Manual de Toxicologia Clínica - 6.ed.

Autor(es): Kent R. Olson
Visualizações: 158
Classificação: (0)

Manual de Toxicologia Clínica, 6ª edição, contém informações para o diagnóstico e tratamento de emergências relacionadas a fármacos e produtos químicos. Esta nova edição possui um índice abrangente com nomes genéricos, químicos e comerciais, tornando-se um recurso essencial para situações do dia a dia.

4 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Seção I - Avaliação global e tratamento

PDF Criptografado

SEÇÃO I. Avaliação Global e Tratamento

䉴 AVALIAÇÃO E TRATAMENTO DE EMERGÊNCIA

Kent R. Olson, MD

Embora possa não parecer que estejam agudamente doentes, todos os pacientes intoxicados devem ser tratados como se tivessem uma intoxicação potencialmente fatal. A Figura I-1 fornece uma lista de verificação da avaliação de emergência e os procedimentos de tratamento. Informações mais detalhadas sobre o diagnóstico e o tratamento para cada etapa da emergência são referenciadas por página e apresentadas imediatamente após a lista de verificação.

Ao tratar casos suspeitos de intoxicações, deve-se revisar rapidamente a lista de verificação para determinar a abrangência das intervenções apropriadas e começar o tratamento necessário de salvamento de vida. Se forem necessárias mais informações para qualquer etapa, deve-se procurar as páginas citadas para uma discussão detalhada de cada tópico. Embora a lista de verificação seja apresentada em um formato sequencial, muitas etapas podem ser realizadas simultaneamente (p. ex., manejo da via aérea, administração de naloxona e glicose e lavagem gástrica).

 

Seção II - Venenos e fármacos específicos: diagnóstico e tratamento

PDF Criptografado

SEÇÃO II. Venenos e fármacos específicos: diagnóstico e tratamento

䉴 ÁCIDO BÓRICO, BORATOS E BORO

Chi-Leung Lai, PharmD

O ácido bórico e o borato de sódio têm sido usados há muitos anos em uma variedade de produtos como antissépticos e como agentes fungistáticos em talcos de bebê. O pó de ácido bórico (99%) ainda é usado como pesticida contra formigas e baratas. No passado, a aplicação repetida e indiscriminada de ácido bórico na pele rachada ou esfolada resultou em muitos casos de intoxicação grave. Também ocorreram epidemias após a adição equivocada de ácido bórico a uma fórmula infantil ou em uma preparação alimentar. Embora hoje a toxicidade crônica raramente ocorra, a ingestão aguda em casa por crianças é mais comum.

Outros compostos que contêm boro e apresentam toxicidade semelhante incluem óxido de boro e

ácido ortobórico (sassolite).

I. Mecanismo de toxicidade

A. O mecanismo da intoxicação por borato é desconhecido. O ácido bórico não é altamente corrosivo, porém é irritante para as membranas mucosas. Ele age provavelmente como um veneno celular geral. Os sistemas orgânicos mais comumente afetados são pele, trato GI, cérebro, fígado e rins.

 

Seção III - Fármacos terapêuticos e antídotos

PDF Criptografado

SEÇÃO III. Fármacos terapêuticos e antídotos

䉴 INTRODUÇÃO

Thomas E. Kearney, PharmD

Esta seção fornece descrições detalhadas de antídotos e de outros agentes terapêuticos usados no tratamento de um paciente intoxicado. Para cada agente, será apresentado um resumo de seus efeitos farmacológicos, indicações clínicas, efeitos adversos, contraindicações, uso na gravidez, dosagens, formulações disponíveis e níveis mínimos de estoques recomendados para uma farmácia hospitalar (para disponibilidade em 60 minutos) e um setor de emergência (para disponibilidade imediata).

I. Uso de antídotos na gravidez. É sempre prudente evitar ou minimizar a exposição a fármacos durante a gravidez, e os médicos, em geral, são relutantes em utilizar um antídoto por receio de prejudicar o feto. Entretanto, essa relutância deverá ser contrabalançada com uma análise do custo-benefício do uso do agente terapêutico em cada caso particular. Uma superdosagem ou uma intoxicação aguda durante a gravidez poderá ameaçar a vida da mãe, bem como a do feto, e o antídoto ou o agente terapêutico, apesar de apresentar efeitos questionáveis ou desconhecidos para o feto, poderá salvar uma vida. A toxicidade e o grande impacto corporal do fármaco ou do agente químico tóxico envolvido poderão exceder a toxicidade e o impacto corporal do agente terapêutico ou do antídoto.

 

Seção IV - Toxicologia ambiental e ocupacional

PDF Criptografado

SEÇÃO IV. Toxicologia ambiental e ocupacional

䉴 RESPOSTA CLÍNICA DE EMERGÊNCIA A INCIDENTES COM

MATERIAIS PERIGOSOS

Kent R. Olson, MD, e R. Steven Tharratt, MD, MPVM

Com a ameaça constante de liberações acidentais de materiais perigosos e com o uso potencial de armas químicas por terroristas, os provedores locais de resposta de emergência devem estar preparados para lidar com vítimas que possam estar contaminadas com substâncias químicas. Muitas jurisdições locais desenvolveram equipes para materiais perigosos (HazMat). Elas geralmente são compostas por equipes de bombeiros, ambientais e de paramédicos, treinadas para identificar situações de perigo de maneira rápida e para assumir a liderança na organização de uma resposta. Os prestadores de cuidados de saúde, como equipe de ambulância, enfermeiros, médicos e funcionários do hospital local, devem participar do planejamento de resposta de emergência e treinamentos de evacuação com sua equipe de materiais perigosos

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPPD000265206
ISBN
9788580552669
Tamanho do arquivo
6,5 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados