Meio Ambiente e Sustentabilidade

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Este é um livro especial e são quatro as características que o fazem assim.Abrangente: nenhum assunto importante dentre as questões ambientais que preocupam a humanidade foi esquecido.Rigor científico: autores com reconhecida experiência na área, como professores e pesquisadoresComprometido com sustentabilidade: trata da busca de soluções para os problemas ambientais que também sejam economicamente eficientes e socialmente justas.Didático: qualidade nem sempre encontrada em textos com a densidade científica deste livro.

 

12 capítulos

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Capítulo 1 - Poluição aquática

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Poluição aquática

SONIA DOS SANTOS, LUCIANA CAMARGO DE OLIVEIRA,

ADEMIR DOS SANTOS, JULIO CÉSAR ROCHA e ANDRÉ HENRIQUE ROSA

Objetivos do capítulo

Neste capítulo são abordadas as principais fontes e tipos de poluição em sistemas aquáticos, destacando as características e propriedades dos principais contaminantes orgânicos, inorgânicos e emergentes em águas superficiais e subterrâneas. Os aspectos gerais relacionados ao transporte, à reatividade e aos processos que os poluentes podem sofrer no corpo hídrico são discutidos, assim como a preocupação atual em relação à contaminação de águas subterrâneas.

INTRODUÇÃO

Nos últimos 50 anos, devido ao elevado crescimento populacional associado à busca por melhor qualidade de vida, ocorreu um aumento na produção industrial e agrícola caracterizada pela intensa fabricação e utilização de compostos químicos sintéticos

(inseticidas, herbicidas, plásticos, entre outros). Seja de maneira natural ou antrópica, os resíduos gerados por esses compostos aportam aos recursos hídricos com consequente alteração da qualidade da água.

 

Capítulo 4 - Atmosfera e química no planeta Terra

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Atmosfera e química no planeta Terra

ARNALDO ALVES CARDOSO

Objetivos do capítulo

A composição da atmosfera do nosso planeta é resultante dos diversos processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem na superfície do planeta. Os oceanos, os continentes e a vida como um todo, estão constantemente trocando materiais com a atmosfera. O crescimento da civilização levou o homem a ocupar todos os continentes com uma população de cerca de seis bilhões de pessoas que está usando grande quantidade de bens e energia. A intensificação de atividades antrópicas é responsável por grande emissão de gases e partículas para atmosfera. Como resultado, a atmosfera está sendo perturbada pela modificação da sua composição que estava relativamente estável nos últimos 10 mil anos. O aumento de gases e partículas possuem diferentes efeitos, alguns afetam a qualidade do ar respirado nos centros urbanos e outros modificam o ambiente físico em escala regional, como é o caso da chuva ácida que pode afetar a agricultura e minimizar a disponibilidade de água potável. Outros ainda são importantes porque são responsáveis pelo controle da temperatura da atmosfera e podem levar ao aquecimento global com a consequente mudança no clima e, assim, colocar em risco a vida do homem no planeta.

 

Capítulo 5 - Recursos hídricos e indicadores hidrológicos

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5

Recursos hídricos e indicadores hidrológicos

MANUEL ENRIQUE GAMERO GUANDIQUE e

LEANDRO CARDOSO DE MORAIS

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi elaborado com o intuito de apresentar não só informações atualizadas das condições brasileiras em relação aos recursos hídricos como a aplicação de algumas metodologias de análise de dados. A questão da disponibilidade de

água é um assunto mundialmente discutido e que precisa de atitudes rápidas, com necessidade de investimento em muitas áreas estratégicas. Para que esses investimentos tenham resultados eficientes, o planejamento das ações previstas nos projetos é importante. Além da disponibilidade da água considerada para o planejamento estratégico das ações, muitas áreas precisam aumentar a qualidade e quantidade dos dados hidrológicos. Para isso, deve-se procurar o quanto antes melhorar o número de estações de coleta de dados, a utilização de equipamentos mais modernos, aumentar o número de variáveis monitoradas, entre outros. Na primeira parte do texto, são apresentadas informações globais da distribuição da

 

Capítulo 6 - Recursos energéticos e meio ambiente

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Recursos energéticos e meio ambiente

SANDRO DONNINI MANCINI e NILSON CRISTINO DA CRUZ

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi dividido em 18 itens visando facilitar o entendimento da questão dos recursos energéticos e sua relação com o meio ambiente. Na primeira seção é feita uma introdução à questão. Nas seções Conversão de energia e Conversão de outras energias em energia elétrica, é abordado o tema da conversão de energia, sendo que o último é dedicado somente à obtenção de eletricidade. Na seção Transmissão e distribuição de energia elétrica, o tema é abordado introduzindo o importante conceito da transformação de tensão. Na seção Unidades usadas em eletricidade e energia, são comentadas algumas unidades básicas utilizadas em energia e eletricidade, como o Watt, o Watt-hora, etc. Em seguida, são abordadas separadamente fontes energéticas específicas como: hidreletricidade, energia solar, energia eólica, energia dos oceanos, energia geotérmica ou geotermal, energia nuclear, petróleo, gás natural, carvão mineral, etanol, biodiesel e lenha, carvão vegetal e outros tipos de biomassa. O capítulo é encerrado com alguns exercícios de fixação.

 

Capítulo 8 - Modelagem ambiental

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8

Modelagem ambiental

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

LEONARDO FERNANDES FRACETO e JOSÉ ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA

Objetivos do capítulo

A Modelagem Ambiental é uma área do conhecimento científico quem tem se destacado muito nos últimos anos em função dos avanços de outras tecnologias.

Neste capítulo será realizada uma apresentação de conceitos e definições importantes sobre a temática Modelagem Ambiental, algumas etapas e procedimentos necessários para a realização e construção de um modelo com propósitos ambientais, bem como a utilização e aplicação de alguns exemplos utilizando modelos de crescimento populacional e utilização de lógica fuzzy em processo de modelagem.

INTRODUÇÃO

A Modelagem Ambiental é uma área em franco desenvolvimento nos dias atuais, sendo que esse avanço se deve principalmente à preocupação dos impactos causados por fatores antrópicos ao ambiente.

Embora a utilização de modelos para representar comportamentos e prever condições diferentemente das observadas seja uma prática científica de longa data, é a partir de meados do século XX que a modelagem tem se consolidado como atividade de pesquisa científica. Isso se deve, em grande parte, à necessidade de estudar sistemas cada vez mais de forma integrada e ao avanço tecnológico que tem proporcionado cenários mais favoráveis ao tratamento de dados, cálculos e simulações.

 

Capítulo 9 - Análise espacial de dados geográficos

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9

Análise espacial de dados geográficos

ROBERTO WAGNER LOURENÇO, ANTONIO CESAR GERMANO MARTINS,

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

JOSE ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA e PAULO MILTON BARBOSA LANDIM

Objetivos do capítulo

O Geoprocessamento representa a área do conhecimento que utiliza a interação entre técnicas matemático-estatísticas e computacionais, fornecidas pelos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), para tratar os processos que ocorrem no espaço geográfico, ou seja, a informação cartográfica. A ferramenta computacional Sistema de

Informações Geográficas (SIG), permitem integrar e processar analiticamente dados georreferenciados de diversas fontes e criar bancos de dados para automatização e produção de documentos cartográficos. Assim, os procedimentos matemático-estatísticos empregados no tratamento de dados georreferenciados são parte integrante da análise espacial, e sua utilização é fruto da necessidade de se organizar, tratar e apresentar, sinteticamente, o grande volume de dados trabalhados buscando a análise da relação entre os fenômenos estudados e sua distribuição no espaço. Entre os exemplos de situações em que se quer obter respostas para problemas espaciais podem ser citadas: em geologia, a extensão de um depósito mineral; em epidemiologia, a ocorrência de doenças; em agronomia, o zoneamento agrícola; em engenharia ambiental, a localização de plumas de contaminação e ou a interação entre essas aplicações. Este capítulo procura sintetizar algumas de seu histórico científico e alguns exemplos de aplicações na área das ciências ambientais.

 

Capítulo 10 - Análise de impactos e riscos ambientais

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Análise de impactos e riscos ambientais

FLÁVIO HENRIQUE MINGANTE SCHLITTLER

Objetivos do capítulo

Existe impacto ambiental quando uma atividade produz uma alteração no meio ou em qualquer um de seus componentes. Analisar os impactos ambientais é qualificar e quantificar estas alterações. Essas análises avaliam a qualidade ambiental com e sem determinada ação ou empreendimento. É necessário que se realizem essas avaliações antes da realização de um projeto, com o objetivo de efetuar o planejamento e a formulação de propostas do ponto de vista ambiental, ou seja, considerando todos os fatores ambientais. Isto deve acontecer por parte do empreendedor da atividade ou ação e por parte das autoridades públicas quando aprovam, ou rejeitam, uma proposta ou uma determinada alternativa. A análise de riscos ambientais é uma atividade correlata à análise de impactos e que pode, inclusive, ocorrer em conjunto com esta. Risco é conceituado como uma situação de perigo, com a imediata possibilidade de um evento indesejável ocorrer. A análise de riscos envolve a identificação, avaliação, gerenciamento e contenção de riscos ao ambiente e também à saúde pública. Os estudos de riscos ambientais antecipam eventos ambientalmente maléficos, planejando ações de controle e de emergência.

 

Capítulo 11 - Manejo de solos degradados por ação antrópica

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Manejo de solos degradados por ação antrópica

WANDERLEY JOSÉ DE MELO, GABRIEL MAURÍCIO PERUCA DE MELO,

VALÉRIA PERUCA DE MELO, REGINA MÁRCIA LONGO, ADMILSON ÍRIO RIBEIRO e LIANDRA MARIA ABAKER BERTIPAGLIA

Objetivos do capítulo

O uso inadequado do solo em atividades agropecuárias, industriais e de mineração e o uso do solo para disposição final de resíduos diversos gerados pelas atividades humanas (lodo de esgoto, lixo urbano, resíduos da construção civil e industrial) podem levar o solo a um estado de degradação, tornando-o inapto para fins de produção de alimentos ou colocando em risco a saúde do ambiente e do homem (salinidade, compactação, erosão, contaminação por elementos-traço e outros poluentes, perda da fertilidade). Sendo o solo um bem não renovável, sua recuperação para reintegrá-lo ao sistema produtivo ou para a recuperação da paisagem original

é uma tarefa árdua, porém imperiosa. Neste capítulo, são abordados os fatores que podem levar à degradação do solo e as técnicas que podem ser utilizadas para a recuperação. Encerra-se o capítulo com a apresentação dos resultados de um estudo de caso sobre a recuperação de área degradada pela mineração de cassiterita (minério de estanho) na Floresta Nacional do Jamari, no Estado de Rondônia. Nesse estudo, são apresentadas as características da mineração usadas, os danos causados ao ambiente, incluindo o solo, e as técnicas que foram utilizadas para a recuperação

 

Capítulo 13 - Tratamento de emissões gasosas

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Tratamento de emissões gasosas

LEANDRO CARDOSO DE MORAIS, VALQUÍRIA DE CAMPOS, JO DWECK,

MANUEL ENRIQUE GAMERO GUANDIQUE e PEDRO MAURÍCIO BÜCHLER

Objetivos do capítulo

Com o aumento de processos industriais em todo o mundo, ocorreu o aumento de emissões gasosas. Essas emissões são causadoras de inúmeros problemas no meio ambiente, provocando o desequilíbrio em ecossistemas terrestres e aquáticos, tendo também grande influência na saúde da população mundial, quando inaladas, direta ou indiretamente. Como esses gases são gerados a partir de processos industriais, são na sua maioria altamente tóxicos, ou, quando combinados com outros gases do processo de fabricação ou mesmo da atmosfera, se tornam tóxicos. O grande problema destes, quando lançados na atmosfera, é que se misturam com outros gases existentes, inclusive o ar que respiramos, e assim são carreados para nosso organismo. Sendo assim, há a necessidade de se ter um rigoroso controle das emissões gasosas. Alguns métodos de controle de emissões industriais estão descritos neste capítulo, porém, é importante dizer que existem outras metodologias que podem ser utilizadas para o controle e tratamento dos gases gerados nas indústrias. Os equipamentos para controle de emissões dependem do tipo de mistura gasosa, tamanho de partículas e temperatura de saída do fluxo gasoso.

 

Capítulo 14 - Tratamento de água e efluentes líquidos

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Tratamento de água e efluentes líquidos

JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES e MILENA GUEDES MANIERO

Objetivos do capítulo

Neste capítulo são apresentados os indicadores de qualidade física, química e biológica da água, a classificação das águas doces segundo a Resolução CONAMA no

357 (2005), o padrão de Potabilidade da Água (Portaria no 518, 2004) e as etapas envolvidas no tratamento convencional de águas para abastecimento público e no tratamento de efluentes industriais. Em relação ao tratamento de águas visando à potabilidade, são descritos os principais processos: coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação. São abordados os tratamentos primário, secundário e terciário, realizados em Estações de Tratamento de Efluentes Industriais, os quais têm por objetivo o enquadramento dos despejos, de forma que os mesmos possam ser descartados em corpos receptores, não provocando impactos ambientais severos.

INTRODUÇÃO

Atualmente, a escassez e a contaminação hídrica comprometem muitos mananciais.

 

Capítulo 15 - Resíduos sólidos

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15

Resíduos sólidos

SANDRO DONNINI MANCINI, JOSÉ LÁZARO FERRAZ e WALDIR ANTÔNIO BIZZO

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi dividido em 14 itens visando facilitar o entendimento da questão dos resíduos sólidos. O 1º- tem caráter introdutório, a seguir são diferenciados os termos lixo e resíduo. No 3º- e 4 º- itens são abordados, respectivamente, as classes e os tipos de resíduos. No 5º- são comentados o armazenamento e a coleta de resí­ duos sólidos e, no 6º- tipos de destinação final. No 7º- item, são descritos os tipos mais comuns de tratamento de resíduos sólidos e nos 8º- e 9º-, são feitos comentários sobre a compostagem e a decomposição anaeróbia, respectivamente. No item 10 são abordados aspectos da reciclagem de materiais, em especial de metais, cerâmicas, polímeros e papéis. A partir do item 11 se iniciam as discussões sobre o gerenciamento e a gestão de resíduos, ou seja, a conciliação entre o operacional (técnico) e o estratégico (político). Enquanto no item 11 são abordados aspectos ne­cessários para uma Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, no item 12 é apresentado o exemplo de gestão de resíduos sólidos na União Europeia, no item 13, sobre a gestão de resíduos sólidos nos Estados Unidos e no item 14, sobre a gestão de resíduos sólidos no Brasil. Para encerrar, é apresentada uma lista de referências importantes para a área, e consultada para a redação deste capítulo.

 

Capítulo 16 - Gestão ambiental

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16

Gestão ambiental

GERSON ARAUJO DE MEDEIROS, LUCILIA DO CARMO GIORDANO e FABIO AUGUSTO GOMES VIEIRA REIS

Objetivos do capítulo

A gestão ambiental vem assumindo uma importância e repercussão crescentes como uma resposta à demanda da sociedade contemporânea pela incorporação do paradigma da sustentabilidade em todas as etapas das atividades antrópicas. Nesse sentido, o presente capítulo se propõe a explorar as diferentes visões e conceituações relacionadas à gestão ambiental, desde um contexto territorial até uma abrangência voltada ao meio empresarial. Inicia-se com uma apresentação de conceitos relacionados à gestão ambiental e sua interface e complementaridade com o planejamento ambiental. Em seguida, discutem-se a gestão ambiental territorial brasileira, os aspectos legais envolvidos e as suas principais abrangências como a gestão dos recursos hídricos e bacias hidrográficas, a gestão da zona costeira, a gestão urbana e o zoneamento ecológico e econômico. Finalmente, aborda-se a gestão ambiental empresarial, na qual é abordado o sistema de gestão ambiental e a série de normas da

 

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