o corpo discente das escolas foi constituído por alunos provenientes de estratos sociais pouco diferenciados. No Ensino Superior, havia até mesmo identidade de gênero, pois os alunos eram do sexo masculino. Por isso mesmo, o modelo predominante na educação no Brasil foi o da educação homogênea, que, aliás, sempre pareceu justo, pois preconizava atender a todos os alunos de forma igual e equitativa. No entanto, com o processo de democratização do ensino, passaram a ter acesso à escola pessoas provenientes de outros estratos sociais, com interesses, motivações e heranças culturais diferentes e com competências e conhecimentos em distintos graus de desenvolvimento. Esta situação tornou inviável a postura secular do professor de desenvolver sua atividade para um alunado típico.

 

4 - Como se relacionam professores e estudantes

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Como se relacionam professores e estudantes

Parece haver consenso entre os professores que o mais importante no Ensino

Superior é conseguir que o estudante aprenda. Também não é difícil admitir que tanto as aptidões e motivações dos estudantes quanto as dos professores exercem inf luência na aprendizagem, além de variáveis relacionadas aos objetivos e à organização dos cursos. Mas há outro aspecto muito importante a ser considerado, que é o do relacionamento que se estabelece entre professor e estudante.

Toda a vida em sala de aula é constituída por relações interpessoais. O professor explica, pergunta, responde, informa, admoesta, repreende, elogia, critica ou ameaça, valendo-se tanto da linguagem verbal quanto da não verbal. Da mesma forma, os estudantes comunicam-se com o professor e com os colegas em muitos momentos; perguntam, respondem, reclamam, dizem algo enquanto aguardam e também dizem alguma coisa quando estão distraídos ou mesmo quando se calam. O relacionamento entre professor e estudante ocorre de maneira tão intensa que, para Marchand (1985), ambos formam um “par educativo”, devendo, portanto, ser considerados como uma unidade.

 

5 - Como utilizar estratégias para facilitar a aprendizagem

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Como utilizar estratégias para facilitar a aprendizagem

Durante muito tempo, os estudos relacionados ao aprendizado apareceram desvinculados dos estudos sobre ensino. Os manuais de didática apresentavam aos professores um conjunto de métodos e técnicas de valor universal, “capazes de ensinar tudo a todos”. Como consequência, poucos professores sentiam necessidade de considerar as características pessoais dos estudantes, seus interesses e motivações para planejar suas atividades. Mas novos modelos educacionais, apoiados em pesquisas científicas, vêm contribuindo significativamente para mudar essa visão dos educadores.

Sabe-se hoje que, ao contrário das concepções tradicionais, o ato de ensinar não implica necessariamente o aprendizado daquele que o recebe. Pesquisas indicam que, numa situação de aprendizagem, o centro essencial da atividade não está naquele que ensina, mas naquele que aprende. Assim, não há como deixar de considerar que o aprendizado dos estudantes é inf luenciado pela maneira como o professor procura adequar as estratégias de ensino às necessidades e às expectativas deles.

 

6 - Como planejar o ensino

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Como planejar o ensino

O início das atividades do professor universitário não se dá no primeiro dia de aula. Suas tarefas começam com o planejamento, que se inicia algumas semanas ou alguns meses antes, dependendo da experiência do professor com a disciplina que pretende lecionar. Por mais erudito e experiente que seja, ele não pode dispensar essa etapa, pois graças a ela é que seu trabalho assume racionalidade e pode ser avaliado.

O planejamento requer do professor algumas habilidades distintas daquelas que estão diretamente relacionadas à prática docente. Como foi lembrado no

Capítulo 3, o professor universitário desempenha diferentes papéis, e um deles

é o de planejador.

A maioria dos professores universitários reconhece a importância do planejamento do ensino. Mas nem todos planejam seus cursos de maneira criativa.

Muitos simplesmente seguem os capítulos de um livro-texto, sem considerar o que é realmente necessário que os alunos aprendam. Também é grande o número de professores que utilizam sem muita reflexão os mesmos métodos de ensino e os mesmos procedimentos de avaliação.

 

7 - A formulação de objetivos

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A formulação de objetivos

A elaboração de um plano de ensino, qualquer que seja o seu nível, inicia-se com a formulação de objetivos. Por essa razão, qualquer planejamento consequente requer primeiramente a definição clara e precisa do que se espera que o aluno seja capaz de fazer após a conclusão de um curso, disciplina, unidade ou aula.

Nem sempre, porém, é o que ocorre na prática dos professores universitários.

Há professores que selecionam tópicos e ao longo das aulas vão “passando a matéria”. Dessa forma, ao final do curso, admitem ter alcançado seus objetivos.

O que seria satisfatório se o objetivo fosse “terminar o curso”. Mas nenhum professor certamente admite ser esse o seu objetivo.

Quem leu o livro Alice no país das maravilhas certamente se lembra da passagem em que ela se encontra diante de muitos caminhos para partir em busca do coelho que fugiu com o relógio. Ao ver um grande gato no alto de uma árvore, pergunta-lhe: “Você pode me ajudar?” Ele diz: “Sim, pois não”. “Para onde vai essa estrada?”, pergunta ela. Ele responde com outra pergunta: “Para onde você quer ir?”. Ela diz: “Eu não sei, estou perdida”. Ele, então, diz-lhe assim:

 

8 - Como definir conteúdos

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Como definir conteúdos

A definição dos conteúdos constitui um dos itens mais importantes na elaboração dos planos de ensino. Até algumas décadas atrás, constituía o ponto de partida para todo o planejamento de ensino. O professor, com base nos programas elaborados pela faculdade, desenvolvia todas as suas atividades de planejamento.

Esse planejamento, a rigor, consistia simplesmente em distribuir, de acordo com o tempo disponível, os conteúdos do programa de sua disciplina.

Embora posturas como essa ainda sejam adotadas por muitos professores do

Ensino Superior, a tendência atual é enfocar os conteúdos numa perspectiva mais dinâmica. Eles passam a ser vistos menos como orientadores do planejamento e mais como elementos que contribuem para a concretização dos objetivos de aprendizagem. Assim, o presente capítulo é dedicado à discussão do papel dos conteúdos nos planos de ensino e aos procedimentos necessários para sua operacionalização. Após sua leitura cuidadosa, o leitor será capaz de:

 

9 - Como ministrar aulas expositivas

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Como ministrar aulas expositivas

A preleção verbal utilizada pelos professores com o objetivo de transmitir informações aos estudantes constitui, provavelmente, o mais antigo e ainda o mais utilizado método de ensino, não apenas na universidade, mas também no ensino médio e nas séries mais avançadas do ensino fundamental. Nas empresas, a exposição é utilizada sob a forma de palestra; nas campanhas políticas, sob a forma de discurso e nas igrejas, sob a forma de sermão. Sua morte já foi anunciada por muitos cronistas da educação, mas sobreviveu à difusão dos materiais escritos, à televisão, ao vídeo, ao computador e à Internet. Mas, ao mesmo tempo em que

é o mais utilizado, é também o mais controverso. Enquanto alguns professores defendem seu uso, sobretudo pela praticidade, outros o criticam. Já houve até mesmo quem o definisse com um processo em que as informações passam das fichas do professor para o caderno dos estudantes, sem passar pela cabeça de nenhum dos dois.

 

10 - Como promover discussões em classe

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Como promover discussões em classe

A discussão é reconhecida como um dos mais adequados métodos para o ensino universitário. Desde o surgimento do movimento pela Escola Nova, na década de 1920, a discussão passou a ser reconhecida como o protótipo dos métodos ativos. O professor que utiliza a discussão em sala de aula tende a ser reconhecido como mais democrático. Para os educadores humanistas, a discussão

é a estratégia que melhor expressa os propósitos dessa corrente educacional.

Mas, apesar do reconhecimento dos méritos de discussão, não são poucos os professores que rejeitam sua utilização. Há os que que a veem como perda de tempo, abdicação da responsabilidade de ensinar e até mesmo como forma de dissimular incompetência pedagógica.

A discussão pode funcionar como estratégia de ensino das mais eficazes. E é capaz de proporcionar aos alunos altos níveis de satisfação. Mas sua qualidade depende da maneira como é preparada e também da competência do professor.

 

11 - Como promover a aprendizagem baseada - em problemas

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Como promover a aprendizagem baseada em problemas

Dentre as estratégias reconhecidas como as mais capazes de promover aprendizagem significativa está a aprendizagem baseada em problemas (ABP), em que o estudante, em vez de assumir o tradicional papel de receptor passivo do conhecimento, assume a posição de protagonista de seu aprendizado por meio da pesquisa. Com efeito, a ABP é a estratégia que mais contribui para desenvolver o pensamento crítico dos estudantes e para promover a busca conjunta de soluções criativas para os problemas propostos. Também é no contexto da ABP que os professores atuam mais efetivamente como facilitadores da aprendizagem.

Por sua amplitude, a ABP pode ser considerada mais como uma abordagem do que propriamente um método de ensino. Isto porque volta-se primordialmente para a compreensão dos estudantes acerca de sua própria situação e estrutura, permitindo-lhes perceber como aprendem e como atuarão como futuros profissionais (SAVIN-BADEN, 2006). De fato, a ABP é projetada para ajudar os estudantes a desenvolver competências que vão atendê-los durante toda a vida profissional.

 

12 - Como integrar atividades desenvolvidas fora - da sala de aula

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Como integrar atividades desenvolvidas fora da sala de aula

A maioria das obras que tratam da Didática do Ensino Superior enfatiza as atividades desenvolvidas no âmbito da sala de aula. De fato, as aulas são essenciais para o aprendizado das disciplinas que compõem o currículo dos cursos universitários. Por essa razão, confere-se significativa importância à atuação do professor em classe. Parte significativa do aprendizado, no entanto, ocorre fora da sala de aula. Leitura de livros, jornais e revistas, trabalhos escritos, pesquisa em biblioteca e em laboratório, observação direta de fenômenos, excursões e desempenhos artísticos são atividades desenvolvidas pelos estudantes em outros ambientes, mas essenciais para o aprendizado.

Requer-se, portanto, que as atividades desenvolvidas dentro e fora da sala de aula integrem-se harmoniosamente. Assim, foi elaborado o presente capítulo com o propósito de auxiliar o professor no desempenho dessas tarefas. Após estudá-lo cuidadosamente, você será capaz de:

 

13 - Como utilizar recursos tecnológicos no Ensino Superior

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Como utilizar recursos tecnológicos no Ensino

Superior

Um problema facilmente observado na comunicação docente no Ensino Superior

é o verbalismo, ou seja, a transmissão de informações mediante o emprego exagerado de palavras. Muitos professores acreditam que a utilização de dis‑ cursos longos e bem elaborados é suficiente para levar os alunos a aprender o conteúdo das disciplinas que lecionam. Mas, na maioria das vezes, o que esses professores conseguem é que os alunos decorem parte do que foi apresentado, sem que se tornem capazes de compreender o seu significado ou de aplicá‑lo a situações concretas. E, se a respectiva avaliação for elaborada de forma a privilegiar a memorização, poderão ter a falsa impressão de que os estudantes compreenderam a matéria.

Com intuito de tornar a comunicação mais eficaz, os professores vêm lan‑

çando mão de recursos auxiliares de ensino. Esses recursos, graças ao notável desenvolvimento tecnológico observado nas últimas décadas, vêm se sofisticando, e desafiando os professores universitários. Isto porque os estudantes da chamada geração Y, que nasceram depois de 1982, nunca conheceram a vida sem internet, veem o computador como o núcleo de seu trabalho, buscam on‑line a maioria das informações de que necessitam e utilizam o celular como o principal meio de comunicação. Quando estes estudantes em sala de aula se deparam com professores utilizando recursos tradicionais – que em muitas circunstâncias são os mais adequados – tendem a sentir algum tipo de desconforto.

 

14 - Como avaliar a aprendizagem dos estudantes

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Como avaliar a aprendizagem dos estudantes

Poucas coisas são tão desagradáveis para os professores universitários quanto a necessidade de avaliar o aprendizado de seus estudantes. Não apenas pelos esforços requeridos, mas também pelo constrangimento que representa avaliá-los e, algumas vezes, reprová-los. Muitos professores detestam a avaliação. Também há professores que a veem como procedimento autoritário, ideológico, injusto e excludente, o que os tem levado a duvidar de sua eficácia e a aplicá-la apenas por exigência da escola e das autoridades educacionais.

O maior problema da avaliação no Ensino Superior está no fato de que envolve sérias consequências para quem está sendo avaliado. As notas que o estudante recebe não apenas determinarão se ele será aprovado ou reprovado.

Elas poderão afetar sua autoestima, influenciar sua motivação para os estudos, reforçar o interesse pelo abandono do curso, guiá-lo na escolha do campo de sua especialização, afetar seus planos de estudos de pós-graduação e até mesmo influenciar o desenvolvimento de sua carreira.

 

15 - Qual o lugar da ética no Ensino Superior

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Qual o lugar da ética no Ensino Superior

A Didática do Ensino Superior não pode tratar exclusivamente dos procedimentos voltados à facilitação da aprendizagem dos estudantes. As maiores dificuldades com que se deparam os professores do Ensino Superior não se referem propriamente à formulação de objetivos, à seleção dos conteúdos, à determinação das estratégias de ensino ou aos procedimentos adotados na avaliação. As principais questões referem-se à maneira com que os professores se relacionam com os estudantes, com os seus colegas, com a instituição e com a própria disciplina que ministram.

Questões dessa natureza não podem ser facilmente respondidas, pois envolvem considerações acerca do que é bom ou mau, do que é justo ou injusto ou do que vale ou não a pena. Referem-se a valores. Assim, qualquer obra elaborada com o objetivo de proporcionar respostas definitivas a essas questões corre naturalmente o risco de ser denunciada por seu viés ideológico.

As dificuldades que envolvem a abordagem destas questões não podem, no entanto, levar ao encerramento de uma obra sem que as questões éticas subjacentes sejam consideradas. Nos últimos anos, muito tem sido escrito e debatido acerca de questões éticas no Ensino Superior, em decorrência, principalmente, das estratégias adotadas por muitas instituições para cooptar e para manter seus alunos.

 

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