Meio Ambiente e Sustentabilidade

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Este é um livro especial e são quatro as características que o fazem assim.Abrangente: nenhum assunto importante dentre as questões ambientais que preocupam a humanidade foi esquecido.Rigor científico: autores com reconhecida experiência na área, como professores e pesquisadoresComprometido com sustentabilidade: trata da busca de soluções para os problemas ambientais que também sejam economicamente eficientes e socialmente justas.Didático: qualidade nem sempre encontrada em textos com a densidade científica deste livro

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Capítulo 1 - Poluição aquática

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Poluição aquática

SONIA DOS SANTOS, LUCIANA CAMARGO DE OLIVEIRA,

ADEMIR DOS SANTOS, JULIO CÉSAR ROCHA e ANDRÉ HENRIQUE ROSA

Objetivos do capítulo

Neste capítulo são abordadas as principais fontes e tipos de poluição em sistemas aquáticos, destacando as características e propriedades dos principais contaminantes orgânicos, inorgânicos e emergentes em águas superficiais e subterrâneas. Os aspectos gerais relacionados ao transporte, à reatividade e aos processos que os poluentes podem sofrer no corpo hídrico são discutidos, assim como a preocupação atual em relação à contaminação de águas subterrâneas.

INTRODUÇÃO

Nos últimos 50 anos, devido ao elevado crescimento populacional associado à busca por melhor qualidade de vida, ocorreu um aumento na produção industrial e agrícola caracterizada pela intensa fabricação e utilização de compostos químicos sintéticos

(inseticidas, herbicidas, plásticos, entre outros). Seja de maneira natural ou antrópica, os resíduos gerados por esses compostos aportam aos recursos hídricos com consequente alteração da qualidade da água.

 

Capítulo 2 - O abastecimento de água e o esgotamento sanitário: propostas para minimizar os problemas no Brasil

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O abastecimento de água e o esgotamento sanitário: propostas para minimizar os problemas no Brasil

MARCELO LUIZ MARTINS POMPÊO e VIVIANE MOSCHINI-CARLOS

Objetivos do capítulo

Grande parcela da população mundial não tem acesso à água potável e sofre com problemas sanitários. Como consequência da falta de acesso à água potável e da inadequação do esgotamento sanitário, um número alarmante de pessoas morre ou vive em níveis inadmissíveis de qualidade de vida. Na cidade de São Paulo (Brasil), esse fato não é diferente, cerca de 50% do esgoto gerado é lançado sem tratamento. Este capítulo visa discutir a situação do saneamento básico no Brasil, em particular sobre a oferta de água potável e o esgotamento sanitário nas grandes metrópoles, e contribuir com sugestões visando minimizar o problema.

INTRODUÇÃO

O volume total de água na Terra é estimado em 1.386 Mkm3, sendo 2,5% ou cerca de

35,0 106 km3 constituídos de água doce e, destes, apenas 0,3% representa a água doce contida nos rios e lagos (Shiklomanov, 1998 citado em Rebouças, 1999). Além do restrito volume de água doce disponível, sua distribuição é desigual do ponto de vista espacial e temporal (Rebouças, 1999).

 

Capítulo 3 - Contaminação do solo: aspectos gerais e contextualização na química ambiental

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Contaminação do solo: aspectos gerais e contextualização na química ambiental

WILSON TADEU LOPES DA SILVA, LILIAN FERNANDA DE ALMEIDA MARTELLI,

TÂNIA LEME DE ALMEIDA, DÉBORA M. B. P. MILORI e LADISLAU MARTIN NETO

Objetivos do capítulo

Neste capítulo são abordados os principais aspectos relacionados à constituição física e química de solos, destacando-se as peculiaridades de solos alagados, ácidos, salinos e sódicos, a ocorrência de intemperismo do solo e suas consequên­cias.

Além disso, são apresentados os principais tipos de contaminantes inorgânicos e pesticidas, discorrendo-se ainda sobre alguns processos que vêm sendo empregados na remediação de solos.

INTRODUÇÃO

Além do aumento da produtividade agrícola (fertilidade do solo), muito tem sido discutido sobre outros enfoques e rumos que a

Química do Solo deveria tomar, uma vez que se encontram em evidência questões relacionadas a problemas ambientais. Sob esse aspecto, é de grande relevância que sejam estreitados cada vez mais os laços dos estudos do solo por meio da interdisciplinaridade. Desse modo, áreas do conhecimento como a Biogeoquímica Ambiental,

 

Capítulo 4 - Atmosfera e química no planeta Terra

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Atmosfera e química no planeta Terra

ARNALDO ALVES CARDOSO

Objetivos do capítulo

A composição da atmosfera do nosso planeta é resultante dos diversos processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem na superfície do planeta. Os oceanos, os continentes e a vida como um todo, estão constantemente trocando materiais com a atmosfera. O crescimento da civilização levou o homem a ocupar todos os continentes com uma população de cerca de seis bilhões de pessoas que está usando grande quantidade de bens e energia. A intensificação de atividades antrópicas é responsável por grande emissão de gases e partículas para atmosfera. Como resultado, a atmosfera está sendo perturbada pela modificação da sua composição que estava relativamente estável nos últimos 10 mil anos. O aumento de gases e partículas possuem diferentes efeitos, alguns afetam a qualidade do ar respirado nos centros urbanos e outros modificam o ambiente físico em escala regional, como é o caso da chuva ácida que pode afetar a agricultura e minimizar a disponibilidade de água potável. Outros ainda são importantes porque são responsáveis pelo controle da temperatura da atmosfera e podem levar ao aquecimento global com a consequente mudança no clima e, assim, colocar em risco a vida do homem no planeta.

 

Capítulo 5 - Recursos hídricos e indicadores hidrológicos

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Recursos hídricos e indicadores hidrológicos

MANUEL ENRIQUE GAMERO GUANDIQUE e

LEANDRO CARDOSO DE MORAIS

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi elaborado com o intuito de apresentar não só informações atualizadas das condições brasileiras em relação aos recursos hídricos como a aplicação de algumas metodologias de análise de dados. A questão da disponibilidade de

água é um assunto mundialmente discutido e que precisa de atitudes rápidas, com necessidade de investimento em muitas áreas estratégicas. Para que esses investimentos tenham resultados eficientes, o planejamento das ações previstas nos projetos é importante. Além da disponibilidade da água considerada para o planejamento estratégico das ações, muitas áreas precisam aumentar a qualidade e quantidade dos dados hidrológicos. Para isso, deve-se procurar o quanto antes melhorar o número de estações de coleta de dados, a utilização de equipamentos mais modernos, aumentar o número de variáveis monitoradas, entre outros. Na primeira parte do texto, são apresentadas informações globais da distribuição da

 

Capítulo 6 - Recursos energéticos e meio ambiente

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Recursos energéticos e meio ambiente

SANDRO DONNINI MANCINI e NILSON CRISTINO DA CRUZ

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi dividido em 18 itens visando facilitar o entendimento da questão dos recursos energéticos e sua relação com o meio ambiente. Na primeira seção é feita uma introdução à questão. Nas seções Conversão de energia e Conversão de outras energias em energia elétrica, é abordado o tema da conversão de energia, sendo que o último é dedicado somente à obtenção de eletricidade. Na seção Transmissão e distribuição de energia elétrica, o tema é abordado introduzindo o importante conceito da transformação de tensão. Na seção Unidades usadas em eletricidade e energia, são comentadas algumas unidades básicas utilizadas em energia e eletricidade, como o Watt, o Watt-hora, etc. Em seguida, são abordadas separadamente fontes energéticas específicas como: hidreletricidade, energia solar, energia eólica, energia dos oceanos, energia geotérmica ou geotermal, energia nuclear, petróleo, gás natural, carvão mineral, etanol, biodiesel e lenha, carvão vegetal e outros tipos de biomassa. O capítulo é encerrado com alguns exercícios de fixação.

 

Capítulo 7 - Saúde e meio ambiente

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Saúde e meio ambiente

MARCELA PELLEGRINI PEÇANHA, NOBEL PENTEADO DE FREITAS,

ROBERTO WAGNER LOURENÇO, MARIA RITA DONALISIO CORDEIRO,

RICARDO CARLOS CORDEIRO e MARIA APARECIDA VEDOVATO

Objetivos do capítulo

A necessidade de enfrentamento das alterações ambientais e de seus efeitos sobre a saúde humana e a compreensão de que a promoção da saúde só se dá em um ambiente equilibrado, consolida a importância da Saúde Ambiental. Isso exige que se busque, por meio de políticas públicas, articular, estruturar, instrumentalizar as distintas esferas envolvidas, favorecendo o aprofundamento de estudos que auxiliem a compreensão da dinâmica do binômio ambiente-saúde e o desenvolvimento de ações corretivas e preventivas. É urgente que fique claro que os desafios dos profissionais da área de saúde e de meio ambiente devem focalizar um só caminho, o do esforço para manter um ambiente saudável no qual todos os seus elementos interajam de forma equilibrada e em harmonia. Para isso, é preciso investir na formação de equipes integradas e com visão sistêmica capaz de executar um trabalho contínuo de investigação, com novas ferramentas que subsidiem ações eficientes de gestão ambiental e a consequente promoção de saúde, buscando a reafirmação do valor da vida e da equidade para todos os seres humanos.

 

Capítulo 8 - Modelagem ambiental

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Modelagem ambiental

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

LEONARDO FERNANDES FRACETO e JOSÉ ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA

Objetivos do capítulo

A Modelagem Ambiental é uma área do conhecimento científico quem tem se destacado muito nos últimos anos em função dos avanços de outras tecnologias.

Neste capítulo será realizada uma apresentação de conceitos e definições importantes sobre a temática Modelagem Ambiental, algumas etapas e procedimentos necessários para a realização e construção de um modelo com propósitos ambientais, bem como a utilização e aplicação de alguns exemplos utilizando modelos de crescimento populacional e utilização de lógica fuzzy em processo de modelagem.

INTRODUÇÃO

A Modelagem Ambiental é uma área em franco desenvolvimento nos dias atuais, sendo que esse avanço se deve principalmente à preocupação dos impactos causados por fatores antrópicos ao ambiente.

Embora a utilização de modelos para representar comportamentos e prever condições diferentemente das observadas seja uma prática científica de longa data, é a partir de meados do século XX que a modelagem tem se consolidado como atividade de pesquisa científica. Isso se deve, em grande parte, à necessidade de estudar sistemas cada vez mais de forma integrada e ao avanço tecnológico que tem proporcionado cenários mais favoráveis ao tratamento de dados, cálculos e simulações.

 

Capítulo 9 - Análise espacial de dados geográficos

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Análise espacial de dados geográficos

ROBERTO WAGNER LOURENÇO, ANTONIO CESAR GERMANO MARTINS,

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

JOSE ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA e PAULO MILTON BARBOSA LANDIM

Objetivos do capítulo

O Geoprocessamento representa a área do conhecimento que utiliza a interação entre técnicas matemático-estatísticas e computacionais, fornecidas pelos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), para tratar os processos que ocorrem no espaço geográfico, ou seja, a informação cartográfica. A ferramenta computacional Sistema de

Informações Geográficas (SIG), permitem integrar e processar analiticamente dados georreferenciados de diversas fontes e criar bancos de dados para automatização e produção de documentos cartográficos. Assim, os procedimentos matemático-estatísticos empregados no tratamento de dados georreferenciados são parte integrante da análise espacial, e sua utilização é fruto da necessidade de se organizar, tratar e apresentar, sinteticamente, o grande volume de dados trabalhados buscando a análise da relação entre os fenômenos estudados e sua distribuição no espaço. Entre os exemplos de situações em que se quer obter respostas para problemas espaciais podem ser citadas: em geologia, a extensão de um depósito mineral; em epidemiologia, a ocorrência de doenças; em agronomia, o zoneamento agrícola; em engenharia ambiental, a localização de plumas de contaminação e ou a interação entre essas aplicações. Este capítulo procura sintetizar algumas de seu histórico científico e alguns exemplos de aplicações na área das ciências ambientais.

 

Capítulo 10 - Análise de impactos e riscos ambientais

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Análise de impactos e riscos ambientais

FLÁVIO HENRIQUE MINGANTE SCHLITTLER

Objetivos do capítulo

Existe impacto ambiental quando uma atividade produz uma alteração no meio ou em qualquer um de seus componentes. Analisar os impactos ambientais é qualificar e quantificar estas alterações. Essas análises avaliam a qualidade ambiental com e sem determinada ação ou empreendimento. É necessário que se realizem essas avaliações antes da realização de um projeto, com o objetivo de efetuar o planejamento e a formulação de propostas do ponto de vista ambiental, ou seja, considerando todos os fatores ambientais. Isto deve acontecer por parte do empreendedor da atividade ou ação e por parte das autoridades públicas quando aprovam, ou rejeitam, uma proposta ou uma determinada alternativa. A análise de riscos ambientais é uma atividade correlata à análise de impactos e que pode, inclusive, ocorrer em conjunto com esta. Risco é conceituado como uma situação de perigo, com a imediata possibilidade de um evento indesejável ocorrer. A análise de riscos envolve a identificação, avaliação, gerenciamento e contenção de riscos ao ambiente e também à saúde pública. Os estudos de riscos ambientais antecipam eventos ambientalmente maléficos, planejando ações de controle e de emergência.

 

Capítulo 11 - Manejo de solos degradados por ação antrópica

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Manejo de solos degradados por ação antrópica

WANDERLEY JOSÉ DE MELO, GABRIEL MAURÍCIO PERUCA DE MELO,

VALÉRIA PERUCA DE MELO, REGINA MÁRCIA LONGO, ADMILSON ÍRIO RIBEIRO e LIANDRA MARIA ABAKER BERTIPAGLIA

Objetivos do capítulo

O uso inadequado do solo em atividades agropecuárias, industriais e de mineração e o uso do solo para disposição final de resíduos diversos gerados pelas atividades humanas (lodo de esgoto, lixo urbano, resíduos da construção civil e industrial) podem levar o solo a um estado de degradação, tornando-o inapto para fins de produção de alimentos ou colocando em risco a saúde do ambiente e do homem (salinidade, compactação, erosão, contaminação por elementos-traço e outros poluentes, perda da fertilidade). Sendo o solo um bem não renovável, sua recuperação para reintegrá-lo ao sistema produtivo ou para a recuperação da paisagem original

é uma tarefa árdua, porém imperiosa. Neste capítulo, são abordados os fatores que podem levar à degradação do solo e as técnicas que podem ser utilizadas para a recuperação. Encerra-se o capítulo com a apresentação dos resultados de um estudo de caso sobre a recuperação de área degradada pela mineração de cassiterita (minério de estanho) na Floresta Nacional do Jamari, no Estado de Rondônia. Nesse estudo, são apresentadas as características da mineração usadas, os danos causados ao ambiente, incluindo o solo, e as técnicas que foram utilizadas para a recuperação

 

Capítulo 12 - Restauração de áreas degradadas

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Restauração de áreas degradadas

OSMAR CAVASSAN

Objetivos do capítulo

A elevada biodiversidade terrestre brasileira atraiu os europeus desde o descobrimento; inicialmente pela extração de madeira e, posteriomente, pela expansão agrícola e pecuária. As consequências da degradação dos ecossistemas naturais brasileiros não tardaram a surgir, comprometendo a qualidade do solo, recursos hídricos e biodiversidade. A restauração desses ecossistemas exige o seu conhecimento estrutural e dinâmico em condições de não perturbação, a capacidade de restauração natural e as técnicas mais adequadas, para os casos de degradação total. Não existe uma única receita para restauração de áreas degradadas, mas sim uma série de métodos que se apresentam a partir da publicação de cada pesquisa que deverão ser eleitos como os mais adequados para cada situação. Basicamente, a escolha reside em se atingir os objetivos de cada intervenção com o máximo da eficiência e o mínimo de custo. As experiências iniciais utilizavam o plantio de mudas, nem sempre nativas e em proporções e quantidades geralmente derivadas da disponibilidade em viveiro do que àquelas que melhor atendiam a intenção de se restaurar o ecossistema degradado. A tentativa de se obedecer às leis da sucessão natural esbarrou na discussão do conceito de sucessão e na identificação das espécies que compunham as comunidades pioneiras e climácicas. De qualquer forma, a restauração pelo plantio se revelou difícil e cara e é indicada apenas nas situações onde não se diagnostica capacidade de regeneração natural. Os processos alternativos como nucleação são desejáveis, desde que se tenha uma razoável certeza de que atenderá os propósitos do procedimento. Apresenta-se uma chave de tomada de decisões para procedimentos de restauração vegetal que poderá nortear a elaboração do protocolo para cada situação. A restauração de áreas degradadas é um processo em evolução, que deverá agregar procedimentos técnicos, legislação ambiental e políticas públicas que associem a capacidade de desen­volvimento com o mínimo de impacto ambiental.

 

Capítulo 13 - Tratamento de emissões gasosas

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Tratamento de emissões gasosas

LEANDRO CARDOSO DE MORAIS, VALQUÍRIA DE CAMPOS, JO DWECK,

MANUEL ENRIQUE GAMERO GUANDIQUE e PEDRO MAURÍCIO BÜCHLER

Objetivos do capítulo

Com o aumento de processos industriais em todo o mundo, ocorreu o aumento de emissões gasosas. Essas emissões são causadoras de inúmeros problemas no meio ambiente, provocando o desequilíbrio em ecossistemas terrestres e aquáticos, tendo também grande influência na saúde da população mundial, quando inaladas, direta ou indiretamente. Como esses gases são gerados a partir de processos industriais, são na sua maioria altamente tóxicos, ou, quando combinados com outros gases do processo de fabricação ou mesmo da atmosfera, se tornam tóxicos. O grande problema destes, quando lançados na atmosfera, é que se misturam com outros gases existentes, inclusive o ar que respiramos, e assim são carreados para nosso organismo. Sendo assim, há a necessidade de se ter um rigoroso controle das emissões gasosas. Alguns métodos de controle de emissões industriais estão descritos neste capítulo, porém, é importante dizer que existem outras metodologias que podem ser utilizadas para o controle e tratamento dos gases gerados nas indústrias. Os equipamentos para controle de emissões dependem do tipo de mistura gasosa, tamanho de partículas e temperatura de saída do fluxo gasoso.

 

Capítulo 14 - Tratamento de água e efluentes líquidos

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Tratamento de água e efluentes líquidos

JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES e MILENA GUEDES MANIERO

Objetivos do capítulo

Neste capítulo são apresentados os indicadores de qualidade física, química e biológica da água, a classificação das águas doces segundo a Resolução CONAMA no

357 (2005), o padrão de Potabilidade da Água (Portaria no 518, 2004) e as etapas envolvidas no tratamento convencional de águas para abastecimento público e no tratamento de efluentes industriais. Em relação ao tratamento de águas visando à potabilidade, são descritos os principais processos: coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação. São abordados os tratamentos primário, secundário e terciário, realizados em Estações de Tratamento de Efluentes Industriais, os quais têm por objetivo o enquadramento dos despejos, de forma que os mesmos possam ser descartados em corpos receptores, não provocando impactos ambientais severos.

INTRODUÇÃO

Atualmente, a escassez e a contaminação hídrica comprometem muitos mananciais.

 

Capítulo 15 - Resíduos sólidos

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15

Resíduos sólidos

SANDRO DONNINI MANCINI, JOSÉ LÁZARO FERRAZ e WALDIR ANTÔNIO BIZZO

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi dividido em 14 itens visando facilitar o entendimento da questão dos resíduos sólidos. O 1º- tem caráter introdutório, a seguir são diferenciados os termos lixo e resíduo. No 3º- e 4 º- itens são abordados, respectivamente, as classes e os tipos de resíduos. No 5º- são comentados o armazenamento e a coleta de resí­ duos sólidos e, no 6º- tipos de destinação final. No 7º- item, são descritos os tipos mais comuns de tratamento de resíduos sólidos e nos 8º- e 9º-, são feitos comentários sobre a compostagem e a decomposição anaeróbia, respectivamente. No item 10 são abordados aspectos da reciclagem de materiais, em especial de metais, cerâmicas, polímeros e papéis. A partir do item 11 se iniciam as discussões sobre o gerenciamento e a gestão de resíduos, ou seja, a conciliação entre o operacional (técnico) e o estratégico (político). Enquanto no item 11 são abordados aspectos ne­cessários para uma Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, no item 12 é apresentado o exemplo de gestão de resíduos sólidos na União Europeia, no item 13, sobre a gestão de resíduos sólidos nos Estados Unidos e no item 14, sobre a gestão de resíduos sólidos no Brasil. Para encerrar, é apresentada uma lista de referências importantes para a área, e consultada para a redação deste capítulo.

 

Capítulo 16 - Gestão ambiental

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Gestão ambiental

GERSON ARAUJO DE MEDEIROS, LUCILIA DO CARMO GIORDANO e FABIO AUGUSTO GOMES VIEIRA REIS

Objetivos do capítulo

A gestão ambiental vem assumindo uma importância e repercussão crescentes como uma resposta à demanda da sociedade contemporânea pela incorporação do paradigma da sustentabilidade em todas as etapas das atividades antrópicas. Nesse sentido, o presente capítulo se propõe a explorar as diferentes visões e conceituações relacionadas à gestão ambiental, desde um contexto territorial até uma abrangência voltada ao meio empresarial. Inicia-se com uma apresentação de conceitos relacionados à gestão ambiental e sua interface e complementaridade com o planejamento ambiental. Em seguida, discutem-se a gestão ambiental territorial brasileira, os aspectos legais envolvidos e as suas principais abrangências como a gestão dos recursos hídricos e bacias hidrográficas, a gestão da zona costeira, a gestão urbana e o zoneamento ecológico e econômico. Finalmente, aborda-se a gestão ambiental empresarial, na qual é abordado o sistema de gestão ambiental e a série de normas da

 

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