Vencendo o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade: Adulto

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Se você está entre os milhões de adultos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – ou acha que pode estar – precisa saber dos últimos achados científicos sobre esse transtorno e seu tratamento. Precisa de estratégias práticas para ajudá-lo a se concentrar, prestar atenção, se organizar e adquirir o controle das suas emoções e ações. E necessita de maneiras eficientes para desenvolver suas potencialidades e atingir seus objetivos, seja no trabalho, nos relacionamentos familiares ou nas buscas pessoais.

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1. É possível que você tenha TDAH?

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É possível que você tenha TDAH?

As experiências que você acabou de ler lhe parecem familiares? Estas são as vozes dos adultos com TDAH. O primeiro comentário atinge o próprio cerne do que é o

TDAH. Esta é uma descrição sucinta dos sérios problemas de manejo do tempo que o TDAH cria para os adultos em suas vidas cotidianas.

Você se sente como se estivesse com frequência fora de sincronia com o relógio, com horários e agendas? Sempre atrasado, disperso ou inseguro sobre o que fazer com as horas limitadas de seu dia? Se é assim, você sabe que esta não é uma sensação agradável, pois está constantemente se decepcionando e decepcionando os outros ao perder prazos, e parecendo se colocar acima das pessoas ao perder encontros e compromissos. Você sabe que é difícil manter um senso de responsabilidade e competência de adulto quando aqueles que o cercam acham que não podem contar com você para que as coisas sejam feitas. Talvez tenha chegado o momento de mudar tudo isso.

 

2. Você consegue lidar sozinho com o seu problema?

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Você consegue lidar sozinho com o seu problema?

Acreditar que pode ter TDAH pode soar como um enorme alívio: pelo menos você tem alguma ideia de por que sua vida tem sido tão difícil. Problema resolvido, certo? Tudo o que você tem de fazer agora é ler alguns livros como este para saber como lidar com os déficits impostos pelo TDAH.

Não é tão simples assim. Há algumas razões muito poderosas para procurar ajuda profissional, tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento. Este capítulo vai lhe explicar com mais detalhes o que um homem na faixa dos 30 anos colocou muito claramente:

“Durante as últimas décadas, tentei com muito esforço lidar sozinho com meu TDAH e sentir que fiz a coisa certa. Mas agora acho que preciso de alguma ajuda. Estou cansado de ficar ‘pulando de galho em galho’ e realmente gostaria de me estabelecer e superar este desempenho, como EU SEI que posso.”

Em resumo, estas são as razões para procurar ajuda profissional:

 Para se certificar de que seus sintomas não estão sendo causados por outra condição, que não o TDAH, que requeira atenção.

 

3. Onde você pode conseguir ajuda?

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Onde você pode conseguir ajuda?

Se você ainda não recebeu uma avaliação diagnóstica, pode buscar sozinho um profissional qualificado de saúde mental. Mas se tiver uma boa relação com seu médico de atenção primária, um telefonema para ele pode ser um primeiro passo frutífero. Um médico que o conheça bem poderá usar questionários de triagem para determinar se você está certo em achar que pode ter TDAH. Se o médico puder descartar causas físicas para seus sintomas, você se poupa do exame médico adicional que um avaliador de saúde mental recomendaria. E um médico que o conheça bem pode encaminhá­‑lo a um especialista de TDAH adequado a você. Em minha experiência, quando você gosta de seu médico e confia nele, tem uma boa chance de se sentir da mesma maneira em relação a alguém recomendado por ele.

COMO ENCONTRAR UM PROFISSIONAL EXPERIENTE EM TDAH

Quaisquer das seguintes sugestões a seguir podem ser uma boa fonte de encaminhamentos. Se alguma delas não funcionar para você, tente as outras.

 

4. O que você necessita para a avaliação?

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O que você necessita para a avaliação?

Quando você sabe o que esperar, o processo de avaliação pode ocorrer de maneira mais tranquila e rápida.

PREPARE­‑SE SABENDO O QUE ESPERAR E O QUE LEVAR

Seguem­‑se os elementos típicos em uma avaliação diagnóstica:

 Uma série de escalas de avaliação e informações de encaminhamento antes ou

durante a avaliação.

Uma entrevista com você.

 Uma revisão dos registros anteriores que podem documentar seus prejuízos.

 Testes psicológicos para descartar atraso cognitivo geral ou transtorno de aprendizagem.

Entrevistas com outros profissionais que o conhecem bem para corroborar seus

 relatos.

 Um exame médico geral, quando parte de seu tratamento consistir em medicação ou as condições médicas coexistentes precisarem ser avaliadas (caso seu médico ainda não o tiver feito).

O que você pode levar para facilitar esses passos:

 Quaisquer registros que tiver ou puder reunir antecipadamente de escolas

 

5. O que a avaliação lhe dirá?

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O que a avaliação lhe dirá?

Na maioria dos casos, você obterá imediatamente as respostas que busca em uma consulta que concluirá a avaliação. Em alguns casos, se os resultados de qualquer teste realizado não estiverem prontamente disponíveis, esse parecer poderá ser adiado. Durante o encontro, o profissional:

 discutirá os achados de toda a coleta de informações;

 dar­‑lhe­‑á uma opinião sobre se você tem TDAH ou outros problemas;

 proporcionará a você um conjunto de recomendações sobre o que fazer a respeito de seu TDAH e de quaisquer outros problemas revelados.

É possível ter TDAH sem apresentar problemas de impulsividade ou hiperatividade. Há um subtipo caracterizado principalmente por problemas de desatenção.

(Você pode encontrar mais informações sobre esse subtipo na p. 39.)

Para apresentar um diagnóstico de TDAH de um adulto, a partir dos achados da avaliação, o profissional deve acreditar que:

 você tem altos níveis de desatenção e/ou com-

 

6. Conheça o seu TDAH

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Conheça o seu TDAH

Vamos começar com o conhecimento sobre o TDAH.

Conhecimento é poder

Leia este livro. Tente se comprometer a arranjar tempo para isso. Fragmentei o livro em blocos fáceis de lidar, e você sempre poderá pular os quadros, listas, tabelas e gráficos e voltar a eles mais tarde.

Estabeleça o objetivo de ler um capítulo ou alguns capítulos todos os dias – mesmo que de início só passando os olhos – para garantir que terminará de lê­‑lo. Se você tem um computador, BlackBerry ou relógio de pulso com alarme, tente programá­‑lo para lembrá­‑lo da leitura durante 15 minutos em um determinado horário, todos os dias.

Explore as fontes de informação extras listadas em todo este livro. Onde aparece um livro ou dois, ou um artigo que possa responder a muitas perguntas comuns sobre o tema de que trata a página, você vai encontrar ali uma referência para poder recorrer à fonte quando tiver dúvidas. Encontrará também uma lista abrangente, separada por tema, nos Recursos, no final do livro.

 

7. Resista aos impulsos: o primeiro passo no autocontrole

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Resista aos impulsos

O primeiro passo no autocontrole

“Por que eu me distraio tão facilmente quando me esforço tanto para me concentrar?”

“Eu sei que deveria ter aquele projeto pronto esta manhã, mas simplesmente não consegui tirar a cabeça deste excelente videogame de futebol que estava jogando com rapazes de todos os Estados Unidos. Agora estou realmente em apuros. Se descubro algo excitante, divertido ou pelo menos interessante, fico completamente paralisado.”

“Não consigo lhe dizer quantas vezes falei sem pensar e acabei ofendendo alguém, ou comprei coisas que pensei que realmente queria sem ter fundos em meu cartão de crédito para pagá­‑las, ou simplesmente me levantei e abandonei um emprego porque estava entediado com o que era solicitado a fazer naquele dia.”

Todos precisamos parar e pensar antes de agir. E parar é a palavra­‑chave aqui.

Pensar antes de agir para poder escolher um curso de ação inteligente começa com a capacidade de esperar. Se reagíssemos imediatamente a tudo o que acontece a nossa volta, passaríamos nossos dias como fliperamas humanos. Não reagir aos eventos que acontecem a nossa volta é fundamental para concluirmos nossas tarefas. É a base da diplomacia. Isso nos ajuda a tomar boas decisões – e a nos tornarmos tomadores de decisões cada vez melhores no decorrer do tempo.

 

8. Autocontrole: como conseguir o que você quer

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Autocontrole

Como conseguir o que você quer

“Eu não tenho autodisciplina! Tenho objetivos, mas nunca os atinjo. Quando as coisas ficam um pouquinho difíceis ou me deparo com um problema, simplesmente desisto.”

“Minha vida está quase na metade, e eu ainda não consegui realizar a maioria dos objetivos que estabeleci para mim. Sou tão brilhante quanto a maioria das pessoas que conheço. Às vezes, fico ponderando se sou simplesmente preguiçoso ou não me importo tanto quanto os outros em realizar coisas importantes.”

“Certa vez, um amigo e eu estávamos trabalhando neste emprego de construção, e ele disse que iria tirar folga naquele dia e dirigir de Wisconsin até Denver para procurar um novo emprego lá. Ele nunca havia estado lá, mas ouviu dizer que era um lugar

ótimo para se morar. Então, eu disse que iria com ele, simples assim. Sem planos, sem perspectiva de trabalho, sem lugar para morar – nada! E nós dois nos pusemos na estrada. Fico pensando: até que ponto isso é uma coisa estúpida?”

 

9. Funções executivas: as habilidades que compõem o autocontrole... e mais

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Funções executivas

As habilidades que compõem o autocontrole... e mais

“Por que demoro duas horas para escrever uma carta de negócios que outras pessoas conseguem escrever em 10 minutos? Parece que não consigo que minhas ideias fluam em uma sequência bem ordenada para escrever o que quero dizer.”

“Tenho uma dificuldade terrível para controlar minhas emoções, especialmente se acontece algo que me frustra ou me perturba. Uma das muitas vezes em que tranquei minhas chaves dentro do carro e realmente precisava ir a algum lugar importante para o meu trabalho, fiquei tão furioso comigo mesmo que comecei a destruir a porta do carro. As pessoas que passavam por ali devem ter olhado para mim e pensado

‘Esse sujeito é totalmente louco!’, mas eu não me importei.”

 O Capítulo 7 mostrou que usamos a inibição para adiar a decisão de reagir a

um evento – esperar.

O

 Capítulo 8 mostrou que esse adiamento concede tempo para nos engajarmos no autocontrole. O autocontrole nos permite escolher o curso de ação mais criterioso para conseguir o melhor resultado possível no futuro.

 

10. A natureza do TDAH e como você pode controlá‑lo

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A natureza do TDAH e como você pode controlá­‑lo

Espero que agora você possa ver que o TDAH em adultos não é apenas um problema trivial relacionado à atenção! Ao contrário, é um problema de longo alcance, que afeta as habilidades humanas mais importantes: é uma condição que o priva da capacidaQualquer um que lhe diga de de ignorar os impulsos. É um déficit no funque tudo o que você necessita cionamento executivo do cérebro que dificulta

é força de vontade e prestar muito regular e organizar seu comportamento atenção deveria ler o Segundo

Passo deste livro. no decorrer do tempo para melhor prepará­‑lo para o futuro.

MÍOPE em RELAÇÃO AO FUTURO

Colocando de um modo simples, você e outros adultos com TDAH são cegos – ou pelo menos míopes – em relação ao tempo. Não lhe falta conhecimento ou habilidade. Seus problemas estão nos mecanismos executivos que captam o que você já sabe e as

O TDAH é um transtorno do desempenho – de fazer o que habilidades que já possui para os aplicar a um você sabe, e não de saber o comportamento mais efetivo em relação às ouque fazer. tras pessoas e ao futuro. Em certo sentido, seu intelecto (conhecimento) foi desconectado de suas ações diárias (desempenho). Você pode saber como agir, mas não age dessa maneira quando colocado em ambientes sociais em que essa ação o beneficiaria.

 

11. Assuma o seu TDAH

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Assuma o seu TDAH

Agora você conhece o seu TDAH. Está pronto para assumi­‑lo?

Ser capaz de se identificar com os sintomas, as deficiências e os prejuízos sobre os quais você leu até agora pode facilitar a aceitação de que possui TDAH.

Mas isso não significa que esse processo não vá requerer tempo. Muitas pessoas precisam se adaptar à ideia de que têm esta condição e que ela não vai desaparecer. Você está tendo algumas destas reações?

 Está negando o fato de ter TDAH? A negação inicial não é incomum, mas ficar

paralisado na negação é, em geral, resultado de ter sido coagido a buscar uma avaliação.

 Está sentindo uma sensação de profundo alívio? Finalmente, saber o que você tem e como isso é responsável por suas lutas ao longo da vida pode aliviar muito a autoculpa e lhe permitir parar de vasculhar o passado e encarar o futuro.

 Você se sentiu de início desmoralizado ou deprimido? É perfeitamente natural se sentir triste por ter uma condição crônica e incurável. Mas saber quanta ajuda há disponível é um grande antídoto.

 

12. Por que faz sentido tentar a medicação?

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Por que faz sentido tentar a medicação?*

Medicação funciona

Quando as pessoas perguntam por que devem tentar a medicação como uma forma de controlar o seu TDAH, minha resposta sempre se reduz ao seguinte: porque as medicações para o TDAH são os tratamentos mais eficazes atualmente disponíveis para controlar o seu TDAH. Ponto final.

Sabemos que as medicações para o TDAH podem normalizar o comportamento de 50 a 65% daqueles que têm TDAH e resultam em melhorias substanciais, se não em normalização, em outros 20 a 30% das pessoas portadoras deste transtorno.

Quando você encontra a medicação certa para seu caso, pode sentir melhorias substanciais em seus sintomas do TDAH. Uma vez que a tenha encontrado, pode esperar melhorias significativas nos prejuízos causados por esses sintomas.

Na verdade, a mudança positiva proporcionada pelas medicações para o TDAH provavelmente não tem similares em qualquer tratamento para outro transtorno na psiquiatria.

 

13. Os estimulantes

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Os estimulantes

Os estimulantes são as medicações para o TDAH sobre os quais provavelmente você mais ouviu falar. São os que estão no mercado há mais tempo e são usados tanto para crianças quanto para adultos. Se você foi diagnosticado quando criança, um estimulante deve ter sido recomendado como parte de seu tratamento. Os estimulantes são também as medicações mais controversas para o TDAH. Mitos e também preocupações realistas aparecem regularmente na mídia e são constantemente divulgadas pela internet. Este capítulo vai:

 Separar o fato da ficção.

 Proporcionar­‑lhe uma ideia a respeito do quanto um estimulante pode ajudá­‑lo.

 Responder as perguntas tipicamente levantadas sobre tais medicações por adultos com TDAH.

Os estimulantes: Prós e contras

Os prós: Os estimulantes aumentam a inibição, a resistência à distração e a capacidade para sustentar a atenção enquanto mantêm na mente o que se deve estar fazendo ou planejando fazer. Eles aumentam a frequência e a coordenação motora e também o autocontrole emocional.

 

14. Os não estimulantes

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Os não estimulantes

Quando os médicos e os pesquisadores falam sobre “os não estimulantes” para o

TDAH, estão tipicamente falando sobre a atomoxetina. Este medicamento é vendido sob o nome comercial de Strattera. Entretanto, em setembro de 2009, o FDA aprovou o uso de uma forma de liberação prolongada da guanfacina (nome comercial: Intuniv), anteriormente usada para tratar hipertensão arterial, como um tratamento para o TDAH em crianças. Esse é outro não estimulante que pode entrar no quadro mais amplaVeja o Capítulo 11 para mente, embora não esteja claro quando a aprovação será conceuma definição de estudo dida para o uso dessa medicação em adultos.* Por essa razão, não de pesquisa duplo­‑cego vamos discuti­‑la aqui. randomizado.

Em 2003, o FDA aprovou a atomoxetina para o controle do

TDAH em crianças, adolescentes e adultos. Este foi o primeiro (e

é ainda o único) não estimulante aprovado para o tratamento do TDAH em adultos. Nessa época, foi a primeira substância nova aprovada para o TDAH em mais de 25 anos. A atomoxetina foi estudada mais do qualquer outra substância para o

 

15. O que esperar do tratamento

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O que esperar do tratamento

As medicações para o TDAH estão entre as mais seguras, mais eficazes e mais bem estudadas entre todas aquelas usadas para tratar condições psiquiátricas. Você tem uma boa chance – até 80% – de se adaptar a um curso de tratamento que vai modificar sua vida. Mas isso pode demorar algum tempo. Algumas tentativas em consultas com seu médico podem ser necessárias para poder elaborar o regime mais adequado. Eis como você e seu médico vão chegar lá.

faça UM EXAME FÍSICO E ENTREVISTA

Você pode já ter coberto estes passos durante sua avaliação diagnóstica. Mas, se já foi diagnosticado há algum tempo e só está considerando a medicação agora, seu médico provavelmente vai querer cobrir esse campo de novo. Convém certificar­

‑se de que nenhum fator novo que poderia afetar um curso de medicação tenha entrado no quadro.

Seu médico vai realizar um exame físico com particular atenção a:

 Sua frequência cardíaca.

 Sua pressão arterial.

 

16. Regra 1: Pare a ação!

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Regra 1: Pare a ação!

O que a Regra 1 pode fazer por você:

Ganhar algum tempo antes de agir.

Se você é um adulto com TDAH, a Regra 1 é destinada a você. Simples assim.

Os problemas com o autocontrole que estão no cerne do TDAH se iniciam com a dificuldade para resistir aos impulsos. Seu chefe lhe propõe dobrar seus objetivos de vendas para o ano, e, antes de poder morder sua língua, você explode em uma gargalhada e diz: “Está ficando louco?”. Quando vê o novo ornamento no gramado de seu vizinho, diz a ele que aquilo faz sua casa parecer um motel barato, e agora ele não está falanVolte aos Capítulos 6 e 7 do com você – de novo. Você vê um maravilhoso par de sapatos para ver que insights lhe na vitrine de uma loja e corre para comprá­‑lo, embora cada tosvêm à mente sobre onde tão do salário que tem no bolso já esteja comprometido. e como sua impulsividade

Não parando antes de agir, você não se permite um tempo tem lhe prejudicado. para pensar. Esse pensamento inclui usar seu pensamento retrospectivo e sua antevisão para se dar conta da situação, lembrar o que aconteceu antes e considerar o que deve fazer a seguir. Também inclui se permitir um tempo para falar consigo mesmo sobre a situação, usando a voz de sua mente para ponderar como lidar com a situação.

 

17. Regra 2: Olhe para o passado... e depois para o futuro

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Regra 2: Olhe para o passado... e depois para o futuro

O que a Regra 2 pode fazer por você:

Ajudá­‑lo a ver o que vem a seguir.

Quando surge um problema durante seu dia, você fica totalmente desconcer‑ tado com o que pode acontecer e o que fazer? Recrimina­‑se constantemente por cometer repetidas vezes o mesmo erro? A Regra 2 é dedicada a você.

Você já sabe que o olho de sua mente (a memória de trabalho não verbal) não é tão poderoso quanto aquele das pessoas que não têm TDAH. Isso torna realmente desafiador ativar suas imagens mentais relacionadas à visão retrospectiva e

à antevisão antes de agir. Você já consegue muito bem olhar para trás em sua vida e até mesmo olhar para frente para saber o que sua experiência pode lhe dizer que vai acontecer, mas só depois que você já agiu e a poeira assentou. A boa notícia aqui é que ser capaz de exercitar a visão retrospectiva vai lhe dizer que você realmente possui essa capacidade. A má notícia é que só exercer a visão retrospectiva depois do fato ocorrido em geral conduz

 

18. Regra 3: Expresse o passado... e depois o futuro

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Regra 3: Expresse o passado... e depois o futuro

O que a Regra 3 pode fazer por você:

Ajudá­‑lo a analisar a situação antes de decidir o que fazer.

Ajudá­‑lo a desenvolver regras que você possa usar para as mesmas situações no futuro.

Você enxerga o que está por vir e ainda persiste na reação automática? Você se sente como se continuasse tendo de aprender repetidamente as mesmas lições? A Regra 3 está destinada a você.

A memória operacional não verbal – o olho da mente – não é suficiente para a maioria de nós, se queremos operar com sucesso no mundo adulto. Não precisamos apenas ver o que aconteceu da última vez que tomamos uma determinada atitude. Também precisamos ser capazes de analisar cada situação que se apresenta diante de nós e pesar os prós e os contras das diferentes reações. Digamos que você saiba que expressar intempestivamente sua opinião no meio da última reunião foi um erro. Quando seu chefe lhe apresenta um novo plano, o qual, a seu ver, é equivocado para a reunião desta semana, você simplesmente se fecha?

 

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